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Questões de Concursos Nutricionista Fiscal

Resolva questões de Nutricionista Fiscal comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


61Q676214 | Nutrição, Nutricionista Fiscal, CRN 2° Região, Quadrix, 2020

Conforme a Resolução CFN n.° 465/2010, julgue o item.
Uma das atividades facultativas ao nutricionista vinculado à entidade executora, no âmbito do Programa de Alimentação Escolar (PAE), é interagir com os agricultores familiares e empreendedores familiares rurais e suas organizações, de forma a conhecer a produção local, inserindo esses produtos na alimentação escolar.
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62Q674250 | Informática, Nutricionista Fiscal, CRN 2° Região, Quadrix, 2020

Texto associado.
Nos itens que avaliem conhecimentos de informática, a menos que seja explicitamente informado o contrário, considere que: todos os programas mencionados estejam em configuração?padrão, em português; o mouse esteja configurado para pessoas destras; expressões como clicar, clique simples e clique duplo refiram?se a cliques com o botão esquerdo do mouse; e teclar corresponda à operação de pressionar uma tecla e, rapidamente, liberá?la, acionando?a apenas uma vez. Considere também que não haja restrições de proteção, de funcionamento e de uso em relação aos programas, arquivos, diretórios, recursos e equipamentos mencionados.
Julgue o item quanto ao programa Excel 2013, ao sistema operacional Windows 10 e aos conceitos de redes de computadores.
A fórmula = ( B1 + C1 ) / ( F1 ? G1 ) não é uma fórmula válida no Excel 2013, pois contém espaçamento entre os caracteres e os operadores.
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63Q334513 | Matemática, Cálculo Aritmético, Nutricionista Fiscal, Conselho Regional de Nutricionistas SC, Instituto Quadrix, 2018

Em uma receita, utilizaram-se X colheres de sopa de óleo de girassol, Y xícaras de farinha de trigo e Z colheres de chá de fermento em pó. Os valores das incógnitas X, Y e Z são inteiros e positivos, 15 mL = 1 colher de sopa = 3 colheres de chá = 1/12 xícara e o volume total da receita é de 415 mL.

Com base nesse caso hipotético, julgue os próximos itens.

A equação 15X + 180Y = 405 possui uma única solução: (X, Y) = (3,2).
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64Q674443 | Português, Sintaxe, Nutricionista Fiscal, CRN 2° Região, Quadrix, 2020

Texto associado.
   Há razões biológicas, culturais, sociais e ambientais que explicam por que se deve embasar a alimentação em alimentos in
natura ou minimamente processados e de origem, predominantemente, vegetal.
   No que se refere a razões biológicas e culturais, observa?se que tais alimentos variam, amplamente, quanto à quantidade
de energia ou calorias por grama (densidade de energia ou calórica) e à quantidade de nutrientes por caloria (teor de nutrientes).
Alimentos de origem animal são boas fontes de proteínas e da maioria das vitaminas e minerais de que necessita o indivíduo,
mas não contêm fibra e podem apresentar elevada quantidade de calorias por grama e teor excessivo de gorduras não saudáveis
(saturadas), características que podem favorecer o risco de doenças crônicas.
   Por sua vez, alimentos de origem vegetal costumam ser boas fontes de fibras e de nutrientes e, geralmente, têm menos
calorias por grama. Entretanto, individualmente, tendem a não fornecer, na proporção adequada, todos os nutrientes
necessários ao ser humano. De fato, com exceção do leite materno, nos primeiros seis meses de vida, nenhum alimento sozinho
proporciona aos seres humanos o teor de nutrientes que seu organismo requer. Isso explica a razão de a espécie humana ter
evoluído de modo a se tornar apta a consumir grande variedade de alimentos. Também explica por que diversas sociedades e
sistemas alimentares tradicionais estabeleceram?se combinando alimentos de origem vegetal com perfis de nutrientes que se
complementam, do ponto de vista nutricional — como a mistura de cereais com leguminosas (comum na culinária mexicana e
presente no arroz com feijão do brasileiro), de cereais com legumes e verduras (comum na culinária de países asiáticos e
presente no arroz com jambu do Pará), de raízes tuberosas com leguminosas (comum em países africanos e presente no nosso
tutu com feijão) e de cereais ou raízes tuberosas com frutas (comum em várias culinárias e presente no arroz com pequi de
Goiás e na farinha de mandioca com açaí da Amazônia) —, e consumindo pequenas quantidades de alimentos de origem animal.
Em muitas das culinárias tradicionais, carnes, peixes e ovos são consumidos como parte de preparações culinárias que têm como
base alimentos oriundos de vegetais.
   Como razões sociais e ambientais, a opção por diversos alimentos de origem vegetal e por limitado consumo de alimentos
de origem animal implica, indiretamente, a opção por um sistema alimentar socialmente mais justo e menos estressante para
o ambiente físico, os animais e a biodiversidade em geral. O consumo de arroz, feijão, milho, mandioca, batata e vários tipos de
legumes, verduras e frutas tem como consequência natural o estímulo da agricultura familiar e da economia local, favorecendo,
assim, formas solidárias de viver e produzir e contribuindo para promover a biodiversidade e reduzir o impacto ambiental da
produção e distribuição dos alimentos.
   A diminuição da demanda por alimentos de origem animal reduz as emissões de gases responsáveis pelo aquecimento do
planeta, o desmatamento decorrente da criação de novas áreas de pastagens e o uso intenso de água, além do que o menor
consumo diminui a necessidade de sistemas intensivos de produção animal, particularmente nocivos ao meio ambiente, como
a aglomeração de animais, que, além de estressá?los, aumenta a produção de dejetos por área e a necessidade do uso contínuo
de antibióticos, resultando em poluição do solo e aumento do risco de contaminação das águas da região.
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Guia Alimentar para a População Brasileira. 2.aed. Brasília: Editora do MS, 2014, p. 30?32.
Em relação às ideias do texto, julgue o item.
Sem prejuízo para a correção gramatical e para os sentidos do texto, a forma verbal “contêm” (linha 6) pode ser flexionada no singular — contém —, caso em que passa a retomar o termo “maioria” (linha 5).
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65Q374703 | Português, Texto, Nutricionista Fiscal, Conselho Regional de Nutricionistas SC, Instituto Quadrix, 2018

Julgue os próximos itens, no que se refere à correção gramatical e à coerência da proposta de reescrita para cada um dos trechos destacados do texto. “O custo estimado do impacto da malnutrição alcança 5% do PIB global” (linha 19): Estima-se que o custo do impacto da malnutrição alcance 5% do PIB global
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66Q676227 | Nutrição, Nutricionista Fiscal, CRN 2° Região, Quadrix, 2020

A Lei n.° 8.234/1991 regulamenta a profissão de nutricionista e determina outras providências. Em relação a essa Lei, julgue o item.
É obrigatória a participação de nutricionistas em equipes multidisciplinares criadas por entidades públicas e facultativa em entidades particulares.
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67Q672941 | Português, Interpretação de Textos, Nutricionista Fiscal, CRN 2° Região, Quadrix, 2020

Texto associado.
   Há razões biológicas, culturais, sociais e ambientais que explicam por que se deve embasar a alimentação em alimentos in
natura ou minimamente processados e de origem, predominantemente, vegetal.
   No que se refere a razões biológicas e culturais, observa?se que tais alimentos variam, amplamente, quanto à quantidade
de energia ou calorias por grama (densidade de energia ou calórica) e à quantidade de nutrientes por caloria (teor de nutrientes).
Alimentos de origem animal são boas fontes de proteínas e da maioria das vitaminas e minerais de que necessita o indivíduo,
mas não contêm fibra e podem apresentar elevada quantidade de calorias por grama e teor excessivo de gorduras não saudáveis
(saturadas), características que podem favorecer o risco de doenças crônicas.
   Por sua vez, alimentos de origem vegetal costumam ser boas fontes de fibras e de nutrientes e, geralmente, têm menos
calorias por grama. Entretanto, individualmente, tendem a não fornecer, na proporção adequada, todos os nutrientes
necessários ao ser humano. De fato, com exceção do leite materno, nos primeiros seis meses de vida, nenhum alimento sozinho
proporciona aos seres humanos o teor de nutrientes que seu organismo requer. Isso explica a razão de a espécie humana ter
evoluído de modo a se tornar apta a consumir grande variedade de alimentos. Também explica por que diversas sociedades e
sistemas alimentares tradicionais estabeleceram?se combinando alimentos de origem vegetal com perfis de nutrientes que se
complementam, do ponto de vista nutricional — como a mistura de cereais com leguminosas (comum na culinária mexicana e
presente no arroz com feijão do brasileiro), de cereais com legumes e verduras (comum na culinária de países asiáticos e
presente no arroz com jambu do Pará), de raízes tuberosas com leguminosas (comum em países africanos e presente no nosso
tutu com feijão) e de cereais ou raízes tuberosas com frutas (comum em várias culinárias e presente no arroz com pequi de
Goiás e na farinha de mandioca com açaí da Amazônia) —, e consumindo pequenas quantidades de alimentos de origem animal.
Em muitas das culinárias tradicionais, carnes, peixes e ovos são consumidos como parte de preparações culinárias que têm como
base alimentos oriundos de vegetais.
   Como razões sociais e ambientais, a opção por diversos alimentos de origem vegetal e por limitado consumo de alimentos
de origem animal implica, indiretamente, a opção por um sistema alimentar socialmente mais justo e menos estressante para
o ambiente físico, os animais e a biodiversidade em geral. O consumo de arroz, feijão, milho, mandioca, batata e vários tipos de
legumes, verduras e frutas tem como consequência natural o estímulo da agricultura familiar e da economia local, favorecendo,
assim, formas solidárias de viver e produzir e contribuindo para promover a biodiversidade e reduzir o impacto ambiental da
produção e distribuição dos alimentos.
   A diminuição da demanda por alimentos de origem animal reduz as emissões de gases responsáveis pelo aquecimento do
planeta, o desmatamento decorrente da criação de novas áreas de pastagens e o uso intenso de água, além do que o menor
consumo diminui a necessidade de sistemas intensivos de produção animal, particularmente nocivos ao meio ambiente, como
a aglomeração de animais, que, além de estressá?los, aumenta a produção de dejetos por área e a necessidade do uso contínuo
de antibióticos, resultando em poluição do solo e aumento do risco de contaminação das águas da região.
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Guia Alimentar para a População Brasileira. 2.aed. Brasília: Editora do MS, 2014, p. 30?32.
No que concerne às estruturas linguísticas e gramaticais do texto, julgue o item.
Na linha 1, a forma “por que” pode, também, ser escrita como porque, sem prejuízo para a correção gramatical.
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68Q676006 | Português, Interpretação de Textos, Nutricionista Fiscal, CRN 2° Região, Quadrix, 2020

Texto associado.
   Há razões biológicas, culturais, sociais e ambientais que explicam por que se deve embasar a alimentação em alimentos in
natura ou minimamente processados e de origem, predominantemente, vegetal.
   No que se refere a razões biológicas e culturais, observa?se que tais alimentos variam, amplamente, quanto à quantidade
de energia ou calorias por grama (densidade de energia ou calórica) e à quantidade de nutrientes por caloria (teor de nutrientes).
Alimentos de origem animal são boas fontes de proteínas e da maioria das vitaminas e minerais de que necessita o indivíduo,
mas não contêm fibra e podem apresentar elevada quantidade de calorias por grama e teor excessivo de gorduras não saudáveis
(saturadas), características que podem favorecer o risco de doenças crônicas.
   Por sua vez, alimentos de origem vegetal costumam ser boas fontes de fibras e de nutrientes e, geralmente, têm menos
calorias por grama. Entretanto, individualmente, tendem a não fornecer, na proporção adequada, todos os nutrientes
necessários ao ser humano. De fato, com exceção do leite materno, nos primeiros seis meses de vida, nenhum alimento sozinho
proporciona aos seres humanos o teor de nutrientes que seu organismo requer. Isso explica a razão de a espécie humana ter
evoluído de modo a se tornar apta a consumir grande variedade de alimentos. Também explica por que diversas sociedades e
sistemas alimentares tradicionais estabeleceram?se combinando alimentos de origem vegetal com perfis de nutrientes que se
complementam, do ponto de vista nutricional — como a mistura de cereais com leguminosas (comum na culinária mexicana e
presente no arroz com feijão do brasileiro), de cereais com legumes e verduras (comum na culinária de países asiáticos e
presente no arroz com jambu do Pará), de raízes tuberosas com leguminosas (comum em países africanos e presente no nosso
tutu com feijão) e de cereais ou raízes tuberosas com frutas (comum em várias culinárias e presente no arroz com pequi de
Goiás e na farinha de mandioca com açaí da Amazônia) —, e consumindo pequenas quantidades de alimentos de origem animal.
Em muitas das culinárias tradicionais, carnes, peixes e ovos são consumidos como parte de preparações culinárias que têm como
base alimentos oriundos de vegetais.
   Como razões sociais e ambientais, a opção por diversos alimentos de origem vegetal e por limitado consumo de alimentos
de origem animal implica, indiretamente, a opção por um sistema alimentar socialmente mais justo e menos estressante para
o ambiente físico, os animais e a biodiversidade em geral. O consumo de arroz, feijão, milho, mandioca, batata e vários tipos de
legumes, verduras e frutas tem como consequência natural o estímulo da agricultura familiar e da economia local, favorecendo,
assim, formas solidárias de viver e produzir e contribuindo para promover a biodiversidade e reduzir o impacto ambiental da
produção e distribuição dos alimentos.
   A diminuição da demanda por alimentos de origem animal reduz as emissões de gases responsáveis pelo aquecimento do
planeta, o desmatamento decorrente da criação de novas áreas de pastagens e o uso intenso de água, além do que o menor
consumo diminui a necessidade de sistemas intensivos de produção animal, particularmente nocivos ao meio ambiente, como
a aglomeração de animais, que, além de estressá?los, aumenta a produção de dejetos por área e a necessidade do uso contínuo
de antibióticos, resultando em poluição do solo e aumento do risco de contaminação das águas da região.
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Guia Alimentar para a População Brasileira. 2.aed. Brasília: Editora do MS, 2014, p. 30?32.
Em relação às ideias do texto, julgue o item.
Na linha 3, o elemento “tais”, que antecede “alimentos”, é empregado para se referir a “alimentos in natura ou minimamente processados e de origem, predominantemente, vegetal” (linhas 1 e 2).
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69Q674643 | Português, Interpretação de Textos, Nutricionista Fiscal, CRN 2° Região, Quadrix, 2020

Texto associado.
   Há razões biológicas, culturais, sociais e ambientais que explicam por que se deve embasar a alimentação em alimentos in
natura ou minimamente processados e de origem, predominantemente, vegetal.
   No que se refere a razões biológicas e culturais, observa?se que tais alimentos variam, amplamente, quanto à quantidade
de energia ou calorias por grama (densidade de energia ou calórica) e à quantidade de nutrientes por caloria (teor de nutrientes).
Alimentos de origem animal são boas fontes de proteínas e da maioria das vitaminas e minerais de que necessita o indivíduo,
mas não contêm fibra e podem apresentar elevada quantidade de calorias por grama e teor excessivo de gorduras não saudáveis
(saturadas), características que podem favorecer o risco de doenças crônicas.
   Por sua vez, alimentos de origem vegetal costumam ser boas fontes de fibras e de nutrientes e, geralmente, têm menos
calorias por grama. Entretanto, individualmente, tendem a não fornecer, na proporção adequada, todos os nutrientes
necessários ao ser humano. De fato, com exceção do leite materno, nos primeiros seis meses de vida, nenhum alimento sozinho
proporciona aos seres humanos o teor de nutrientes que seu organismo requer. Isso explica a razão de a espécie humana ter
evoluído de modo a se tornar apta a consumir grande variedade de alimentos. Também explica por que diversas sociedades e
sistemas alimentares tradicionais estabeleceram?se combinando alimentos de origem vegetal com perfis de nutrientes que se
complementam, do ponto de vista nutricional — como a mistura de cereais com leguminosas (comum na culinária mexicana e
presente no arroz com feijão do brasileiro), de cereais com legumes e verduras (comum na culinária de países asiáticos e
presente no arroz com jambu do Pará), de raízes tuberosas com leguminosas (comum em países africanos e presente no nosso
tutu com feijão) e de cereais ou raízes tuberosas com frutas (comum em várias culinárias e presente no arroz com pequi de
Goiás e na farinha de mandioca com açaí da Amazônia) —, e consumindo pequenas quantidades de alimentos de origem animal.
Em muitas das culinárias tradicionais, carnes, peixes e ovos são consumidos como parte de preparações culinárias que têm como
base alimentos oriundos de vegetais.
   Como razões sociais e ambientais, a opção por diversos alimentos de origem vegetal e por limitado consumo de alimentos
de origem animal implica, indiretamente, a opção por um sistema alimentar socialmente mais justo e menos estressante para
o ambiente físico, os animais e a biodiversidade em geral. O consumo de arroz, feijão, milho, mandioca, batata e vários tipos de
legumes, verduras e frutas tem como consequência natural o estímulo da agricultura familiar e da economia local, favorecendo,
assim, formas solidárias de viver e produzir e contribuindo para promover a biodiversidade e reduzir o impacto ambiental da
produção e distribuição dos alimentos.
   A diminuição da demanda por alimentos de origem animal reduz as emissões de gases responsáveis pelo aquecimento do
planeta, o desmatamento decorrente da criação de novas áreas de pastagens e o uso intenso de água, além do que o menor
consumo diminui a necessidade de sistemas intensivos de produção animal, particularmente nocivos ao meio ambiente, como
a aglomeração de animais, que, além de estressá?los, aumenta a produção de dejetos por área e a necessidade do uso contínuo
de antibióticos, resultando em poluição do solo e aumento do risco de contaminação das águas da região.
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Guia Alimentar para a População Brasileira. 2.aed. Brasília: Editora do MS, 2014, p. 30?32.
Em relação às ideias do texto, julgue o item.
Do texto se deduz que as razões sociais e ambientais refletem a busca pela qualidade e pelo valor nutricional da alimentação de origem vegetal e, também, a preferência pelo consumo desses alimentos em detrimento de alimentos de origem animal, estimulada pela consciência ecológica.
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71Q340468 | Raciocínio Lógico, Análise Combinatória, Nutricionista Fiscal, Conselho Regional de Nutricionistas SC, Instituto Quadrix, 2018

Para formar uma equipe, são necessários quatro estagiários que estejam cursando bacharelado em nutrição, sendo dois da primeira metade do curso e dois da segunda metade. O nutricionista responsável pela seleção possui cinco candidatos da primeira metade do curso e três candidatos da segunda metade para preencher as vagas da equipe.

Com base nesse caso hipotético, julgue os itens subsequentes.

Se forem escolhidos, aleatoriamente, quatro, entre os oito candidatos, a probabilidade de formar a equipe necessária será menor que 1%.
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72Q674634 | Português, Interpretação de Textos, Nutricionista Fiscal, CRN 2° Região, Quadrix, 2020

Texto associado.
   Há razões biológicas, culturais, sociais e ambientais que explicam por que se deve embasar a alimentação em alimentos in
natura ou minimamente processados e de origem, predominantemente, vegetal.
   No que se refere a razões biológicas e culturais, observa?se que tais alimentos variam, amplamente, quanto à quantidade
de energia ou calorias por grama (densidade de energia ou calórica) e à quantidade de nutrientes por caloria (teor de nutrientes).
Alimentos de origem animal são boas fontes de proteínas e da maioria das vitaminas e minerais de que necessita o indivíduo,
mas não contêm fibra e podem apresentar elevada quantidade de calorias por grama e teor excessivo de gorduras não saudáveis
(saturadas), características que podem favorecer o risco de doenças crônicas.
   Por sua vez, alimentos de origem vegetal costumam ser boas fontes de fibras e de nutrientes e, geralmente, têm menos
calorias por grama. Entretanto, individualmente, tendem a não fornecer, na proporção adequada, todos os nutrientes
necessários ao ser humano. De fato, com exceção do leite materno, nos primeiros seis meses de vida, nenhum alimento sozinho
proporciona aos seres humanos o teor de nutrientes que seu organismo requer. Isso explica a razão de a espécie humana ter
evoluído de modo a se tornar apta a consumir grande variedade de alimentos. Também explica por que diversas sociedades e
sistemas alimentares tradicionais estabeleceram?se combinando alimentos de origem vegetal com perfis de nutrientes que se
complementam, do ponto de vista nutricional — como a mistura de cereais com leguminosas (comum na culinária mexicana e
presente no arroz com feijão do brasileiro), de cereais com legumes e verduras (comum na culinária de países asiáticos e
presente no arroz com jambu do Pará), de raízes tuberosas com leguminosas (comum em países africanos e presente no nosso
tutu com feijão) e de cereais ou raízes tuberosas com frutas (comum em várias culinárias e presente no arroz com pequi de
Goiás e na farinha de mandioca com açaí da Amazônia) —, e consumindo pequenas quantidades de alimentos de origem animal.
Em muitas das culinárias tradicionais, carnes, peixes e ovos são consumidos como parte de preparações culinárias que têm como
base alimentos oriundos de vegetais.
   Como razões sociais e ambientais, a opção por diversos alimentos de origem vegetal e por limitado consumo de alimentos
de origem animal implica, indiretamente, a opção por um sistema alimentar socialmente mais justo e menos estressante para
o ambiente físico, os animais e a biodiversidade em geral. O consumo de arroz, feijão, milho, mandioca, batata e vários tipos de
legumes, verduras e frutas tem como consequência natural o estímulo da agricultura familiar e da economia local, favorecendo,
assim, formas solidárias de viver e produzir e contribuindo para promover a biodiversidade e reduzir o impacto ambiental da
produção e distribuição dos alimentos.
   A diminuição da demanda por alimentos de origem animal reduz as emissões de gases responsáveis pelo aquecimento do
planeta, o desmatamento decorrente da criação de novas áreas de pastagens e o uso intenso de água, além do que o menor
consumo diminui a necessidade de sistemas intensivos de produção animal, particularmente nocivos ao meio ambiente, como
a aglomeração de animais, que, além de estressá?los, aumenta a produção de dejetos por área e a necessidade do uso contínuo
de antibióticos, resultando em poluição do solo e aumento do risco de contaminação das águas da região.
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Guia Alimentar para a População Brasileira. 2.aed. Brasília: Editora do MS, 2014, p. 30?32.
Em relação às ideias do texto, julgue o item.
O texto tem caráter eminentemente narrativo e apresenta explicações referentes a variados pratos típicos de muitas regiões do globo terrestre.
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73Q676502 | Português, Interpretação de Textos, Nutricionista Fiscal, CRN 2° Região, Quadrix, 2020

Texto associado.
   Há razões biológicas, culturais, sociais e ambientais que explicam por que se deve embasar a alimentação em alimentos in
natura ou minimamente processados e de origem, predominantemente, vegetal.
   No que se refere a razões biológicas e culturais, observa?se que tais alimentos variam, amplamente, quanto à quantidade
de energia ou calorias por grama (densidade de energia ou calórica) e à quantidade de nutrientes por caloria (teor de nutrientes).
Alimentos de origem animal são boas fontes de proteínas e da maioria das vitaminas e minerais de que necessita o indivíduo,
mas não contêm fibra e podem apresentar elevada quantidade de calorias por grama e teor excessivo de gorduras não saudáveis
(saturadas), características que podem favorecer o risco de doenças crônicas.
   Por sua vez, alimentos de origem vegetal costumam ser boas fontes de fibras e de nutrientes e, geralmente, têm menos
calorias por grama. Entretanto, individualmente, tendem a não fornecer, na proporção adequada, todos os nutrientes
necessários ao ser humano. De fato, com exceção do leite materno, nos primeiros seis meses de vida, nenhum alimento sozinho
proporciona aos seres humanos o teor de nutrientes que seu organismo requer. Isso explica a razão de a espécie humana ter
evoluído de modo a se tornar apta a consumir grande variedade de alimentos. Também explica por que diversas sociedades e
sistemas alimentares tradicionais estabeleceram?se combinando alimentos de origem vegetal com perfis de nutrientes que se
complementam, do ponto de vista nutricional — como a mistura de cereais com leguminosas (comum na culinária mexicana e
presente no arroz com feijão do brasileiro), de cereais com legumes e verduras (comum na culinária de países asiáticos e
presente no arroz com jambu do Pará), de raízes tuberosas com leguminosas (comum em países africanos e presente no nosso
tutu com feijão) e de cereais ou raízes tuberosas com frutas (comum em várias culinárias e presente no arroz com pequi de
Goiás e na farinha de mandioca com açaí da Amazônia) —, e consumindo pequenas quantidades de alimentos de origem animal.
Em muitas das culinárias tradicionais, carnes, peixes e ovos são consumidos como parte de preparações culinárias que têm como
base alimentos oriundos de vegetais.
   Como razões sociais e ambientais, a opção por diversos alimentos de origem vegetal e por limitado consumo de alimentos
de origem animal implica, indiretamente, a opção por um sistema alimentar socialmente mais justo e menos estressante para
o ambiente físico, os animais e a biodiversidade em geral. O consumo de arroz, feijão, milho, mandioca, batata e vários tipos de
legumes, verduras e frutas tem como consequência natural o estímulo da agricultura familiar e da economia local, favorecendo,
assim, formas solidárias de viver e produzir e contribuindo para promover a biodiversidade e reduzir o impacto ambiental da
produção e distribuição dos alimentos.
   A diminuição da demanda por alimentos de origem animal reduz as emissões de gases responsáveis pelo aquecimento do
planeta, o desmatamento decorrente da criação de novas áreas de pastagens e o uso intenso de água, além do que o menor
consumo diminui a necessidade de sistemas intensivos de produção animal, particularmente nocivos ao meio ambiente, como
a aglomeração de animais, que, além de estressá?los, aumenta a produção de dejetos por área e a necessidade do uso contínuo
de antibióticos, resultando em poluição do solo e aumento do risco de contaminação das águas da região.
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Guia Alimentar para a População Brasileira. 2.aed. Brasília: Editora do MS, 2014, p. 30?32.
Em relação às ideias do texto, julgue o item.
Fica mantida a correção gramatical, ainda que possa haver alteração de sentidos do texto, caso se suprima o termo “características” (linha 7), além da vírgula que o antecede.
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74Q673654 | Nutrição, Nutricionista Fiscal, CRN 2° Região, Quadrix, 2020

À luz da Resolução CFN n.° 576/2016, julgue o item.
O nutricionista não poderá assumir a responsabilidade técnica em jurisdição onde tenha inscrição secundária, mesmo que em cidade limítrofe.
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75Q676797 | Nutrição, Nutricionista Fiscal, CRN 2° Região, Quadrix, 2020

A Portaria n.° 2.446/2014 redefine a Política Nacional de Promoção da Saúde. Entre os seus princípios, está a equidade, quando baseia as práticas e as ações de promoção de saúde na distribuição igualitária de oportunidades, considerando as especificidades dos indivíduos e dos grupos. À luz dessa Portaria, julgue o item.
Compete ao Ministério da Saúde estabelecer instrumentos e indicadores de gestão, planejamento, monitoramento e avaliação.
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77Q676391 | Português, Interpretação de Textos, Nutricionista Fiscal, CRN 2° Região, Quadrix, 2020

Texto associado.
   Há razões biológicas, culturais, sociais e ambientais que explicam por que se deve embasar a alimentação em alimentos in
natura ou minimamente processados e de origem, predominantemente, vegetal.
   No que se refere a razões biológicas e culturais, observa?se que tais alimentos variam, amplamente, quanto à quantidade
de energia ou calorias por grama (densidade de energia ou calórica) e à quantidade de nutrientes por caloria (teor de nutrientes).
Alimentos de origem animal são boas fontes de proteínas e da maioria das vitaminas e minerais de que necessita o indivíduo,
mas não contêm fibra e podem apresentar elevada quantidade de calorias por grama e teor excessivo de gorduras não saudáveis
(saturadas), características que podem favorecer o risco de doenças crônicas.
   Por sua vez, alimentos de origem vegetal costumam ser boas fontes de fibras e de nutrientes e, geralmente, têm menos
calorias por grama. Entretanto, individualmente, tendem a não fornecer, na proporção adequada, todos os nutrientes
necessários ao ser humano. De fato, com exceção do leite materno, nos primeiros seis meses de vida, nenhum alimento sozinho
proporciona aos seres humanos o teor de nutrientes que seu organismo requer. Isso explica a razão de a espécie humana ter
evoluído de modo a se tornar apta a consumir grande variedade de alimentos. Também explica por que diversas sociedades e
sistemas alimentares tradicionais estabeleceram?se combinando alimentos de origem vegetal com perfis de nutrientes que se
complementam, do ponto de vista nutricional — como a mistura de cereais com leguminosas (comum na culinária mexicana e
presente no arroz com feijão do brasileiro), de cereais com legumes e verduras (comum na culinária de países asiáticos e
presente no arroz com jambu do Pará), de raízes tuberosas com leguminosas (comum em países africanos e presente no nosso
tutu com feijão) e de cereais ou raízes tuberosas com frutas (comum em várias culinárias e presente no arroz com pequi de
Goiás e na farinha de mandioca com açaí da Amazônia) —, e consumindo pequenas quantidades de alimentos de origem animal.
Em muitas das culinárias tradicionais, carnes, peixes e ovos são consumidos como parte de preparações culinárias que têm como
base alimentos oriundos de vegetais.
   Como razões sociais e ambientais, a opção por diversos alimentos de origem vegetal e por limitado consumo de alimentos
de origem animal implica, indiretamente, a opção por um sistema alimentar socialmente mais justo e menos estressante para
o ambiente físico, os animais e a biodiversidade em geral. O consumo de arroz, feijão, milho, mandioca, batata e vários tipos de
legumes, verduras e frutas tem como consequência natural o estímulo da agricultura familiar e da economia local, favorecendo,
assim, formas solidárias de viver e produzir e contribuindo para promover a biodiversidade e reduzir o impacto ambiental da
produção e distribuição dos alimentos.
   A diminuição da demanda por alimentos de origem animal reduz as emissões de gases responsáveis pelo aquecimento do
planeta, o desmatamento decorrente da criação de novas áreas de pastagens e o uso intenso de água, além do que o menor
consumo diminui a necessidade de sistemas intensivos de produção animal, particularmente nocivos ao meio ambiente, como
a aglomeração de animais, que, além de estressá?los, aumenta a produção de dejetos por área e a necessidade do uso contínuo
de antibióticos, resultando em poluição do solo e aumento do risco de contaminação das águas da região.
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Guia Alimentar para a População Brasileira. 2.aed. Brasília: Editora do MS, 2014, p. 30?32.
Em relação às ideias do texto, julgue o item.
No texto, a expressão “Por sua vez” (linha 8) relaciona?se com o período iniciado na linha 5, qual seja, “Alimentos de origem animal são boas fontes de proteínas”, e pode ser substituída por Por seu turno, sem prejuízo gramatical.
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78Q674299 | Nutrição, Nutricionista Fiscal, CRN 2° Região, Quadrix, 2020

A síndrome do intestino irritável (SII) é uma desordem gastrointestinal funcional caracterizada por dor, desconforto abdominal e alterações do hábito intestinal. Sensações de desconforto (inchaço), distensão e defecação desordenada são características geralmente associadas. No que diz respeito à SII, julgue o item.
Dietas especializadas podem melhorar os sintomas em alguns pacientes com SII, alguns probióticos oferecem alívio nos sintomas gerais da SII e outros aliviam sintomas individuais, tais como inchaço e flatulência.
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79Q675766 | Informática, Nutricionista Fiscal, CRN 2° Região, Quadrix, 2020

Texto associado.
Nos itens que avaliem conhecimentos de informática, a menos que seja explicitamente informado o contrário, considere que: todos os programas mencionados estejam em configuração?padrão, em português; o mouse esteja configurado para pessoas destras; expressões como clicar, clique simples e clique duplo refiram?se a cliques com o botão esquerdo do mouse; e teclar corresponda à operação de pressionar uma tecla e, rapidamente, liberá?la, acionando?a apenas uma vez. Considere também que não haja restrições de proteção, de funcionamento e de uso em relação aos programas, arquivos, diretórios, recursos e equipamentos mencionados.
Julgue o item quanto ao programa Excel 2013, ao sistema operacional Windows 10 e aos conceitos de redes de computadores.
Ao executar a função Visão de Tarefas do Windows 10, serão mostradas na tela somente as miniaturas dos três aplicativos abertos que mais consomem memória.
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80Q374524 | Português, Texto, Nutricionista Fiscal, Conselho Regional de Nutricionistas SC, Instituto Quadrix, 2018

Julgue os próximos itens, no que se refere à correção gramatical e à coerência da proposta de reescrita para cada um dos trechos destacados do texto. "nutrição e saúde. O objetivo é atender" (linhas 26 e 27): nutrição e saúde, com o objetivo de atender
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