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Questões de Concursos Segundo Semestre

Resolva questões de Segundo Semestre comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


621Q946121 | Biologia, Introdução aos estudos das Plantas, Segundo Semestre, FATEC, FATEC, 2018

Texto associado.

Leia o texto para responder à questão

Agroflorestas se espalham pelo país: cultivo sem desmatamento

À primeira vista, pode parecer uma mata crescendo sem interferência humana, tal a quantidade de árvores. Mas, caminhando pela área, o visitante identifica a grande variedade de alimentos brotando de arbustos e das próprias árvores. Limoeiros, açaizeiros, mangueiras, pés de acerola, cajueiros, bananeiras, laranjeiras e muito mais. Nada está ali por acaso. Trata-se de uma agrofloresta, também chamada de sistema agroflorestal (SAF). Os SAFs são áreas em que espécies com propriedades bem diferentes são plantadas misturadas — não raro, em meio à vegetação nativa.

“Quando me falaram, achei que era coisa de maluco. Plantar sem desmatar a floresta? Vai semear como?” — conta a agricultora Marlene Assunção, de 52 anos, dona de uma propriedade no interior do RJ. — “Hoje eu entendo. As coisas vão estar aqui para nossos netos. É menos egoísta.”

Os SAFs vêm ganhando relevância no país como uma alternativa que alia a produção de alimentos, necessária num mundo de população crescente (seremos 8,5 bilhões de Homo sapiens em 2030, segundo estimativas da ONU) que precisa manter os recursos naturais e, assim, frear as mudanças climáticas. A técnica preconiza que a agricultura pode se beneficiar, e muito, de áreas intensamente arborizadas. .

<https://tinyurl.com/yb8xauee> Acesso em: 06.03.2018. Adaptado.

Assinale a alternativa que apresenta um trecho do texto em que o emprego dos SAFs está associado ao conceito ecológico de sustentabilidade.
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622Q950476 | Física, Estática e Hidrostática, Segundo Semestre, IFPE, IF PE, 2018

As ultrapassagens em locais proibidos têm sido a causa de muitos acidentes graves no trânsito brasileiro. Muitos condutores não compreendem que, no momento de uma ultrapassagem, a velocidade do veículo ultrapassado é subtraída da velocidade de seu veículo. Sabendo disso, suponha que numa estrada retilínea movimenta-se um caminhão de comprimento 21m e velocidade de 72km/h. Qual o tempo e o espaço necessários para que um veículo de passeio com 4m de comprimento e 90km/h ultrapasse o caminhão? Lembrete: Uma ultrapassem completa se dá quando o para-choque traseiro do veículo que está ultrapassando passa o para-choque dianteiro do veículo ultrapassado.
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623Q678606 | Geografia, Urbanização brasileira, Segundo Semestre, Esamc, Esamc, 2019

Atente para os fragmentos:
Si o senhor não está lembrado Da licença de conta Que aqui onde agora está Esse adifício alto Era uma casa velha um palacete assobradado Foi aqui seu moço Que eu, Mato Grosso e o Joca Construímos nossa maloca Mais um dia nem quero lembrá Veio os homens com as ferramentas o dono mandô derrubá [...] E hoje nóis pega a páia nas grama do jardim E pra esquecê nóis cantemos assim: Saudosa maloca, maloca querida
(Saudosa Maloca. Composição do paulista Adoniran Barbosa, 1951. Disponível em: https://www.letras.mus.br/adoniran-barbosa/43969/. Acesso em: 26 fev. 2019, às 09h30.)
São Paulo é recordista no ranking do déficit habitacional: faltam 1,3 milhão de residências. Completam a lista Minas Gerais (575 mil), Bahia (461 mil), Rio de Janeiro (460 mil) e Maranhão (392 mil). No DF, há uma carência de 132 mil moradias. Ao todo, cerca de 33 milhões de brasileiros não têm onde morar, segundo relatório do Programa das Nações Unidas para Assentamentos Humanos. Mesmo com iniciativas do governo federal, como o programa Minha Casa, Minha Vida, o problema tem se acentuado. Especialistas em habitação traduzem os números: a falta de moradia aumenta o número de invasões e de população favelada — o índice chegou a 11,4 milhões, segundo o Censo 2010 do IBGE.
(AUGUSTO, Otávio. 33 milhões de brasileiros não têm onde morar, aponta levantamento da ONU. Publicado em 03 mai. 2018. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/brasil/2018/05/03/interna-brasil, 678056/deficit-de-moradias-no-brasil-chega-a-6-3-milhoes-sp-tem-a-maior-defa.shtml. Acesso em: 26 fev. 2019, às 09h00.)
A análise dos excertos e dos períodos retratados nos permite assinalar como correta (s) a (s) seguinte (s) afirmativa (s): I. O problema de falta de moradia não é uma novidade no Brasil, sendo São Paulo o Estado recordista. A partir da consolidação da industrialização nos anos 1950, a região atrai pessoas de todo o país, em busca de melhores condições de vida. II. Programas como o Minha Casa, Minha Vida, têm solucionado, apenas nos Estados mais pobres do Brasil, o problema do déficit habitacional, uma vez que não são aplicados nas regiões mais ricas do país. III. O aumento do número de favelas no Brasil, bem como o de invasões a imóveis abandonados pela população sem teto, está diretamente ligado à falta de moradias.
Está (ão) correta (s):
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624Q678608 | História, Antiguidade Ocidental Gregos, Segundo Semestre, Esamc, Esamc, 2019

Leia o fragmento, extraído do famoso discurso do governante ateniense Péricles (494 a.C. – 429 a.C.) e reproduzido na obra de Tucídides, para os soldados da cidade antes de uma batalha da Guerra do Peloponeso, que opôs os aliados de Atenas aos de Esparta:
[...] quanto às cidades de nossa confederação, restituir-lhes-emos a independência se elas eram independentes quando concluímos a paz, e logo que os lacedemônios, de sua parte, concederem às suas cidades aliadas o direito de ser independentes de forma condizente não com os interesses dos lacedemônios, mas com os desejos de cada cidade isoladamente; quanto à arbitragem, estamos prontos a submeter-nos a ela de acordo com o tratado, e não tomaremos a iniciativa da guerra, mas nos defenderemos contra aqueles que o fizerem.
(TUCÍDIDES. História da Guerra do Peloponeso. Brasília: UNB, 1987, p. 87-88.)
O texto aponta para a existência de ligas entre as cidades gregas, durante a Guerra do Peloponeso. Enquanto ocorriam os conflitos, Atenas vivia o auge de sua experiência democrática.
Assinale a alternativa na qual aparece a contradição entre teoria e prática dos atenienses no período retratado, associando ao mundo atual.
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625Q946406 | Matemática, Álgebra Linear, Segundo Semestre, IF Sudeste MG, IF SUDEST MG, 2018

Renato possui dois recipientes: o recipiente 1 tem o formato de um cilindro de raio 5 cm e altura de 2πcm e o recipiente 2 tem um formato de um paralelepípedo cujas arestas medem 10πcm, 5πcm e 3 cm. Com relação aos recipientes, é CORRETO afirmar que:
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626Q948976 | Português, Figuras de Linguagem, Segundo Semestre, PUC SP, PUC SP

O Almocreve

Vai então, empacou o jumento em que eu vinha montado; fustiguei-o, ele deu dois corcovos, depois mais três, enfim mais um, que me sacudiu fora da sela, com tal desastre, que o pé esquerdo me ficou preso no estribo; tento agarrar-me ao ventre do animal, mas já então, espantado, disparou pela estrada fora. Digo mal: tentou disparar, e efetivamente deu dois saltos, mas um almocreve, que ali estava, acudiu a tempo de lhe pegar na rêdea e detê-lo, não sem esforço nem perigo. Dominado o bruto, desvencilhei-me do estribo e pus-me de pé.

- Olhe do que vosmecê escapou, disse o almocreve.

( ...) Resolvi dar-lhe (...) uma recompensa digna da dedicação com que ele me salvou.

• Este trecho é retirado do capítulo que exemplifica bem a personalidade e o caráter do narrador. Assim, considerando o episódio como um todo, no ato final da recompensa, Brás Cubas

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627Q976159 | Matemática, Segundo Semestre, CEFETRJ, SELECON, 2025

Viviane, Rodrigo e Déborah cuidam cada um de um cachorro. Para tornar mais barata a compra da ração, optam por um pacote grande, que custa R$ 210,00 e dividem esse valor de forma diretamente proporcional ao peso de seus cachorros. Se os cachorros de Viviane, de Rodrigo e de Déborah pesam, respectivamente, 4kg, 12kg e 14kg, então Rodrigo e Déborah pagarão juntos, em reais, pela compra da ração:
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628Q680747 | Conhecimentos Gerais, Política, Segundo Semestre, UNIFOA, UNIFOA, 2018

A Copa do Mundo 2018 será disputada na Rússia, país de maior extensão territorial do mundo, mas também de rica, interessante e controversa história. Em duas ocasiões, como Império Russo e como União Soviética, dois poderosos exércitos, até então vistos como invencíveis, foram derrotados em seu território, alterando o curso das guerras (que propositalmente omitimos os nomes), e determinando o resultado final desses conflitos.
Assinale o par de exércitos que amargaram o fracasso nas geladas terras russas:
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629Q680748 | Conhecimentos Gerais, Segundo Semestre, UNIFOA, UNIFOA, 2018

Observando os artigos abaixo listados, que fazem parte de um importante documento que norteia a vida em sociedade, dado que foi elaborado ao final do maior conflito armado da história da humanidade, assinale a alternativa que corresponda ao referido documento, cujo nome foi omitido propositalmente:

[...]

“como o ideal comum a ser atingido por todos os povos e todas as nações, com o objetivo de que cada indivíduo e cada órgão da sociedade, tendo sempre em mente esta Declaração, se esforce, através do ensino e da educação, por promover o respeito a esses direitos e liberdades, e, pela adoção de medidas progressivas de caráter nacional e internacional, por assegurar o seu reconhecimento e a sua observância universal e efetiva, tanto entre os povos dos próprios Estados-Membros, quanto entre os povos dos territórios sob sua jurisdição.”

“Artigo I

Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São dotados de razão e consciência e devem agir em relação uns aos outros com espírito de fraternidade.

Artigo II

1 - Todo ser humano tem capacidade para gozar os direitos e as liberdades estabelecidos nesta Declaração, sem distinção de qualquer espécie, seja de raça, cor, sexo, idioma, religião, opinião política ou de outra natureza, origem nacional ou social, riqueza, nascimento, ou qualquer outra condição.

2 - Não será também feita nenhuma distinção fundada na condição política, jurídica ou internacional do país ou território a que pertença uma pessoa, quer se trate de um território independente, sob tutela, sem governo próprio, quer sujeito a qualquer outra limitação de soberania.


Artigo III

Todo ser humano tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal.


Artigo IV

Ninguém será mantido em escravidão ou servidão; a escravidão e o tráfico de escravos serão proibidos em todas as suas formas.


Artigo V

Ninguém será submetido à tortura nem a tratamento ou castigo cruel, desumano ou degradante.


Artigo VI

Todo ser humano tem o direito de ser, em todos os lugares, reconhecido como pessoa perante a lei.


Artigo VII

Todos são iguais perante a lei e têm direito, sem qualquer distinção, a igual proteção da lei. Todos têm direito a igual proteção contra qualquer discriminação que viole a presente Declaração e contra qualquer incitamento a tal discriminação.


Artigo VIII

Todo ser humano tem direito a receber dos tribunais nacionais competentes remédio efetivo para os atos que violem os direitos fundamentais que lhe sejam reconhecidos pela constituição ou pela lei.


Artigo IX

Ninguém será arbitrariamente preso, detido ou exilado.”

[...]

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630Q678452 | Português, Interpretação de Textos, Segundo Semestre, IFAL, INEP, 2019

Texto associado.
Considere os textos abaixo para responder à questão.

I)
Consolo na praia (Carlos Drummond de Andrade)

Vamos, não chores
A infância está perdida.
A mocidade está perdida.
Mas a vida não está perdida.

O primeiro amor passou.
O segundo amor passou.
O terceiro amor passou.
Mas o coração continua.

Perdeste o melhor amigo.
Não tentaste qualquer viagem.
Não possuis casa, navio, terra.
Mas tens um cão.

[...]
(ADNRADE, Carlos Drummond de. Antologia poética.
39. ed. Rio de Janeiro: Record, 1998, p. 26)

II)
Velha chácara (Manuel Bandeira)

A casa era por aqui...
Onde? Procuro-a e não acho.
Ouço uma voz que esqueci:
É a voz deste mesmo riacho.

Ah quanto tempo passou!
(Foram mais de cinquenta anos.)
Tantos que a morte levou!
(E a vida... nos desenganos...)

A usura fez tábua rasa
Da velha chácara triste:
Não existe mais a casa...

– Mas o menino ainda existe.

(BANDEIRA, Manuel. Lira dos cinquent’anos. In: Bandeira de bolso:uma antologia poética. Porto Alegre: L&PM, 2008, 111-112.)

III)
Quarenta anos (Olavo Bilac)

Sim! Como um dia de verão, de acesa
Luz, de acesos e cálidos fulgores,
Como os sorrisos da estação das flores,
Foi passando também tua beleza.

Hoje, das garras da descrença presa,
Perdes as ilusões. Vão-se-te as cores
Da face. E entram-te n’alma os dissabores,
Nublam-te o olhar as sombras da tristeza.

Expira a primavera. O sol fulgura
Com o brilho extremo... E aí vêm as noites frias,
Aí vem o inverno da velhice escura...

Ah! pudesse eu fazer, novo Ezequias,
Que o sol poente dessa formosura
Volvesse à aurora dos primeiros dias!
(BILAC, Olavo. Poesias. São Paulo:
Martin Claret: 2006, p. 70.)

IV)
Adeus, meus sonhos! (Álvares de Azevedo)

Adeus, meus sonhos, eu pranteio e morro!
Não levo da existência uma saudade!
E tanta vida que meu peito enchia
Morreu na minha triste mocidade!

Misérrimo! votei meus pobres dias
À sina doida de um amor sem fruto,
A minh’alma na treva agora dorme
Como um olhar que a morte envolve em luto.

Que me resta, meu Deus? morra comigo
A estrela de meus cândidos amores
Já que não levo no meu peito morto
Um punhado sequer de murchas flores!
(AZEVEDO, Álvares. Lira dos vinte anos. São Paulo: Martin Claret, 2007, p. 224.)

No livro intitulado “A poesia lírica”, a autora Angélica Soares afirma que o “lirismo é uma maneira especial de recorte do mundo e de arranjo de linguagem” e, também, que o “fenômeno lírico [...] responde a um certo ‘horizonte possível’, determinado pelo seu tempo e contexto”, sendo “preciso perseguir as relações entre expressão lírica e história, observando seus modos de expressão nos vários momentos.” (SOARES, Angélica. A poesia lírica. São Paulo: Ática, 1986, p. 7 e 61) Quanto às características do lirismo que caracteriza a produção literária do autor do texto III, assinale a alternativa que traz uma informação ERRADA.
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631Q950353 | Geografia, Integração Regional, Segundo Semestre, UNESP, VUNESP, 2018

O cooperativismo de consumo não está morto, mas perdeu a batalha contra o grande capital comercial, que é atacadista e varejista ao mesmo tempo. Em termos de preços e qualidade, o grande capital é imbatível. Só que é impessoal, burocrático, não permite atentar para necessidades particulares. Suas vantagens se dirigem a um público cujas preferências são pautadas pela publicidade nos meios de comunicação.

(Paul Singer. Introdução à economia solidária, 2013. Adaptado.)

Um pressuposto das relações contemporâneas de consumo, coerente com a lógica do modo de produção capitalista, é

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632Q950880 | Biologia, Evolução biológica, Segundo Semestre, IFF, IFF, 2018

Análise preliminar confirma contaminação por açaí em

pacientes com doença de chagas no AM

Os sete casos confirmados de doença de chagas no Amazonas ocorreram por contaminação do açaí. A informação é da Secretaria de Saúde do estado (Susam). Segundo a pasta, todas as pessoas infectadas são da mesma família e ingeriram o alimento.

Os casos foram registrados em Lábrea, a 702 km de Manaus. A Susam afirma que outro ponto que leva as autoridades a afirmarem que a contaminação se deu pelo açaí é que as pessoas da família que não ingeriram o alimento não apresentaram nenhum sintoma da doença.

A Secretaria de Estado de Saúde (Susam), por meio da FVS, reforçou o pedido para que a população tome os cuidados necessários na hora de preparar e consumir os produtos. Bernardino ressalta que o açaí não pode ser visto como vilão. Não é o produto que está suscetível à contaminação, e sim, o modo como ele é preparado.

Disponível em: https://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/analise-preliminar-confirma-contaminacao-por-acaiem-pacientes-com-doenca-de-chagas-no-am.ghtml. Acesso em: 10 abr. 2018 (adaptado).

O texto se refere ao Mal de Chagas, doença que continua fazendo vítimas no Brasil e em outros países pobres do mundo, e que está sendo dissipada por meio do açaí. Dentre as alternativas apresentadas a seguir, a única inteiramente CORRETA quanto às formas de contágio e prevenção dessa doença é

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633Q950395 | Português, Segundo Semestre, INSPER, VUNESP, 2018

Texto associado.
Leia o poema para responder a questão.

Meninos carvoeiros

Os meninos carvoeiros
Passam a caminho da cidade.
– Eh, carvoero!
E vão tocando os animais com um relho enorme.

Os burros são magrinhos e velhos.
Cada um leva seis sacos de carvão de lenha.
A aniagem é toda remendada.
Os carvões caem. (Pela boca da noite vem uma velhinha que os recolhe,
[dobrando-se com um gemido.)

– Eh, carvoero!

Só mesmo estas crianças raquíticas
Vão bem com estes burrinhos descadeirados.
A madrugada ingênua parece feita para eles...
Pequenina, ingênua miséria!
Adoráveis carvoeirinhos que trabalhais como se brincásseis! –

Eh, carvoero!

Quando voltam, vêm mordendo num pão encarvoado,
Encarapitados nas alimárias
Apostando corrida,
Dançando, bamboleando nas cangalhas como espantalhos [desamparados!

(Manuel Bandeira, Estrela da vida inteira, 1993)

Vocabulário:
Relho: chicote
Aniagem: tecido grosseiro usado na confecção de sacos e fardos
Encarapitados: postos no alto
Alimárias: bestas de carga
Observe as passagens do texto:
•  As redes sociais terão papel relevante no sentido de direcionar os temas em debate nas eleições, mas ainda é incerto se as plataformas digitais terão impacto a ponto de mudar o jogo eleitoral no Brasil. (1o parágrafo) •  O risco de manipulação com notícias não factuais é um ponto importante, ainda mais em um país tão plugado em plataformas digitais... (1o parágrafo) •  Economistas constataram ainda que pessoas extremistas têm mais interesse em política... (5o parágrafo)
Analisando o emprego da palavra “ainda”, conclui-se que denota sentido, correta e respectivamente, de
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634Q950912 | Geografia, Segundo Semestre, IFRR, INEP, 2018

Com os grandes avanços tecnológicos obtêm-se ainda mais mapas de maneira digitalizada, onde é possível proporcionar exemplos de representações com dados para os artifícios que incidem no espaço geográfico, ajudando assim na escolha de materiais e equipamentos que serão utilizados na construção de qualquer edificação na área analisada. Sobre a evolução e os avanços da cartografia, marque a alternativa incorreta.
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635Q950408 | Matemática, Potência, Segundo Semestre, INSPER, VUNESP, 2018

A partir da posição inicial, α gira 210º e β gira 60º, ambos em sentido anti-horário no plano XY. Em seguida, o gancho sobe 2 cm. Na condição final descrita, a distância que o gancho estará da origem (0, 0, 0) do sistema de eixos XYZ, em centímetros, será igual a:
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636Q950664 | História, República de 1954 a 1964, Segundo Semestre, UECE, UECE CEV, 2018

A História do Brasil colonial apresenta o movimento de entradas, bandeiras e monções como um importante fator para o processo de ocupação das áreas do interior da colônia, uma vez que a ocupação originada da atividade canavieira se limitava, naqueles tempos, aos espaços próximos ao litoral.

Atente ao que se diz a seguir sobre essas expedições, e assinale com V o que for verdadeiro e com F o que for falso.

( ) Enquanto as bandeiras eram financiadas exclusivamente pela coroa portuguesa, as entradas eram expedições fluviais privadas que usavam os rios nordestinos.

( ) Os bandeirantes foram importantes personagens na destruição dos quilombos, pois uma das modalidades de bandeirantismo foi a do sertanismo de contrato.

( ) As monções, expedições fluviais que adentravam ao interior da colônia, foram muito importantes na colonização dessa região, partindo do rio Tietê que nasce em São Paulo.

( ) As bandeiras, expedições oficiais de apresamento de indígenas, não tiveram importância na prospecção de metais preciosos como o ouro, que se deu somente através das entradas.

A sequência correta, de cima para baixo, é:

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637Q950409 | Matemática, Segundo Semestre, INSPER, VUNESP, 2018

Em média, 90% das sementes de um determinado tipo de planta germinam depois que foram plantadas. Pedro plantou dez dessas sementes em linha. A probabilidade de que oito das sementes plantadas por ele germinem e duas não germinem pode ser obtida corretamente por meio da conta
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638Q950925 | Inglês, Segundo Semestre, IFRR, INEP, 2018

Texto associado.

TEXT 1


These days, when our slow recovery from recession seems like a full-employment program for pessimistic pundits, it’s great to have a new book from Chris Anderson, an indefatigable cheerleader for the unlimited potential of the digital economy. Anderson, the departing editor in chief of Wired magazine, has already written two important books exploring the impact of the Web on commerce. In “The Long Tail,” he argued that companies like Amazon that faced distribution challenges arising from having large quantities of the same kind of product would thrive by “selling less of more.” Corporations didn’t have to chase blockbusters if they had a mass of small sales. In “Free: The Future of a Radical Price,” he argued that giving stuff away to attract a multitude of users might be the best way eventually to make money from loyal customers. Anderson has also helped found a Web site, Geekdad, and an aerial roboticscompany. From his vantage point, in the future more and more people can get involved in making things they really enjoy and can connect with others who share their passions and their products. These connections, he claims, are creating a new Industrial Revolution.

In a 2010 Wired article entitled “In the Next Industrial Revolution, Atoms Are the New Bits,” Anderson described how the massive changes in our relations with information have altered how we relate to things. Now that the power of information-sharing has been unleashed through technology and social networks, makers are able to collaborate on design and production in ways that facilitate the connection of producers to markets. By sharing information “bits” in a creative commons, entrepreneurs are making new things (reshaping “atoms”) more cheaply and quickly. The new manufacturing is a powerful economic force not because any one business becomes gigantic, but because technology makes it possible for tens of thousands of businesses to find their customers, to form their communities.

Anderson begins his new book, “Makers,” with the story of his grandfather Fred Hauser, who invented a sprinkler system. He licensed his invention to a company that turned ideas into things that could be built and sold. Although Hauser loved translating ideas into things, he needed a company with resources to make enough of his sprinklers to turn a profit. Inventing and making were separate. With the advent of the personal computer and of sophisticated but user-friendly design tools, that separation has become increasingly irrelevant. As a child, Anderson loved making things with his grandfather, and he still loves creating new stuff and getting it into the marketplace. “Makers” describes how today technology has liberated the inventor from a dependence on the big manufacturer. “The beauty of the Web is that it democratized the tools both of invention andproduction,” Anderson writes. “We are all designers now. It’s time to get good at it.”

(Fragment from “Makers: The New Industrial Revolution by Chris Anderson”, by Michael S. Roth. Online since 24 November 2012. URL:https://www.washingtonpost.com/opinions/makers-thenew-industrial-revolution)

Choose the only alternative which shows what it is INCORRECT to say about the text:
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639Q950927 | Inglês, Segundo Semestre, IFRR, INEP, 2018

Texto associado.

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These days, when our slow recovery from recession seems like a full-employment program for pessimistic pundits, it’s great to have a new book from Chris Anderson, an indefatigable cheerleader for the unlimited potential of the digital economy. Anderson, the departing editor in chief of Wired magazine, has already written two important books exploring the impact of the Web on commerce. In “The Long Tail,” he argued that companies like Amazon that faced distribution challenges arising from having large quantities of the same kind of product would thrive by “selling less of more.” Corporations didn’t have to chase blockbusters if they had a mass of small sales. In “Free: The Future of a Radical Price,” he argued that giving stuff away to attract a multitude of users might be the best way eventually to make money from loyal customers. Anderson has also helped found a Web site, Geekdad, and an aerial roboticscompany. From his vantage point, in the future more and more people can get involved in making things they really enjoy and can connect with others who share their passions and their products. These connections, he claims, are creating a new Industrial Revolution.

In a 2010 Wired article entitled “In the Next Industrial Revolution, Atoms Are the New Bits,” Anderson described how the massive changes in our relations with information have altered how we relate to things. Now that the power of information-sharing has been unleashed through technology and social networks, makers are able to collaborate on design and production in ways that facilitate the connection of producers to markets. By sharing information “bits” in a creative commons, entrepreneurs are making new things (reshaping “atoms”) more cheaply and quickly. The new manufacturing is a powerful economic force not because any one business becomes gigantic, but because technology makes it possible for tens of thousands of businesses to find their customers, to form their communities.

Anderson begins his new book, “Makers,” with the story of his grandfather Fred Hauser, who invented a sprinkler system. He licensed his invention to a company that turned ideas into things that could be built and sold. Although Hauser loved translating ideas into things, he needed a company with resources to make enough of his sprinklers to turn a profit. Inventing and making were separate. With the advent of the personal computer and of sophisticated but user-friendly design tools, that separation has become increasingly irrelevant. As a child, Anderson loved making things with his grandfather, and he still loves creating new stuff and getting it into the marketplace. “Makers” describes how today technology has liberated the inventor from a dependence on the big manufacturer. “The beauty of the Web is that it democratized the tools both of invention andproduction,” Anderson writes. “We are all designers now. It’s time to get good at it.”

(Fragment from “Makers: The New Industrial Revolution by Chris Anderson”, by Michael S. Roth. Online since 24 November 2012. URL:https://www.washingtonpost.com/opinions/makers-thenew-industrial-revolution)

Choose the only alternative which shows what it is CORRECT to affirm about the third paragraph of the text:
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640Q950417 | Português, Interpretação de Textos, Segundo Semestre, CEDERJ, CECIERJ, 2018

Texto associado.

Texto 2


Campeonato de peão


Bota parafuso no bico do peão

Bota prego limado, bota tudo

pra rachar o pião competidor.

Roda, pião!

Racha, pião!

Se você não pode rachar este colégio

nem o mundo nem a vida,

racha pelo menos o pião!

(Mas eu não sei, nunca aprendi

rachar pião. Imobilizo-me.)

(Carlos Drummond de Andrade. Nova reunião: 23 livros de poesia. Vol. III. Rio de Janeiro, Bestbolso, 2009. p.267)

Por inferência, quem “ Bota parafuso no bico do pião/ Bota prego limado, bota tudo” (versos 1 e 2 ) é
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