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Questões de Concursos Professor de Educação Básica

Resolva questões de Professor de Educação Básica comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


441Q328647 | Pedagogia, Bases Psicológicas da Aprendizagem, Professor de Educação Básica, SEPLAG SEE DF, FUNIVERSA

De acordo com as teorias de Vygotsky, a aprendizagem sempre inclui relações entre as pessoas. A relação do indivíduo com o mundo é sempre medida pelo outro. Não há como aprender e apreender o mundo se não houver o outro. Acerca desse tema, assinale a alternativa correta.

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442Q337120 | Matemática, Análise Combinatória Simples, Professor de Educação Básica, Secretaria de Estado de Educação MG, FUMARC, 2018

No último dia de aula, os alunos do 6º ano se abraçaram totalizando 36 abraços trocados. Sabendo que cada um dos alunos abraçou todos os outros, quantos alunos estavam presentes naquele dia?
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443Q337190 | Matemática, Funções, Professor de Educação Básica, SEE MG, FCC

O custo de uma empresa, para produzir x unidades de um certo produto, é dado pela lei C(x) = ?x2 + 190x, e a receita arrecadada com a venda desses produtos é dada por R(x) = 2x2 ? 500x.

Sabendo-se que o lucro é L(x) = R(x) ? C(x), o número mínimo de peças que essa empresa precisa fabricar para que haja lucro é

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444Q472644 | Educação Física, Professor de Educação Básica, SEE MG, FCC

A Educação Física sofreu mudanças ao longo dos anos, segundo os princípios éticos da sociedade e os projetos políticopedagógicos construídos pelas escolas em variadas épocas. Inicialmente, sua inserção no currículo escolar brasileiro associou-a com a ginástica, fundamentada na área

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445Q794776 | Filosofia, Professor de Educação Básica, SEPLAG SEE DF, CESPE CEBRASPE

Sócrates é chamado o pai da ética ao centrar os seus estudos no homem e no seu agir, diferentemente dos estudos anteriores mais cosmológicos. A sua ação dava-se na polis grega e tinha um objetivo. Julgue os itens de 76 a 81 com relação às questões de ética e política.

Atualmente entende-se a moral como sendo a ciência da ética, a ética epistemologicamente considerada, e a ética, como a parte da filosofia prática que trata do agir humano em geral.

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446Q390050 | História do Brasil, Conhecimentos de História do Brasil, Professor de Educação Básica, Secretaria de Estado de Educação MG, FUMARC, 2018

Em relação ao Brasil, as questões nacionais são objeto de estudos na tentativa de sua compreensão e encaminhamento. Segundo José Murilo de Carvalho:

“os mitos nacionais, especialmente os mitos de origem, e os heróis nacionais são alguns dos instru-mentos mais poderosos para a construção das identidades nacionais [...]. A falta de identificação dos brasileiros com sua própria história é equiparada à falta de confiança nos líderes políticos, e mesmo pela sua clara rejeição a eles, incluindo aqueles eleitos para os mais altos cargos. (CARVALHO, José Murilo de. Nação imaginária: memória, mitos e heróis. In: NOVAES, Adauto (Org.). A crise do Estado-Nação. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003. p.p.398-412).

A partir do trecho e com base nos conhecimentos sobre identidade nacional, é CORRETO afirmar:

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447Q848965 | Geografia, Geografia Política, Professor de Educacao Basica, Avança SP, 2020

No que se refere à geografia mundial, assinale a alternativa que apresenta um país pertencente à região do Cáucaso:
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448Q472418 | Educação Física, Professor de Educação Básica, SEPLAG SEE DF, CESPE CEBRASPE

A ginástica é uma expressão cultural do movimento humano, e sua prática pode lembrar uma perspectiva conservadora de educação quando vinculada exclusivamente à aptidão física, tendo a mesma orientação dentro e fora da escola. Por outro lado, sua prática pode ser desenvolvida à medida de sua tradição histórica, com grande significado cultural, que possibilita ao aluno ricas experiências, contribuindo para o aprofundamento dos conhecimentos da cultura corporal por meio de sua forma particular de exercitação. Acerca desse tema, julgue os itens que se seguem.

O movimento ginástico começou nos Estados Unidos da América no século XVIII, e de lá se espalhou para toda a Europa.

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449Q47836 | Português, Professor de Educação Básica, Prefeitura de Cabaceiras PB, UFCG

Texto associado.
Texto: 

A Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe) diz que em 2012 as cidades brasileiras geraram quase 64 milhões de toneladas de resíduos sólidos. Lixo é decorrência de consumo, e consumo é termômetro de quanto anda uma economia. De modo geral, quanto mais rica uma população, mais poder de consumo ela tem; logo, mais lixo ela produz. Noruegueses, americanos, suíços e neozelandeses superam os 2,5 kg diários de lixo per capita. A taxa do Brasil, apesar do enriquecimento do País, ainda é menos que a metade disso. Há dez anos, nossa geração de lixo por habitante era de 955 g. Desde então, a população cresceu cerca de 10%, e o volume de lixo subiu 21%. Sinal do aumento do poder de consumo, graças especialmente aos 40 milhões de pessoas que engrossaram a classe média no período. Com isso, dá para sentir o aumento do rastro de bandejas de carne, caixas de leite e sacolas de shopping no caminho. Efeito colateral do enriquecimento. 

Higiene, economia, preservação. Existem motivos para as embalagens existirem, é claro. E também existem profissionais especializados em buscar melhorias nelas, para que sejam mais úteis e menos dispendiosas. Enquanto isso, nós seguimos comprando e consumindo. A Associação Brasileira da Indústria do Plástico prevê que cada pessoa no Brasil consumirá 46 kg de plástico até 2015. Um aumento que acompanha a escalada global. Em 1950, a produção mundial de plástico era de 1,5 milhões de toneladas, coisa à toa. Atualmente, são 265 milhões de toneladas por ano. 

Nos últimos anos, tem gente querendo reverter este lado menos útil e agressivo das embalagens. A maioria ainda são protótipos ou ações temporárias, mas já mostram um caminho. A Wikipearl, uma loja de Paris, vende sorvetes e iogurtes sem nenhuma embalagem plástica. Seus produtos vêm envoltos em uma tecnologia desenvolvida pelos criadores da empresa, que consiste em uma película feita de partículas naturais de comida que não absorve sujeira. Uma embalagem comestível, em suma. A Natura lançou uma linha de produtos cujas embalagens têm 70 % menos plástico. Ano passado o Bob"s embalou seus sanduíches com papel comestível. Todo ano, designers do mundo todo são premiados por criações que reduzem o desperdício, como o sul-coreano Yeong Keun Jeong, que inventou uma embalagem de manteiga com tampa em forma de faca. Mas são medidas pontuais. Ainda falta muito para termos embalagens mais inteligentes e funcionais em grande escala.

                              (Felipe van Deursen, SUPER, dezembro de 2013, p. 74-76, adaptado)
O fragmento Com isso, dá para sentir o aumento do rastro de bandejas de carne, caixas de leite e sacolas de shopping no caminho. Efeito colateral do enriquecimento. (1º §) estabelece relações sintático-semânticas de:
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450Q331842 | Matemática, Cálculo Aritmético Aproximado, Professor de Educação Básica, SEE MG, FCC

Em uma festinha de aniversário, a mãe do aniversariante ia distribuir igualmente 120 docinhos entre as crianças. Na última hora apareceram mais 4 crianças, e ela precisou acrescentar mais 20 docinhos para serem distribuídos igualmente, de modo que cada uma recebesse a mesma quantidade que receberia antes. Dessa forma, o número de crianças que havia inicialmente na festa era de

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451Q474895 | Espanhol, Língua Espanhola e Educação, Professor de Educação Básica, SEE MG, FCC

Ao trabalhar o anúncio em questão, o professor deve, segundo as Orientações Pedagógicas: Língua Estrangeira - Ensino Médio, pedir aos alunos que

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452Q320034 | Pedagogia, Professor de Educação Básica, SEPLAG MG, FCC

Desenvolver a capacidade de resolução de problemas nos alunos é uma das finalidades importantes do ensino da Matemática, pois

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453Q338971 | Raciocínio Lógico, Probabilidade, Professor de Educação Básica, Secretaria de Estado de Educação MG, FUMARC, 2018

Em uma escola, foram consultados 800 alunos sobre a realização de uma oficina extraturno. Desses, 385 optaram por oficina de música, 428 optaram por oficina de pintura e 47 não opinaram. Selecionando, ao acaso, um desses alunos, qual é a probabilidade de ele ter optado pelas duas oficinas?
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454Q322237 | Pedagogia, Currículo e Construção do Conhecimento, Professor de Educação Básica, SEPLAG SEE DF, FUNIVERSA

Henry Giroux, um dos mais importantes teóricos do currículo, afirma que as perspectivas dominantes do currículo pautam-se por uma racionalidade técnica. A respeito desse tema, assinale a alternativa correta.

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455Q474342 | Educação Física, Educação Física, Professor de Educação Básica, Secretaria de Estado de Educação MG, FUMARC, 2018

Ao discutir com seus alunos do Ensino Médio sobre a importância da musculação, do desenvolvimento da força para a qualidade de vida, especialmente em relação à idade adulta e ao envelhecimento saudável, a professora de Educação Física Aline teve como objetivo que os estudantes construíssem uma autonomia para lidar com a realização de exercícios físicos, independentemente da supervisão de profissionais. Por isso, em uma aula, ela apresentou o conceito de carga e os seus componentes que interferem no desenvolvimento da força e devem ser levados em conta ao se programar exercícios físicos. Para a aula seguinte, Aline solicitou aos alunos que eram praticantes de musculação que trou-xessem exemplos dos componentes da carga para discussão em sala. Uma das alunas trouxe seu programa de exercícios da academia que frequenta, no qual ela realiza o total de 40 repetições de um determinado exercício para as pernas. Considerando essa informação, assinale a alternativa que apresenta corretamente o componente da carga apresentado pela aluna.
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457Q325392 | Pedagogia, Professor de Educação Básica, SEPLAG MG, FCC

Uma matriz de referência pode conter conhecimentos e competências a serem desenvolvidos pelos alunos, com a finalidade de

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458Q849184 | Português, Sintaxe, Professor de Educação Básica, EDUCA, 2020

Leia o texto abaixo para responder à questão que se segue.


    Devagar e sempre, as mulheres conquistam cada vez mais espaço na economia e, embora ainda haja muitas desigualdades, o empreendedorismo feminino aumenta ano a ano. Em 2019, 25% das aberturas de empresas foram por mulheres. Em 2016, eram 18%. Também houve expansão de 7% no empreendedorismo feminino em 2019. Contudo, o estudo Women in The Boardroom — Uma Perspectiva Global, realizado pela Deloitte, mostra que a presença feminina em cargos de chefia é pequena. Nos assentos de conselhos, subiu apenas 1,9% desde 2017, atingindo, em termos mundiais, 16,9%. No Brasil, somente 8,6% dos colegiados são preenchidos por mulheres.


    Para Liliane Rocha, fundadora e CEO da Gestão Kairós — consultoria de sustentabilidade e diversidade para empresas —, o debate da participação das mulheres está avançando, “porém, a representatividade evolui menos em postos de decisão”. Ela ressalta que, nas 500 maiores empresas brasileiras, mulheres na liderança são somente 13%. “No entanto, são 52% da população e 60% do contingente que sai da graduação desde os anos 2000, ou seja, a conta não fecha”, alerta.


    A vantagem, acrescenta a especialista, é que as mulheres dentro das empresas estão mais empoderadas. “Agora, entendem quando algum tipo de assédio acontece e denunciam”, diz. Ela destaca, entretanto, que não há equidade salarial. “Em 2014, a renda média das brasileiras correspondia a cerca de 68% da dos homens. Se continuarmos no patamar atual, só será superada em 2095.” 


    Nem tudo são espinhos. Outro levantamento mostra que a diversidade dentro da empresa gera mais lucro. A pesquisa A diversidade como alavanca de performance, da consultoria McKinsey, realizada com mais de mil empresas em 12 países, aponta que ter mulheres em cargos de liderança aumenta em 21% as chances de uma empresa ter desempenho financeiro acima da média. “A maior participação da mulher no mercado de trabalho e em cargos diretivos tem o potencial de injetar até US$ 12 trilhões no PIB (Produto Interno Bruto) global até 2025. No Brasil, o incremento seria de cerca de US$ 410 bilhões”, assinala Liliane.


    Muito do movimento do empreendedorismo feminino, de acordo com Carmen Migueles — professora da Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas da Fundação Getulio Vargas (FGV Ebape), coordenadora do núcleo de estudos de sustentabilidade e gestão de riscos —, é provocado por necessidade. “Maior dificuldade de se inserir no mercado formal, filhos e necessidade de horário mais flexível levam muitas mulheres a abrirem seus negócios”, frisa. A participação em carreiras consideradas “masculinas” também é pequena, segundo Carmen. “Nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática, que são as que dão maior retorno, o contingente é, predominantemente, masculino.” 


    Isso não foi obstáculo para Deborah Alves, 27 anos, cofundadora e Chief Technology Officer (CTO) da Cuidas, startup que conecta empresas a médicos de família no local de trabalho, um projeto que nasceu da vontade de descomplicar e personalizar a atenção à saúde. Formada em ciência da computação e matemática pela Harvard University, foi engenheira de software na Quora, no Vale do Silício, e participou da fundação Brazilian Student Association (Brasa), onde conheceu os futuros sócios. “Desde jovem, participo de competições de matemática, em que há poucas meninas. Na faculdade, no contexto de computação, são, no máximo, 10% de mulheres. Mas isso tem mudado mais rapidamente”, conta.


    Como acumulou carimbos de especialização e as maiores notas, Deborah enfrentou poucos percalços e desrespeito, muito comuns quando a mulher se destaca em ambientes masculinos. “Tive poucas interações com homens que menosprezavam meu conhecimento, mas sempre tive a dificuldade de me vender”, reconhece. “É uma coisa enraizada, da cultura machista. A insegurança de que a mulher não pode ser metida, tem que ficar na dela, tem que ser mais para se destacar. Afeta a confiança.” (...).


Fonte: https://www.correiobraziliense.com.br (Texto adaptado)

“Outro levantamento mostra que a diversidade dentro da empresa gera mais lucro”. Nesse trecho do texto tem-se:
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459Q849217 | Português, Interpretação de Textos, Professor de Educação Básica, EDUCA, 2020

Leia o texto abaixo para responder à questão que se segue.


    Devagar e sempre, as mulheres conquistam cada vez mais espaço na economia e, embora ainda haja muitas desigualdades, o empreendedorismo feminino aumenta ano a ano. Em 2019, 25% das aberturas de empresas foram por mulheres. Em 2016, eram 18%. Também houve expansão de 7% no empreendedorismo feminino em 2019. Contudo, o estudo Women in The Boardroom — Uma Perspectiva Global, realizado pela Deloitte, mostra que a presença feminina em cargos de chefia é pequena. Nos assentos de conselhos, subiu apenas 1,9% desde 2017, atingindo, em termos mundiais, 16,9%. No Brasil, somente 8,6% dos colegiados são preenchidos por mulheres.


    Para Liliane Rocha, fundadora e CEO da Gestão Kairós — consultoria de sustentabilidade e diversidade para empresas —, o debate da participação das mulheres está avançando, “porém, a representatividade evolui menos em postos de decisão”. Ela ressalta que, nas 500 maiores empresas brasileiras, mulheres na liderança são somente 13%. “No entanto, são 52% da população e 60% do contingente que sai da graduação desde os anos 2000, ou seja, a conta não fecha”, alerta.


    A vantagem, acrescenta a especialista, é que as mulheres dentro das empresas estão mais empoderadas. “Agora, entendem quando algum tipo de assédio acontece e denunciam”, diz. Ela destaca, entretanto, que não há equidade salarial. “Em 2014, a renda média das brasileiras correspondia a cerca de 68% da dos homens. Se continuarmos no patamar atual, só será superada em 2095.” 


    Nem tudo são espinhos. Outro levantamento mostra que a diversidade dentro da empresa gera mais lucro. A pesquisa A diversidade como alavanca de performance, da consultoria McKinsey, realizada com mais de mil empresas em 12 países, aponta que ter mulheres em cargos de liderança aumenta em 21% as chances de uma empresa ter desempenho financeiro acima da média. “A maior participação da mulher no mercado de trabalho e em cargos diretivos tem o potencial de injetar até US$ 12 trilhões no PIB (Produto Interno Bruto) global até 2025. No Brasil, o incremento seria de cerca de US$ 410 bilhões”, assinala Liliane.


    Muito do movimento do empreendedorismo feminino, de acordo com Carmen Migueles — professora da Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas da Fundação Getulio Vargas (FGV Ebape), coordenadora do núcleo de estudos de sustentabilidade e gestão de riscos —, é provocado por necessidade. “Maior dificuldade de se inserir no mercado formal, filhos e necessidade de horário mais flexível levam muitas mulheres a abrirem seus negócios”, frisa. A participação em carreiras consideradas “masculinas” também é pequena, segundo Carmen. “Nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática, que são as que dão maior retorno, o contingente é, predominantemente, masculino.” 


    Isso não foi obstáculo para Deborah Alves, 27 anos, cofundadora e Chief Technology Officer (CTO) da Cuidas, startup que conecta empresas a médicos de família no local de trabalho, um projeto que nasceu da vontade de descomplicar e personalizar a atenção à saúde. Formada em ciência da computação e matemática pela Harvard University, foi engenheira de software na Quora, no Vale do Silício, e participou da fundação Brazilian Student Association (Brasa), onde conheceu os futuros sócios. “Desde jovem, participo de competições de matemática, em que há poucas meninas. Na faculdade, no contexto de computação, são, no máximo, 10% de mulheres. Mas isso tem mudado mais rapidamente”, conta.


    Como acumulou carimbos de especialização e as maiores notas, Deborah enfrentou poucos percalços e desrespeito, muito comuns quando a mulher se destaca em ambientes masculinos. “Tive poucas interações com homens que menosprezavam meu conhecimento, mas sempre tive a dificuldade de me vender”, reconhece. “É uma coisa enraizada, da cultura machista. A insegurança de que a mulher não pode ser metida, tem que ficar na dela, tem que ser mais para se destacar. Afeta a confiança.” (...).


Fonte: https://www.correiobraziliense.com.br (Texto adaptado)

No primeiro parágrafo, a presença da expressão ‘empreendedorismo feminino” articula uma relação de coesão textual feita por mecanismo de:
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460Q322907 | Pedagogia, Professor de Educação Básica, SEPLAG MG, FCC

O conceito de “zona de desenvolvimento proximal”, elaborado por Lev Vygotsky, refere-se à distância entre

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