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Questões de Concursos Técnico Administrativo

Resolva questões de Técnico Administrativo comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


401Q1545 | Português, Técnico Administrativo, MPU, CESPE CEBRASPE

Texto associado.
A verdadeira revolução

     Qualquer pessoa da década de 60 sabe: os
anos 60 foram os melhores do século. A gente
nunca ouve alguém dizer que é “da década de
80” ou qualquer outra. Só o pessoal dos anos 60
viveu um decênio inteiro de uma vez. É
verdade que uma pá de novidades apareceu lá
nos anos 60, mas também não vamos exagerar:
eu tinha um estilingue, mas se pudesse optar
teria preferido um videogame. E só pulava mura
para comer goiabas no pé porque as redes de
fast food ainda não tinham chegado ao Brasil.
      De uma coisa eu nunca tive dúvida: foi na
década de 60 que aconteceu a transição entre o
velho e o novo estilo de convivência
corporativa. Também foi lá que os empregados
se deram conta de que “carreira” poderia ser
uma questão de escolha, que tudo provia sem
admitir réplicas nem súplicas.
      Foi nessa fase de ruptura que eu consegui
meu primeiro emprego. Pude observar as
mudanças sem influir nelas, de uma posição no
rodapé do organograma, a de aprendiz de
arquivista (Office boy seria mais charmoso.
Mas o título só surgiu na década de 70). E hoje
acredito que as grandes mudanças no cotidiano
dos empregados nada tiveram a ver com teorias
revolucionárias ou com novas técnicas de
administração de pessoal. Tudo isso foi apenas
o efeito. As verdadeiras causas foram às
pequenas mudanças às quais ninguém deu
muita importância:
      Diploma de datilografia – Durante
décadas, para alguém ser admitido no
escritório, o único requisito era “ser
alfabetizado” (um enorme plus curricular em
um país de analfabetos). Depois veio a
obrigatoriedade de ser diplomado em
datilografia. Mas foi nos anos 60 que se
introduziu a exigência do “algo mais”: o
Certificado de Proficiência Datilográfica. Ele
era concedido aos poucos capazes de bater 150
toques por minuto, com os dedos certos nas
teclas certas. Nas décadas seguintes, os
certificados de proficiência foram sendo
gradativamente substituídos por outros
símbolos mais alegóricos de “algo mais”, sendo
que o atualmente em moda se chama
MBA.(continua)

(Max Gebringer. In: Exame – com adaptações).
De acordo com as idéias do texto, assinale a opção correta acerca da década de 60.
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403Q1621 | Português, Técnico Administrativo, BNDES, CESGRANRIO

Texto associado.
Texto II

O que é uma virtude


O que é uma virtude? É uma força que age, ou
que pode agir. Assim a virtude de um remédio é tratar, a
virtude de uma faca é cortar... e a virtude de um homem?
Se todo ser possui seu poder específico,
perguntemo-nos qual é a excelência própria do homem.
Aristóteles respondia que é o que o distingue dos animais,
ou seja, a vida racional. Mas a razão não basta:
também é necessário o desejo, a educação, o hábito, a
memória... O desejo de um homem não é o de um
animal, nem os desejos de um homem educado são os
de um selvagem ou de um ignorante. Toda virtude é, pois,
histórica, como toda humanidade, e ambas, no homem
virtuoso, sempre coincidem: a virtude de um homem é o
que o faz humano, ou antes, é o poder específico que
tem o homem de afirmar sua excelência própria, isto é,
sua humanidade.
A virtude é uma maneira de ser, mas adquirida e
duradoura; é nossa maneira de ser e agir humanamente,
nossa capacidade de agir bem.
“Não há nada mais belo e mais legítimo do que o
homem agir bem e devidamente”, diz Montaigne.
A virtude é uma disposição adquirida de fazer o
bem. É preciso dizer mais, ela é o próprio bem, em
espírito e em verdade. Não o Bem absoluto, não o Bem
em si, que bastaria conhecer. O bem não é para se
contemplar, é para se fazer.
Assim é a virtude: é o esforço para se portar bem
na relação consigo e com os outros.
A virtude pode ser ensinada, mais pelo exemplo,
do que pelos livros. Mas, por que ler a seu respeito?
Para tentar compreender o que deveríamos fazer ou
ser, e medir com isso, pelo menos intelectualmente, o
caminho que daí nos separa de sua realização.

SPONVILLE, André Comte. O pequeno tratado das grandes
virtudes. Ed. Martins Fontes. 1999 (Fragmentos do Preâmbulo)
Segundo o Texto II, o bem que se identifica com a virtude é o que se caracteriza como sendo um(a)
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406Q26619 | Informática, Internet, Técnico Administrativo, Cobra Tecnologia, QUADRIX

Os navegadores MS internet Explorer, Mozilla Firefox e Google Chrome possuem alguns atalhos de teclado em comum.

Nesses navegadores, os atalhos de teclado CTRL+N e CTRL+T, respectivamente:
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407Q44800 | Português, Técnico Administrativo, INEA RJ, FGV

Texto associado.
Texto II 

Sete reflexões sobre o uso da água

1. A década de 70 foi marcada pelo despertar das preocupações ambientais. Até o início dos anos 80, as questões relacionadas ao uso da água (geração de energia, abastecimento doméstico e industrial, coleta de esgoto, lazer) e seu manuseio não levaram em conta as consequências ambientais.
2. A contradição é tamanha que mesmo com toda a chuva que cai, por exemplo, em São Paulo, a contaminação da água superficial e subterrânea é tanta que, para o abastecimento da região metropolitana a água é buscada a mais de 150 km de distância. Ou seja, a chuva que deveria ser uma bênção é um fator de destruição e de risco.
3. Hoje não existe mais água no mundo do que havia há 21 séculos, quando a população era menor do que 3% do que é hoje. Se a água vai continuar tendo a mesma quantidade, é bom lembrar que a população continuará crescendo.
4. O Brasil, no todo, é um País rico em água. Dispõe de 12% de água doce superficial do mundo, mas tem vivido uma ilusão de abundância a despeito das diferenças de má distribuição pelo seu território.
5. Mesmo nas regiões caracterizadas como de água abundante, a água está se tornando escassa porque sua qualidade deteriora. Essa é uma questão ambiental grave e do momento.
6. Dado importante: a lei brasileira é considerada uma das mais avançadas do mundo contemplando as questões básicas da sustentabilidade do uso da água. Hoje não se pode fazer a gestão dos recursos hídricos independente da gestão do uso do solo e sem que os usuários participem do processo decisório quanto ao planejamento dos usos.
7. Hoje não se pode mais planejar um único uso sem considerar as múltiplas finalidades da água, como abastecimento, geração de energia, navegação, lazer, pesca e proteção ao ecossistema.

(Folha do meio ambiente - abril de 2013)
"Se a água vai continuar tendo a mesma quantidade, é bom lembrar que a população continuará crescendo".

Nesse segmento do texto, o conectivo se tem valor
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408Q242850 | Administração Geral, Organização e métodos, Técnico Administrativo, DNIT, ESAF

Sobre as técnicas de mapeamento, análise e melhoria de processos, pode-se afirmar:

I. O Workshop estruturado é uma técnica usada para mapeamento e análise de processos.

II. A simulação, usada na análise da situação atual de processos, mostra a discrepância entre os padrões esperados e a situação futura.

III. A melhoria de um processo pode ser pontual e não se relacionar com nenhum evento que dispare ações de análise do processo.

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409Q1446 | Direito Constitucional, Técnico Administrativo, MPU, FCC

São privativos de brasileiro nato, dentre outros, os cargos de
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410Q1550 | Raciocínio Lógico, Técnico Administrativo, MPU, CESPE CEBRASPE

O turismo brasileiro saiu lucrando com a
desvalorização do real, ocorrida no início deste
ano. No primeiro trimestre, 870 vôos fretados por
turistas pousaram no Brasil. No mesmo período
de 1998, foram apenas 493 pousos. Dos 870 vôos
do primeiro trimestre de 1999, 664 foram
argentinos, enquanto, em todo o ano passado, 493
vôos fretados vieram da Argentina.
Segundo a EMBRATUR, a América Latina é
responsável por 66% dos estrangeiros que visitam
o Brasil atualmente. Seguem-se a Europa, com
21%, e os Estados Unidos, com 11%. Os
continentes africanos e asiáticos contribuem
somente com 2% do turismo internacional no
Brasil. Os turistas norte-americanos ficam no
Brasil 5 dias em média e gastam 50 dólares por
dia. Os latinos, de 10 a 15 dias, e gastam 50
dólares diariamente.

(Correio Brasiliense, 18/4/99 – com adaptações.).Com base nas informações do texto, assinale a opção correta.
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411Q20780 | Recursos Humanos, Comportamento Organizacional, Técnico Administrativo, ANAC, CESPE CEBRASPE

Texto associado.
A respeito das variáveis do comportamento organizacional, julgue os itens a seguir.
O objetivo principal das teorias de conteúdo é analisar a motivação com base no estudo dos motivadores do comportamento organizacional.
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412Q244560 | Matemática, Operações aritméticas, Técnico Administrativo, CEMIG, FUMARC

No produto: A8 × 3B = 3080 as letras A e B representam dois algarismos diferentes situados na seqüência de 1 a 9.

Logo, A + B é igual a:

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413Q336744 | Matemática, Análise Combinatória Simples, Técnico Administrativo, ANATEL, CESPE CEBRASPE

Para cada x = 0, 1, 2, 3 ou 4, a partir de um conjunto E de pessoas, Ex corresponde ao conjunto de indivíduos do conjunto E que são clientes de pelo menos x operadoras de telefonia móvel e Nx, à quantidade de elementos de Ex. Considerando essas informações, julgue os itens que se seguem.

A menor quantidade possível de pessoas que devem ser selecionadas no conjunto E, de forma que se tenha certeza de que, entre elas, pelo menos uma seja cliente de alguma operadora de telefonia móvel, é igual a N0 – N1 + 1.

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414Q408593 | Direito Administrativo, Tipos de Licitação, Técnico Administrativo, ANVISA, CESPE CEBRASPE

O teto de um imóvel pertencente à União desabou em decorrência de fortes chuvas, as quais levaram o poder público a decretar estado de calamidade na região. Maria, servidora pública responsável por conduzir o processo licitatório para a contratação dos serviços de reparo pertinentes, diante da situação de calamidade pública, decidiu contratar mediante dispensa de licitação. Findo o processo de licitação, foi escolhida a Empresa Y, que apresentou preços superiores ao preço de mercado, mas, reservadamente, prometeu, caso fosse contratada pela União, realizar, com generoso desconto, uma grande reforma no banheiro da residência de Maria. Ao final, em razão da urgência, foi firmado contrato verbal entre a União e a Empresa Y e executados tanto os reparos contratados quanto a reforma prometida.

Com referência a essa situação hipotética, julgue os itens que se seguem.

Na situação hipotética apresentada, não seria necessário juntar ao processo de licitação a justificativa de preço para contratação da Empresa Y.
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415Q242453 | Administração Financeira e Orçamentária, Administração Financeira e Orçamentária, Técnico Administrativo, ANTAQ, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

No que se refere a administração financeira, julgue os
itens seguintes.

O orçamento de capital, a estrutura de capital e o capital de giro estão na esfera de atuação do administrador financeiro.

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418Q20968 | Administração de Recursos Materiais, Compras, Técnico Administrativo, ANATEL, CESPE CEBRASPE

Texto associado.
No que se refere a compras de recursos materiais, julgue os itens subsecutivos.
É desnecessária aos profissionais que atuam na área de compras a aquisição de conhecimentos amplos das características dos produtos, ou das fases de fabricação dos itens comprados.
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419Q50423 | Português, Técnico Administrativo, MPE RO, FUNCAB

Texto associado.
Um peixe 

            Virou a capanga de cabeça para baixo, e os peixes espalharam-se pela pia. Ele ficou olhando, e foi então que notou que a traíra ainda estava viva. Era o maior peixe de todos ali, mas não chegava a ser grande: pouco mais de um palmo. Ela estava mexendo, suas guelras mexiam-se devagar, quando todos os outros peixes já estavam mortos. Como que ela podia durar tanto tempo assim fora d"água?...

        Teve então uma ideia: abrir a torneira, para ver o que acontecia. Tirou para fora os outros peixes: lambaris, chorões, piaus; dentro do tanque deixou só a traíra. E então abriu a torneira: a água espalhou-se e, quando cobriu a traíra, ela deu uma rabanada e disparou, ele levou um susto – ela estava muito mais viva do que ele pensara, muito mais viva. Ele riu, ficou alegre e divertido, olhando a traíra, que agora tinha parado num canto, o rabo oscilando de leve, a água continuando a jorrar da torneira. Quando o tanque se encheu, ele fechou-a.
– E agora? – disse para o peixe. – Quê que eu faço com você?...
Enfiou o dedo na água: a traíra deu uma corrida, assustada, e ele tirou o dedo depressa.
        – Você tá com fome?... E as minhocas que você me roubou no rio? Eu sei que era você; devagarzinho, sem a gente sentir... Agora está aí, né?... Tá vendo o resultado?...
    O peixe, quieto num canto, parecia escutar.
    Podia dar alguma coisa para ele comer. Talvez pão. Foi olhar na lata: havia acabado. Que mais? Se a mãe estivesse em casa, ela teria dado uma ideia – a mãe era boa para dar ideias. Mas ele estava sozinho. Não conseguia lembrar de outra coisa. O jeito era ir comprar um pão na padaria. Mas sujo assim de barro, a roupa molhada, imunda? – Dane-se – disse, e foi.
        Era domingo à noite, o quarteirão movimentado, rapazes no footing , bares cheios. Enquanto ele andava, foi pensando no que acontecera. No começo fora só curiosidade; mas depois foi bacana, ficou alegre quando viu a traíra bem viva de novo, correndo pela água, esperta. Mas o que faria com ela agora? Matá-la, não ia; não, não faria isso. Se ela já estivesse morta, seria diferente; mas ela estava viva, e ele não queria matá-la. Mas o que faria com ela? Poderia criá-la; por que não? Havia o tanquinho do quintal, tanquinho que a mãe uma vez mandara fazer para criar patos. Estava entupido de terra, mas ele poderia desentupi-lo, arranjar tudo; ficaria cem por cento. É, é isso o que faria. Deixaria a traíra numa lata d"água até o dia seguinte e, de manhã, logo que se levantasse, iria mexer com isso. 
        Enquanto era atendido na padaria, ficou olhando para o movimento, os ruídos, o vozerio do bar em frente. E então pensou na traíra, sua trairinha, deslizando silenciosamente no tanque da pia, na casa escura. Era até meio besta como ele estava alegre com aquilo. E logo um peixe feio como traíra, isso é que era o mais engraçado.
        Toda manhã – ia pensando, de volta para casa – ele desceria ao quintal, levando pedacinhos de pão para ela. Além disso, arrancaria minhocas, e de vez em quando pegaria alguns insetos. Uma coisa que podia fazer também era pescar depois outra traíra e trazer para fazer companhia a ela; um peixe sozinho num tanque era algo muito solitário. 

A empregada já havia chegado e estava no portão, olhando o movimento. – Que peixada bonita você pegou...
– Você viu?
– Uma beleza... Tem até uma trairinha.
– Ela foi difícil de pegar, quase que ela escapole; ela não estava bem fisgada.
– Traíra é duro de morrer, hem?
– Duro de morrer?... Ele parou.
        – Uai, essa que você pegou estava vivinha na hora que eu cheguei, e você ainda esqueceu o tanque cheio d"água... Quando eu cheguei, ela estava toda folgada, nadando. Você não está acreditando? Juro. Ela estava toda folgada, nadando. 
    – E aí?
    –Aí? Uai, aí eu escorri a água para ela morrer; mas você pensa que ela morreu? Morreu nada! Traíra é duro de morrer, nunca vi um peixe assim. Eu soquei a ponta da faca naquelas coisas que faz o peixe nadar, sabe? Pois acredita que ela ainda ficou mexendo? Aí eu peguei o cabo da faca e esmaguei a cabeça dele, e foi aí que ele morreu. Mas custou, ô peixinho duro de morrer! Quê que você está me olhando? 
– Por nada.
– Você não está acreditando? Juro; pode ir lá na cozinha ver: ela está lá do jeitinho que eu deixei. Ele foi caminhando para dentro.
– Vou ficar aqui mais um pouco
– disse a empregada.
– depois vou arrumar os peixes, viu?
– Sei.
    Acendeu a luz da sala. Deixou o pão em cima da mesa e sentou-se. Só então notou como estava cansado.
 

(VILELA, Luiz. . O violino e outros contos 7ª ed. São Paulo: Ática, 2007. p. 36-38.) 
VOCABULÁRIO:
Capanga: bolsa pequena, de tecido, couro ou plástico, usada a tiracolo. 
Footing :passeio a pé, com o objetivo de arrumar namorado(a).
Guelra: estrutura do órgão respiratório da maioria dos animais aquáticos.
Vozerio: som de muitas vozes juntas. 
Observe o uso do diminutivo nas frases:

1. “(...) E então pensou na traíra, sua TRAIRINHA, deslizando silenciosamente no tanque da pia, na casa escura.(...)”
2. “(...) – Uai, essa que você pegou estava VIVINHA na hora que eu cheguei, e você ainda esqueceu o tanque cheio d"água(...)”

A respeito da flexão sofrida pelas palavras em destaque, analise os itens a seguir: 

I. O uso da forma sintética do diminutivo, na frase 1, atribui ao substantivo flexionado um sentido conotativo, contribuindo para a manifestação da afetividade do protagonista em relação ao peixe. 
II. Na frase 2, o diminutivo intensifica a ideia de vivo. Vivinho =muito vivo, bem vivo, saudável. 
III. Em ambas as frases os termos flexionados têm valor denotativo, pois o sufixo diminutivo atribui a eles sua significação normal, apesar de diminuída sua intensidade. 

Assinale a alternativa que aponta o(s) item(ns) correto(s).
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420Q1620 | Português, Técnico Administrativo, BNDES, CESGRANRIO

Texto associado.
Texto II

O que é uma virtude


O que é uma virtude? É uma força que age, ou
que pode agir. Assim a virtude de um remédio é tratar, a
virtude de uma faca é cortar... e a virtude de um homem?
Se todo ser possui seu poder específico,
perguntemo-nos qual é a excelência própria do homem.
Aristóteles respondia que é o que o distingue dos animais,
ou seja, a vida racional. Mas a razão não basta:
também é necessário o desejo, a educação, o hábito, a
memória... O desejo de um homem não é o de um
animal, nem os desejos de um homem educado são os
de um selvagem ou de um ignorante. Toda virtude é, pois,
histórica, como toda humanidade, e ambas, no homem
virtuoso, sempre coincidem: a virtude de um homem é o
que o faz humano, ou antes, é o poder específico que
tem o homem de afirmar sua excelência própria, isto é,
sua humanidade.
A virtude é uma maneira de ser, mas adquirida e
duradoura; é nossa maneira de ser e agir humanamente,
nossa capacidade de agir bem.
“Não há nada mais belo e mais legítimo do que o
homem agir bem e devidamente”, diz Montaigne.
A virtude é uma disposição adquirida de fazer o
bem. É preciso dizer mais, ela é o próprio bem, em
espírito e em verdade. Não o Bem absoluto, não o Bem
em si, que bastaria conhecer. O bem não é para se
contemplar, é para se fazer.
Assim é a virtude: é o esforço para se portar bem
na relação consigo e com os outros.
A virtude pode ser ensinada, mais pelo exemplo,
do que pelos livros. Mas, por que ler a seu respeito?
Para tentar compreender o que deveríamos fazer ou
ser, e medir com isso, pelo menos intelectualmente, o
caminho que daí nos separa de sua realização.

SPONVILLE, André Comte. O pequeno tratado das grandes
virtudes. Ed. Martins Fontes. 1999 (Fragmentos do Preâmbulo)
Em relação especificamente ao ser humano, o melhor conceito de virtude é um(a)
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