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Questões de Concursos Medicina

Resolva questões de Medicina comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


341Q948495 | Matemática, Medicina, FAG, FAG, 2018

Seja uma sequência de n elementos (n >1), dos quais um deles é 1 - (1/n), e os demais são todos iguais a 1. A média aritmética dos n números dessa sequência é:
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342Q948604 | Literatura, Escolas Literárias, Medicina, FAG, FAG

“Nunca, em tempo algum, qualquer vítima de atropelamento, tentativa de morte, conflito, briga ou simples indisposição intestinal foi parar num hospital”. Pela afirmativa do narrador, depreendesse que:
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343Q948451 | Matemática, Cilindro, Medicina, FAG, FAG, 2018

Em relação ao papel da língua inglesa no futuro, o texto 2 prevê que até a metade do século 21 ela:
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344Q948467 | Literatura, Escolas Literárias, Medicina, FAG, FAG, 2018

Assinale a alternativa que contém uma assertiva que NÃO pode ser confirmada pelo texto 1.
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345Q942848 | Português, Significação Contextual de Palavras, Medicina, SÃO CAMILO, VUNESP, 2019

Texto associado.
Leia a crônica de Ruy Castro para responder à questão.

Como um tumor

Cientistas da Universidade de Hiroshima, no Japão, criaram uma rã transparente, cujas intimidades ficam expostas e podem ser perfeitamente observadas pelo lado de fora. Com isso, salvaram-se gerações inteiras de rãs, porque os cientistas não precisarão mais dissecá-las para saber como reagem às substâncias que eles vivem lhes injetando. Outra vantagem é a de que poderão acompanhar uma rã por todo o seu ciclo de vida — o ciclo de vida da rã, claro, não dos cientistas.
Para chegar à rã transparente, os japoneses, craques em engenharia genética, levaram anos cruzando exemplares de rãs albinas. E agora partiram para aperfeiçoá-la: vão fazer com que qualquer corpo estranho que apareça dentro da rã se acenda. Um tumor, por exemplo.
Já no Marrocos, também nesta semana, os cientistas da Universidade de Rabat conseguiram com que um pato nascesse no ovo de uma galinha. Se isso lhe parece meio mixo (afinal, no mesmo dia, em Recife, uma avó deu à luz seus próprios netos, lembra-se?), saiba que a proeza marroquina é considerada mais importante, pelo fato de os palmípedes e os galináceos constituírem famílias diferentes.
Por coincidência, é o que se está discutindo em Brasília nos últimos dias: um político gerado num ovo destinado a palmípedes pode se baldear no meio do mandato para o terreiro dos galináceos, por ver neste mais oportunidades para ciscar? Em princípio, não. Mas e se o eleitor só quiser saber do pinto ou do pato, e não do ovo de onde ele saiu?
Essas mudanças nunca são de graça. Assim, sugiro convocar os japoneses para cruzar nossos políticos com as rãs albinas e, com isso, criar políticos transparentes. Quando um deles recebesse um corpo estranho — uma propina, por exemplo —, esse corpo se acenderia. Como um tumor.

(Crônicas para ler na escola, 2010.)
Na frase “os cientistas não precisarão mais dissecá-las para saber como reagem às substâncias que eles vivem lhes injetando” (1° parágrafo), o verbo “viver” foi empregado com a mesma acepção que se verifica em:
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346Q685585 | Português, Interpretação de Textos, Medicina, UEG, UEG, 2018

Texto associado.

Leia o soneto a seguir para responder à questão


Tome, Dr., esta tesoura, e... corte
Minha singularíssima pessoa.
Que importa a mim que a bicharia roa
Todo o meu coração, depois da morte?!
Ah! Um urubu pousou na minha sorte!
Também, das diatomáceas da lagoa
A criptógama cápsula se esbroa
Ao contacto de bronca destra forte!
Dissolva-se, portanto, minha vida
Igualmente a uma célula caída
Na aberração de um óvulo infecundo;
Mas o agregado abstrato das saudades
Fique batendo nas perpétuas grades
Do último verso que eu fizer no mundo!


ANJOS, Augusto dos. Budismo moderno. In: Eu e outros poemas. 30. ed. Rio de janeiro: Livraria São José, 1965. p. 84.

Tem-se, no soneto apresentado, uma sugestão de que
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347Q948531 | Inglês, Medicina, FAG, FAG

Texto associado.

Text 1: Brazil judge lifts WhatsApp suspension


A judge in Brazil has ordered that a suspension of the popular messaging application WhatsApp be lifted. Judge Xavier de Souza said the service should be re-instated immediately. A court had ordered the service be suspended for 48 hours on Thursday for failing to comply with a court order to provide investigators with information relating to a criminal court case.

Judge Souza said it was “not reasonable that millions of users be affected by the inertia of the company”. “Extreme ruling” Brazilians had complained bitterly on social media about the suspension of Whatsapp, which is a hugely popular app used by many to communicate with family, friends and colleagues both inside of Brazil and abroad. Ninety-three per cent of the country's internet population use Whatsapp, according to the TechCrunch website, with many young and poor Brazilians taking advantage of its free text message and internet telephone service.

Within hours of the suspension being coming into force, the hashtag #Nessas48HorasEuVou (#Inthese48hoursIwill) began trending on Twitter, with Brazilians joking about all the things they would do during the suspension. Impact of the WhatsApp ban - Paula K, a Brazilian living in London In a country where mobile providers charge a fortune for a monthly plan – not to mention the high cost of making international calls – the use of WhatsApp for both texts and internet calls allows expats like me to keep a direct line with family, friends or even colleagues back home.

It’s worth remembering that Brazil already has a high cost of living – services and products often cost the same price as they do in the UK – but people often only earn about a third of the wage they would here. One of my friends who works for one of the major mobile providers in Brazil said it was advising people to download alternative apps such as Viber and/or create a group on Messenger to keep the communication flowing. “I am stunned that our efforts to protect people’s data would result in such an extreme decision by a single judge to punish every person in Brazil who uses WhatsApp,” Mr. Zuckerberg wrote in a post on Facebook.

The suspension was ordered after WhatsApp failed to comply with a court order. The court which ordered the suspension gave little detail, apart from saying that the order related to a criminal case. But Brazilian media said WhatsApp had been asked to provide details of communication by a suspected gang member who is alleged to have used WhatsApp to organise illegal activity. Separately from the court case, Brazilian phone companies have urged the government to restrict the use of free voice-over-internet services offered through WhatsApp.

The phone companies argue that the rise of WhatsApp has damaged their businesses. Meanwhile other messaging services said they had benefited from the temporary absence of WhatsApp. One such company, Telegram, said on Twitter that more than 1.5 million Brazilian users had joined up since the court order was handed down.

(Disponível em: <http://www.bbc.com/news/world-latin-america>. Acesso em: set. 2017)

Sobre o romance “Fogo Morto”, de José Lins do Rego, é correto afirmar:
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348Q679280 | Conhecimentos Gerais, Política, Medicina, MULTIVIX, MULTIVIX, 2019

A Organização dos Estados Americanos (OEA) é o mais antigo organismo regional do mundo. [...] A OEA foi fundada em 1948 com a assinatura, em Bogotá, Colômbia, da Carta da OEA que entrou em vigor em dezembro de 1951.[...] A Organização foi criada para alcançar nos Estados membros, como estipula o Artigo 1º da Carta, “uma ordem de paz e de justiça, para promover sua solidariedade, intensificar sua colaboração e defender sua soberania, sua integridade territorial e sua independência”. Hoje, a OEA congrega os 35 Estados independentes das Américas e constitui o principal fórum governamental político, jurídico e social do Hemisfério. [...] Para atingir seus objetivos mais importantes, a OEA baseia-se em seus principais pilares que são a democracia, os direitos humanos, a segurança e o desenvolvimento.

Fonte: Disponível em: <http://www.oas.org/pt/>. Acesso em 25 ago. 2019.

A OEA segue os princípios:

I - A ordem internacional é constituída essencialmente pelo respeito à personalidade, soberania e independência dos Estados e pelo cumprimento fiel das obrigações emanadas dos tratados e de outras fontes do direito internacional.

II - Todo Estado tem o direito de escolher, sem ingerências externas, seu sistema político, econômico e social, bem como de organizar-se da maneira que mais lhe convenha, e tem o dever de não intervir nos assuntos de outro Estado. Sujeitos ao acima disposto, os Estados americanos cooperarão amplamente entre si, independentemente da natureza de seus sistemas políticos, econômicos e sociais.

III - A eliminação da pobreza crítica é parte essencial da promoção e consolidação da democracia representativa e constitui responsabilidade comum e compartilhada dos Estados americanos.

IV - Os Estados americanos condenam a guerra de agressão: a vitória não dá direitos.


Estão corretas as afirmativas:


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349Q942988 | Geografia, Medicina, SÃO CAMILO, VUNESP, 2018

O cinturão orogênico do Atlântico estende-se desde a parte oriental da região Nordeste até o sudeste do Estado do Rio Grande do Sul. É uma faixa de grande complexidade litológica e estrutural, prevalecendo rochas metamórficas de diferentes tipos e idades, como gnaisses, migmatitos, quartzitos, micaxistos, filitos, e, secundariamente, intrusivas, como granitos e sienitos.
(Jurandyr L. S. Ross (org.). Geografia do Brasil, 2008.)
Uma feição geomorfológica do território brasileiro integrante da área descrita no excerto é
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350Q942997 | Conhecimentos Gerais, Medicina, SÃO CAMILO, VUNESP, 2018

A nova “autonomia” da juventude como uma camada social separada foi simbolizada por um fenômeno que, nessa escala, provavelmente não teve paralelo desde a era romântica do início do século XIX: o herói cuja vida e juventude acabavam juntas. Essa figura foi comum no que se tornou a expressão cultural característica da juventude – o rock. Buddy Holly, Janis Joplin, Brian Jones, membro dos Rolling Stones, Jimi Hendrix e várias outras divindades populares caíram vítimas de um estilo de vida fadado à morte precoce.
(Eric J. Hobsbawm. Era dos extremos, 1995. Adaptado.)
O autor descreve um fenômeno histórico que
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351Q678320 | Português, Interpretação de Textos, Medicina, FAG, FAG, 2019

Texto associado.
Text 1


Put Working Memory to Work in Learning


Working memory involves the conscious processing and managing of information required to carry out complex cognitive tasks such as learning, reasoning, and comprehension. It has been described as the brain's conductor. Memory has long been viewed as a key aspect of learning, but as the emphasis in educational standards has shifted away from rote memorization and toward the knowledge and skills needed to process new information, working memory is increasingly taking center stage.
There is an explosion of research today with the aim of understanding how this important function works and how to enhance it. However, the term working memory was first used more than 50 years ago to describe the role of recall in planning and carrying out behavior. In the 1970s and '80s, British psychologist Alan Baddeley and colleagues developed a model of working memory that brings together how the brain accepts sensory input, processes both visual-spatial and verbal data, and accesses long-term memory; and how all of that input is processed by a function they referred to as central executive.
Working Memory in the Brain Central executive monitors and coordinates input and decides which information we will focus our attention on. As with other cognitive processes that power executive function, the home base of working memory is in the prefrontal cortex. Researchers have detected increased activation in this area at the front of the brain when people are involved in thinking and problem solving that engages working memory. Other areas of the brain that support working memory are the hippocampus, which is involved in long-term memory storage and spatial orientation, and Broca's area, located on the left side of the frontal lobes and involved in language processing and verbal fluency.
Working memory is involved in a variety of learning and daily living tasks, such as reading, problem solving, and navigation. As such, it is sometimes referred to as the "brain's workhorse." In fact, Tracy and Ross Alloway, in their book The Working Memory: Train Your Brain to Function Stronger, Smarter, Faster, contend that working memory is a better predictor than IQ of how well students will perform academically: "IQ is what you know. Working memory is what you can do with what you know"
Thus, working memory is a key cognitive skill for students and their teachers. As an educator, you know well how you must be able to maintain the mental skillfulness and agility to process many variables in everyday teaching practice, such as students' pri or knowledge, the primary purpose and goal of a lesson, sequence of learning activities, time constraints, interruptions throughout the school day, and on and on.
Students activate their working memory as they figure out the meaning of new words they encounter while reading, and as they decide which mathematical functions they will need to apply to a problem that their teacher has just jotted on the whiteboard.
Fonte: Disponível em: <http://www.edutopia.org/blog/put-working-memory-to-work-donna-wilson-marcus-conyers>.
Para o autor do texto 1 , no Brasil, a(s) causa(s) do envelhecimento da população é/são:
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352Q948442 | Arquivologia, Pontuação, Medicina, FAG, FAG, 2018

Texto associado.
Texto 1
A “ÉTICA” DOS CORRUPTOS
É ético um jornalista usar câmaras secretas para comprovar um crime que, depois, ele irá denunciar? Não discuto, aqui, a legalidade de sua ação, porque não tenho a formação jurídica necessária para me pronunciar sobre as leis e jurisprudência cabíveis no caso. Mas a questão adquire relevância diante do fato que movimentou a sociedade brasileira algumas semanas trás: a revelação, em imagens incontestáveis, de uma rede de corrupção atuando justamente nos hospitais – o que torna particularmente desumano o crime, porque está sendo cometido contra pessoas especialmente vulneráveis. Além disso, trata-se de uma área em que cronicamente falta dinheiro, visto que os custos com a saúde costumam subir mais que a inflação, em parte devido aos grandes avanços que a medicina tem conquistado.
O que é flagrante é a falta de ética das pessoas diretamente envolvidas na falcatrua. Os corruptos (vou chamá-los assim, embora tecnicamente não o sejam, porque não são servidores públicos) não mostraram nenhum pudor. Imaginando-se a salvo, foram francos. Duas afirmações me chocaram em especial. A primeira se refere ao momento em que uma senhora diz que está praticando "a ética do mercado". Mas o que ela faz não é nada ético. A não ser, claro, que use "ética" num sentido apenas descritivo, como quando se diz que a "ética do bandido" é matar quem o alcagueta, ou que a "ética do machista" é assassinar a esposa suspeita de adultério. Nos últimos anos tem-se assistido à redução do emprego da palavra "ética". Uma expressão de Cláudio Abramo, frequentemente citada pelos profissionais da imprensa, é significativa – "A ética do jornalista é a mesma do marceneiro, de qualquer pessoa".
Na verdade, até esperei, depois dessa frase sobre "a ética do mercado", que "o mercado" reagisse de alguma forma. Se ela dissesse que essa é a ética dos médicos, as associações não iriam protestar? É claro que "o mercado" não é um sujeito. Aliás, sua riqueza e eficácia estão, justamente, em ele não ser um sujeito único, mas uma rede em que se cruzam e se medem inúmeros sujeitos. No entanto, aqui se coloca uma questão crucial, sempre presente quando se trata do capitalismo. Brecht tem a frase famosa – "O que é roubar um banco, em comparação com fundar um banco?" O capitalismo sempre esteve assombrado pela diferença entre o lucro obtido legítima e legalmente e o que é extorsão, usura, roubo. Na Idade Média, a igreja cristã condenava a usura, dificultando as operações de financiamento. Por outro lado, com o capitalismo já consolidado, no final do século XIX, um grupo de grandes empresários norte-americanos era chamado de "robber barons", barões ladrões, tal a sua desonestidade. Contudo, o mesmo capitalismo cresce graças a uma ética extremamente forte, que Max Weber, num livro clássico, aproximou do protestantismo. Na verdade, a distinção entre o lucro e a extorsão é crucial para o capitalismo. Um dos desafios para ele funcionar, e em especial para se tornar popular, é convencer a sociedade de que seu compromisso ético – com a construção da riqueza pelo trabalho e o esforço – supera seus deslizes, os quais serão rigorosamente punidos. Ou seja, "o mercado" precisa reagir. O debate sobre esse caso não pode ficar circunscrito à área política. O “mercado” foi injuriado e tem de responder.
O outro ponto assustador aconteceu quando um dos personagens gravados disse que sempre ensinava a seus filhos a virtude da solidariedade. Disse isso com outras palavras, mas ele considerava digno educar seus filhos na formação de quadrilha. Aqui, estamos diretamente na ética do crime. Mas, se na frase da senhora sobre o mercado podíamos ver alguma ironia ou resignação ("a vida como ela é"), na frase desse senhor se ouvia algo mais grave: a educação dos filhos, a construção do futuro segundo a ótica do criminoso. Uma coisa é resignar-se ao mundo como está e operar dentro dele. Outra, pior, é entender que ele não vai melhorar e que, portanto, a melhor educação que se deve dar aos pequenos é ensiná-los a serem bandidos. Aqui, a tarefa afeta, em especial, os educadores profissionais, como os professores, e a multidão de educadores leigos, que são os pais e todos os que cuidam de crianças. Mas, antes mesmo disso, ela passa por uma pergunta cândida: podemos melhorar, em termos de sociedade, no que se refere ao respeito à lei e aos outros? É possível convencermo-nos, e convencermos os outros, de que seguir os preceitos éticos é absolutamente necessário? Ou viveremos nas exceções? E isso diz respeito a todos nós.
Ocorreu-me, uma vez, que no Brasil a lei tem papel mais indicativo do que prescritivo. Explico: todos concordamos que se deve parar no sinal vermelho – e a grande maioria o faz. Mas a pressa, o fato de não estar vindo um carro pela outra via, a demora no sinal "justificam" eventualmente passar no sinal vermelho. A lei deixa de ser lei para se tornar uma referência apenas; ou, pior, algo que espero que os outros respeitem absolutamente, mas que infringirei quando me achar "justificado" a fazê-lo. Guiando desse jeito, vários pais mataram os próprios filhos – e isso continua acontecendo. Não precisaremos fortalecer, na condição de sociedade, a convicção de que para um bom convívio é preciso repudiar fortemente essas duas frases que, na sua euforia, os dois personagens pronunciaram sem saberem que estavam sendo gravados? Enquanto isso, nosso agradecimento aos repórteres que denunciaram esse crime.
RIBEIRO, Renato J. Valor econômico, 26/03/2012. (Texto adaptado)
“Além disso, trata-se de uma área em que cronicamente falta dinheiro, visto que os custos com a saúde costumam subir mais que a inflação, em parte devido aos grandes avanços que a medicina tem conquistado.” (linhas 6-8). Assinale a alternativa que contém uma redação inteiramente de acordo com os padrões da norma culta.
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353Q948533 | Inglês, Medicina, FAG, FAG

Texto associado.
Text 2 - We're living faster but are we living better?

Not Long Ago people believed that in the future we would work less, have more free time, and be more relaxed. But sadly this has not happened. Today we work harder, work longer hours, and are more stressed than ten years ago. We walk faster, talk faster, and sleep less than previous generations. And although we are obsessed with machines which save us time, we have less free time than our parents and grandparents had. But what is this doing to our health? An American journalist James Gleick in a new book, Faster: the Acceleration of just about everything, says that people who live in cities are suffering from 'hurry sickness'- we are always trying to do more things in less time. As a result, our lives are more stressful. He says that if we don't slow down, we won't live as long as our parents. For most people, faster doesn't mean better.

No time for the news
Newspaper articles today are shorter and the headlines are bigger. Most people don't have enough time to read the articles, they only read the headlines! On TV and the radio, newsreaders speak more quickly than ten years ago.
No time for stories
In the USA there is a book called One-Minute Bedtime Stories for children. These are shorter versions of traditional stories, specially written for 'busy parents' who want to save time!
No time to listen
Some answerphones now have 'quick playback' buttons so that we can re-play people's messages faster – we can't waste time listening to people speaking at normal speed!
No time to relax
Even when we relax we do everything more quickly. Ten years ago when people went to art galleries they spent ten seconds looking at each picture. Today they spend just three seconds!
No time for slow sports
In the USA the national sport, baseball, is not as popular as before because it is a slow game and matches take a long time. Nowadays many people prefer faster and more dynamic sports like basketball.
…but more time in our cars
The only thing that is slower than before is the way we drive. Our cars are faster but the traffic is worse so we drive more slowly. We spend more time sitting in our cars, feeling stressed because we are worried that we won't arrive on time. Experts predict that in ten years' time the average speed on the road in cities will be 17 km/h.
(OXFORD. NEW ENGLISH FILE, Pre-Intermediate, Student’s Book)
Segundo o texto 1, os brasileiros utilizaram a hashtag #Nessas48HorasEuVou (#Inthese48hoursIwill) para:
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354Q947264 | Física, Eletricidade, Medicina, UEG, UEG, 2018

Em uma tubulação instalada na direção horizontal, um líquido se desloca com uma velocidade constante de 30,0 cm/s quando passa por um ponto cujo raio da secção transversal vale 12,0 cm. Considere que o atrito entre o líquido e o tubo seja desprezível. Qual será, em porcentagem, o aumento da velocidade do líquido, em outro ponto, cujo raio da secção transversal seja a metade do raio no ponto anterior?
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355Q968523 | Legislação dos Tribunais Eleitorais TSE e TREs, Regimento Interno do Tribunal Regional Eleitoral de Roraima, Medicina, TRERR, FCC

As competências originais e privativas para atuação estão estabelecidas no Regimento Interno do TRE/RR. Compete originalmente ao Tribunal
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356Q968524 | Legislação dos Tribunais Eleitorais TSE e TREs, Regimento Interno do Tribunal Regional Eleitoral de Roraima, Medicina, TRERR, FCC

Segundo o Regimento Interno do TRE/RR, ocorrerá a prevenção exclusivamente se
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357Q942994 | História e Geografia de Estados e Municípios, Medicina, SÃO CAMILO, VUNESP, 2018

O Rio de Janeiro, com seus 522 mil habitantes em 1890, constituía o único grande centro urbano. São Paulo tinha 65 mil habitantes. Mas a cidade começara uma arrancada de longo alcance, crescendo a uma taxa geométrica anual de 3%, entre 1872 e 1886, e de 8% entre 1886 e 1890.
(Boris Fausto. História do Brasil, 2012.)
O aumento demográfico de São Paulo no período mencionado no texto é resultado
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358Q678319 | Português, Interpretação de Textos, Medicina, FAG, FAG, 2019

Texto associado.
Text 1


Put Working Memory to Work in Learning


Working memory involves the conscious processing and managing of information required to carry out complex cognitive tasks such as learning, reasoning, and comprehension. It has been described as the brain's conductor. Memory has long been viewed as a key aspect of learning, but as the emphasis in educational standards has shifted away from rote memorization and toward the knowledge and skills needed to process new information, working memory is increasingly taking center stage.
There is an explosion of research today with the aim of understanding how this important function works and how to enhance it. However, the term working memory was first used more than 50 years ago to describe the role of recall in planning and carrying out behavior. In the 1970s and '80s, British psychologist Alan Baddeley and colleagues developed a model of working memory that brings together how the brain accepts sensory input, processes both visual-spatial and verbal data, and accesses long-term memory; and how all of that input is processed by a function they referred to as central executive.
Working Memory in the Brain Central executive monitors and coordinates input and decides which information we will focus our attention on. As with other cognitive processes that power executive function, the home base of working memory is in the prefrontal cortex. Researchers have detected increased activation in this area at the front of the brain when people are involved in thinking and problem solving that engages working memory. Other areas of the brain that support working memory are the hippocampus, which is involved in long-term memory storage and spatial orientation, and Broca's area, located on the left side of the frontal lobes and involved in language processing and verbal fluency.
Working memory is involved in a variety of learning and daily living tasks, such as reading, problem solving, and navigation. As such, it is sometimes referred to as the "brain's workhorse." In fact, Tracy and Ross Alloway, in their book The Working Memory: Train Your Brain to Function Stronger, Smarter, Faster, contend that working memory is a better predictor than IQ of how well students will perform academically: "IQ is what you know. Working memory is what you can do with what you know"
Thus, working memory is a key cognitive skill for students and their teachers. As an educator, you know well how you must be able to maintain the mental skillfulness and agility to process many variables in everyday teaching practice, such as students' pri or knowledge, the primary purpose and goal of a lesson, sequence of learning activities, time constraints, interruptions throughout the school day, and on and on.
Students activate their working memory as they figure out the meaning of new words they encounter while reading, and as they decide which mathematical functions they will need to apply to a problem that their teacher has just jotted on the whiteboard.
Fonte: Disponível em: <http://www.edutopia.org/blog/put-working-memory-to-work-donna-wilson-marcus-conyers>.
De acordo com o texto 1, a imigração pode solucionar os problemas gerados pelo envelhecimento da população porque:
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359Q678325 | Português, Interpretação de Textos, Medicina, FAG, FAG, 2019

Texto associado.
Texto 3


O vício da tecnologia


Entusiastas de tecnologia passaram a semana com os olhos voltados para uma exposição de novidades eletrônicas realizada recentemente nos Estados Unidos. Entre as inovações, estavam produtos relacionados a experiências de realidade virtual e à utilização de inteligência artificial — que hoje é um dos temas que mais desperta interesse em profissionais da área, tendo em vista a ampliação do uso desse tipo de tecnologia nos mais diversos segmentos.
Mais do que prestar atenção às novidades lançadas no evento, vale refletir sobre o motivo que nos leva a uma ansiedade tão grande para consumir produtos que prometem inovação tecnológica. Por que tanta gente se dispõe a dormir em filas gigantescas só para ser um dos primeiros a comprar um novo modelo de smartphone? Por que nos dispomos a pagar cifras astronômicas para comprar aparelhos que não temos sequer certeza de que serão realmente úteis em nossas rotinas?
A teoria de um neurocientista da Universidade de Oxford (Inglaterra) ajuda a explicar essa “corrida desenfreada” por novos gadgets. De modo geral, em nosso processo evolutivo como seres humanos, nosso cérebro aprendeu a suprir necessidades básicas para a sobrevivência e a perpetuação da espécie, tais como sexo, segurança e status social.
Nesse sentido, a compra de uma novidade tecnológica atende a essa última necessidade citada: nós nos sentimos melhores e superiores, ainda que momentaneamente, quando surgimos em nossos círculos sociais com um produto que quase ninguém ainda possui.
Foi realizado um estudo de mapeamento cerebral que mostrou que imagens de produtos tecnológicos ativavam partes do nosso cérebro idênticas às que são ativadas quando uma pessoa muito religiosa se depara com um objeto sagrado. Ou seja, não seria exagero dizer que o vício em novidades tecnológicas é quase uma religião para os mais entusiastas.
O ato de seguir esse impulso cerebral e comprar o mais novo lançamento tecnológico dispara em nosso cérebro a liberação de um hormônio chamado dopamina, responsável por nos causar sensações de prazer. Ele é liberado quando nosso cérebro identifica algo que represente uma recompensa.
O grande problema é que a busca excessiva por recompensas pode resultar em comportamentos impulsivos, que incluem vícios em jogos, apego excessivo a redes sociais e até mesmo alcoolismo. No caso do consumo, podemos observar a situação problematizada aqui: gasto excessivo de dinheiro em aparelhos eletrônicos que nem sempre trazem novidade –– as atualizações de modelos de smartphones, por exemplo, na maior parte das vezes apresentam poucas mudanças em relação ao modelo anterior, considerando-se seu preço elevado. Em outros casos, gasta-se uma quantia absurda em algum aparelho novo que não se sabe se terá tanta utilidade prática ou inovadora no cotidiano.
No fim das contas, vale um lembrete que pode ajudar a conter os impulsos na hora de comprar um novo smartphone ou alguma novidade de mercado: compare o efeito momentâneo da dopamina com o impacto de imaginar como ficarão as faturas do seu cartão de crédito com a nova compra. O choque ao constatar o rombo em seu orçamento pode ser suficiente para que você decida pensar duas vezes a respeito da aquisição.
DANA, S. O Globo. Economia. Rio de Janeiro, 16 jan. 2018. Adaptado
De acordo com o ordenamento das ideias no texto 3, observa-se que, depois de explicar a função da dopamina no cérebro, o texto se refere à ideia de que:
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360Q678350 | Conhecimentos Gerais, Política, Medicina, FAG, FAG, 2019

Leia os seguintes excertos da Constituição da República Federativa do Brasil.

Art. 53. Os Deputados e Senadores são invioláveis, civil e penalmente, por quaisquer de suas opiniões, palavras e votos. (EC Nº 35/2001)
§ 2º Desde a expedição do diploma, os membros do Congresso Nacional não poderão ser presos, salvo em flagrante de crime inafiançável. Nesse caso, os autos serão remetidos dentro de vinte e quatro horas à Casa respectiva, para que, pelo voto da maioria de seus membros, resolva sobre a prisão.
§ 8º As imunidades de Deputados ou Senadores subsistirão durante o estado de sítio, só podendo ser suspensas mediante o voto de dois terços dos membros da Casa respectiva, nos casos de atos praticados fora do recinto do Congresso Nacional, que sejam incompatíveis com a execução da medida. Disponível em: <https://www2.senado.leg.br/bdsf/bitstream/ handle/id/518231/CF88_Livro_ EC91_2016.pdf>.

Considerando esses excertos, é correto afirmar sobre o princípio da independência entre os três Poderes que a(o):
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