Início

Questões de Concursos Prova II

Resolva questões de Prova II comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


101Q680547 | Português, Sintaxe, PROVA II, URCA, CEV URCA

Cada pessoa/ que chegava/ se impressionava com o nacionalismo exagerado, /embora não o compreendesse.

Há no fragmento acima, três orações, assim distribuídas: 1. Cada pessoa se impressionava com o nacionalismo exagerado; 2. Que chegava; 3. Embora não o compreendesse. A primeira oração é:

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

102Q944615 | História, República Autoritária 1964 1984, PROVA II, URCA, CEV URCA, 2022

(URCA/2022.2) Leia a matéria publicada no Jornal Folha de São Paulo:
Recife proíbe homenagens a torturadores e violadores de direitos humanos- Lei vale para denominação de ruas, prédios, monumentos e totens públicos: Uma nova lei proíbe homenagens a violadores de direitos humanos, torturadores e escravocratas no Recife. A sanção foi feita pelo prefeito João Campos (PSB) na terça-feira (26). O projeto é de autoria da vereadora Dani Portela (PSOL) e tinha sido aprovado pela Câmara Municipal em junho. De acordo com a nova lei, estão proibidas homenagens a agentes sociais individuais ou coletivos que possuem ligação direta com a ordem escravista, as práticas de tortura e a ditadura militar, cujos nomes estejam presentes no relatório final da Comissão Nacional da Verdade, e agentes do Estado condenados por violações aos direitos humanos. A regra vale para denominação de ruas, prédios, monumentos,bustos, estátuas e totens públicos. "Essa lei é importante para que não possamos seguir reproduzindo violências daqui para frente. Entender o que aconteceu no nosso passado é fundamental para não termos que revivê-lo no futuro", afirma a vereadora Dani Portela. A nova lei já está em vigor desde a publicação no Diário Oficial do Município, na terça (26). (Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2022/07/recife-proibe-homenagens-a-torturadores-e-violadores-de-direitos-humanos.shtml).
Segundo o cientista político brasileiro, Jairo Marconi Nicolau, em 1º de abril de 1964, um golpe de Estado, promovido por uma coalizão de militares e setores da elite política, afastou o presidente João Goulart e assumiu o poder no país. Chegava ao fim o regime iniciado em fins de 1945 e que, pela primeira vez na história brasileira, havia combinado a realização de eleições regulares e competitivas com alta taxa de incorporação de adultos ao processo eleitoral. Dentre todos os 17 Atos Institucionais baixados durante a vigência do Regime Civil Militar destaca-se a ampliação do número de vagas em escolas públicas no Brasil.
I. A memória coletiva de uma sociedade não pode exaltar indivíduos ou práticas responsáveis por ações equivocadas no passado, especialmente quando essas ações feriram o direito de liberdade dos cidadãos. II. O número ampliado de vagas ofertadas durante o Regime Civil Militar estava relacionado ao cumprimento de metas políticas sem acompanhar o padrão de qualidade, resultando em uma grande massa de analfabetismo funcional. III. A proibição do uso de nomes de torturadores e violadores de direitos humanos do passado no tempo presente representa o cerceamento do direito da liberdade de expressão, condiciona o coletivo a uma perspectiva única da história. IV. O Ato Institucional número 5, AI-5, baixado em 13 de dezembro de 1968, durante o governo do general Costa e Silva, foi a expressão mais branda da ditadura militar brasileira.
Marque a alternativa CORRETA:

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

103Q948211 | Matemática, Porcentagem, Prova II, FAMEMA, VUNESP, 2018

Determinado curso universitário oferece aos alunos 7 disciplinas opcionais, entre elas as disciplinas A e B, que só poderão ser cursadas juntas. Todo aluno desse curso tem que escolher pelo menos uma e no máximo duas disciplinas opcionais por ano. Assim, o número de maneiras distintas de um aluno escolher uma ou mais de uma disciplina opcional para cursar é
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

104Q948213 | Matemática, Triângulos, Prova II, FAMEMA, VUNESP, 2018

Uma pessoa colocou em um frasco não transparente 21 comprimidos de um medicamento A e 15 comprimidos de um medicamento B. Todos os comprimidos possuem o mesmo formato e as mesmas dimensões, porém são de cores diferentes. Se essa pessoa retirar aleatoriamente 2 comprimidos desse frasco, um após o outro, sem reposição, a probabilidade de saírem 2 comprimidos do mesmo medicamento é
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

105Q948215 | Atualidades, Prova II, FAMEMA, VUNESP, 2018

Em 2018, pesquisadores chineses propuseram a criação de um imposto para famílias com menos de dois filhos, visando
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

106Q944634 | Arquivologia, Interpretação de Textos, PROVA II, URCA, CEV URCA, 2022

Texto associado.
De volta pra casa: decolonização na paleontologia

A primeira ilustração de um fóssil brasileiro foi publicada no livro Viagem pelo Brasil, dos naturalistas alemães Johann B. von Spix (1781-1826) e Carl F. P. von Martius (1794-1868). Ambos fizeram parte da comitiva da arquiduquesa austríaca Maria Leopoldina (1797-1826), quando ela veio para o país devido ao seu casamento com D. Pedro I. O material ilustrado em 1823 pode ser identificado como uma arcada de um mastodonte (parente distante extinto dos elefantes) do Pleistoceno (há aproximadamente 12 mil anos) e um peixe dos depósitos cretáceos (110 milhões de anos) da bacia do Araripe, no nordeste brasileiro.

Mas o mundo mudou e, graças à ação de muitos pesquisadores, o Brasil passou a ter várias instituições para abrigar essas riquezas, que evidenciam a diversificação da vida no tempo profundo. Hoje, a comunidade de paleontólogos, apoiada por pesquisadores e pessoas de diversas partes do mundo, tem procurado despertar a atenção para que fósseis relevantes não deixem mais o país e as principais peças que já não estão mais aqui sejam trazidas de volta. Trata-se de uma espécie de decolonização da paleontologia, um movimento de repatriação de exemplares importantes que tenham sido retirados do Brasil à revelia, impedindo o enriquecimento da cultura e da pesquisa brasileiras.

Não são poucos os exemplares brasileiros importantes que se encontram depositados no exterior. Dinossauros, pterossauros, insetos, peixes e plantas - a maior parte retirada de forma duvidosa do território nacional e, às vezes, com uma aparente conivência do órgão fiscalizador - foram descritos ao longo de décadas e enriquecem museus estrangeiros, principalmente na Europa e na América do Norte. Os depósitos brasileiros mais afetados são os encontrados na bacia do Araripe, curiosamente, de onde provém um daqueles dois primeiros fósseis brasileiros ilustrados. O motivo principal é a riqueza do material dessa região: numeroso, diversificado e, sobretudo, muito bem preservado, o que encanta pesquisadores e públicos em todo o mundo.

No entanto, se, em determinado momento histórico, a saída de material paleontológico poderia encontrar alguma justificativa (mesmo que passível de questionamento), o mesmo não ocorre nos dias de hoje. A legislação vigente no Brasil regula o trabalho com fósseis no país e dispõe sobre sua proteção, com destaque para o Decreto-Lei n.º 4.146, publicado em 1942, durante o governo de Getúlio Vargas. De forma simplificada, como, pela Constituição Federal, os bens encontrados no subsolo pertencem à União, todos que queiram fazer extração de fósseis necessitam de uma autorização da Agência Nacional de Mineração, com exceção dos pesquisadores que estejam vinculados a uma instituição de pesquisa e ensino.

(Texto de Alexander W. A. Kellner, disponível em https://cienciahoje.org.br/artigo/de-volta-pra-casa-decolonizacao-na-paleontologia/. Adaptado.)
(URCA/2022.2) Considerando o trecho "No entanto, se, em determinado momento histórico, a saída de material paleontológico poderia encontrar alguma justificativa (mesmo que passível de questionamento), O MESMO NÃO ocorre nos dias de hoje.", assinale a alternativa em que a recuperação de um termo elíptico altera o sentido original:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

107Q680559 | Inglês, PROVA II, URCA, CEV URCA

Texto associado.

IS A VEGAN DIET HEALTHY?


By Mary Lynch


As a registered nutritionist, the question “Is the vegan diet healthy?” is one I get all the time, especially at this time of year.

Frustratingly, the answer is that it depends as much on what you eat as with any other diet. Someone living purely on ready salted crisps or chips, for example, would be technically following a vegan diet, but it would in no way be healthy.

However, research shows that there are potential benefits to a vegan diet. A recent study indicated that the average vegan diet is higher in vitamin C and fibre, and lower in saturated fat than one containing meat. In addition, statistics show that vegans have a lower BMI (height-to-weight ratio) than meat eaters – in other words, they are skinnier.

You see, a diet without any meat or dairy products is likely to contain a lot less saturated fat, which is related to increased cholesterol levels and increased risk of heart disease. We also know that fat contains more calories per gram than other foods, and so vegans may consume fewer calories as a result. Finally, a vegan diet is generally thought to contain more cereals, fruits, vegetables, nuts and seeds than a non¬vegan diet.

Sounds great right? Not quite. In terms of micronutrients, a vegan diet is actually more susceptible to being nutritionally poor. A vegan diet is naturally low in calcium, vitamin D, iron, vitamin B12, zinc and omega-3 fatty acids. Therefore, if you follow a vegan diet it is essential that you get enough of these nutrients through specific vegan food sources – and may even need to take additional supplements. We have many recipes suitable for vegans that can help, just check out our vegan section. In our features we also have this traditional hummus recipe, which contains tahini – a good source of calcium, zinc and iron, which are all micronutrients hard to get a hold of on a vegan diet.

So there you have it: going vegan does not necessarily mean you are going to be healthier. In fact, I think that much of the improvement in diets among vegans is a result of education rather than going meat free. In other words, if someone chooses to go vegan they are more likely to care about what they are eating and therefore are more likely to educate themselves on the types of foods they should and should not be eating.


From: https://goo.gl/AwDYY7. Accessed on 03/22/2017.

According to the text, it is right to say that:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

108Q944616 | História, República Autoritária 1964 1984, PROVA II, URCA, CEV URCA, 2022

(URCA/2022.2) Leia a letra da música Pra não dizer que não falei de flores, do músico compositor brasileiro, Geraldo Vandré:
Caminhando e cantando e seguindo a canção Somos todos iguais, braços dados ou não Nas escolas, nas ruas, campos, construções Caminhando e cantando e seguindo a canção
Vem, vamos embora, que esperar não é saber Quem sabe faz a hora, não espera acontecer Vem, vamos embora, que esperar não é saber Quem sabe faz a hora, não espera acontecer

Pelos campos há fome em grandes plantações Pelas ruas marchando indecisos cordões Ainda fazem da flor seu mais forte refrão E acreditam nas flores vencendo o canhão

Vem, vamos embora, que esperar não é saber Quem sabe faz a hora, não espera acontecer Vem, vamos embora, que esperar não é saber Quem sabe faz a hora, não espera acontecer

Há soldados armados, amados ou não Quase todos perdidos de armas na mão Nos quartéis lhes ensinam uma antiga lição De morrer pela pátria e viver sem razão

Vem, vamos embora, que esperar não é saber Quem sabe faz a hora, não espera acontecer Vem, vamos embora, que esperar não é saber Quem sabe faz a hora, não espera acontecer

Nas escolas, nas ruas, campos, construções Somos todos soldados, armados ou não Caminhando e cantando e seguindo a canção Somos todos iguais, braços dados ou não

Os amores na mente, as flores no chão A certeza na frente, a história na mão Caminhando e cantando e seguindo a canção Aprendendo e ensinando uma nova lição

Vem, vamos embora, que esperar não é saber Quem sabe faz a hora, não espera acontecer Vem, vamos embora, que esperar não é saber Quem sabe faz a hora, não espera acontecer

Vem, vamos embora, que esperar não é saber Quem sabe faz a hora, não espera acontecer Vem, vamos embora, que esperar não é saber Quem sabe faz a hora, não espera acontecer Vem, vamos embora...

( Compositores: Dias Geraldo Pedrosa de Araujo © Editora E Imp. Musical Fermata Do Brasil)

O historiador brasileiro Marcos Napolitano, escreveu que "Na segunda metade dos anos 1960, Millôr Fernandes cunhou uma frase que expressa a estranha situação da cultura e das artes no Brasil entre 1964 e 1968: ´Se continuarem permitindo peças como Liberdade, Liberdade, vamos acabar caindo em uma democracia’. O artista se referia à peça teatral de sua autoria, junto com Flávio Rangel, grande sucesso de 1965, que era uma grande colagem de falas sobre a democracia e a liberdade, dos gregos antigos aos contemporâneos." (Marcos Napolitano, No entanto é preciso cantar, in. 1964: História do Regime Militar no Brasil, 2015, p. 97).

Depois de estabelecer relação com a letra da música e o fragmento do texto de Marcos Napolitano, marque a alternativa correta:

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

109Q948206 | Português, Figuras de Linguagem, Prova II, FAMEMA, VUNESP, 2018

Leia a fábula “A tartaruga e a águia” do escritor grego Esopo (620 a.C.?-564 a.C.?).


Uma tartaruga pediu a uma águia que a ensinasse a voar. A ave tentou dissuadi-la:

– Voar é completamente contrário à sua natureza.

Mas a tartaruga suplicou e insistiu ainda mais. Então a águia pegou a tartaruga com suas garras, levou-a até bem alto no céu e depois a soltou. A tartaruga caiu nos rochedos e se espatifou.

(Fábulas, 2013.)


Depreende-se leitura da fábula a seguinte moral:

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

110Q680528 | Conhecimentos Gerais, PROVA II, URCA, CEV URCA

No dia 04 de abril de 2017, portanto, 15 dias antes da data que se comemora no Brasil o Dia do Índio, o Deputado Jair Bolsonaro em palestra no Clube Hebraico na Zona Sul do Rio de janeiro faz a seguinte fala: “Não vai ter um centímetro demarcado para reserva indígena ou para quilombola.”


A fala do parlamentar foi entendida para muitos como preconceituosa. Identifique nas assertivas abaixo, fatores que expliquem porque não devemos assumir atitudes preconceituosas ou de indiferença em relação as comunidades indígenas.

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

111Q680537 | Geografia, Coordenadas Geográficas, PROVA II, URCA, CEV URCA

Moramos em um País Tropical que é inteiramente Ocidental, que está predominantemente no Hemisfério Meridional. Isso significa dizer corretamente que:

I. O Brasil está situado totalmente a oeste do meridiano de Greenwich.

II. Que o paralelo de 0º corta a porção setentrional do Brasil.

III. O sul do Brasil é cortado pelo Trópico de Capricórnio.

IV. Se um avião parte de Juazeiro do Norte rumo a Rio Branco, no Acre, levando 3 horas de voo e partindo às 16 horas, o avião deverá chegar às 19 horas.

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

112Q948205 | Português, Interpretação de Textos, Prova II, FAMEMA, VUNESP, 2018

Recusando as regras, os modelos e as normas, seus autores defendem a total liberdade criadora. Aos gêneros estanques opõem a sua mistura, conforme o livre-arbítrio do escritor; à ordem clássica, a aventura; ao equilíbrio racional, a anarquia, o caos; ao universalismo estético, o individualismo; ao Cosmos, o “eu” particular; o seu ego constitui a única paisagem que lhe interessa, de tal forma que a Natureza se lhe afigura mera projeção do seu mundo interior.

(Massaud Moisés. Dicionário de termos literários, 2004. Adaptado.)

O comentário do crítico Massaud Moisés refere-se aos autores do seguinte movimento literário:

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

113Q944626 | Geografia, Impactos e soluções no meio urbano, PROVA II, URCA, CEV URCA, 2022

(URCA/2022.2) "No dia 5 de junho, o indigenista Bruno Pereira e o jornalista inglês Dom Philips, foram mortos na região amazônica do Vale do Javari, segunda maior terra indígena do país". (Site de notícias G1. Disponível em https://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2022/07/05/um-mes-das-mortes-de-bruno-e-dom-veja-o-que-se-sabe-e-o-que-falta-esclarecer.ghtml).
O Brasil tem um longo histórico de violência e mortes de ativistas que lutam pela proteção dos recursos naturais, pela regularização fundiária e pelo respeito às terras indígenas no território amazônico. Com relação a esse tema é possível afirmar:

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

114Q944651 | Inglês, PROVA II, URCA, CEV URCA, 2022

Texto associado.
Food insecurity hits nearly 60% of Brazilians, study shows.

A study from the Brazilian Research Network on Food Sovereignty and Security released Wednesday showed that 58.7% of Brazilians lived with food insecurity, which replicated data not seen since 1993. In other words, 125.2 million people are affected by this issue, while 15% of the population, or about 33 million people, go hungry on a daily basis.
The document also highlighted that this phenomenon was a consequence of the country’s economic crisis and the ensuing labor market situation. The survey consisted of interviews conducted between November 2021 and April this year in 12,745 households across 577 municipalities in all states. Compared to 2018, the increase in the Brazilian population with food insecurity is 60% and since 2020 this figure grew by 7.2%.
It was the second National Survey on Food Insecurity in the context of the Covid-19 pandemic in Brazil and showed that the daily victims of hunger increased from 19 to 33 million from 2021 to 2022. The most affected areas of the country are the North and Northeast, with 25.7% and 21% of the families involved, respectively. The report also revealed that 60% of households in rural areas are food insecure, with 18.6% of them in the most severe state. Hunger also affected 21.8% of the families of small agricultural producers.

The study also focused on investigating the relationship between food and race and confirmed that access to food is not a problem for 53.2% of the households of self-declared white people, but this percentage drops to 35% in the homes of self-declared black people. In these families, the percentage of people who suffer from a lack of food on a daily basis increased from 10.4% to 18.1%. The situation worsened in households managed by black women, of which 63% showed some degree of insecurity.

According to the survey, in 2022, one out of three Brazilians did something that caused shame, sadness or regret in order to obtain food. "We have gone back 30 years in the fight against hunger, it’s scary. But the current indignant movement is far from the indignation of 1993 with 32 million hungry people. We are inert as a society," explained Kiko Afonso, one of the members of the team to conduct the study.

From:https://en.mercopress.com/2022/06/09/food-insecurity-hits-nearly-60-of-brazilians-study-shows. Accessed on 07/10/2022
(URCA/2022.2) Depois de ler o texto, é possível concluir que:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

115Q680533 | Geografia, Conceitos Demográficos, PROVA II, URCA, CEV URCA

Ao longo da evolução da humanidade, várias teorias são criadas para explicar fenômenos naturais, e não têm sido diferente quando se estuda a dinâmica sociodemográfica, pois várias teorias têm procurado explicar a relação existente entre crescimento populacional e desenvolvimento econômico. Identifique abaixo a assertiva que se enquadra a Teoria Reformista:

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

116Q939616 | Inglês, Prova II, FAMEMA, VUNESP, 2019

Texto associado.

An increasing body of evidence suggests that the time we spend on our smartphones is interfering with our sleep, self-esteem, relationships, memory, attention spans, creativity, productivity and problem-solving and decision-making skills. But there is another reason for us to rethink our relationships with our devices. By chronically raising levels of cortisol, the body’s main stress hormone, our phones may be threatening our health and shortening our lives.

If they happened only occasionally, phone-induced cortisol spikes might not matter. But the average American spends four hours a day staring at their smartphone and keeps it within arm’s reach nearly all the time, according to a tracking app called Moment.

“Your cortisol levels are elevated when your phone is in sight or nearby, or when you hear it or even think you hear it,” says David Greenfield, professor of clinical psychiatry at the University of Connecticut School of Medicine and founder of the Center for Internet and Technology Addiction. “It’s a stress response, and it feels unpleasant, and the body’s natural response is to want to check the phone to make the stress go away.”

But while doing so might soothe you for a second, it probably will make things worse in the long run. Any time you check your phone, you’re likely to find something else stressful waiting for you, leading to another spike in cortisol and another craving to check your phone to make your anxiety go away. This cycle, when continuously reinforced, leads to chronically elevated cortisol levels. And chronically elevated cortisol levels have been tied to an increased risk of serious health problems, including depression, obesity, metabolic syndrome, Type 2 diabetes, fertility issues, high blood pressure, heart attack, dementia and stroke.



(Catherine Price. www.nytimes.com, 24.04.2019. Adaptado.)

According to the text, smartphones may
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

117Q680551 | Literatura, Escolas Literárias, PROVA II, URCA, CEV URCA

Sobre o romance de Eça de Queirós, A Cidade e as Serras, publicado em 1901, podemos afirmar que:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

118Q680563 | Inglês, PROVA II, URCA, CEV URCA

Texto associado.

IS A VEGAN DIET HEALTHY?


By Mary Lynch


As a registered nutritionist, the question “Is the vegan diet healthy?” is one I get all the time, especially at this time of year.

Frustratingly, the answer is that it depends as much on what you eat as with any other diet. Someone living purely on ready salted crisps or chips, for example, would be technically following a vegan diet, but it would in no way be healthy.

However, research shows that there are potential benefits to a vegan diet. A recent study indicated that the average vegan diet is higher in vitamin C and fibre, and lower in saturated fat than one containing meat. In addition, statistics show that vegans have a lower BMI (height-to-weight ratio) than meat eaters – in other words, they are skinnier.

You see, a diet without any meat or dairy products is likely to contain a lot less saturated fat, which is related to increased cholesterol levels and increased risk of heart disease. We also know that fat contains more calories per gram than other foods, and so vegans may consume fewer calories as a result. Finally, a vegan diet is generally thought to contain more cereals, fruits, vegetables, nuts and seeds than a non¬vegan diet.

Sounds great right? Not quite. In terms of micronutrients, a vegan diet is actually more susceptible to being nutritionally poor. A vegan diet is naturally low in calcium, vitamin D, iron, vitamin B12, zinc and omega-3 fatty acids. Therefore, if you follow a vegan diet it is essential that you get enough of these nutrients through specific vegan food sources – and may even need to take additional supplements. We have many recipes suitable for vegans that can help, just check out our vegan section. In our features we also have this traditional hummus recipe, which contains tahini – a good source of calcium, zinc and iron, which are all micronutrients hard to get a hold of on a vegan diet.

So there you have it: going vegan does not necessarily mean you are going to be healthier. In fact, I think that much of the improvement in diets among vegans is a result of education rather than going meat free. In other words, if someone chooses to go vegan they are more likely to care about what they are eating and therefore are more likely to educate themselves on the types of foods they should and should not be eating.


From: https://goo.gl/AwDYY7. Accessed on 03/22/2017.

The suffix –y in the words healthy (1st paragraph) and fatty (5th paragraph) gives the idea of:

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

119Q948214 | Geografia, Conceitos Demográficos, Prova II, FAMEMA, VUNESP, 2018

A área lateral de um cilindro circular reto é 72π cm2 e seu volume é 6 vezes o volume de um cone circular reto que tem 18 cm de altura. Sabendo que a medida do raio da base do cilindro é o dobro da medida do raio da base do cone, então a medida do raio da base do cone é
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

120Q948223 | Inglês, Prova II, FAMEMA, VUNESP, 2018

Texto associado.

Fake news can distort people’s beliefs even after being debunked. A study recently published in the journal Intelligence suggests that some people may have an especially difficult time rejecting misinformation. Asked to rate a fictitious person on a range of character traits, people who scored low on a test of cognitive ability continued to be influenced by damaging information about the person even after they were explicitly told the information was false. The study is significant because it identifies what may be a major risk factor for vulnerability to fake news.

One possible explanation for this finding is based on the theory that a person’s cognitive ability reflects how well they can regulate the contents of working memory – their “mental workspace” for processing information. First proposed by the cognitive psychologists Lynn Hasher and Rose Zacks, this theory holds that some people are more prone to “mental clutter” than other people. In other words, some people are less able to discard (or “inhibit”) information from their working memory that is no longer relevant to the task at hand, or information that has been discredited. Research on cognitive aging indicates that, in adulthood, this ability declines considerably with advancing age, suggesting that older adults may also be especially vulnerable to fake news. Another reason why cognitive ability may predict vulnerability to fake news is that it correlates highly with education. Through education, people may develop meta-cognitive skills – strategies for monitoring and regulating one’s own thinking – that can be used to combat the effects of misinformation.


(www.scientificamerican.com, 06.02.2018. Adaptado.)

Considere o trecho do segundo parágrafo “Research on cognitive aging indicates that, in adulthood, this ability declines considerably”. O termo sublinhado é empregado com o mesmo sentido em:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️
Utilizamos cookies e tecnologias semelhantes para aprimorar sua experiência de navegação. Política de Privacidade.