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Questões de Concursos Supervisor Escolar

Resolva questões de Supervisor Escolar comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


121Q10094 | Pedagogia, Supervisor Escolar, SEE SP, CETRO

A Resolução CNE/CEB nº 1, de 5/7/00, ao estabelecer as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação de Jovens e Adultos, determina que
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122Q243606 | Pedagogia, Supervisão Escolar, Supervisor Escolar, SEE SP, CETRO

Muramoto (2002), em seu texto sobre Formação de Supervisores, destaca que

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123Q10073 | Pedagogia, Supervisor Escolar, SEE SP, CETRO

Com base na Deliberação CEE 9/97 e seus fundamentos, a progressão continuada refere-se ao processo de desenvolvimento e aprendizagem, o qual descreve um movimento de ir sempre adiante, avançando, progredindo e, por isso, opõe-se à idéia de
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124Q10083 | Pedagogia, Supervisor Escolar, SEE SP, CETRO

O Estatuto Padrão das Associações de Pais e Mestres - APM, estabelecido pelo Decreto nº 12.983/78 e suas alterações posteriores, determina que
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125Q10081 | Pedagogia, Supervisor Escolar, SEE SP, CETRO

Celestino Alves da Silva Júnior (1994), em seus estudos sobre a práxis supervisora, na coletânea Escola: espaço de construção da cidadania, propôs alguns pontos fundamentais para a reordenação do processo de formação e de atuação profissional do Supervisor, dentre os quais é preciso considerar
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126Q240797 | Pedagogia, Processo Educativo, Supervisor Escolar, SEE SP, CETRO

O processo educativo, realizado a partir de um projeto educacional, pressupõe que todas as atividades sejam desenvolvidas em função de uma mesma intencionalidade. Nesse processo, os Supervisores ocupam lugar fundamental, não podendo perder de vista alguns pressupostos relacionados com o processo total da Educação:

I. a educação formal é um processo que deve objetivar principalmente a inserção dos sujeitos educandos no universo da cultura simbólica e do trabalho profissional.
II. o projeto educacional se viabiliza mesmo quando o projeto político global da sociedade se contrapõe aos valores universalizados da democracia e da cidadania.
III. ensino e pesquisa são processos epistêmicos permanentemente vinculados entre si, de tal modo que um não se faça sem o outro.
IV. o pedagógico deve ser fundamentalmente mediação do político, expressão-síntese da condição de cidadania e de democracia.
V. o Supervisor de Ensino, comprometido com a consolidação da força centrífuga do projeto educacional, deve atuar como força de resistência e de transformação.

Está de acordo com as idéias de Severino, na coletânea Escola: espaço de construção da cidadania (1994), apenas o contido em

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127Q10089 | Pedagogia, Supervisor Escolar, SEE SP, CETRO

Uma escola estadual realizou Festa Junina, em sábado, com a finalidade de arrecadar fundos para adquirir aparelho de TV de 32 polegadas.

Identifique, das afirmativas a seguir, aquela que é coerente com as normas legais que estabelecem o Estatuto Padrão das Associações de Pais e Mestres (APM) das escolas estaduais.
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128Q820594 | Legislação Federal, Lei n 8069 1990 Estatuto da Criança e do Adolescente ECA, Supervisor Escolar, Prefeitura de Araquari SC, IOBV

Leia o fragmento abaixo:

É direito dos pais ou responsáveis ter ciência do processo pedagógico, bem como participar da definição das propostas educacionais.

Analisando o fragmento acima à luz da tríade Legislação Educacional – Currículo Escolar – Estatuto da Criança e do Adolescente, pode-se afirmar que:

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129Q10074 | Pedagogia, Supervisor Escolar, SEE SP, CETRO

No regime de progressão continuada, as decisões a respeito da classificação dos alunos, ao final de cada ciclo letivo, ficam sob a autoridade pedagógica do
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130Q10086 | Pedagogia, Supervisor Escolar, SEE SP, CETRO

De acordo com o disposto no Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Estado de São Paulo - Lei nº 10.261/68, com suas alterações, pode-se corretamente afirmar que
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131Q10050 | Pedagogia, Supervisor Escolar, SEE SP, CETRO

Hernández (1998) estimula a reflexão sobre projetos de trabalho como estratégia de ensino. O projeto de trabalho, sob o ponto de vista do autor, é uma maneira de entender o sentido da escolaridade baseado no ensino para a compreensão, porque os estudantes

I. participam de um processo de busca que tem sentido para eles e em que utilizam diferentes estratégias de pesquisa.
II. podem participar no processo de planejamento da própria aprendizagem.
III. são ajudados a serem flexíveis, reconhecerem o outro e compreenderem seu próprio entorno pessoal e cultural.
IV. são levados a compreender os problemas que investigam, no sentido de serem capazes de ir além da informação dada, buscando explicações e construindo hipóteses sobre as conseqüências das diferentes versões do fato.
V. interessam-se pelas situações propostas pelo professor, sempre que este parte do levantamento de temas, para organizar suas aulas de modo a garantir que o aluno aprenda o previsto no plano oficial de ensino.

Está correto o contido em
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132Q10056 | Pedagogia, Supervisor Escolar, SEE SP, CETRO

Lia é professora-coordenadora numa escola estadual que fica no centro de uma cidade de médio porte. Numa reunião de horário de trabalho coletivo, os professores do Ensino Médio noturno iniciaram uma discussão a respeito da avaliação da aprendizagem que praticavam na escola. Uns diziam que é a formativa porque realizavam inúmeros testes e provinhas, ao longo do bimestre, os quais eram, então, corrigidos e transformados na nota a ser lançada na escrituração escolar. Outros argumentavam que não, afirmando que a avaliação formativa não aplica provas, não dá notas, não reprova e que, então, na escola que temos, não dá!

Lia entrou na discussão e disse que, no entender dela, em todas as falas deles havia argumentos válidos. Propôs que lessem e debatessem "O Jogo do Contrário" para checarem este conceito no pensamento de Hoffmann (2005) que
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133Q242205 | Pedagogia, Avaliação da aprendizagem, Supervisor Escolar, SEE SP, CETRO

Reportando-se à lógica da avaliação normalmente realizada na escola seriada e às suas repercussões nos ciclos e na progressão continuada, Freitas (2003) afirma que

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134Q10097 | Pedagogia, Supervisor Escolar, SEE SP, CETRO

Em 2 de maio de 2007, foi protocolado numa Diretoria de Ensino pedido de autorização para funcionamento de um estabelecimento de ensino particular, que ministraria cursos presenciais de habilitação profissional de nível técnico, com início de atividades previsto para 1º de outubro daquele ano.

Cumprindo o disposto na Deliberação CEE nº 1/99, o Dirigente Regional de Ensino
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135Q10072 | Pedagogia, Supervisor Escolar, SEE SP, CETRO

O grupo de professores que atuam na Escola Estadual do Jardim Hortências organizou seminário de estudos sobre a avaliação, apoiados em Hadji (2005). Desenvolveram o trabalho, tomando uma reunião de HTPC por mês, contando com a coordenação de Ivone, professora- coordenadora da Escola, e com a participação de George, Supervisor de Ensino, como debatedor. Ficaram bastante satisfeitos com os resultados e perceberam-se reforçados em algumas de suas concepções e práticas e, confrontados para reconstrução, em outras. O estudo e o debate das idéias do autor ajudaram o grupo a perceber que, na avaliação formativa, o que mais importa é
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136Q241456 | Pedagogia, Lei de Diretrizes e Bases da Educação LDB, Supervisor Escolar, SEE SP, CETRO

As Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental, expostas no Parecer CNE/CEB nº 4/98, constituem-se em princípios, fundamentos e procedimentos que deverão nortear os currículos e os seus conteúdos mínimos, de modo a assegurar a formação básica comum. Dentre eles,

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137Q244788 | Pedagogia, Supervisão Escolar, Supervisor Escolar, SEE SP, CETRO

Helena é Supervisora de Ensino em uma escola pública da periferia de um Município da Grande São Paulo. Procura programar suas visitas às escolas de modo a poder participar, pelo menos mensalmente, de reuniões de HTPC (Horário de Trabalho Pedagógico Coletivo). Numa dessas ocasiões, em outubro de 2007, visitando a Escola Estadual Vila Nova, Helena participa de HTPC do Ciclo I do Ensino Fundamental e ouve o desabafo angustiado de Teresa: "Eu sou professora há quinze anos e adoro meu trabalho; sempre alfabetizei. Lá na minha cidade, alfabetizei durante doze anos com essa mesma cartilha. Até maio, quase todos já tinham dado o "estalinho"; em outubro eu tinha terminado a cartilha e fazia a festa de entrega do primeiro livro. Em classes com trinta e cinco alunos, um ano ou outro, dois ou três alunos, no máximo, repetiam. Aqui, não sei o que está acontecendo. Faço como fazia lá. Trabalho mais, venho mais cedo, fico até mais tarde para atender alunos individualmente e estou com a metade da classe que não sabe ler. (Caiu no choro!). Colegas tentam consolar. Júlia diz que a classe dela está na mesma; que ninguém a está culpando. Rute arrisca: "As crianças daqui são diferentes das de lá, quem sabe se você tentar outras coisas?" A professora- coordenadora intervém: "Vamos tomar um cafezinho e, em seguida, faremos o levantamento da situação dos alunos, turma por turma, que marcamos para hoje". Depois do café, antes do grupo reiniciar a tarefa do dia, Helena sugeriu seminários quinzenais sobre a psicogênese da leitura e da escrita, em HTPC, com estudo das produções de alunos, o que foi prontamente aceito. Ela comprometeu-se a assessorar a professora-coordenadora para elaborar o projeto e a convidar o assistente técnico pedagógico de Alfabetização da Oficina Pedagógica para participar.

A proposta de formação profissional docente sugerida corresponde ao defendido por Imbernón (2004) em relação a quais dos itens abaixo?

I. Tem despontado como promissora a criação de espaço de reflexão e participação, nos quais o profissional da educação faça surgir a teoria subjacente a sua prática com o objetivo de recompô- la, justificá-la ou destruí-la.
II. Quando a formação se relaciona com o "contexto educativo concreto", as características do conhecimento profissional se enriquecem com infinidades de matizes que não se manifestam em um contexto padronizado.
III. O único modelo realmente eficaz de formação permanente é o realizado na escola, pela equipe escolar e voltado a resolver seus problemas específicos.
IV. As assessorias de formação devem intervir a partir das demandas dos professores ou das instituições educativas.
V. A maneira mais eficaz de realizar a formação permanente é mediante o estudo de forma cooperativa, por parte dos próprios docentes, dos problemas e temas que integram sua intenção de realizar uma prática coerente com seus valores educativos.

Corresponde ao pensamento do autor o contido nos itens

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138Q327366 | Pedagogia, Estrutura Educacional Brasileira, Supervisor Escolar, Prefeitura de Valença RJ, FUNCAB

O Regimento Escolar é um documento vigente em cada escola, significando:

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139Q327629 | Pedagogia, Teorias do Ensino e da Aprendizagem, Supervisor Escolar, Secretaria de Estado de Educação SC, ACAFE

A motivação, na perspectiva da Teoria da Atividade da aprendizagem em situação de atividade em classe, é imprescindível para que ocorra aprendizagem. Sua provocação é de responsabilidade:
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140Q242535 | Pedagogia, Supervisão Escolar, Supervisor Escolar, SEE SP, CETRO

A ação supervisora a serviço de um ensino de qualidade como direito de todos, explicitada pela Secretaria de Estado da Educação, envolve ação de

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