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Questões de Concursos Redator

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61Q373288 | Português, Interpretação de Texto, Redator, CEB DF, EXATUS PR

Numere os períodos abaixo de modo a se tornarem um texto coeso e coerente:

( ) Muitas vezes sai até mais barato terceirizar do que montar um serviço próprio. Mas, aí, aparecem os puristas das mais diversas tribos, a dizer que o SUS não pode se contaminar utilizando os serviços da rede privada.

( ) O Sistema Único de Saúde (SUS), responsável pela integralidade das ações de saúde no serviço público, é igual à nossa Carta Magna de 1988, no papel é perfeito.

( ) Os representantes dessas entidades deveriam ter atendimento exclusivo pelo SUS, pois,sentindo na pele as dificuldades poderiam até ajudar a resolvê-las.

( ) Como o SUS não dispões de uma estrutura para suprir o atendimento à população, utiliza-se da rede privada para complementar, o que é perfeitamente lícito e constitucional.

Assinale a sequência que faz dos períodos um texto coeso e coerente:

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62Q689697 | História, Redator, Câmara Municipal de Fortaleza CE, FCC, 2019

Entre as principais causas da chamada “Sedição de Juazeiro”, em 1914, estava a
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63Q373893 | Português, Interpretação de Texto, Redator, Assembléia Legislativa MS, FCC

Em benefício da clareza, aconselha-se correção de estrutura na qual ocorra frase fragmentada, inadequação observada em:
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64Q445751 | Direito Constitucional, Administração Pública, Redator, Câmara de Belo Horizonte MG, CONSULPLAN, 2018

Sobre o regime constitucional dos servidores públicos, assinale a alternativa INCORRETA.
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65Q672345 | Português, Interpretação de Textos, Redator, Câmara de Curitiba PR, FUNPAR NC UFPR, 2020

Texto associado.
         O futuro é dos pirralhos

      A tendência para negligenciar a capacidade intelectual e de mobilização dos mais jovens marcou a História desde os primórdios da Humanidade até aos anos 1950.

      Provavelmente por isso, ou na sequência do fim dessa realidade que durante séculos serviu de travão ao arrojo e ao risco, o Mundo avançou tanto nos últimos 30 anos como nos dois mil anteriores. Perante o que me parece uma evidência, surpreende-me que tanta gente se preocupe mais em achincalhar do que em compreender novas tendências, preocupações e projetos de um futuro diferente para melhor.

      A onda de reprovação que envolveu Greta Thunberg nos últimos meses insere-se neste quadro de negação, de complexo de avestruz que, de forma mais aberta ou dissimulada, vai marcando muitos discursos, da Imprensa à política.

      Depois de Donald Trump, a imitação barata brasileira, Jair Bolsonaro, chamou “pirralha” à jovem ativista sueca, classificação que, admito, deve merecer aprovação junto de um conclave de líderes mundiais populistas cujo enquadramento ideológico, a existir, representa um recuo de cem anos.

      O estilo de Greta Thunberg não me seduz. Mas isso não me impede de perceber que representa, provavelmente, milhões de jovens por esse mundo fora, e que, sem filtros, como quase todos os adolescentes, atira para a discussão verdades que mais ninguém consegue dizer a uma classe política estagnada e egoísta cujo filão programático se esgota nas bíblias da alta finança. Tivessem os políticos a capacidade mobilizadora da adolescente sueca, e um dos grandes problemas da democracia não seria, seguramente, a escassa participação das populações nos atos eleitorais.

(Disponível em: https://www.jn.pt/opiniao/vitor-santos/o-futuro-e-dos-pirralhos-11608999.html)

O último período do texto constrói-se em torno de uma relação de:
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66Q681914 | Português, Interpretação de Textos, Redator, Câmara Municipal de Fortaleza CE, FCC, 2019

Texto associado.
Havia na imprensa uma massa de analfabetos. Saíam as coisas mais incríveis. Lembro-me de que alguém, num crime passional,
terminou assim a matéria: - “E nem um goivinho ornava a cova dela”. Dirão vocês que esse fecho de ouro é puramente folclórico. Não sei
se talvez. Mas saía coisa parecida. E o Pompeu trouxe para cá o que se fazia nos Estados Unidos - o copy desk.
Começava a nova imprensa. Primeiro, foi só o Diário Carioca; pouco depois, os outros, por imitação, o acompanharam. Rapidamente, os
nossos jornais foram atacados de uma doença grave: - a objetividade. Daí para o “idiota da objetividade” seria um passo. Certa vez,
encontrei-me com o Moacir Werneck de Castro. Gosto muito dele e o saudei com a mais larga e cálida efusão. E o Moacir, com seu perfil de
Lord Byron, disse para mim, risonhamente: - “Eu sou um idiota da objetividade”.
Também Roberto Campos, mais tarde, em discurso, diria: - “Eu sou um idiota da objetividade”. Na verdade, tanto Roberto como Moacir
são dois líricos. Eis o que eu queria dizer: - o idiota da objetividade inunda as mesas de redação e seu autor foi, mais uma vez, Pompeu de
Sousa. Aliás, devo dizer que o copy desk e o idiota da objetividade são gêmeos e um explica o outro.
(RODRIGUES, Nelson. “Os idiotas da subjetividade”. A cabra vadia, São Paulo: Companhia das Letras, 1995, p. 50-51)
Em Eis o que eu queria dizer (2° parágrafo), o termo sublinhado pode ser substituído, sem prejuízo para o sentido do texto, por
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67Q373159 | Português, Redação Oficial, Redator, CEB DF, EXATUS PR

Analise as afirmativas referentes à redação de comunicações oficiais. (ofício e memorando):

I - A finalidade básica da redação oficial (ofício e memorando) é que a comunicação seja impessoal e com máxima clareza – impõe certos parâmetros ao uso que se faz da língua.

II - A redação oficial (um ofício ou memorando) deve ser marcado por expressões de circulação restrita das unidades administrativas internas.

III - O assunto que se comunica por meio de um memorando é sempre relativo as atribuições do órgão que comunica, o destinatário faz parte do mesmo órgão, podendo estar hierarquicamente em mesmo nível ou em nível diferente.

Quais afirmativas estão corretas?

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68Q670237 | Redação Oficial, Redator, Câmara de Curitiba PR, FUNPAR NC UFPR, 2020

Texto associado.

Com base no Manual de Comunicação e Escrita Oficial da Prefeitura Municipal de Curitiba, considere as seguintes afirmativas com relação à assinatura de documentos:


1. Não deve constar linha no local da assinatura.

2. Não se deve antepor título ao signatário (por exemplo, Dra. Fulana ou Cel. Sicrano), devendo ser usado apenas o nome do signatário.

3. Quando duas pessoas assinam um documento, a superior assina à esquerda e a responsável pelo documento assina à direita. No caso de assinaturas dispostas verticalmente, a de cargo superior assina antes.


Assinale a alternativa correta.

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69Q373699 | Português, Usos da Norma Padrão Culta, Redator, Assembléia Legislativa MS, FCC

Considerados a impessoalidade, a concisão e o uso da norma-padrão da língua, que concorrem para a clareza do texto oficial, o trecho de documento que está totalmente adequado é:
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70Q447561 | Direito Constitucional, Administração Pública, Redator, Câmara de Belo Horizonte MG, CONSULPLAN, 2018

Sobre os princípios da moralidade e da publicidade na administração pública, assinale a afirmativa INCORRETA.
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71Q373289 | Português, Redação Oficial, Redator, CEB DF, EXATUS PR

Analise as afirmativas sobre as semelhanças que há entre o memorando e o ofício, segundo o Manual de Redação Oficial:

I - Na forma e estrutura o destinatário deve ser mencionado pelo cargo que ocupa.

II - No tipo e número do expediente, seguido da sigla do órgão que o expede.

III - Na conclusão, em que é reafirmada ou simplesmente representa a posição recomendada sobre o assunto.

IV - Na forma de diagramação é obrigado a constar a partir da segunda página o número da página.

Quais afirmativas estão corretas?

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72Q670280 | Português, Interpretação de Textos, Redator, Câmara de Curitiba PR, FUNPAR NC UFPR, 2020

Texto associado.

O texto a seguir apresenta o trecho de uma entrevista dada por Nuno Crato, matemático e Ministro da Educação de Portugal e autor do livro O “Eduquês” em Discurso Direto: uma Crítica da Pedagogia Romântica e Construtivista.

(Entrevista disponível em: https://www.alfaebeto.org.br/blog/ministro-da-educacao-de-portugal-concede-entrevista-a-revista-veja/)


Numere a coluna da direita, relacionando as respostas com as respectivas perguntas.

1. O senhor provocou debate acirrado entre educadores do mundo todo ao afirmar que a escola moderna é vítima do “eduquês”. Por que o assunto causou tanto barulho?

2. Quais boas práticas exatamente essa ala de educadores rejeita?

3. Quais são esses pilares?


( ) Muitos batem na tecla de que prova faz mal. Acham que ela submete o aluno a um alto grau de stress, sem necessidade. Vão aí na contramão do que afirmam os grandes pesquisadores. [...] Também a disciplina é um ponto em que a condescendência e a leitura enviesada de velhas teorias ofuscam a razão.

( ) Um mestre tem o dever de transmitir a seus alunos os conteúdos nos quais se graduou. E, sim, precisa ter objetivos bem claros e definidos sobre o que vai ensinar. É ingênuo achar que o estudante vai descobrir tudo por si mesmo e ao seu ritmo, quando julgar interessante.

( ) Minha crítica bate de frente com uma linha muito celebrada nas escolas de hoje. É uma corrente que dá ênfase excessiva às atitudes e à formação cívica do aluno e deixa em segundo plano o conhecimento propriamente dito. Pergunto: como investir em formação cívica se o estudante não consegue nem ler o jornal?


Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo.
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73Q721818 | Conhecimentos Gerais e Atualidades, Cultura, Redator, Assembléia Legislativa MS, FCC

Atenção: As questões de números 66 a 80 referem-se a Atualidades.

Escritor, filósofo e semiólogo morreu em fevereiro aos 84 anos. Entre suas obras mais conhecidas estão os romances O nome da rosa, O Pêndulo de Foucault e O Cemitério de Praga, além dos ensaios A Estrutura Ausente e História da Beleza. Ao todo, publicou mais de 30 ensaios e sete romances. É de seu último livro Número Zero o texto a seguir:

Não são as notícias que fazem o jornal, mas o jornal é que faz as notícias, e saber juntar quatro notícias diferentes significa propor ao leitor uma quinta notícia.

Trata-se de

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74Q447051 | Direito Constitucional, Administração Pública, Redator, Câmara de Belo Horizonte MG, CONSULPLAN, 2018

Sobre o tratamento que a Constituição da República Federativa do Brasil dá ao tema estabilidade do servidor público, assinale a alternativa INCORRETA.
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75Q669671 | Legislação Municipal, Redator, Câmara de Curitiba PR, FUNPAR NC UFPR, 2020

A respeito das Comissões Parlamentares de Inquérito (CPI) conforme o Regimento Interno da Câmara Municipal de Curitiba, assinale a alternativa correta.
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76Q671718 | Português, Interpretação de Textos, Redator, Câmara de Curitiba PR, FUNPAR NC UFPR, 2020

Texto associado.
         O futuro é dos pirralhos

      A tendência para negligenciar a capacidade intelectual e de mobilização dos mais jovens marcou a História desde os primórdios da Humanidade até aos anos 1950.

      Provavelmente por isso, ou na sequência do fim dessa realidade que durante séculos serviu de travão ao arrojo e ao risco, o Mundo avançou tanto nos últimos 30 anos como nos dois mil anteriores. Perante o que me parece uma evidência, surpreende-me que tanta gente se preocupe mais em achincalhar do que em compreender novas tendências, preocupações e projetos de um futuro diferente para melhor.

      A onda de reprovação que envolveu Greta Thunberg nos últimos meses insere-se neste quadro de negação, de complexo de avestruz que, de forma mais aberta ou dissimulada, vai marcando muitos discursos, da Imprensa à política.

      Depois de Donald Trump, a imitação barata brasileira, Jair Bolsonaro, chamou “pirralha” à jovem ativista sueca, classificação que, admito, deve merecer aprovação junto de um conclave de líderes mundiais populistas cujo enquadramento ideológico, a existir, representa um recuo de cem anos.

      O estilo de Greta Thunberg não me seduz. Mas isso não me impede de perceber que representa, provavelmente, milhões de jovens por esse mundo fora, e que, sem filtros, como quase todos os adolescentes, atira para a discussão verdades que mais ninguém consegue dizer a uma classe política estagnada e egoísta cujo filão programático se esgota nas bíblias da alta finança. Tivessem os políticos a capacidade mobilizadora da adolescente sueca, e um dos grandes problemas da democracia não seria, seguramente, a escassa participação das populações nos atos eleitorais.

(Disponível em: https://www.jn.pt/opiniao/vitor-santos/o-futuro-e-dos-pirralhos-11608999.html)

Assinale a alternativa em que o trecho retirado do texto apresenta ambiguidade.
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77Q669003 | Informática, Redator, Câmara de Curitiba PR, FUNPAR NC UFPR, 2020

Texto associado.
A versão 6.3.1 do LibreOffice Writer é referência para a questão.
O recurso do Writer que impede a quebra de linha entre duas palavras é chamado de Inserir:
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78Q449613 | Direito Constitucional, Administração Pública, Redator, Câmara de Belo Horizonte MG, CONSULPLAN, 2018

A proibição constitucional de acumular estende-se a empregos e funções e abrange:

I. Autarquias.

II. Fundações.

III. Empresas públicas.

IV. Sociedades de economia mista e suas subsidiárias.

V. Sociedades controladas, direta ou indiretamente, pelo poder público.

Complementam corretamente o enunciado apenas as afirmativas

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79Q449350 | Direito Constitucional, Administração Pública, Redator, Câmara de Belo Horizonte MG, CONSULPLAN, 2018

A acumulação remunerada de cargos públicos é vedada a:
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80Q684720 | Português, Interpretação de Textos, Redator, Câmara Municipal de Fortaleza CE, FCC, 2019

Havia na imprensa uma massa de analfabetos. Saíam as coisas mais incríveis. Lembro-me de que alguém, num crime passional,
terminou assim a matéria: - “E nem um goivinho ornava a cova dela”. Dirão vocês que esse fecho de ouro é puramente folclórico. Não sei
se talvez. Mas saía coisa parecida. E o Pompeu trouxe para cá o que se fazia nos Estados Unidos - o copy desk.
Começava a nova imprensa. Primeiro, foi só o Diário Carioca; pouco depois, os outros, por imitação, o acompanharam. Rapidamente, os
nossos jornais foram atacados de uma doença grave: - a objetividade. Daí para o “idiota da objetividade” seria um passo. Certa vez,
encontrei-me com o Moacir Werneck de Castro. Gosto muito dele e o saudei com a mais larga e cálida efusão. E o Moacir, com seu perfil de
Lord Byron, disse para mim, risonhamente: - “Eu sou um idiota da objetividade”.
Também Roberto Campos, mais tarde, em discurso, diria: - “Eu sou um idiota da objetividade”. Na verdade, tanto Roberto como Moacir
são dois líricos. Eis o que eu queria dizer: - o idiota da objetividade inunda as mesas de redação e seu autor foi, mais uma vez, Pompeu de
Sousa. Aliás, devo dizer que o copy desk e o idiota da objetividade são gêmeos e um explica o outro.
(RODRIGUES, Nelson. “Os idiotas da subjetividade”. A cabra vadia, São Paulo: Companhia das Letras, 1995, p. 50-51)
A expressão “idiota da objetividade” alude ironicamente a
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