Início

Questões de Concursos Pastor Evangélico

Resolva questões de Pastor Evangélico comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


21Q1068879 | Teologia, Pastor Evangélico, EsFCEx, VUNESP, 2025

Entre os teólogos do século 20 que buscaram um diálogo rigoroso entre teologia cristã e filosofia existencialista, destaca-se Paul Tillich, cuja obra é marcada pelo esforço de construir uma teologia sistemática baseada no que ele denominou de método da correlação. Tillich propôs que a teologia deve responder às questões profundas da existência humana, como culpa, ansiedade, finitude e sentido, utilizando categorias simbólicas que comuniquem a verdade da fé cristã ao indivíduo contemporâneo. Um dos conceitos centrais de sua teologia é a noção de Deus como o fundamento do ser, o que implica rejeitar compreensões de Deus como ente entre outros entes, ou como objeto empírico. Segundo Tillich, essa compreensão evita tanto o teísmo antropomórfico quanto o ateísmo literalista, ao afirmar que Deus é aquilo que torna possível o próprio ser e a experiência da realidade última.
Com base nessa concepção, assinale a alternativa correta.
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

22Q1068376 | Teologia, Pastor Evangélico, EsFCEx, VUNESP, 2024

N.T. Wright é categórico ao afirmar: “precisamos reconsiderar aquilo que os evangelhos estão tentando nos dizer e, repensar a melhor forma de lê-los, individual e coletivamente, bem como organizar nossa vida e nosso trabalho de acordo com sua mensagem”. Nesse sentido, sua tese central, em Como Deus se tornou rei, pretende
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

23Q1068369 | Teologia, Pastor Evangélico, EsFCEx, VUNESP, 2024

F.F. Bruce identifica um grupo do segundo século a.C. que remonta aos ancestrais da comunidade de Qumran, grupo de judeus que ficou conhecido a partir de 1947 em razão da descoberta de pergaminhos e das escavações realizadas nas regiões do Mar Morto.
Esse grupo é chamado de
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

24Q1068381 | Teologia, Pastor Evangélico, EsFCEx, VUNESP, 2024

A desmitologização é um conceito importante no debate da teologia do século XX, que busca reinterpretar os elementos dos textos religiosos, especialmente no Novo Testamento da Bíblia. O argumento é que muitos dos relatos e símbolos presentes nas Escrituras eram produtos de uma cosmovisão pré-científica e devem ser reinterpretados à luz do pensamento contemporâneo.
O teólogo que trabalha com esse conceito em sua obra se chama
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

25Q1068895 | Teologia, Pastor Evangélico, EsFCEx, VUNESP, 2025

Para Zabatiero, o fazer teológico prático deve considerar a realidade concreta das comunidades e das pessoas.

Nesse sentido, o autor afirma que

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

26Q1058438 | Português, Ortografia, Pastor Evangélico, EsFCEx, VUNESP, 2025

A alternativa em que todas as palavras estão grafadas de acordo com a ortografia oficial é:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

27Q1057860 | Português, Sintaxe, Pastor Evangélico, EsFCEx, VUNESP, 2023

Texto associado.
A alegria da música

Eu gosto muito de música clássica. Comecei a ouvir música clássica antes de nascer, quando ainda estava na barriga da minha mãe. Ela era pianista e tocava... Sem nada ouvir, eu ouvia. E assim a música clássica se misturou com minha carne e meu sangue. Agora, quando ouço as músicas que minha mãe tocava, eu retorno ao mundo inefável que existe antes das palavras, onde moram a perfeição e a beleza.
Em outros tempos, falava-se muito mal da alienação. A palavra “alienado” era usada como xingamento. Alienação era uma doença pessoal e política a ser denunciada e combatida. A palavraalienaçãovem do latimalienum, que quer dizer “que pertence a um outro”. Daí a expressãoalienar um imóvel. Pois a música produz alienação: ela me faz sair do meu mundo medíocre e entrar num outro, de beleza e formas perfeitas. Nesse outro mundo eu me liberto da pequenez e das picuinhas do meu cotidiano e experimento, ainda que momentaneamente, uma felicidade divina. A música me faz retornar à harmonia do ventre materno. Esse ventre é, por vezes, do tamanho de um ovo, como naRêverie, de Schumann; por vezes é maior que o universo, como noConcerto nº 3de Rachmaninoff. Porque a música é parte de mim, para me conhecer e me amar é preciso conhecer e amar as músicas que amo.
Agora mesmo estou a ouvir uma fita cassete que me deu Ademar Ferreira dos Santos, um amigo português. Viajávamos de carro a caminho de Coimbra. O Ademar pôs música a tocar. Ele sempre faz isso. Fauré, numa transcrição para piano. A beleza pôs fim à nossa conversa. Nada do que disséssemos era melhor do que a música. A música produz silêncio. Toda palavra é profanação. Faz-se silêncio porque a beleza é uma epifania do divino, ouvir música é oração. Assim, eu e o Ademar adoramos juntos no altar da beleza. Terminada a viagem, o Ademar retirou a fita e m’a deu. “É sua”, ele disse de forma definitiva. Protestei. Senti-me mal, como se fosse um ladrão. Mas não adiantou. Existem gestos de amizade que não podem ser rejeitados. Assim, trouxe comigo um pedaço do Ademar que é também um pedaço de mim.

(Rubem Alves,Na morada das palavras.Adaptado)

Considere os seguintes enunciados:
Nesse outro mundo eu me liberto da pequenez e das picuinhas do meu cotidiano e experimento, (I) ainda que momentaneamente, uma felicidade divina.
Protestei. Senti-me mal, (II) como se fosse um ladrão. (III) Mas não adiantou.
Assinale a alternativa que expressa corretamente as relações coesivas providas pelos conectivos nos enunciados e a respectiva reescrita.
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

28Q1068370 | Teologia, Pastor Evangélico, EsFCEx, VUNESP, 2024

Diante dos desafios de sua época, como o racionalismo, o humanismo e o liberalismo, tendências na teologia protestante no século XIX, Karl Barth produz uma resposta retomando a unicidade e o paradoxo da fé bíblica. Com efeito, elabora a seguinte obra:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

29Q1068371 | Teologia, Pastor Evangélico, EsFCEx, VUNESP, 2024

Grant Osborne observa que mesmo os estudiosos e os pastores podem interpretar imagens ou metáforas da poesia hebraica, “dando-lhe um peso teológico maior do que o devido”. Por isso, é necessário compreender a forma e a função dos padrões poéticos semitas.
Sobre a forma da poesia hebraica e os padrões de métrica, é correto afirmar:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

30Q1068377 | Teologia, Pastor Evangélico, EsFCEx, VUNESP, 2024

O Manual do Capelão aborda a tríplice vocação do capelão militar, que compreende a vocação
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

31Q1068890 | Teologia, Atos Administrativos, Pastor Evangélico, EsFCEx, VUNESP, 2025

De acordo com a obra Manual do capelão, de Gisleno Gomes de Faria Alves, qual deve ser a prática correta do capelão ao deparar-se com uma situação na qual há pluralidade de crenças em ambientes institucionais?
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

32Q1068386 | Teologia, Pastor Evangélico, EsFCEx, VUNESP, 2024

N.T. Wright identifica que, ao descrever o engajamento de Paulo com estoicos, epicureus e outros pensadores em Atenas, Lucas está apenas tornando explícito o que já era implícito no decorrer de todas as cartas de Paulo.
Diante disso, é correto afirmar que
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

33Q1068898 | Teologia, Pastor Evangélico, EsFCEx, VUNESP, 2025

Aos 29 de abril de 2025, a teologia latino-americana evangélica perdeu uma de suas vozes mais significativas com o falecimento de Samuel Escobar (1934 – 2025), um dos principais articuladores da Missão Integral, ao lado de René Padilla. Escobar destacou-se por sua contribuição no Congresso de Lausanne, em 1974, contexto histórico em que a Missão Integral emergiu.
Sobre essa perspectiva teológica, assinale a alternativa correta.
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

34Q1058209 | Português, Interpretação de Textos, Pastor Evangélico, EsFCEx, VUNESP, 2024

Texto associado.
Leia o texto para responder à questão.

Os corpos dos porcos

Os caminhos da biomedicina não cessam de surpreender. Quem diria, décadas atrás, que partes dos animais mais identificados com sujidades viriam a salvar milhares de pessoas? Pois agora se convive com a era dos transplantes com órgãos de porcos, com notável avanço anunciado.
O Hospital Geral de Massachusetts em Boston divulgou operação bem-sucedida, comandada por um médico brasileiro, em que um homem de 62 anos com insuficiência renal grave recebeu um rim suíno geneticamente modificado. O paciente se recuperava bem.
Dá-se o nome de xenotransplante ao procedimento em que o doente recebe órgão de outra espécie, para contornar a escassez de doações humanas. A fila de brasileiros à espera de um rim, por exemplo, conta cerca de 39 mil pessoas.
Embora pouco se pareçam com humanos, suínos têm a parte central do corpo e os órgãos vitais nela contidos de tamanhos comparáveis. A desvantagem está no potencial aumentado para rejeição, dado o parentesco distante com a espécie Sus scrofa domesticus.
Recorreu-se a dezenas de manipulações de DNA para diminuir a rejeição, com a retirada de genes porcinos e inserção de genes humanos. Também se inativaram sequências genéticas correspondentes a vírus adormecidos, por assim dizer, no genoma de porcos.
Vida longa aos xenotransplantes. De uma perspectiva pragmática, é finalidade nobre destinar corpos de animais para salvar pessoas condenadas pela relutância de parentes, esta sim injustificável, a doar órgãos de entes queridos.

(Editorial. Folha de S.Paulo, 22.03.2024. Adaptado)
No editorial, a análise desenvolvida trata
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

35Q1057859 | Português, Interpretação de Textos, Pastor Evangélico, EsFCEx, VUNESP, 2023

Texto associado.
A alegria da música

Eu gosto muito de música clássica. Comecei a ouvir música clássica antes de nascer, quando ainda estava na barriga da minha mãe. Ela era pianista e tocava... Sem nada ouvir, eu ouvia. E assim a música clássica se misturou com minha carne e meu sangue. Agora, quando ouço as músicas que minha mãe tocava, eu retorno ao mundo inefável que existe antes das palavras, onde moram a perfeição e a beleza.
Em outros tempos, falava-se muito mal da alienação. A palavra “alienado” era usada como xingamento. Alienação era uma doença pessoal e política a ser denunciada e combatida. A palavraalienaçãovem do latimalienum, que quer dizer “que pertence a um outro”. Daí a expressãoalienar um imóvel. Pois a música produz alienação: ela me faz sair do meu mundo medíocre e entrar num outro, de beleza e formas perfeitas. Nesse outro mundo eu me liberto da pequenez e das picuinhas do meu cotidiano e experimento, ainda que momentaneamente, uma felicidade divina. A música me faz retornar à harmonia do ventre materno. Esse ventre é, por vezes, do tamanho de um ovo, como naRêverie, de Schumann; por vezes é maior que o universo, como noConcerto nº 3de Rachmaninoff. Porque a música é parte de mim, para me conhecer e me amar é preciso conhecer e amar as músicas que amo.
Agora mesmo estou a ouvir uma fita cassete que me deu Ademar Ferreira dos Santos, um amigo português. Viajávamos de carro a caminho de Coimbra. O Ademar pôs música a tocar. Ele sempre faz isso. Fauré, numa transcrição para piano. A beleza pôs fim à nossa conversa. Nada do que disséssemos era melhor do que a música. A música produz silêncio. Toda palavra é profanação. Faz-se silêncio porque a beleza é uma epifania do divino, ouvir música é oração. Assim, eu e o Ademar adoramos juntos no altar da beleza. Terminada a viagem, o Ademar retirou a fita e m’a deu. “É sua”, ele disse de forma definitiva. Protestei. Senti-me mal, como se fosse um ladrão. Mas não adiantou. Existem gestos de amizade que não podem ser rejeitados. Assim, trouxe comigo um pedaço do Ademar que é também um pedaço de mim.

(Rubem Alves,Na morada das palavras.Adaptado)

A frase do texto caracterizada por um pressuposto é:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

36Q1057863 | Português, Interpretação de Textos, Pastor Evangélico, EsFCEx, VUNESP, 2023

Texto associado.
A alegria da música

Eu gosto muito de música clássica. Comecei a ouvir música clássica antes de nascer, quando ainda estava na barriga da minha mãe. Ela era pianista e tocava... Sem nada ouvir, eu ouvia. E assim a música clássica se misturou com minha carne e meu sangue. Agora, quando ouço as músicas que minha mãe tocava, eu retorno ao mundo inefável que existe antes das palavras, onde moram a perfeição e a beleza.
Em outros tempos, falava-se muito mal da alienação. A palavra “alienado” era usada como xingamento. Alienação era uma doença pessoal e política a ser denunciada e combatida. A palavraalienaçãovem do latimalienum, que quer dizer “que pertence a um outro”. Daí a expressãoalienar um imóvel. Pois a música produz alienação: ela me faz sair do meu mundo medíocre e entrar num outro, de beleza e formas perfeitas. Nesse outro mundo eu me liberto da pequenez e das picuinhas do meu cotidiano e experimento, ainda que momentaneamente, uma felicidade divina. A música me faz retornar à harmonia do ventre materno. Esse ventre é, por vezes, do tamanho de um ovo, como naRêverie, de Schumann; por vezes é maior que o universo, como noConcerto nº 3de Rachmaninoff. Porque a música é parte de mim, para me conhecer e me amar é preciso conhecer e amar as músicas que amo.
Agora mesmo estou a ouvir uma fita cassete que me deu Ademar Ferreira dos Santos, um amigo português. Viajávamos de carro a caminho de Coimbra. O Ademar pôs música a tocar. Ele sempre faz isso. Fauré, numa transcrição para piano. A beleza pôs fim à nossa conversa. Nada do que disséssemos era melhor do que a música. A música produz silêncio. Toda palavra é profanação. Faz-se silêncio porque a beleza é uma epifania do divino, ouvir música é oração. Assim, eu e o Ademar adoramos juntos no altar da beleza. Terminada a viagem, o Ademar retirou a fita e m’a deu. “É sua”, ele disse de forma definitiva. Protestei. Senti-me mal, como se fosse um ladrão. Mas não adiantou. Existem gestos de amizade que não podem ser rejeitados. Assim, trouxe comigo um pedaço do Ademar que é também um pedaço de mim.

(Rubem Alves,Na morada das palavras.Adaptado)

No segundo parágrafo do texto, o autor afirma:
Em outros tempos, falava-se muito mal da alienação. A palavra “alienado” era usada como xingamento. Alienação era uma doença pessoal e política a ser denunciada e combatida. A palavra alienação vem do latim alienum, que quer dizer “que pertence a um outro”. Daí a expressão alienar um imóvel.
É correto afirmar que a abordagem do autor acerca da palavra “alienado” reporta-se à estilística, com foco
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

37Q1068880 | Teologia, Pastor Evangélico, EsFCEx, VUNESP, 2025

Considerando a proposta de John Goldingay na obra Teologia Bíblica: o Deus das Escrituras Cristãs, assinale a alternativa correta sobre sua compreensão da revelação de Deus nas Escrituras.
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

38Q1068885 | Teologia, Pastor Evangélico, EsFCEx, VUNESP, 2025

As epístolas paulinas constituem um dos principais corpos literários do Novo Testamento. Carson, Moo e Morris analisam cuidadosamente a autoria, a datação, o contexto e a estrutura de cada uma das cartas atribuídas ao apóstolo Paulo, reconhecendo tanto a autenticidade das cartas principais quanto os debates acadêmicos em torno das chamadas “epístolas disputadas”.
Segundo os autores, qual é a posição mais tradicional e defendida por boa parte da pesquisa evangélica quanto à autoria paulina?
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

39Q1068889 | Teologia, Pastor Evangélico, EsFCEx, VUNESP, 2025

Considerando os diferentes campos de atuação da capelania, é correto afirmar que a
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

40Q1058210 | Português, Interpretação de Textos, Pastor Evangélico, EsFCEx, VUNESP, 2024

Texto associado.
Leia o texto para responder à questão.

Os corpos dos porcos

Os caminhos da biomedicina não cessam de surpreender. Quem diria, décadas atrás, que partes dos animais mais identificados com sujidades viriam a salvar milhares de pessoas? Pois agora se convive com a era dos transplantes com órgãos de porcos, com notável avanço anunciado.
O Hospital Geral de Massachusetts em Boston divulgou operação bem-sucedida, comandada por um médico brasileiro, em que um homem de 62 anos com insuficiência renal grave recebeu um rim suíno geneticamente modificado. O paciente se recuperava bem.
Dá-se o nome de xenotransplante ao procedimento em que o doente recebe órgão de outra espécie, para contornar a escassez de doações humanas. A fila de brasileiros à espera de um rim, por exemplo, conta cerca de 39 mil pessoas.
Embora pouco se pareçam com humanos, suínos têm a parte central do corpo e os órgãos vitais nela contidos de tamanhos comparáveis. A desvantagem está no potencial aumentado para rejeição, dado o parentesco distante com a espécie Sus scrofa domesticus.
Recorreu-se a dezenas de manipulações de DNA para diminuir a rejeição, com a retirada de genes porcinos e inserção de genes humanos. Também se inativaram sequências genéticas correspondentes a vírus adormecidos, por assim dizer, no genoma de porcos.
Vida longa aos xenotransplantes. De uma perspectiva pragmática, é finalidade nobre destinar corpos de animais para salvar pessoas condenadas pela relutância de parentes, esta sim injustificável, a doar órgãos de entes queridos.

(Editorial. Folha de S.Paulo, 22.03.2024. Adaptado)
Assinale a alternativa em que é possível identificar, no editorial, a opinião do jornal em relação ao tema tratado.
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️
Utilizamos cookies e tecnologias semelhantes para aprimorar sua experiência de navegação. Política de Privacidade.