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Questões de Concursos Pedagogo

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361Q7458 | Pedagogia, Pedagogo, UFPE, COVEST COPSET

Assinale a alternativa correta em relação a LDB/1996.
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362Q35184 | Português, Interpretação de Textos, Pedagogo, IFES

Texto associado.
A próxima questão,terão como base os dois textos seguintes. Leia-os:

Texto 1:
ESSES TEXTOS


O texto primeiro existe
só, como ponto.
Se transforma depois em linha
com sua própria força 
de deslocação,
sua velocidade própria.

Depois,
o leitor institui
outra linha, lendo.
O leitor constitui
um feixe de linhas cruzadas
organizando os textos.

No percurso do texto
e no trânsito da leitura,
as linhas se chocam,
se repudiam, se perdem,
correm pararelas
e podem se amar.
Depois, saber fazer
retorná-las a ponto.

(Mas o importante é o leitor. Você.)

É preciso ter calma.
Saber ir abotoando
os elementos vários
à espera do clique de colchete.
Quando dois ou mais
se engatam,
fecha-se um sentido
único e exclusivo.
Mas que você pode emprestar
a alguém,
desde que o diga
(Não tenha medo da alta-velocidade.
Não tenha receio de dar marcha à ré.)

É preciso ter pressa.
Saber ir desabotoando
os colchetes de sentido
como quem quer tirar
camisa usada e suada
de dia de trabalho.
Cada camisa,
depois de surrada,
é fonte
de novo esforço.
Ou então vira
camisa-de-força.

É preciso saber vestir
o texto,
como tatuagem na própria
pele.

É preciso saber tatuar
o texto,
como sulcos feitos
na bruta realidade.

O duplo estilete
do texto e da leitura,
do autor e do leitor.

A dupla tatuagem
contra o próprio corpo
e a realidade bruta.

A tatuagem que se imprime
para poder forçar
a barra.
A tatuagem que o corpo,
depois de violado
tatua. Violentando.
(SANTIAGO, Silviano, Crescendo durante a guerra numa província ultramarina. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1978.)

Texto 2:
LEITURA NAS DIVERSAS DISCIPLINAS


Heloisa Amaral

O ensino, na escola, não existe sem a leitura. Ou é leitura direta pelo aluno, ou explicações do professor sobre textos que ele, o professor, leu. Ou seja, a linguagem falada pelo professor é uma didatização do conhecimento acumulado pela escrita (em letras ou números e sinais) na disciplina que ele leciona. Quando a fala é uma transposição de leituras, ela não é uma fala similar a uma conversa casual, como as que usamos no cotidiano. Ao contrário, está carregada de conceitos e de relações complexas entre os conceitos provenientes de estudos sobre os diferentes conhecimentos, seja qual for a matéria que esteja sendo ensinada. E em geral é preciso acrescentar, para complementar as aulas expositivas ou dialogadas feitas pelos professores, textos (didáticos ou não) relacionados às disciplinas ministradas.

Assim, o que se tem como prática constante em todas as disciplinas escolares é a leitura de textos. Antes ou depois da aula expositiva, leituras. Leitura de textos escritos, de imagens, de gráficos, mas leitura. Isso significa que sem desenvolver capacidades de leitura o aluno não consegue aprender as disciplinas escolares na dimensão proposta pelos conteúdos programáticos. Significa, também, que os professores das diversas disciplinas precisam ensinar o aluno a ler os gêneros próprios de suas matérias, uma vez que eles são gêneros textuais produzidos de forma particular em cada área de conhecimento. Ler literatura, por exemplo, não é o mesmo que ler enunciados de problemas; ler textos de história não é o mesmo que ler gráficos em geografia. O aluno não lê textos de cada uma das disciplinas com facilidade sem ter compreendido os conceitos e as relações entre eles, do modo particular como são abordados nelas. Seja qual for a disciplina, a leitura se dá de forma particular, e exige conhecimentos específicos para ser bem-sucedida.

Então, ler é uma competência indispensável para a aprendizagem em cada uma das áreas, uma competência que precisa ser ensinada pelos professores de cada uma delas. Mas, o que é necessário para que os alunos leiam verdadeiramente em qualquer disciplina, compreendendo o que leem? A compreensão dos textos de diferentes gêneros está relacionada a dois aspectos: primeiramente, à natureza dos próprios textos e, em segundo lugar, às capacidades de leitura desenvolvidas pelo leitor.

Em primeiro lugar, não há como ler textos, gráficos ou imagens, sem ter compreendido bem a natureza dos gêneros textuais das diferentes áreas de conhecimento, ou seja, a situação particular em que textos, gráficos ou imagens foram produzidos. A situação de produção de um texto é sempre histórica, isto é, está ligada ao momento histórico atual e, ao mesmo tempo, faz referências a um conhecimento produzido em um dado momento da história da humanidade. Em matemática, por exemplo, o professor pode ensinar a situação de produção de um gênero textual matemático trabalhando com o nascimento de conceitos a eles relacionados, registrados na história da matemática.

Em segundo lugar, não há leitores que leiam bem sem ter suas capacidades de leitura, necessárias para ler qualquer gênero de texto, bem desenvolvidas. As capacidades de leitura, portanto, podem e devem ser desenvolvidas em qualquer disciplina escolar. (...)

Publicado originalmente no site da Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro
(Disponível em: https://dialogosassessoria.wordpress.com/2014/09/11/leitura-nas-diversas-disciplinas/)
Observe os destaques, nas frases retiradas de ambos os textos, e escolha a opção que apresenta uma explicação CORRETA quanto à sintaxe:
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363Q23213 | Pedagogia, Pedagogo, CEFET MG

De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores para a Educação Básica (BRASIL. MEC/CNE, 2002), parágrafo 3º do artigo 6º, a definição dos conhecimentos exigidos para a constituição de competências, dentre outras, deverá contemplar os
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364Q860899 | Pedagogia, Educação Especial, Pedagogo, UF SC, COPERVE, 2018

De acordo com o Documento Orientador do Programa Incluir: Acessibilidade na Educação Superior (SECADI/SESu, 2013), assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna da frase abaixo.

A inclusão das pessoas com deficiência na educação superior deve assegurar-lhes o direito __________________________, as oportunidades de desenvolvimento pessoal, social e profissional, bem como não restringir sua participação em determinados ambientes e atividades com base na deficiência.

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365Q34051 | Português, Pedagogo, DPE SP, FCC

Texto associado.
Barbárie e civilização

      Em 1777, o ferino filósofo francês Voltaire escreveu:

      “O mundo começa a civilizar-se um pouco; mas que ferrugem espessa, que noite grosseira, que barbárie dominam ainda certas províncias, sobretudo entre os probos agricultores tão louvados em elegias e éclogas, entre lavradores inocentes e vigários de aldeia, que por um escudo arrastariam os irmãos para a prisão e vos apedrejariam se duas velhas, vendo-vos passar, exclamassem: herege!
      O mundo está melhorando um pouco; sim, o mundo pensante, mas o mundo bruto será ainda por muito tempo um composto de animais, e a canalha será sempre de cem para um. É para ela que tantos homens, mesmo com desdém, mostram compostura e dissimulam; é a ela que todos querem agradar; é dela que todos querem arrancar vivas; é para ela que se realizam cerimônias pomposas; é só para ela, enfim, que se faz do suplício de um infeliz um grande e soberbo espetáculo"

(O preço da justiça. São Paulo: Martins Fontes, 2001, p. 29-30)
Considere as afirmações abaixo.

I. Nas expressões probos agricultores e lavradores inocentes, os qualificativos devem ser entendidos, em função do contexto, como manifestações da ironia de Voltaire.
II. Voltaire acusa o idealismo de poetas que louvam em suas éclogas ou elegias criaturas que de fato ele reconhece como bárbaros ou grosseiros.
III. Ao se valer da expressão suplício de um infeliz, Voltaire está se referindo às provações que sofre um homem culto diante das manifestações de barbárie.

Em relação ao texto, está correto o que se afirma APENAS em
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366Q860900 | Pedagogia, Educação Especial, Pedagogo, UF SC, COPERVE, 2018

Analise os itens abaixo e identifique os que correspondem a atribuições do professor do Atendimento Educacional Especializado (AEE), de acordo com a Resolução CNE/CEB nº 4, de 2 de outubro de 2009, que institui diretrizes operacionais para o Atendimento Educacional Especializado na educação básica. Em seguida, assinale a alternativa correta.

 

I. Identificar, elaborar, produzir e organizar serviços, recursos pedagógicos, de acessibilidade e estratégias considerando as necessidades específicas dos alunos público-alvo da educação especial.

II. Fazer o diagnóstico indicando a patologia dos estudantes atendidos na Sala de Recursos Multifuncionais e compartilhar com todos os professores para que eles tenham conhecimento a fim de construir seus planos de trabalho.

III. Estabelecer articulação com os professores da sala de aula comum, visando à disponibilização dos serviços, dos recursos pedagógicos e de acessibilidade e das estratégias que promovem a participação dos alunos nas atividades escolares.

IV. Definir os conteúdos trabalhados em sala de aula comum pelos demais professores, pois é o professor do AEE que tem conhecimento sobre os conteúdos que devem ser trabalhados com o estudante público-alvo da educação especial.

V. Orientar professores e famílias sobre os recursos pedagógicos e de acessibilidade utilizados pelo aluno.

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368Q328121 | Pedagogia, Bases Psicológicas da Aprendizagem, Pedagogo, EBSERH, AOCP

Sobre a percepção, é possível afirmar que
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369Q328122 | Pedagogia, Planejamento de Ensino, Pedagogo, Fasepa, CESPE CEBRASPE

Quando a gente dá a prova no final do bimestre, já sabe quem vai tirar nota boa e quem não vai. Prova é uma satisfação para os pais. A prova serve apenas para preencher o diário. No dia da prova, a agente já sabe a menção de cada um.

Com respeito à afirmação acima, hipoteticamente feita por um professor, julgue os itens a seguir.

O professor em questão sabe “quem vai tirar nota boa ou não” porque conhece seus alunos. Para isso, muito provavelmente, ele, desde o início do ano letivo, vem utilizando a avaliação investigativa com seus alunos.
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370Q7469 | Pedagogia, Pedagogo, UFPE, COVEST COPSET

Considerando o processo de construção do conhecimento na escola, a concepção das novas atribuições da educação e sua função social, assinale a alternativa compatível com pilares da educação.
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371Q35218 | Pedagogia, Pedagogo, IFES

A Resolução CNE/CEB nº 6 /2012 define as diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional Técnica de Nível Médio e estabelece princípios norteadores desta educação. Assinale a alternativa que NÃOrepresenta um princípio norteador da Educação Profissional Técnica de Nível Médio:
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372Q34060 | Informática, Pedagogo, DPE SP, FCC

No Windows 7, uma das formas de saber o tamanho de um arquivo ou pasta é clicar sobre o nome deles com o botão direito do mouse (padrão) e, na janela apresentada, escolher
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373Q30016 | Português, Pedagogo, CONDER, FGV

Texto associado.
Tecnologia

     Para começar, ele nos olha na cara. Não é como a máquina de escrever, que a gente olha de cima, com superioridade. Com ele é olho no olho ou tela no olho. Ele nos desafia. Parece estar dizendo: vamos lá, seu desprezível pré-eletrônico, mostre o que você sabe fazer. A máquina de escrever faz tudo que você manda, mesmo que seja a tapa. Com o computador é diferente. Você faz tudo que ele manda. Ou precisa fazer tudo ao modo dele, senão ele não aceita. Simplesmente ignora você. Mas se apenas ignorasse ainda seria suportável. Ele responde. Repreende.
Corrige. Uma tela vazia, muda, nenhuma reação aos nossos comandos digitais, tudo bem. Quer dizer, você se sente como aquele cara que cantou a secretária eletrônica. É um vexame privado. Mas quando você o manda fazer alguma coisa, mas manda errado, ele diz "Errado". Não diz "Burro", mas está implícito. É pior, muito pior. Às vezes, quando a gente erra, ele faz "bip". Assim, para todo mundo ouvir. Comecei a usar o computador na redação do jornal e volta e meia errava. E lá vinha ele: "Bip!" "Olha aqui, pessoal: ele errou." "O burro errou!"

     Outra coisa: ele é mais inteligente que você. Sabe muito mais coisa e não tem nenhum pudor em dizer que sabe. Esse negócio de que qualquer máquina só é tão inteligente quanto quem a usa não vale com ele. Está subentendido, nas suas relações com o computador, que você jamais aproveitará metade das coisas que ele tem para oferecer. Que ele só desenvolverá todo o seu potencial quando outro igual a ele o estiver programando. A máquina de escrever podia ter recursos que você nunca usaria, mas não tinha a mesma empáfia, o mesmo ar de quem só aguentava os humanos por falta de coisa melhor, no momento. E a máquina, mesmo nos seus instantes de maior impaciência conosco, jamais faria "bip" em público.

     Dito isto, é preciso dizer também que quem provou pela primeira vez suas letrinhas dificilmente voltará à máquina de escrever sem a sensação de que está desembarcando de uma Mercedes e voltando à carroça. Está certo, jamais teremos com ele a mesma confortável cumplicidade que tínhamos com a velha máquina. É outro tipo de relacionamento, mais formal e exigente.
Mas é fascinante. Agora compreendo o entusiasmo de gente como Millôr Fernandes e Fernando Sabino, que dividem a sua vida profissional em antes dele e depois dele. Sinto falta do papel e da fiel Bic, sempre pronta a inserir entre uma linha e outra a palavra que faltou na hora, e que nele foi substituída por um botão, que, além de mais rápido, jamais nos sujará os dedos, mas acho que estou sucumbindo. Sei que nunca seremos íntimos, mesmo porque ele não ia querer se rebaixar a ser meu amigo, mas retiro tudo o que pensei sobre ele. Claro que você pode concluir que eu só estou querendo agradá-lo, precavidamente, mas juro que é sincero.

Quando saí da redação do jornal depois de usar o computador pela primeira vez, cheguei em casa e bati na minha máquina. Sabendo que ela aguentaria sem reclamar, como sempre, a pobrezinha.

(VERÍSSIMO, Luis Fernando. O Globo)
Assinale a alternativa em que a troca de posição dos elementos altera seu significado.
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374Q53317 | Pedagogia, Pedagogo, Prefeitura de Niterói RJ, COSEAC

Segundo Gadotti, os educadores falham no momento em que confundem educação com obediência. São obedientes e tentam formar gente obediente e submissa. Educar não é consumir ideias, nem obedecer. Para o autor, educar é:
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375Q35199 | Pedagogia, Pedagogo, IFES

Ramos (2005), ao discutir a (re)construção de conhecimento na escola e os fundamentos do currículo integrado, propõe um movimento no desenho para a construção desta concepção de currículo. Sobre esse processo analise as proposições:

I) Problematizar fenômenos como objetos de conhecimento, buscando compreendê-los em múltiplas perspectivas: tecnológica, econômica, histórica, ambiental, social e cultural.
II) Explicar teorias e conceitos fundamentais para a compreensão dos objetos estudados nas múltiplas perspectivas em que foi problematizada e localizá-los nos respectivos campos da ciência.
III) Situar os conceitos como saberes de formação específica, considerando as suas finalidades e aplicações, bem como as técnicas procedimentais à ação em situações próprias a essas finalidades, independentemente dos conhecimentos da formação geral.
IV) Organizar os componentes curriculares e as práticas pedagógicas, visando corresponder, nas escolhas, nas relações e nas realizações, ao pressuposto da totalidade do real como síntese de múltiplas determinações.
V) Conferir preeminência às atividades práticas em detrimento da construção de conceitos, permitindo a apreensão dos fenômenos na sua forma objetiva, que caracteriza o processo de trabalho moderno.

Assinale a alternativa que apresenta somente as proposições CORRETAS.
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376Q23208 | Informática, Pedagogo, CEFET MG

Para selecionar um texto a ser copiado no MS Office, Word 2007, utiliza-se o seguinte conjunto de teclas:
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377Q321024 | Pedagogia, Processo de ensino aprendizagem, Pedagogo, Fundação Santa Casa de Misericórdia do Estado do Pará PA, CESPE CEBRASPE

Quantas vezes, diante de um modo displicente de vestirse, um cabelo desalinhado, nós, professores, nos indispomos com determinado aluno.

Diante do depoimento acima, de uma professora de escola pública, julgue os itens subseqüentes.

A professora citada pertence a uma cultura diferente da dos seus alunos. É seu papel conseguir que os alunos internalizem a cultura dela, para tornar mais suave a inserção desses alunos na sociedade.
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378Q22024 | Informática, Pedagogo, BHTRANS MG, FUNDEP

Diante das possibilidades de formatações de parágrafos no MS Word 2010, assinale a alternativa que está INCORRETA.
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379Q22029 | Direito Urbanístico, Pedagogo, BHTRANS MG, FUNDEP

Segundo a Lei da Política Nacional de Mobilidade Urbana, é atribuição do Município .
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380Q820815 | Legislação Federal, Lei 8142 1990, Pedagogo, EBSERH, AOCP

Analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas de acordo com a Lei n° 8.142/1990. Para receberem os recursos do Fundo Nacional de Saúde (FNS) alocados como cobertura das ações e serviços de saúde a serem implementados pelos Municípios, Estados e Distrito Federal, estes deverão contar com

I. Fundo de Saúde.

II. plano de saúde.

III. contrapartida de recursos para a saúde no respectivo orçamento.

IV. Comissão de elaboração do Plano de Carreira, Cargos e Salários (PCCS), previsto o prazo de três anos para sua implantação.

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