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Questões de Concursos Serviço Social

Resolva questões de Serviço Social comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


561Q1089659 | Direito Penal, Modalidades das Penas Restritivas de Direito, Serviço Social, DEPEN, FUNRIO

As Penas Restritivas de Direitos são aplicadas para os crimes praticados sem violência, cuja sanção penal é de:
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562Q959908 | Serviço Social, Serviço Social, TRF 2a REGIÃO, FCC

Segundo Myriam Veras Baptista (2000), o planejamento pode ser considerado
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563Q972455 | Serviço Social, Serviço Social, TJDFT, CIEE

Parte considerável dos projetos sociais se insere no âmbito da vulnerabilidade social e no foco da política de Assistência Social. Surgem de uma necessidade ou de determinada situação-problema de caráter coletivo e se consolidam por meio de etapas que os diferenciam de programas e serviços. Sobre estas características, assinale a alternativa correta.
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564Q959920 | Direito Administrativo, Cargo, Serviço Social, TRF 2a REGIÃO, FCC

O regime jurídico dos servidores civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais, estabelece como requisitos básicos para investidura em cargo público:

I. a nacionalidade brasileira, considerando as excepcionalidades previstas no caso das universidades, instituições de pesquisa científica e tecnológica federal.

II. o gozo dos direitos políticos.

III. a idade mínima de dezesseis anos.

Está correto o que se afirma em
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565Q1026997 | Raciocínio Lógico, Raciocínio Matemático, Serviço Social, UESB, AVALIA, 2024

Sejam A e B dois conjuntos numéricos, em que os elementos de A são números naturais maiores que 3 e menores que 10, e os elementos de B são números inteiros maiores que –5 e menores que 4. Considere que o número x é obtido a partir do produto entre o menor elemento de A e o maior elemento de B; e o número y é obtido a partir do produto entre o menor elemento de B e o maior elemento de A. Com base nessas informações, o resultado obtido quando se divide y por x é igual a
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566Q1038797 | Serviço Social, Assistência Social no Serviço Social, Serviço Social, Prefeitura de São José dos Campos SP, FGV, 2025

De acordo com a NOB/SUAS, o cofinanciamento dos serviços socioassistenciais se dará por meio:
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567Q1026004 | Serviço Social, Serviço Social Na Educação, Serviço Social, SEDF, Quadrix, 2022

O direito à educação está presente em várias legislações, entre as quais se destacam a Lei Maria da Penha, o ECA e o Estatuto do Idoso. Quanto às diretrizes da política educacional direcionada a mulheres, idosos e crianças e adolescentes, julgue o item.

A mulher em situação de violência doméstica e familiar tem prioridade para matricular seus filhos na faixa etária de até 14 anos em instituição de Educação Básica próxima de seu domicílio, desde que apresente a determinação judicial.

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568Q1026011 | Serviço Social, Surgimento e Institucionalização do Serviço Social, Serviço Social, SEDF, Quadrix, 2022

Julgue o item, referente ao fundamento histórico e teórico-metodológico do serviço social.

O movimento de reconceituação do serviço social é um marco na sua aproximação política e teórica com as lutas, as organizações e os movimentos sociais que portam a defesa dos direitos, interesses e projetos societários das classes subalternas.

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569Q1026012 | Serviço Social, Instrumentos Técnicos Operativos do Serviço Social, Serviço Social, SEDF, Quadrix, 2022

Julgue o item, relativo às dimensões investigativa e técnico-operativa, aos instrumentos e às técnicas do serviço social.

A dimensão técnico-operativa é fundamentada pela razão instrumental e se circunscreve ao manuseio dos instrumentos e das técnicas do serviço social.

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570Q1048545 | Serviço Social, Serviço Social no Campo Sócio Jurídico, Serviço Social, TJ RR, FGV, 2024

O Estatuto da Mulher Casada (Lei nº 4.121/1962) eliminou a incapacidade relativa da mulher casada, que passou a praticar todos os atos que o marido também podia praticar.
Entretanto, deixou de avançar no seguinte aspecto, conforme destacam os estudiosos das posições doutrinárias do direito de família:
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571Q1087978 | Serviço Social, Profissão do Assistente Social, Serviço Social, DEPEN, CESPE CEBRASPE

O projeto ético-político do serviço social baseia-se na lei de regulamentação dessa rofissão,no respectivo código de ética e nas diretrizes curriculares.Com relação ao xercício profissional do assistente social, julgue os itens a seguir.

No contexto atual, as entidades representativas dos assistentes sociais brasileiros vêm construindo sua organização política em uma perspectiva de defesa da centralidade da família na proteção social e militarização da vida cotidiana.
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572Q1028330 | Serviço Social, Saúde, Serviço Social, MPU, FGV, 2025

De acordo com o Sisnad, o tratamento do usuário ou dependente de drogas será:
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573Q1054701 | Serviço Social, Pesquisa em Serviço Social, Serviço Social, DETRAN DF, CESPE CEBRASPE

Texto associado.
As condições básicas de um bom pesquisador estão relacionadas
com sua preparação científica, sua experiência prática e seu
critério realista. Acerca dos instrumentais de pesquisa e das
propostas de intervenção na área social, julgue os itens a seguir.
A experiência prática do pesquisador não pode prescindir do uso de método, pois este facilita a sistematização dos conhecimentos e das ideias.
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574Q1030130 | Serviço Social, Surgimento e Institucionalização do Serviço Social, Serviço Social, MPU, FGV, 2025

De acordo com a ABEPSS, um dos pressupostos norteadores da formação profissional de assistentes sociais no Brasil é:
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575Q1086486 | Serviço Social, Profissão do Assistente Social, Serviço Social, DEPEN, CESPE CEBRASPE, 2021

Em cada um do item que se segue é apresentada uma situação hipotética acerca do trabalho do assistente social e do seu comportamento quanto ao sigilo profissional, seguida de uma assertiva a ser julgada.
Ao se deparar com uma situação envolvendo fato delituoso, cuja gravidade poderia trazer prejuízo aos interesses do usuário, o assistente social decidiu quebrar o sigilo profissional. Nessa situação, a atitude do profissional é admissível.
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576Q960813 | Serviço Social, Proteção à Mulher, Serviço Social, TRF 2a REGIÃO, CONSULPLAN

Segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente, a formação técnico-profissional dos adolescentes obedecerá aos seguintes princípios, EXCETO:
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577Q972591 | Serviço Social, Proteção Social à Criança, Serviço Social, TJDFT, CIEE

No que concerne ao atendimento e à orientação familiar, o serviço social promove atuações para a melhoria da convivência com adolescentes, visando à melhoria da aceitação e integração no meio social. Neste trabalho, profissionais constatam que, para haver uma integração satisfatória, na fase de desenvolvimento, os adolescentes devem receber dos adultos responsáveis
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578Q972341 | Serviço Social, Assistência Social no Serviço Social, Serviço Social, TJDFT, CIEE

De acordo com a Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS), marque V para verdadeiro ou F para falso e, em seguida, assinale a alternativa correta.

( ) A Assistência Social, direito do cidadão e dever do Estado, é Política de Seguridade Social não contributiva, que provê os mínimos sociais, realizada por meio de um conjunto integrado de ações de iniciativa pública e da sociedade, para garantir o atendimento às necessidades básicas.

( ) Para o enfrentamento da pobreza, a Assistência Social realiza-se de forma integrada às políticas setoriais, garantindo mínimos sociais e provimento de condições para atender contingências sociais e promovendo a universalização dos direitos sociais.

( ) Consideram-se entidades e organizações de Assistência Social aquelas sem fins lucrativos que, isoladamente, apenas, prestam atendimento e assessoramento aos beneficiários abrangidos por esta Lei, bem como as que atuam na defesa e garantia de direitos.

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579Q1055030 | Português, Problemas da Língua Culta, Serviço Social, MPE PA, CONSULPLAN, 2019

Texto associado.

Aprimorar diálogo ajuda a prevenir tiroteios em escolas

Pesquisas sugerem que atiradores são deprimidos e suicidas. Iniciativas centradas no diálogo e na saúde mental de estudantes e professores podem ajudar a evitar tragédias, dizem especialistas.


Em 1999, poucos dias depois dos ataques ao Colégio Columbine, nos Estados Unidos, um incidente semelhante atingiu a pequena cidade de Taber, em Alberta, no Canadá. Um garoto de 14 anos invadiu o colégio W. R. Myers, disparando a esmo. Matou um estudante e feriu outros dois.

Especialista em estresse pós-traumático, o psicólogo Kevin Cameron foi chamado de imediato, para prestar atendimento às vítimas e sobreviventes. Desde então, ele e seus colegas tentam se antecipar a esse tipo de tragédia: “É possível prevenir tiroteios em colégio. E temos nos aprimorado nessa tarefa”, me disse ele durante o final de semana.

Cameron comanda hoje o Centro Norte-Americano para Avaliação de Riscos e Resposta a Traumas. Seu trabalho envolve ensinar educadores, policiais e pais a identificar jovens em risco para cometer atos de violência extrema, de modo a ajudá-los. Segundo ele, há ao menos duas coisas importantes a saber sobre esses adolescentes: a maioria sofre de problemas psicológicos graves, está deprimida e tem comportamento suicida. Não raro, têm histórico de convívio conflituoso com a família ou de abuso doméstico; e a maioria fala sobre seus planos, com amigos, pais ou professores, antes de executá-los: “A questão é que a maior parte das pessoas não leva a sério. Ninguém acha que aquele garoto seria capaz de praticar algo tão horrendo”, me disse Cameron. [...]

Segundo Cameron, o programa vem se mostrando bem-sucedido. Baseia-se em criar, nas escolas, ambiente propício ao diálogo e de proximidade com as famílias dos estudantes. A ideia é conhecer o contexto em que vivem, que problemas enfrentam, de modo a oferecer ajuda se necessário. Em 2013, o jornal The New York Times escreveu a respeito da iniciativa.

Na esteira do atentado à Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, na última quarta-feira, a questão se tornou fundamental também para o Brasil. Incidentes dessa natureza não são tão comuns no país quanto nos EUA ou no Canadá. Mas pesquisadores defendem que mudar a dinâmica do convívio escolar, de modo a estimular o diálogo e oferecer suporte psicológico a alunos e estudantes, pode reduzir índices de violência: “As escolas mais violentas são aquelas onde há pior comunicação”, me disse a professora Kathie Njaine, pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz e especialista em violência em escolas.

Njaine me disse que observou isso em trabalhos desenvolvidos por orientandas suas em municípios da Baixada Fluminense: “Mesmo naquelas situações em que o entorno do colégio era violento, as escolas onde havia uma boa relação com os jovens e as famílias tinham menos conflitos”, afirmou.

Construir ambiente propício ao diálogo nem sempre é tarefa simples. Por vezes, esbarra em problemas relacionados à estrutura das escolas: com tantos alunos, nem sempre professores e funcionários conseguem prestar a devida atenção a todos. É um desafio, também, porque exige que, não raro, as escolas lidem com problemas surgidos fora de seus muros. Compreender os problemas dos jovens requer, por exemplo, estar atento ao contexto em que vivem. “É importante olhar para as relações com a família, para os projetos de vida desses adolescentes”, diz Njaine.

Se o projeto de Los Angeles serve de exemplo, esse esforço de comunicação traz resultados: “Quando tragédias como a de Suzano acontecem, muita gente passa a discutir segurança pública. Passa a falar sobre a necessidade de colocar policiais nas escolas. Isso não basta”, diz Njaine. “Isso não resolve se você não pensar na educação como um todo. É preciso criar, nas escolas, ambientes abertos ao diálogo”.

(Rafael Ciscati. Disponível em: https://epoca.globo.com/aprimorar-dialogo-ajuda-prevenir-tiroteios-em-escolas-23536751. 20/03/2019.Adaptado.)

O emprego de verbos impessoais possui características específicas que os distinguem do que ocorre com outros verbos de modo geral. A conformidade de seu uso de acordo com a variedade padrão da língua pode ser observada em “há ao menos duas coisas importantes” (3º§). Indique, a seguir, a alternativa que NÃO apresenta erro de acordo com a norma padrão.
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580Q1055032 | Português, Interpretação de Textos, Serviço Social, MPE PA, CONSULPLAN, 2019

Texto associado.

Aprimorar diálogo ajuda a prevenir tiroteios em escolas

Pesquisas sugerem que atiradores são deprimidos e suicidas. Iniciativas centradas no diálogo e na saúde mental de estudantes e professores podem ajudar a evitar tragédias, dizem especialistas.


Em 1999, poucos dias depois dos ataques ao Colégio Columbine, nos Estados Unidos, um incidente semelhante atingiu a pequena cidade de Taber, em Alberta, no Canadá. Um garoto de 14 anos invadiu o colégio W. R. Myers, disparando a esmo. Matou um estudante e feriu outros dois.

Especialista em estresse pós-traumático, o psicólogo Kevin Cameron foi chamado de imediato, para prestar atendimento às vítimas e sobreviventes. Desde então, ele e seus colegas tentam se antecipar a esse tipo de tragédia: “É possível prevenir tiroteios em colégio. E temos nos aprimorado nessa tarefa”, me disse ele durante o final de semana.

Cameron comanda hoje o Centro Norte-Americano para Avaliação de Riscos e Resposta a Traumas. Seu trabalho envolve ensinar educadores, policiais e pais a identificar jovens em risco para cometer atos de violência extrema, de modo a ajudá-los. Segundo ele, há ao menos duas coisas importantes a saber sobre esses adolescentes: a maioria sofre de problemas psicológicos graves, está deprimida e tem comportamento suicida. Não raro, têm histórico de convívio conflituoso com a família ou de abuso doméstico; e a maioria fala sobre seus planos, com amigos, pais ou professores, antes de executá-los: “A questão é que a maior parte das pessoas não leva a sério. Ninguém acha que aquele garoto seria capaz de praticar algo tão horrendo”, me disse Cameron. [...]

Segundo Cameron, o programa vem se mostrando bem-sucedido. Baseia-se em criar, nas escolas, ambiente propício ao diálogo e de proximidade com as famílias dos estudantes. A ideia é conhecer o contexto em que vivem, que problemas enfrentam, de modo a oferecer ajuda se necessário. Em 2013, o jornal The New York Times escreveu a respeito da iniciativa.

Na esteira do atentado à Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, na última quarta-feira, a questão se tornou fundamental também para o Brasil. Incidentes dessa natureza não são tão comuns no país quanto nos EUA ou no Canadá. Mas pesquisadores defendem que mudar a dinâmica do convívio escolar, de modo a estimular o diálogo e oferecer suporte psicológico a alunos e estudantes, pode reduzir índices de violência: “As escolas mais violentas são aquelas onde há pior comunicação”, me disse a professora Kathie Njaine, pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz e especialista em violência em escolas.

Njaine me disse que observou isso em trabalhos desenvolvidos por orientandas suas em municípios da Baixada Fluminense: “Mesmo naquelas situações em que o entorno do colégio era violento, as escolas onde havia uma boa relação com os jovens e as famílias tinham menos conflitos”, afirmou.

Construir ambiente propício ao diálogo nem sempre é tarefa simples. Por vezes, esbarra em problemas relacionados à estrutura das escolas: com tantos alunos, nem sempre professores e funcionários conseguem prestar a devida atenção a todos. É um desafio, também, porque exige que, não raro, as escolas lidem com problemas surgidos fora de seus muros. Compreender os problemas dos jovens requer, por exemplo, estar atento ao contexto em que vivem. “É importante olhar para as relações com a família, para os projetos de vida desses adolescentes”, diz Njaine.

Se o projeto de Los Angeles serve de exemplo, esse esforço de comunicação traz resultados: “Quando tragédias como a de Suzano acontecem, muita gente passa a discutir segurança pública. Passa a falar sobre a necessidade de colocar policiais nas escolas. Isso não basta”, diz Njaine. “Isso não resolve se você não pensar na educação como um todo. É preciso criar, nas escolas, ambientes abertos ao diálogo”.

(Rafael Ciscati. Disponível em: https://epoca.globo.com/aprimorar-dialogo-ajuda-prevenir-tiroteios-em-escolas-23536751. 20/03/2019.Adaptado.)

Pode-se reconhecer que o desenvolvimento do conteúdo textual em análise teve como elemento motivador:
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