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Questões de Concursos Segundo Semestre

Resolva questões de Segundo Semestre comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


821Q678598 | Conhecimentos Gerais, Movimentos Sociais, Segundo Semestre, Esamc, Esamc, 2019

Leia o excerto a seguir para a próxima questão:
O caso dos índios juruna da Volta Grande do Xingu é paradigmático: essa população que vivia (apesar das agressões do agronegócio e da proximidade com a Transamazônica) em harmonia com o seu meio e de modo feliz viu o seu rio – fonte de vida, água, alimentos, transporte, rituais, lazer, etc. – baixar a um nível que a transformou, da noite para o dia, em uma população empobrecida e depende de ajuda. Detalhe: a queda do nível do rio foi decorrência da instalação e do funcionamento, desde 2015, a poucos quilômetros de sua aldeia, da hidrelétrica de Belo Monte, a terceira maior do mundo.
(A técnica na sofisticada marcha da humanidade em direção ao precipício – 17/02/2019 – Ilustríssima – Folha de São Paulo. Retirado: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/ 2019/02/a-tecnica-na-sofisticada-marcha-da-humanidade-em-direcao-ao-precipicio.shtml. acessado 10/03/2019.)
Diferentes escalas de degradação ambiental mostram como os avanços técnicos baseados apenas nas leis de mercado capitalistas provocam diferentes impactos socioambientais. Considerando essa temática, assinale a alternativa que melhor se enquadra ao fragmento do texto apresentado.
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822Q946397 | Português, Interpretação de Textos, Segundo Semestre, IF Sudeste MG, IF SUDEST MG, 2018

Leia o texto que se segue:
Dialogando com o público leitor
– Boa tarde, o senhor me desculpe eu estar interrompendo sua leitura, mas é só um minutinho. – Ah, pois não. – É o seguinte, não é o senhor que é o escritor? O menino ali me disse que o senhor é o escritor. – Bem, não sei se sou o escritor. Mas sou um escritor, sou, sim. – Madalena, venha cá, é ele! Madalena! Chame Rosalvo e os meninos, é ele? – O que foi que houve? – Madalena é minha esposa, ela estava com vergonha de perguntar se era o senhor mesmo o escritor. Ela me disse que já tinha ouvido muito falar no senhor. E Rosalvo é meu cunhado, que conhece sua obra, é gente boa. – Sim, eu... – Não vou interromper nada, pode ficar descansado, o senhor pode continuar com sua leitura. – Eu... – Madalena, é ele mesmo! Você tinha razão, é ele. É boa gente, você sabe? Estamos aqui numa prosa ótima, ele é a simplicidade em pessoa. Olha aí, Rosalvo, é ele. Pode sentar, rapaz, ele não morde, háhá! – Muito prazer, dá licença. – Eu... – Meu nome é Rosalvo Luiz da Anunciação Pereira, mas eu costumo assinar apenas Anunciação Pereira. – Ah, sim, interessante. – Admiro muito sua obra, O Sargento de Milícias. – Mas não fui eu quem escreveu esse, foi outro. Bem que podia ter sido eu, mas não fui eu. – Ah, então o senhor não é autor do “Sargento”? – Sou, mas de outro sargento, o Sargento Getúlio.
RIBEIRO, João Ubaldo. Contos e crônicas para ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2010, p. 59-63.
Assinale a alternativa CORRETA em relação ao texto lido.
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823Q976161 | Matemática, Segundo Semestre, CEFETRJ, SELECON, 2025

A expressão √2 + √8 - √32 + √128 é igual a:
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824Q678438 | Português, Interpretação de Textos, Segundo Semestre, FAG, FAG, 2019

Texto associado.
Texto 1


Duas pulgas estavam reclamando da vida quando uma disse para a outra: “sabe qual é o nosso problema? Nós não sabemos voar. Só sabemos saltar. Aí, quando o cachorro percebe nossa presença, nossa chance de sobrevivência é zero. É por isso que existem mais moscas do que pulgas nesse mundo – moscas voam.”
E aí as duas pulgas fizeram um curso de mosca e aprenderam a voar. Mas não ficaram satisfeitas. E uma disse para a outra: “sabe qual é o nosso grande problema? Nós ficamos grudadas no corpo do cachorro. Daí nosso tempo de reação é mais lento que a coçada dele. Temos que fazer como as abelhas, que sugam o néctar e levantam voo rapidamente”. E as duas pulgas fizeram um curso de abelha. Mas não ficaram satisfeitas. E uma disse para a outra: “sabe qual é o nosso grande problema? Nosso estômago é muito pequeno. Escapar do cachorro a gente até escapa, mas não estamos nos alimentando adequadamente. Temos que ser como os pernilongos, que têm aquele barrigão enorme”. E aí as duas pulgas fizeram um curso de pernilongo. Mas não ficaram satisfeitas porque, com aquele barrigão, eram facilmente percebidas pelo cachorro e eram espantadas antes mesmo de conseguirem pousar.
Então, totalmente frustradas porque nada na vida delas dava certo, as duas pulgas encontraram uma saltitante pulguinha. Como viram que a pulguinha estava forte e saudável, as duas pulgas perguntaram: “escuta, o que é que você mudou que nós ainda não mudamos?”. E a pulguinha respondeu: “nada, ué”. “Como assim nada?”, perguntaram as pulgonas. “Como é que você escapa da coçada do cachorro?”. E a pulguinha respondeu: “Ah, é simples. Eu sento na nuca do cachorro. É o único lugar que a pata dele não alcança”.
GEHRINGER, Max. O melhor de Max Gehringer na CBN: 120 conselhos sobre carreira, currículo, comportamento e liderança. Vol. 1. São Paulo: Globo, 2006, p. 109 (fragmento), com adaptações
Considerando a estrutura, a forma e o conteúdo, assinale a alternativa que corresponde a uma característica do texto 1 apresentado.
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825Q948262 | Português, Interpretação de Textos, Segundo Semestre, FAG, FAG

Texto associado.
Texto 4


Diabetes prejudica mais a saúde cardíaca das mulheres do que dos homens

Revisão de pesquisas concluiu que risco de doença coronária entre pessoas diabéticas é 44% maior entre o sexo feminino


O diabetes pode impactar de forma mais negativa a saúde das mulheres do que a dos homens. É o que indicam os resultados de uma pesquisa conduzida por especialistas europeus e australianos. Segundo o estudo, o risco de que uma pessoa diabética sofra uma doença coronária é 44% maior se ela for do sexo feminino.
A doença coronária ocorre quando o transporte do sangue ao músculo cardíaco é bloqueado parcial ou completamente devido ao acúmulo de gordura nas paredes das artérias. Alguns fatores de risco para a doença incluem idade avançada, histórico familiar do mal, tabagismo, má alimentação, sedentarismo e obesidade. Tais fatores de risco são muito semelhantes aos do diabetes tipo 2. O diabetes aumenta o risco de doença cardíaca, especialmente entre o sexo feminino. A chance de mulheres com diabetes desenvolverem doença coronária é 44% mais elevado do que o de homens diabéticos, e três vezes maior em comparação com mulheres livres do diabetes.
O novo estudo, conduzido por especialistas da Austrália, Grã-Bretanha e Holanda, ainda concluiu que mulheres diabéticas têm o triplo de chance de sofrer uma doença coronária do que mulheres sem diabetes. Já entre os homens, esse risco é dobrado.
Os resultados publicados no periódico Diabetologia se basearam em uma revisão de 64 estudos realizados nas últimas cinco décadas com 850 000 pessoas.
Evidências — Em uma pesquisa anterior, essa mesma equipe de pesquisadores mostrou que mulheres com diabetes têm 25% mais chances de sofrer um derrame cerebral do que homens diabéticos. “Juntando os resultados dos nossos estudos, temos evidências suficientes de que o diabetes representa um maior risco à saúde cardiovascular das mulheres do que dos homens”, escreveram os autores no artigo.
De acordo com a equipe, não está claro o motivo pelo qual o diabetes é mais perigoso ao coração das mulheres do que dos homens, mas existem algumas hipóteses. Uma delas é a de que o metabolismo feminino precisa se deteriorar muito mais do que o masculino para desencadear o diabetes. Assim, quando diagnosticadas com a doença, as mulheres apresentam mais fatores de risco à saúde, como excesso de peso.
“Se os nossos resultados forem confirmados, saberemos que implementar intervenções específicas para cada sexo no tratamento do diabetes poderá ter um grande impacto no risco de uma pessoa ter doença coronária”, dizem os autores. Entre as formas evitar o diabetes tipo 2 estão: Perda da barriga.
Um dos principais fatores de risco para o diabetes tipo 2 é o acúmulo da gordura visceral, ou seja, a gordura acumulada na região abdominal que também se concentra no fígado e entre os intestinos. “Essa gordura obriga o pâncreas a produzir cada vez mais insulina para que a glicose consiga entrar nas células. Esse excesso estimula uma série de mudanças no metabolismo, como aumento da pressão arterial e das taxas de colesterol no sangue”, explica Carlos Alberto Machado, diretor da Sociedade Brasileira de Cardiologia. Portanto, o ganho de peso pode significar o aumento da gordura visceral e, consequentemente, do risco de diabetes tipo 2.
Muitos estudos já relacionaram o exercício físico ao menor risco de diabetes tipo 2, assim como outras pesquisas mostraram que o sedentarismo pode levar ao desenvolvimento da doença. Em 2002, um estudo clássico sobre diabetes, o Diabetes Prevention Program (DPP), mostrou que uma mudança no estilo de vida é melhor para evitar a doença do que medicamentos como a metformina, que reduz a resistência à insulina. Essa mudança no estilo de vida significa 150 minutos de atividade física por semana, uma melhora na alimentação e a perda de 7% do peso corporal em seis meses. “Embora a pesquisa tenha sido feita há dez anos, seus resultados foram comprovados pelos estudos que vieram depois”, diz Carlos Alberto Machado, diretor da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC).

http://veja.abril.com.br/noticia/saude/diabetes-prejudica-mais-a-saude-cardiaca-das-mulheres-do-que-dos-homens
Em muitas passagens do texto 3, alguns termos são explicitados na progressão textual. Entre os termos sublinhados abaixo, aquele que NÃO recebe explicitação alguma é:
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826Q950406 | Português, Segundo Semestre, INSPER, VUNESP, 2018

Leia o poema de João Cabral de Melo Neto.

A Educação pela Pedra


Uma educação pela pedra: por lições;

para aprender da pedra, frequentá-la;

captar sua voz inenfática, impessoal

(pela dicção ela começa as aulas).

A lição de moral, sua resistência fria

ao que flui e a fluir, a ser maleada;

a de poética, sua carnadura concreta;

a de economia, seu adensar-se compacta:

lições de pedra (de fora para dentro,

cartilha muda), para quem soletrá-la.


Outra educação pela pedra: no Sertão

(de dentro para fora, e pré-didática).

No Sertão a pedra não sabe lecionar,

e se lecionasse, não ensinaria nada;

lá não se aprende a pedra: lá a pedra,

uma pedra de nascença, entranha a alma.


(João Cabral de Melo Neto, Poesias Completas)


Massaud Moisés, em A literatura brasileira através dos textos (2004), afirma que há na poesia de João Cabral de Melo Neto uma ideia geral de despoetização do poema. Essa afirmação se justifica com o poema lido na medida em que nele se identifica

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827Q950671 | Geografia, Segundo Semestre, UECE, UECE CEV, 2018

Escreva V ou F, conforme seja verdadeiro ou falso o que se diz a seguir sobre a geografia humana dos Estados Unidos.

( ) Apesar de o país ser uma potência mundial, sua supremacia, que segue absoluta no campo militar, revela certa debilidade em âmbito político e econômico.

( ) A composição étnica da população dos Estados Unidos experimenta grandes mudanças, como pode ser observado na Califórnia, que atualmente tem mais habitantes de origem hispânica do que brancos não latinos.

( ) Após os atentados de 11 de setembro de 2001, os valores de liberdade da sociedade estadunidense se fortaleceram, fazendo com que as agências de segurança reduzissem suas ações de espionagem e de violação da privacidade do cidadão.

( ) Após a crise financeira de 2008, mudou-se consideravelmente a política econômica dos Estados Unidos, com fortes restrições aos que causaram as instabilidades no mercado de hipotecas.

Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:

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828Q950962 | Inglês, Segundo Semestre, IF Sul MG, IF SUL MG, 2018

Texto associado.

TEXTO 1:


YOUTUBE TO BAN VIDEOS PROMOTING GUN SALES

By NIRAJ CHOKSHI MARCH 22, 2018


YouTube said this week that it would tighten restrictions on some firearm videos, its latest policy announcement since coming under scrutiny after last month’s mass shooting at a high school in Parkland, Fla.

The video-streaming service, which is owned by Google, said it would ban videos that promote either the construction or sale of firearms and their accessories. The new policy, developed with expert advice over the last four months, will go into effect next month, it said.

“While we’ve long prohibited the sale of firearms, we recently notified creators of updates we will be making around content promoting the sale or manufacture of firearms and their accessories, specifically, items like ammunition, gatling triggers, and drop-in auto sears,” YouTube said in a statement.

YouTube, which described the move as part of “regular changes” to policy, notified users in a Monday forum post. The company had previously banned videos showing how to make firearms discharge faster, a technique used by the gunman who killed 58 people in Las Vegas last fall.

The announcement comes days before planned student-led protests against gun violence on Saturday. It was met with frustration from gun rights advocates.

“Much like Facebook, YouTube now acts as a virtual public square,” the National Shooting Sports Foundation, a private group representing gun makers, said in a statement. “The exercise of what amounts to censorship, then, can legitimately be viewed as the stifling of commercial free speech, which has constitutional protection. Such actions also impinge on the Second Amendment.”

The policy shift comes as YouTube and other technology platforms face increased scrutiny after the Parkland shooting, in which 17 people were killed at Marjory Stoneman Douglas High School.

Days after that massacre, a video promoting a baseless conspiracy about a shooting survivor became the top-trending video on YouTube, prompting a crackdown on such videos. YouTube’s chief executive also said that the platform planned to fight misinformation by working in partnership with Wikipedia, the nonprofit userrun online encyclopedia. But Wikipedia said it knew nothing about that plan.

Other businesses have also made changes amid growing pressure following the Parkland attack.

Dick’s Sporting Goods, Walmart and Kroger all raised the age limit for firearm purchases to 21. The retail chains REI and Mountain Equipment Co-op suspended orders of some popular products because the company that owns those brands, Vista Outdoor, also manufactures assault-style rifles.

In 2016, Facebook announced a ban on private gun sales on its flagship website as well as on Instagram, the photo-sharing social network it owns. Anti-gun activists have complained that sellers still found ways around Facebook’s ban.

Available at:<https://www.nytimes.com/2018/03/22/business/youtube-gun-ban.h...m_unit&version=latest&contentPlacement=5&pgtype=sectionfront>.

O serviço de streaming de vídeo You Tube, anunciou a decisão de
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829Q678604 | Inglês, Segundo Semestre, Esamc, Esamc, 2019

Texto associado.
Considere o texto a seguir para a questão.

Why Orwell’s 1984 could be about now
By Jean Seaton - 7 May 2018

The book, with its disorientating first sentence, “It was a bright cold day in April, and the clocks were striking thirteen”, defines the peculiar characteristics of modern tyranny. In 1984 television screens watch you, and everyone spies on everyone else. Today it is social media that collects every gesture, purchase, comment we make online, and feeds an omniscient presence in our lives that can predict our every preference. Modelled on consumer choices, where the user is the commodity that is being marketed, the harvesting of those preferences for political campaigns is now distorting democracy.

But the greatest horror in Orwell’s dystopia is the systematic stripping of meaning out of language. The regime aims to eradicate words and the ideas and feelings they embody. Its real enemy is reality. Tyrannies attempt to make understanding the real world impossible: seeking to replace it with phantoms and lies.

(Adaptado de: http://www.bbc.com/culture/story/ 20180507-why-orwells-1984-could-be-about-now - Acessado em: 11/03/2019.
De acordo com o texto, os mecanismos por trás das mídias sociais
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830Q948991 | Português, Interpretação de Textos, Segundo Semestre, Univille, ACAFE

Texto associado.

Texto 1: Afinal, o que é o fascismo?


Além de movimento, o fascismo tornou-se poder na Itália e na Alemanha no período entre guerras, sendo assim uma forma específica de regime político do Estado capitalista. Não qualquer regime, não qualquer ditadura, mas uma ditadura contrarrevolucionária com características bastante específicas, diferente, por exemplo, tanto de ditaduras oligárquicas, quanto da de Porfírio Diaz no México anterior à Revolução, quanto das ditaduras militares encontradas na América do Sul nos anos 1960-1980. Deste modo, chamar qualquer regime político ditatorial de “fascista” pode ser legítimo no plano da retórica política de seus opositores, mas do ponto de vista analítico denota desconhecimento.

Surgido das contradições oriundas da eclosão da Primeira Grande Guerra e do desafio da Revolução Russa de 1917, o fascismo constitui-se como um movimento contrarrevolucionário, formado por uma base social na pequena burguesia, especialmente pela massa de ex-combatentes, que em países da Europa central foram recrutados pelas classes proprietárias que os financiaram para formarem grupos de bate-paus contra o movimento operário e a esquerda em geral. Enquanto movimento, o fascismo representou historicamente um oponente violento das organizações da esquerda, da classe operária e dos subalternos sociais, bancado pelas classes dominantes para eliminar, inclusive fisicamente, qualquer coisa que pudesse ser associada à ameaça de “contagio vermelho”. E por isso o sucesso dos movimentos fascistas associava-se também à capacidade desses movimentos convencerem amplos setores sociais de que o conjunto das esquerdas poderia ser enquadrado como “comunista” e, por conseguinte, “antipatriótico”. Assim, dos revolucionários anarquistas até os social-democratas mais reformistas, passando naturalmente pelos próprios comunistas, as esquerdas em geral foram alvo desses movimentos contrarrevolucionários.

Em suma, não é de hoje esse uso generalizado do termo “fascista” para se referir aos opositores políticos da esquerda, e nesse caso deveria ser um truísmo afirmar que, se chamamos tudo de “fascista”, esse termo perde sua força explicativa. Se é para de fato levarmos o fascismo a sério, esse caminho generalizante não ajuda.

Desde as Jornadas de Junho de 2013, no âmbito da esquerda [brasileira] mais uma vez o uso do termo fascista é abusivamente adotado para se referir, por exemplo, aos governos estaduais, à instituição Polícia Militar e mesmo ao governo federal. E como não lembrar do infeliz comentário da filósofa Marilena Chauí, diante de uma plateia da Academia daPolícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, em fins de agosto de 2013, quando caracterizou os “black blocs” como “inspirados no fascismo”?

MELO, Demian. Sobre o fascismo e o fascismo no Brasil de hoje. Disponível em: http://blogjunho.com.br/sobre-ofascismo-e-o-fascismo-no-brasil-de-hoje/. Acesso em: 10 de mai. de 2017. Fragmento adaptado.

Assinale a definição de “fascismo” que está coerente com a definição dada pelo texto 1.
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831Q976149 | Português, Segundo Semestre, CEFETRJ, SELECON, 2025

Texto associado.
O vício juvenil na internet


Mariliz Pereira Jorge


Não tenho filhos, mas talvez me rendesse como a maioria, se fosse mãe. Entregaria um celular em suas mãos para ceder aos apelos de “todo mundo tem”, para rastrear seu paradeiro ou simplesmente me livrar da tarefa de entreter uma criança ou lidar com o tédio adolescente. Como tudo na vida tem preço, a conta está para chegar, oficialmente.

Um grupo de cientistas propõe que o uso excessivo de internet e de redes sociais – e seu impacto nocivo – seja classificado como transtorno mental pela Organização Mundial de Saúde. A sanitarista Lauren Hale, mãe de dois adolescentes, é autora do estudo que ampara o pedido. O que ela e seus colegas da Universidade de Stone Brook (EUA) defendem nem deveria surpreender.

Por ora, o resultado da pesquisa mostra que um quarto do tempo que deveria ser dedicado à escola é usado em troca de mensagens, vídeos, áudios e redes sociais. A constatação foi de problemas de aprendizado e de interação social fora do ambiente virtual. São sinalizadores para outras questões que têm sido amplamente discutidas, mas não combatidas de forma efetiva.

É uma lista interminável de problemas, como bullying, radicalização e baixa autoestima, como mostrado na série “Adolescência”, mas vai além. O excesso de estímulos digitais tem incentivado um comportamento viciante em busca de recompensas imediatas, como curtidas e notificações. A comparação constante com padrões irreais alimenta sentimentos de inadequação, ansiedade e depressão, enquanto a privação de sono, causada pelo uso noturno de telas, compromete a saúde física e emocional.

A pressão por performance, o medo do cancelamento e o consumo superficial de informações complementam um cenário em que o equilíbrio digital se tornou uma urgência – tanto para jovens quanto para os adultos que deveriam orientá-los. Entregar um celular sem a devida orientação e fiscalização deveria ser comparável a permitir que dirijam ou consumam álcool antes da maturidade. Talvez seja o momento de discutir uma idade mínima legal para o acesso à internet.


JORGE, Mariliz Pereira. Folha de São Paulo: 06 de maio de 2025, p.4
Na passagem "Como tudo na vida tem seu preço, a conta está para chegar, oficialmente [...]" (1º parágrafo), o vocábulo em destaque assume valor de:
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832Q950686 | Biologia, Vírus e bactérias, Segundo Semestre, UECE, UECE CEV, 2018

São exemplos de relações ecológicas interespecíficas desarmônicas:
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833Q951456 | Português, Interpretação de Textos, Segundo Semestre, CEDERJ, CECIERJ, 2019

Texto associado.

TEXTO 2


MINHA INFÂNCIA (trecho)

(Freudiana)

Cora Coralina


A rua... a rua!...

(Atração lúdica, anseio vivo da criança,

mundo sugestivo de maravilhosas descobertas)

- proibida às meninas do meu tempo.

Rígidos preconceitos familiares,

normas abusivas de educação


- emparedavam.


Na quietude sepulcral da casa,

era proibida, incomodava, a fala alta,

a risada franca, o grito espontâneo,

a turbulência ativa das crianças.


Contenção. motivação.Comportamento estreito,

limitando, estreitando exuberâncias,

pisando sensibilidades.

A gesta* dentro de mim...

Um mundo heroico, sublimado,

superposto, insuspeitado,

misturado à realidade.

*Gesta: composição poética que narra feitos memoráveis ou heroicos.

CORALINA, Cora.[coordenação, apresentação crítica e biografia Darcy França Denófrio].(Coleção melhores poemas). São Paulo: Global, 2004. (p. 95 a 100).


Cora Coralina (1889-1985), doutora honoris causa pela Universidade de Goiás, membro da Academia Goiana de Letras, recebeu, como poeta e ficcionista, o troféu Jabuti e o prêmio Juca Pato como intelectual do ano em 1984. Cora cursara somente o primário, mas poetara desde os 14 anos.

TELLES, Norma. Escritoras, escritas, escrituras. In: PRIORE, Mary Del. (org.); PINSKY, Carla Bassanezi (coord. de textos). 10.ed. 6a. reimpr. São Paulo: Contexto, 2018. p.408-409.

A grafia de “ha”, “Bello Horizonte”, “team”, “ellas” e “rehabilitar” em “Ha dias noticiamos que em Bello Horizonte ia ser formado um ‘team’ feminino de futebol. Ellas, as doces filhas de Eva, queriam, segundo declaravam, rehabilitar o esporte...” provam que o texto é
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834Q678609 | Conhecimentos Gerais, Segundo Semestre, Esamc, Esamc, 2019

Leia atentamente os excertos:
Comparo o estado atual da América ao arruinado Império Romano – em que cada parte desmembrada formou um sistema político, conforme seus interesses e situação ou segundo a ambição particular de alguns chefes, famílias ou corporações [...] Por outro lado, não somos índios nem europeus, mas uma espécie intermediária entre os legítimos proprietários da terra e os usurpadores espanhóis, em suma, sendo americanos por nascimento e nossos direitos os da Europa, temos de disputá-los com os do país e nos mantermos nele contra a invasão dos invasores [...].
(BOLÍVAR, Simón. Cartas da Jamaica. Discurso de 1815. In____Escritos políticos – Coleção Repertórios. Campinas: Unicamp, 1992, p. 60-61.)
[O povo vietnamita] se ergueu como um só homem para resistir aos colonialistas franceses. [...] Há mais de dez anos, nossos irmãos do Sul combatem com heroísmo incomparável, aceitando incontáveis sacrifícios, para se libertarem do jugo atroz dos imperialistas americanos e seus lacaios. [...] Nossos compatriotas lutam obstinadamente para libertar o Sul, preservar o Norte, reunificar a pátria e contribuir para a salvaguarda da paz e da independência dos outros povos.
(MINH, Ho-Chi. A resistência do Vietnam. Discurso de 1965. RJ: Laemmert, 1968, p. 238-239.)
O discurso de Ho-Chi Minh foi proferido exatos 150 anos após o de Simón Bolívar, mas apresenta várias semelhanças com aquele. Assinale a alternativa na qual podem ser identificadas aproximações entre os dois discursos:
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835Q950354 | Geografia, Segundo Semestre, UNESP, VUNESP, 2018

Na década de 1960, Pedro Pinchas Geiger elaborou uma nova regionalização do espaço brasileiro, estabelecendo três grandes regiões – Centro-Sul, Nordeste e Amazônia – segundo critérios relacionados
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836Q950928 | Inglês, Segundo Semestre, IFRR, INEP, 2018

Texto associado.

TEXT 1


These days, when our slow recovery from recession seems like a full-employment program for pessimistic pundits, it’s great to have a new book from Chris Anderson, an indefatigable cheerleader for the unlimited potential of the digital economy. Anderson, the departing editor in chief of Wired magazine, has already written two important books exploring the impact of the Web on commerce. In “The Long Tail,” he argued that companies like Amazon that faced distribution challenges arising from having large quantities of the same kind of product would thrive by “selling less of more.” Corporations didn’t have to chase blockbusters if they had a mass of small sales. In “Free: The Future of a Radical Price,” he argued that giving stuff away to attract a multitude of users might be the best way eventually to make money from loyal customers. Anderson has also helped found a Web site, Geekdad, and an aerial roboticscompany. From his vantage point, in the future more and more people can get involved in making things they really enjoy and can connect with others who share their passions and their products. These connections, he claims, are creating a new Industrial Revolution.

In a 2010 Wired article entitled “In the Next Industrial Revolution, Atoms Are the New Bits,” Anderson described how the massive changes in our relations with information have altered how we relate to things. Now that the power of information-sharing has been unleashed through technology and social networks, makers are able to collaborate on design and production in ways that facilitate the connection of producers to markets. By sharing information “bits” in a creative commons, entrepreneurs are making new things (reshaping “atoms”) more cheaply and quickly. The new manufacturing is a powerful economic force not because any one business becomes gigantic, but because technology makes it possible for tens of thousands of businesses to find their customers, to form their communities.

Anderson begins his new book, “Makers,” with the story of his grandfather Fred Hauser, who invented a sprinkler system. He licensed his invention to a company that turned ideas into things that could be built and sold. Although Hauser loved translating ideas into things, he needed a company with resources to make enough of his sprinklers to turn a profit. Inventing and making were separate. With the advent of the personal computer and of sophisticated but user-friendly design tools, that separation has become increasingly irrelevant. As a child, Anderson loved making things with his grandfather, and he still loves creating new stuff and getting it into the marketplace. “Makers” describes how today technology has liberated the inventor from a dependence on the big manufacturer. “The beauty of the Web is that it democratized the tools both of invention andproduction,” Anderson writes. “We are all designers now. It’s time to get good at it.”

(Fragment from “Makers: The New Industrial Revolution by Chris Anderson”, by Michael S. Roth. Online since 24 November 2012. URL:https://www.washingtonpost.com/opinions/makers-thenew-industrial-revolution)

Choose the only INCORRECT alternative about the concept of “Makers”:
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837Q945570 | Geografia, Segundo Semestre, UECE, UECE CEV, 2019

Sobre o grande setor agropecuário e alimentar do Brasil, é correto afirmar que
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838Q950690 | Inglês, Segundo Semestre, UECE, UECE CEV, 2018

Texto associado.

T E X T


EL TIGRE, Venezuela — Thousands of workers are fleeing Venezuela’s state-owned oil company, abandoning once-coveted jobs made worthless by the worst inflation in the world. And now the hemorrhaging is threatening the nation’s chances of overcoming its long economic collapse.

Desperate oil workers and criminals are also stripping the oil company of vital equipment, vehicles, pumps and copper wiring, carrying off whatever they can to make money. The double drain — of people and hardware — is further crippling a company that has been teetering for years yet remains the country’s most important source of income.

The timing could not be worse for Venezuela’s increasingly authoritarian president, Nicolás Maduro, who was re-elected last month in a vote that has been widely condemned by leaders across the hemisphere. Prominent opposition politicians were either barred from competing in the election, imprisoned or in exile.

But while Mr. Maduro has firm control over the country, Venezuela is on its knees economically, buckled by hyperinflation and a history of mismanagement. Widespread hunger, political strife, devastating shortages of medicine and an exodus of well over a million people in recent years have turned this country, once the economic envy of many of its neighbors, into a crisis that is spilling over international borders.

If Mr. Maduro is going to find a way out of the mess, the key will be oil: virtually the only source of hard currency for a nation with the world’s largest estimated petroleum reserves. But each month Venezuela produces less of it. Offices at the state oil company are emptying out, crews in the field are at half strength, pickup trucks are stolen and vital materials vanish. All of this is adding to the severe problems at the company that were already acute because of corruption, poor maintenance, crippling debts, the loss of professionals and even a lack of spare parts.

Now workers at all levels are walking away in large numbers, sometimes literally taking piecesof the company with them, union leaders, oil executives and workers say.

A job with Petróleos de Venezuela, known as Pdvsa, used to be a ticket to the Venezuelan Dream. No more.

Inflation in Venezuela is projected to reach an astounding 13,000 percent this year, according to the International Monetary Fund. When The New York Times interviewed Mr. Navas in May, the monthly salary for a worker like him was barely enough to buy a whole chicken or two pounds of beef. But with prices going up so quickly, it buys even less now.

Junior Martínez, 28, who has worked in the oil industry for eight years, is assembling papers, including his diploma as a chemical engineer. His wife and her daughter left three months ago to earn money in Brazil. “I get 1,400,000 bolívars a week and it isn’t even enough to buy a carton of eggs or a tube of toothpaste,”Mr. Martínez said of his salary in bolívars, Venezuela’s currency.

Mr. Martínez’s father, Ovidio Martínez, 55, recalled growing up here when the oil boom began. He cried as he spoke of his son’s determination to leave the country. “You watch your children leave and you can’t stop them,” the elder Mr. Martínez said, fighting back tears. “In this country, they don’t have a future.”

In El Tigre, hundreds of people stood in line one recent morning outside a supermarket, many waiting since the evening before to buy whatever food they could.

From: www.nytimes.com/June 14, 2018. Adapted.

Leia atentamente a seguinte descrição: Organismos deste filo avascular compartilham algumas características com as plantas vasculares, tais como: camada de células estéreis na parede dos gametângios e dos esporângios; retenção do embrião dentro do gametófito feminino; esporófito diploide resultante da fecundação; e esporos com esporopolenina.

O enunciado acima descreve o filo denominado de

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839Q950461 | Português, Interpretação de Textos, Segundo Semestre, IFPE, CECIERJ, 2018

Texto associado.

Leia o TEXTO 1 para responder a questão.


A COPA DO MUNDO NA RÚSSIA PODE SER A ÚLTIMA TENTATIVA DE UNIÃO NACIONAL


(1) Mais do que a principal competição do maior esporte no planeta, a Copa do Mundo deve ser considerada um evento político. Futebol é política, e vice-versa. Como instituição, é parte estrutural da formação de diversos povos e sua cultura, contribuindo para a formatação de seus costumes, de suas marcas, hábitos, vocabulário. Quem ignora o papel do futebol, na formação histórica de algumas nações, pouco entende da antropologia social e cultural delas -  e nisso estamos inclusos. As seleções nacionais são representantes de seus países muito mais importantes e reconhecidas do que o melhor dos embaixadores. E a Copa, o único espaço pelo qual países frágeis na economia e geopolítica mundial podem derrotar países muito à frente nesses aspectos.

(2) Como Diego Maradona sempre gosta de lembrar, a seleção argentina, na Copa de 1986, entrou em campo contra a Inglaterra, pelas quartas de finais, para jogar pelos mortos na Guerra das Malvinas, e não simplesmente para ganhar um jogo. Isso não era restrito apenas aos jogadores: era o sentimento nacional de todos os argentinos. E, quando questionado sobre o gol de mão que abriu o placar na partida, El Pibe não teve dúvidas sobre a sensação: “Foi como bater a carteira de um inglês”.

(3) Na França, a vitória na Copa de 1998 ajudou a amenizar o conflito racial que pairava na nação - entre brancos, negros e árabes - e a derrota nas duas Copas seguintes o acirrou novamente. A Copa do Mundo também foi capaz de colocar no mesmo espaço de disputa o que um dos muros mais implacáveis da história separava: em 1974, Alemanha Ocidental e Alemanha Oriental se enfrentaram pela primeira fase, com vitória da ala soviética (que muitos afirmam ter sido entregue pela parte capitalista para evitar adversário mais forte na fase seguinte). Momento épico.

(4) Copa traz integração. A última vez que a Champs-Élysées tinha enchido tanto quanto na final da Copa de 98 foi na Queda da Bastilha. Na Copa de 2014, o esboço que vimos disso não aconteceu nos estádios, elitizados, mas sim nas fan-fests, que, como o próprio nome diz, foram espaços de festa, miscelânea, diversidade. Mas é muito maior do que isso: Copa traz a união comunitária. A gente não trabalha, a gente pinta a rua de casa, a gente compra camisa do Neymar ou do Ronaldinho ou do Ronaldo ou do Romário. Na hora do gol ou da vitória, a gente abraça até quem não conhece. Muitas vezes, uma televisãozinha é o suficiente para que toda a vizinhança se amontoe e torça pela sua representante internacional naquele momento. O País se volta, inteirinho, para um momento em que 11 homens são capazes de mudar, a qualquer instante, todo o seu sistema nervoso. E quem sequer reconhece isso tem que revisar seu próprio elitismo e sair da bolha.


PROIETE, Gabriel. A Copa do Mundo na Rússia pode ser a última tentativa de união nacional. Disponível em: < https://medium.com/@gabriel_proiete/a-copa-do-mundo-da-r%C3%BAssia-pode-ser-a- %C3%BAltima-tentativa-de-uni%C3%A3o-nacional-8aa3a939ed53 >. Acesso em: 07 maio 2018 (adaptado).

“The fragile blue marble” (paragraph 5) is a metaphor used by the author to refer to
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840Q950975 | Química, Representação das transformações químicas, Segundo Semestre, IF Sul MG, IF SUL MG, 2018

ABSORÇÃO DE NUTRIENTES EM MUDAS DE BERINJELA

CULTIVADAS EM SUBSTRATOS ALTERNATIVOS

Com o objetivo de avaliar os efeitos da absorção de nutrientes na cultura da berinjela (Solanum melongena L.), pesquisadores testaram substratos à base de pó de coco seco, sem lavar, substrato comercial e fibra de coco verde. Verificaram que as plantas cultivadas em pó de coco seco tiveram maior quantidade de nutrientes totais nas partes aéreas quando comparadas a substrato comercial e pó de coco verde lavado.

Alexandre Bosco de Oliveira e Fernando Felipe Ferreyra Hernandez - Adaptado Revista Ciência Agronômica, v. 39, n. 4, p. 583-589, out-dez, 2008.

Esses nutrientes quando na parte superior devem estar armazenados no:

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