Em obras de engenharia que compreendem grandes distâncias, como as linhas de transporte (dutos de óleo e gás, linhas de energia, estradas), o levantamento de poligonais abertas é bastante comum. Nesses casos, é importante levar em consideração a convergência meridiana no cálculo e transporte dos azimutes, uma vez que a superfície terrestre não mais poderá ser considerada como sendo plana, e sim curva. Sabe-se que sobre o Meridiano Central (MC) do fuso a Convergência Meridiana (?) é nula, aumentando com o afastamento dele. O cálculo da Convergência Meridiana, realizado de forma aproximada, mas ainda atendendo os preceitos de precisão dos levantamentos topográficos, deve levar em consideração:
✂️ a) as diferenças de longitude e de latitude entre o ponto considerado e o MC. ✂️ b) as longitudes dos extremos do fuso. ✂️ c) as coordenadas geográficas do ponto considerado e o azimute verdadeiro nesse ponto. ✂️ d) as coordenadas geográficas do ponto considerado e as longitudes dos extremos do fuso. ✂️ e) as diferenças de longitude entre o ponto considerado e o MC e a latitude desse ponto.