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Questões de Concursos Pedagogo

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161Q24880 | Pedagogia, Temas Educacionais Pedagógicos, Pedagogo, CISCOPAR

Família e escola são responsáveis pela transmissão e construção do conhecimento culturalmente organizado, modificando as formas de funcionamento psicológico, de acordo com as expectativas de cada ambiente. Dado esse contexto, é CORRETO afirmar:
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162Q322583 | Pedagogia, Pedagogo, NUCLEP, BIO RIO

É fundamental pesquisar a organização do trabalho, as novas tecnologias, os rituais, tempos e espaços, os regimentos, as grades curriculares, tudo o que objetiva e concretiza a pedagogia da escola ou da fábrica. Entretanto, o objeto central dessas pesquisas são (é):
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163Q34092 | Pedagogia, Pedagogo, DPE SP, FCC

A docência não é mais uma profissão com função de transmissão de conhecimentos como fora antes. À vista disso, a formação de um professor crítico deve voltar-se ao
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164Q30012 | Português, Pedagogo, CONDER, FGV

Texto associado.
Tecnologia

     Para começar, ele nos olha na cara. Não é como a máquina de escrever, que a gente olha de cima, com superioridade. Com ele é olho no olho ou tela no olho. Ele nos desafia. Parece estar dizendo: vamos lá, seu desprezível pré-eletrônico, mostre o que você sabe fazer. A máquina de escrever faz tudo que você manda, mesmo que seja a tapa. Com o computador é diferente. Você faz tudo que ele manda. Ou precisa fazer tudo ao modo dele, senão ele não aceita. Simplesmente ignora você. Mas se apenas ignorasse ainda seria suportável. Ele responde. Repreende.
Corrige. Uma tela vazia, muda, nenhuma reação aos nossos comandos digitais, tudo bem. Quer dizer, você se sente como aquele cara que cantou a secretária eletrônica. É um vexame privado. Mas quando você o manda fazer alguma coisa, mas manda errado, ele diz "Errado". Não diz "Burro", mas está implícito. É pior, muito pior. Às vezes, quando a gente erra, ele faz "bip". Assim, para todo mundo ouvir. Comecei a usar o computador na redação do jornal e volta e meia errava. E lá vinha ele: "Bip!" "Olha aqui, pessoal: ele errou." "O burro errou!"

     Outra coisa: ele é mais inteligente que você. Sabe muito mais coisa e não tem nenhum pudor em dizer que sabe. Esse negócio de que qualquer máquina só é tão inteligente quanto quem a usa não vale com ele. Está subentendido, nas suas relações com o computador, que você jamais aproveitará metade das coisas que ele tem para oferecer. Que ele só desenvolverá todo o seu potencial quando outro igual a ele o estiver programando. A máquina de escrever podia ter recursos que você nunca usaria, mas não tinha a mesma empáfia, o mesmo ar de quem só aguentava os humanos por falta de coisa melhor, no momento. E a máquina, mesmo nos seus instantes de maior impaciência conosco, jamais faria "bip" em público.

     Dito isto, é preciso dizer também que quem provou pela primeira vez suas letrinhas dificilmente voltará à máquina de escrever sem a sensação de que está desembarcando de uma Mercedes e voltando à carroça. Está certo, jamais teremos com ele a mesma confortável cumplicidade que tínhamos com a velha máquina. É outro tipo de relacionamento, mais formal e exigente.
Mas é fascinante. Agora compreendo o entusiasmo de gente como Millôr Fernandes e Fernando Sabino, que dividem a sua vida profissional em antes dele e depois dele. Sinto falta do papel e da fiel Bic, sempre pronta a inserir entre uma linha e outra a palavra que faltou na hora, e que nele foi substituída por um botão, que, além de mais rápido, jamais nos sujará os dedos, mas acho que estou sucumbindo. Sei que nunca seremos íntimos, mesmo porque ele não ia querer se rebaixar a ser meu amigo, mas retiro tudo o que pensei sobre ele. Claro que você pode concluir que eu só estou querendo agradá-lo, precavidamente, mas juro que é sincero.

Quando saí da redação do jornal depois de usar o computador pela primeira vez, cheguei em casa e bati na minha máquina. Sabendo que ela aguentaria sem reclamar, como sempre, a pobrezinha.

(VERÍSSIMO, Luis Fernando. O Globo)
Sobre o título dado à crônica - Tecnologia - é correto observar que
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165Q34083 | Pedagogia, Inclusão e Exclusão, Pedagogo, DPE SP, FCC

A presença do preconceito em relação às pessoas com deficiência, muitas vezes existente na escola, só faz aumentar sua situação de desvantagem criada por essa atitude, assim como, acentuar seu sentimento de incapacidade. No entanto, muitas vezes não é uma situação de preconceito somente, mas a falta de convívio com os diferentes.

Uma das medidas necessárias para que se minimize esta situação é a concretização das determinações contidas na LDB, como
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166Q328089 | Pedagogia, Relação de Educação e Sociedade, Pedagogo, Prefeitura de Buíque PE, IPAD

A questão da violência escolar tem preocupado as autoridades escolares e civis da sociedade ocidental. Essa violência pode ser explicada pelo seguinte motivo:

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167Q328949 | Pedagogia, Teorias do Ensino e da Aprendizagem, Pedagogo, Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos RJ, FGV, 2018

A partir da metade do século XX, no Brasil, surgem novas teorias nas áreas da psicologia educacional, propondo que o conhecimento é construído em ambientes naturais de interação social, estruturados culturalmente. São pais dessa teoria:
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168Q35181 | Português, Pedagogo, IFES

Leia o próximo texto, de Luiz Fernando Veríssimo, para resolver a próxima questão:
AÍ, GALERA


Jogadores de futebol podem ser vítimas de estereotipação. Por exemplo, você pode imaginar um jogador de futebol dizendo “estereotipação”? E, no entanto, por que não?
— Aí, campeão. Uma palavrinha pra galera.
—Minha saudação aos aficionados do clube e aos demais esportistas, aqui presentes ou no recesso dos seus lares.
— Como é?
— Aí, galera.
— Quais são as instruções do técnico?
— Nosso treinador vaticinou que, com um trabalho de contenção coordenada, com energia otimizada, na zona de preparação, aumentam as probabilidades de, recuperado o esférico, concatenarmos um contragolpe agudo com parcimônia de meios e extrema objetividade, valendonos da desestruturação momentânea do sistema oposto, surpreendido pela reversão inesperada do fluxo da ação.
— Ahn?
— É pra dividir no meio e ir pra cima pra pegá eles sem calça.
— Certo. Você quer dizer mais alguma coisa?
— Posso dirigir uma mensagem de caráter sentimental, algo banal, talvez mesmo previsível e piegas, a uma pessoa à qual sou ligado por razões, inclusive, genéticas?
— Pode.
— Uma saudação para a minha progenitora.
— Como é?
— Alô, mamãe!
— Estou vendo que você é um, um...
— Um jogador que confunde o entrevistador, pois não corresponde à expectativa de que o atleta seja um ser algo primitivo com dificuldade de expressão e assim sabota a estereotipação?
— Estereoquê?
— Um chato?
— Isso.
(Disponível em: www.luizfverissimo.blogspot.com)

Em relação ao uso adequado da crase, qual é a explicação, abaixo, que reforça o bom entendimento do assunto?
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169Q7457 | Pedagogia, Pedagogo, UFPE, COVEST COPSET

De acordo com a LDB/1996, no Ensino Fundamental e Médio, a verificação do rendimento escolar observará os seguintes critérios:
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170Q321861 | Pedagogia, Pedagogo, Hemominas MG, IBFC

Esse educador brasileiro integrou o movimento por renovação da educação brasileira. Foi um dos signatários do documento intitulado “Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova”. Essa descrição se refere a:

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171Q35203 | Pedagogia, Pedagogo, IFES

Luckesi (2006) destaca que a avaliação da aprendizagem tem como função básica e constitutiva o diagnóstico, que cria a base para a tomada de decisão, que é o meio de encaminhar os atos subsequentes, na perspectiva da busca de maior satisfatoriedade dos resultados. Nessa direção, assinale a alternativa que NÃO se articula com essa função da avaliação da aprendizagem:
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172Q331504 | Matemática, Cálculo Aritmético, Pedagogo, EBSERH, AOCP

Um grupo de professores de um colégio, depois de darem aulas o dia todo, resolveram sair para se divertir. Alguns dos professores queriam ir a um barzinho, outros queriam ir a uma danceteria e outros queriam ir a ambos os locais. Sabe-se que 42 professores foram a pelo menos um dos lugares. 50% das pessoas que foram ao barzinho, também foram à danceteria e 40% das pessoas que foram à danceteria também foram ao barzinho. Sendo assim, quantos professores deste grupo foram ao barzinho e à danceteria?
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173Q219112 | Pedagogia, Pedagogo, TCE PI, FCC

Os docentes, na atualidade, sofrem influência de fatores sociais diversos que têm provocado neles, uma crise de identidade associada à autodepreciação pessoal e profissional, resultando em um processo de desajuste, no que diz respeito ao significado do seu trabalho. Entre esses fatores, convém salientar:

I. o aumento das exigências profissionais, a visível desvalorização do seu trabalho, sem a contrapartida de políticas de adaptação, sobretudo nos programas de formação dos professores.
II. a massificação do ensino e o aumento das responsabilidades docentes que afetam as condições de trabalho e evidenciam a carência de recursos materiais.
III. a prática diária do professor que sofre influência do contexto determinado em que trabalha, desde as reformas, os regimentos, os horários, a organização espaçotemporal, até os programas e os livros didáticos, deixando pouco espaço à autonomia.
IV. a autonomia didático-pedagógica do professor, chamado a usar seu conhecimento e sua criatividade, na gestão do ensino e na resolução dos problemas diários.

Está correto o relacionado APENAS em

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174Q53295 | Pedagogia, Pedagogo, Prefeitura de Niterói RJ, COSEAC

“Não se pode dizer que se avaliou apenas por ter observado algo do aluno. Ou denominar por avaliação apenas a correção de tarefas ou testes, e o registro de notas. Nesse caso, não houve a mediação, ou seja, a intervenção pedagógica, decorrente da interpretação das tarefas, uma ação pedagógica desafiadora e favorecedora à superação intelectual dos alunos.” (Jussara Hoffmann)

Para a autora, todo processo avaliativo tem que ter por intenção:
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175Q35219 | Pedagogia, Pedagogo, IFES

Partindo da ideia de que informática na educação refere-se à inserção do computador no processo de ensino-aprendizagem de conteúdos curriculares de todos os níveis e modalidades de Educação, analise as afirmativas abaixo seguindo o critério de (V) para VERDADEIRO e (F) para FALSO, conforme a ideia de informática na educação.

( ) A informática na educação diz respeito ao uso do computador para ensinar conteúdos de ciência da computação ou “alfabetização em Informática” .
( ) A informática na educação tem a proposta de enriquecer ambientes de aprendizagem e auxiliar o aprendiz no processo de construção do seu conhecimento.
( ) O uso do computador pode ser feito tanto para continuar transmitindo a informação para o aluno e, portanto, para reforçar o processo instrucionista, quanto para criar condições de o aluno construir seu conhecimento.
( ) Essa perspectiva usa a máquina para adquirir conceitos computacionais, como princípios de funcionamento do computador, noções de programação e implicações do computador na sociedade.
( ) A informática na educação usa o computador para resolver problemas ou realizar tarefas como desenhar, escrever, calcular etc. 

Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA:
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176Q53299 | Pedagogia, Pedagogo, Prefeitura de Niterói RJ, COSEAC

“O conceito de „Educação em Rede‟ envolve um desenho curricular flexível, sintetizado na expressão vigotskiana ensinar/aprender e na postura freiriana de sermos eternos aprendizes. A primeira, porque se refere ao processo no qual nos incluímos como aprendizes num contexto global de relações dialógicas.” (Margarita Gomez). A segunda, porque:
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177Q24882 | Pedagogia, Pedagogo, CISCOPAR

Anísio Teixeira pensava a educação escolar como um direito que deveria ser estendido a toda a população, o que demandaria escolas gratuitas de todos os níveis de ensino. Esse pensador brasileiro fez parte de um movimento de intelectuais brasileiros, o qual deu origem a uma nova tendência pedagógica, denominada:
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178Q219933 | Pedagogia, EJA, Pedagogo, COPEL, PUC PR

O pedagogo professor especializado em ensino aprendizagem de adultos deve se preocupar em ... Assinale a alternativa CORRETA que completa o espaço corretamente:

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179Q53289 | Pedagogia, Pedagogo, Prefeitura de Niterói RJ, COSEAC

O sociólogo Pedro Demo critica severamente os cursos de formação de Pedagogia. Dentre outras observações, diz que a Pedagogia fala de inovação e de necessidade de transformação, mas não sabe aplicá-la a si mesma.

Para o autor, a pior consequência dessa situação é que, enquanto a Pedagogia fala de transformação mas nunca a faz, o mercado não fala, faz; tornando a educação:
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180Q326734 | Pedagogia, A Supervisão Concepção e Prática, Pedagogo, IFAP AP, FUNIVERSA

A supervisão educacional
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