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Questões de Concursos Segundo Semestre

Resolva questões de Segundo Semestre comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


721Q976163 | Português, Segundo Semestre, CEFETRJ, SELECON, 2025

Texto associado.
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Perdendo a cabeça olhando memes? O dicionário tem uma palavra para isso.

Por Yasmin Rufo

BBC Notícias, 2 de dezembro de 2024
Adaptado


Você passa horas rolando o Instagram e o TikTok sem pensar? Se sim, você pode estar sofrendo de podridão cerebral, que a Oxford University Press elegeu como a frase ou palavra do ano. É um termo que expressa preocupações sobre o impacto do consumo excessivo de conteúdo online de baixa qualidade, especialmente nas redes sociais. A frequência de uso aumentou 230% entre 2023 e 2024.

O psicólogo e professor da Universidade de Oxford Andrew Przybylski diz que a popularidade da palavra é um "sintoma do tempo em que vivemos". Brain rot superou outras cinco frases ou palavras na lista da editora do dicionário, incluindo demure, Romantasy e dynamic pricing. A podridão cerebral é definida como a suposta deterioração do estado mental ou intelectual de uma pessoa, especialmente vista como resultado do consumo excessivo de material considerado trivial ou pouco desafiador. O primeiro uso registrado de podridão cerebral data de muito antes da criação da internet: foi escrito em 1854 por Henry David Thoreau em seu livro Walden.

Ele critica a tendência da sociedade de desvalorizar ideias complexas e como isso é parte de um declínio geral no esforço mental e intelectual. Isso o leva a perguntar: "Enquanto a Inglaterra se esforça para curar a podridão da batata, ninguém se esforçará para curar a podridão cerebral, que prevalece de forma muito mais ampla e fatal?"

A palavra inicialmente ganhou força nas mídias sociais entre as comunidades da Geração Z e da Geração Alfa, mas agora está sendo usada no mainstream como uma forma de descrever conteúdo de baixa qualidade e baixo valor encontrado nas mídias sociais.

O professor Przybylski diz que "não há evidências de que a podridão cerebral realmente exista". "Em vez disso, ela descreve nossa insatisfação com o mundo online e é uma palavra que podemos usar para agrupar nossas ansiedades em relação às mídias sociais." Casper Grathwohl, presidente da Oxford Languages, diz que, ao olhar para a Palavra do Ano de Oxford nas últimas duas décadas, "é possível ver a crescente preocupação da sociedade com a forma como nossas vidas virtuais estão evoluindo, a forma como a cultura da internet está permeando muito de quem somos e do que falamos".

NOTA: "Demure" significa comportar-se de forma reservada e discreta, geralmente em relação ao estilo de roupa ou comportamento. "Romantasy" é um gênero literário que mistura romance e fantasia. "Dynamic pricing" é o ajuste de preços de produtos ou serviços de acordo com a demanda do mercado.
No trecho "A palavra inicialmente ganhou força nas mídias sociais entre as comunidades da Geração Z e da Geração Alfa" (parágrafo 4, linha 1), a palavra em destaque funciona como um:
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722Q976168 | Matemática, Segundo Semestre, CEFETRJ, SELECON, 2025

Uma prova com conteúdos de matemática e de português foi aplicada a 610 candidatos de um concurso. Dentre os candidatos, 377 estudaram conteúdos de matemática, 233 estudaram conteúdos de português e 144 estudaram ambos os conteúdos. O número de candidatos que não estudaram nenhum dos conteúdos é:
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723Q950322 | Português, Segundo Semestre, UNESP, VUNESP, 2018

Texto associado.

Leia o conto “A moça rica”, de Rubem Braga (1913-1990), para responder à questão.


A madrugada era escura nas moitas de mangue, e eu avançava no batelão1 velho; remava cansado, com um resto de sono. De longe veio um rincho2 de cavalo; depois, numa choça de pescador, junto do morro, tremulou a luz de uma lamparina.

Aquele rincho de cavalo me fez lembrar a moça que eu encontrara galopando na praia. Ela era corada, forte. Viera do Rio, sabíamos que era muito rica, filha de um irmão de um homem de nossa terra. A princípio a olhei com espanto, quase desgosto: ela usava calças compridas, fazia caçadas, dava tiros, saía de barco com os pescadores. Mas na segunda noite, quando nos juntamos todos na casa de Joaquim Pescador, ela cantou; tinha bebido cachaça, como todos nós, e cantou primeiro uma coisa em inglês, depois o Luar do sertão e uma canção antiga que dizia assim: “Esse alguém que logo encanta deve ser alguma santa”. Era uma canção triste.

Cantando, ela parou de me assustar; cantando, ela deixou que eu a adorasse com essa adoração súbita, mas tímida, esse fervor confuso da adolescência – adoração sem esperança, ela devia ter dois anos mais do que eu. E amaria o rapaz de suéter e sapato de basquete, que costuma ir ao Rio, ou (murmurava-se) o homem casado, que já tinha ido até à Europa e tinha um automóvel e uma coleção de espingardas magníficas. Não a mim, com minha pobre flaubert 3 , não a mim, de calça e camisa, descalço, não a mim, que não sabia lidar nem com um motor de popa, apenas tocar um batelão com meu remo.

Duas semanas depois que ela chegou é que a encontrei na praia solitária; eu vinha a pé, ela veio galopando a cavalo; vi-a de longe, meu coração bateu adivinhando quem poderia estar galopando sozinha a cavalo, ao longo da praia, na manhã fria. Pensei que ela fosse passar me dando apenas um adeus, esse “bom-dia” que no interior a gente dá a quem encontra; mas parou, o animal resfolegando e ela respirando forte, com os seios agitados dentro da blusa fina, branca. São as duas imagens que se gravaram na minha memória, desse encontro: a pele escura e suada do cavalo e a seda branca da blusa; aquela dupla respiração animal no ar fino da manhã.

E saltou, me chamando pelo nome, conversou comigo. Séria, como se eu fosse um rapaz mais velho do que ela, um homem como os de sua roda, com calças de “palm-beach”, relógio de pulso. Perguntou coisas sobre peixes; fiquei com vergonha de não saber quase nada, não sabia os nomes dos peixes que ela dizia, deviam ser peixes de outros lugares mais importantes, com certeza mais bonitos. Perguntou se a gente comia aqueles cocos dos coqueirinhos junto da praia – e falou de minha irmã, que conhecera, quis saber se era verdade que eu nadara desde a ponta do Boi até perto da lagoa.

De repente me fulminou: “Por que você não gosta de mim? Você me trata sempre de um modo esquisito...” Respondi, estúpido, com a voz rouca: “Eu não”.

Ela então riu, disse que eu confessara que não gostava mesmo dela, e eu disse: “Não é isso.” Montou o cavalo, perguntou se eu não queria ir na garupa. Inventei que precisava passar na casa dos Lisboa. Não insistiu, me deu um adeus muito alegre; no dia seguinte foi-se embora.

Agora eu estava ali remando no batelão, para ir no Severone apanhar uns camarões vivos para isca; e o relincho distante de um cavalo me fez lembrar a moça bonita e rica. Eu disse comigo – rema, bobalhão! – e fui remando com força, sem ligar para os respingos de água fria, cada vez com mais força, como se isto adiantasse alguma coisa.

(Os melhores contos, 1997.)


1 batelão: embarcação movida a remo.

2 rincho: relincho.

3 flaubert: um tipo de espingarda.

O espanto inicial demonstrado pelo narrador em relação à moça deve-se ao fato de ela
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725Q678460 | Matemática, Problemas, Segundo Semestre, IFAL, INEP, 2019

Durante um campeonato, uma equipe de futebol perdeu duas partidas por uma diferença de 1 gol, perdeu três partidas por uma diferença de 2 gols, teve cinco empates, venceu quatro partidas por uma diferença de 1 gol, três partidas por uma diferença de 2 gols e uma partida por uma diferença de 3 gols. Qual o saldo de gols desta equipe no campeonato?
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726Q950356 | Geografia, Clima, Segundo Semestre, UNESP, VUNESP, 2018

A distribuição da radiação solar pela superfície terrestre é o principal desencadeador de fenômenos atmosféricos. Nas regiões de maior latitude, a incidência de raios solares é
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727Q950390 | Português, Segundo Semestre, INSPER, VUNESP, 2018

Texto associado.

Leia os textos I e II para responder a questão.


Texto I


A educação virtual é uma arma importante para detectar informações falsas no noticiário, segundo especialistas. Essa “alfabetização” deve contar com esforços de vários setores da sociedade, para evitar que as chamadasfake news tumultuem o debate público, como ocorreu na corrida eleitoral americana e na votação pela saída do Reino Unido da União Europeia.

A dificuldade de identificar notícias falsas afeta até países com melhores índices de escolaridade. Uma pesquisa da Universidade de Stanford apontou, em julho deste ano, que estudantes americanos tiveram problema para checar a credibilidade das informações divulgadas na internet. Dentre 7804 alunos dos ensinos fundamental, médio e superior, 40% não conseguiram detectarfake news.


(http://infograficos.estadao.com.br. Adaptado)


Texto II


“Se uma história é demasiadamente emocionante ou dramática, provavelmente não é real. A verdade é geralmente entediante”, disse a jornalista ucraniana Olga Yurkova durante a palestra inaugural do TED 2018, a série de conferências realizada neste mês em Vancouver, no Canadá.

Em sua apresentação, a ativista engajada no combate a notícias falsas – cofundadora dositeStopFake – disse que as chamadasfake newssão “uma ameaça à democracia e à sociedade”. Prossegue: “As pessoas já não sabem o que é real e o que é falso. Muitas deixaram de acreditar e isso é ainda mais perigoso.”

Yurkova lançou o StopFake em 2014 para abordar o problema na Ucrânia. Desde então, o grupo evoluiu até se transformar em uma sofisticada organização de comprovação de fatos em 11 idiomas.

Com esse trabalho, a organização revelou, até agora, mais de mil histórias mentirosas na Ucrânia e ensinou a mais de 10 mil pessoas de todo o mundo a reconhecer quando uma notícia é falsa.


(http://www.bbc.com. Adaptado)

A informação comum aos dois textos diz respeito à
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728Q949121 | Matemática, Porcentagem, Segundo Semestre, PUC PR, PUC PR

Considere um grupo formado por 3 homens e 4 mulheres. Quantas filas poderemos formar com esse grupo, de forma que a primeira e a última pessoa da fila seja mulher?
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729Q950663 | História, Período Colonial produção de riqueza e escravismo, Segundo Semestre, UECE, UECE CEV, 2018

Durante a década de 1930, três organizações: a LEC (Liga Eleitoral Católica), a LCT (Legião Cearense do Trabalho) e os COC (Círculos Operários Católicos) tiveram grande atuação na atividade política no estado do Ceará, utilizando, para tanto, o veículo de comunicação O Nordeste, jornal que circulou entre 1922 e 1967, contribuindo para a manutenção das estruturas de poder. Sobre essas associações, é correto afirmar que
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730Q949130 | Inglês, Segundo Semestre, PUC PR, PUC PR

What does this text aim to?
Zika virus makes Rio Olympics a threat in Brazil and abroad, health expert says
Amir Attaran calls for postponement or moving of Games and says biggest risk is spreading the virus to countries without adequate healthcare infrastructure. As Brazil reels from a spiraling political crisis and its deepest recession in decades, a public health specialist in Canada has added to the country’s woes with a high-profile call for the 2016 summer Olympics – slated to kick off in Rio de Janeiro in early August – to be postponed or moved due to the Zika outbreak. Speaking to the Guardian on Thursday, Attaran described the idea of going ahead with the games as both “indescribably foolish” and “monstrously unethical”. The potential risks to visitors range from brain-damaged children to death in rare instances, he added. “Is this what the Olympics stand for?” Adapted from: http://www.theguardian.com/world/2016/may/12/rio-olympics-zika-amir-attaran-public-health-threat
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731Q950922 | História, Medievalidade Europeia, Segundo Semestre, IFRR, INEP, 2018

A escravidão marcou as relações de trabalho e produção do período colonial no Brasil e era um dos pilares do sistema de plantation, que também envolvia:
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733Q950418 | Português, Significação Contextual de Palavras, Segundo Semestre, CEDERJ, CECIERJ, 2018

Texto associado.

Texto 2


Campeonato de peão


Bota parafuso no bico do peão

Bota prego limado, bota tudo

pra rachar o pião competidor.

Roda, pião!

Racha, pião!

Se você não pode rachar este colégio

nem o mundo nem a vida,

racha pelo menos o pião!

(Mas eu não sei, nunca aprendi

rachar pião. Imobilizo-me.)

(Carlos Drummond de Andrade. Nova reunião: 23 livros de poesia. Vol. III. Rio de Janeiro, Bestbolso, 2009. p.267)

A repetição de sons consonantais em “Roda, pião!/ Racha, pião!” (versos 4 e 5 ) constitui um caso de
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734Q950674 | Física, Conteúdos Básicos, Segundo Semestre, UECE, UECE CEV, 2018

No que diz respeito às redes de transportes no território brasileiro, assinale a afirmação verdadeira.
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735Q950427 | Física, Dinâmica, Segundo Semestre, CEDERJ, CECIERJ, 2018

As enchentes provocam verdadeiros transtornos e desastres para a população. Devido ao contato direto com suas águas, várias doenças podem surgir, sendo três delas:
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736Q950684 | Biologia, Evolução biológica, Segundo Semestre, UECE, UECE CEV, 2018

No que diz respeito a vírus, é correto afirmar que
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737Q945585 | Biologia, Introdução aos estudos das Plantas, Segundo Semestre, UECE, UECE CEV, 2019

Em relação ao sistema reprodutor humano, escreva V ou F conforme seja verdadeiro ou falso o que se afirma a seguir:

( ) A próstata é a glândula responsável pela produção dos espermatozoides e da testosterona.

( ) A uretra masculina é comum ao sistema reprodutor e excretor, ou seja, por ela saem o sêmen e a urina.

( ) A vagina é formada por: lábios menores e maiores; clítoris e orifício da uretra.

( ) Nos ovários são produzidos os hormônios estrogênio e progesterona, e as células reprodutivas femininas.

Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:

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738Q678579 | Português, Interpretação de Textos, Segundo Semestre, Esamc, Esamc, 2019

Texto associado.
A técnica na sofisticada marcha da humanidade em direção ao precipício
Márcio Seligmann-Silva

[...] Aparentemente, a marcha incontornável da humanidade em direção ao precipício (em regimes capitalistas puros, nos de capitalismo de Estado e nos que tentaram, de modo infeliz, a ditadura dos partidos comunistas) não pode ser alterada sem um levante de uma população que, lamentavelmente, parece cada vez mais fascinada pelo mundo da técnica dos gadgets.

Como no mito dos lemingues que se suicidam no mar, nossa espécie supostamente racional faria algo semelhante por meios mais “sofisticados”. [...]

A chamada “força do mercado”, esse “quarto poder” que efetivamente manda e desmanda no mundo, está calcada nesse modelo de técnica predadora sem o qual as indústrias (e suas ações no mercado) não existiriam. O capitalismo se alimenta da Terra, mas desconsidera que esta mesma Terra é finita e está sendo exaurida.

O filósofo Hans Jonas dedicou os últimos anos de sua longa vida (1903- 1993) à construção de uma nova ética da responsabilidade à altura desses desafios contemporâneos. Ele afirmava que “não temos o direito de hipotecar a existência das gerações futuras por conta de nosso comodismo” e propôs uma virada.

Ao invés de construir um modelo calcado no presente, com o objetivo do viver bem e da felicidade conectados ao aqui e agora, estabeleceu o desafio de construir uma ética do futuro: da destruição da casa-Terra, ele deduz o imperativo de salvar essa morada para garantir a possibilidade de vida futura.

Em vez de apostar no modelo liberal do progresso infinito a qualquer custo ou de acreditar na promessa revolucionária que traria de um golpe o “paraíso sobre a Terra?” ele aposta em um “summum bonum” moderado, modesto, o único possível para a nossa sobrevivência. Fala de um “princípio de moderação”, reconhecendo que a conta deveria ser paga pelos que mais possuem.

Hoje, podemos dizer que esse futuro que ele desenhava, ou seja, esse tempo já sem muito tempo de sobrevida, tornou-se o nosso tempo. Sua “heurística do medo” — a saber, uma pedagogia da humanidade que se transformaria a partir do confronto com a visão medonha de seu fim muito próximo — soa ainda poderosa, mas um tanto inocente, mesmo reconhecendo que suas ideias influenciaram protocolos como o Acordo de Paris, de 2015.

Observando a sequência de crimes socioambientais, parece que essa heurística não está rendendo frutos. Não aprendemos com as catástrofes, e isso nos levará, caso não alteremos nosso curso, à catástrofe final. Ou seja, a emoção do medo do Armagedom está sendo vencida pela razão instrumental e sua promessa (distópica) de transformar a natureza em mercadoria.

[...] Um lamentável e terrível exemplo da situação em que nos encontramos em termos dessa submissão a um determinado modelo liberal associado a uma técnica espoliadora e destrutiva é justamente o que acaba de ocorrer com o rompimento da barragem da empresa Vale em Brumadinho (MG).

Apenas a arrogância fáustica, a hybris que cega, o sentimento de onipotência podem justificar que essa barragem (como tantas outras) tenha sido construída logo acima de uma área urbana e das instalações dos funcionários da empresa. Novamente a situação de risco associada a esse tipo de tecnologia ficou exposta. Os alarmes que não soaram reproduzem o silêncio da humanidade diante das repetidas manifestações da violência da técnica.
O cerne do capitalismo é o lucro e isso explica, nesse caso e em outros, tudo de modo simples e direto. O crime de Brumadinho deve ultrapassar 300 vítimas fatais diretas, fora a destruição de toda uma região habitada também por pescadores, ribeirinhos e indígenas pataxó que dependiam diretamente do rio Paraopeba para a sua sobrevivência. Se pensarmos nos inúmeros atingidos, apenas no Brasil, por barragens (de mineradoras e de hidroelétricas), fica claro que não se trata apenas de uma questão de “barragem a montante”.

(Adaptado de “A técnica na sofisticada marcha da humanidade em direção ao precipício”, publicado na FOLHA DE S.PAULO, em 17/02/19, pelo Prof. Dr Márcio Seligmann-Silva, titular de teoria literária do Instituto de Estudos da Linguagem da Unicamp.)
“Os alarmes que não soaram reproduzem o silêncio da humanidade diante das repetidas manifestações da violência da técnica.”
O trecho acima, em meio a um poético jogo de palavras dos universos do som e do silêncio, faz uma dura crítica, segundo a qual a humanidade:
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739Q950964 | Raciocínio Lógico, Segundo Semestre, IF Sul MG, IF SUL MG, 2018

Celinho é o técnico do time de basquete de sua cidade. No seu time, os cinco titulares possuem altura média de 1,88 m. No campeonato que o time de Celinho vai disputar, os jogadores dos outros times têm, em média, 1,91 m. Para aumentar a altura média do seu time, Celinho tirou o jogador mais baixo do time, de altura de 1,79 m. Se quiser igualar à média de altura dos outros times, o jogador que entrará no time deverá ter altura igual a:
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740Q951481 | História, Segundo Semestre, CEDERJ, CECIERJ, 2019

Embora mudanças políticas produzidas pelas eleições de 2018, no Brasil, houvessem trazido uma novidade ao processo eleitoral brasileiro, a implementação da nova ação já havia ocorrido em eleições como a norte-americana, que elegeu Donald Trump como presidente. A associação entre a referida novidade e as velhas práticas eleitorais comprova-se por
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