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Questões de Concursos Técnico Administrativo

Resolva questões de Técnico Administrativo comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


501Q241601 | Matemática, Análise combinatória ou princípio da contagem, Técnico Administrativo, ANEEL, ESAF

Em um plano são marcados 25 pontos, dos quais 10 e somente 10 desses pontos são marcados em linha reta. O número de diferentes triângulos que podem ser formados com vértices em quaisquer dos 25 pontos é igual a:

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502Q243941 | Matemática, Juros e descontos simples, Técnico Administrativo, SEAD PB, FUNCAB

José investiu R$ 900,00 a uma taxa de 2% ao mês durante 8 meses. Retirou a metade dos juros desse período e comprou uma calça jeans. O valor, em reais, da calça jeans, foi:

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504Q26607 | Matemática, Técnico Administrativo, Cobra Tecnologia, QUADRIX

Em uma caixa térmica estão armazenados os seguintes salgados: 9 coxinhas, 10 quibes e 14 empadas. O seu amigo retira, aleatoriamente, um salgado dessa caixa. Ele verifica, então, que o salgado retirado da caixa se tratava de uma coxinha. Em seguida, ele retira, aleatoriamente, outro salgado dessa mesma caixa.

Qual é a probabilidade de esse novo salgado retirado também ser uma coxinha?
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506Q30003 | Informática, Técnico Administrativo, Consurge MG, Gestão de Concursos

Numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I, relacionando os elementos do Windows 7 às suas funções.

COLUNA I
1. Windows Explorer
2. Desfragmentador de disco
3. Prompt de comando

COLUNA II
( ) Executa funções em linha de comando.
( ) Exibe os arquivos e pastas do computador.
( ) Consolida arquivos espalhados no disco rígido do computador.

Assinale a sequência CORRETA.
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507Q1438 | Direito Civil, Técnico Administrativo, MPU, FCC

A respeito das pessoas jurídicas analise:

I. As autarquias, os partidos políticos e as organizações religiosas são pessoas jurídicas de direito público interno.
II. Em regra, se a pessoa jurídica tiver administração coletiva, as decisões se tomarão pela maioria de votos dos presentes.
III. Se a administração da pessoa jurídica vier a faltar, o juiz, a requerimento de qualquer interessado, nomear-lhe-á administrador provisório.
IV. As fundações somente poderão constituir-se para fins religiosos, morais, culturais ou de assistência.

É correto o que consta APENAS em
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508Q1624 | Português, Técnico Administrativo, BNDES, CESGRANRIO

Texto associado.
Texto II

O que é uma virtude


O que é uma virtude? É uma força que age, ou
que pode agir. Assim a virtude de um remédio é tratar, a
virtude de uma faca é cortar... e a virtude de um homem?
Se todo ser possui seu poder específico,
perguntemo-nos qual é a excelência própria do homem.
Aristóteles respondia que é o que o distingue dos animais,
ou seja, a vida racional. Mas a razão não basta:
também é necessário o desejo, a educação, o hábito, a
memória... O desejo de um homem não é o de um
animal, nem os desejos de um homem educado são os
de um selvagem ou de um ignorante. Toda virtude é, pois,
histórica, como toda humanidade, e ambas, no homem
virtuoso, sempre coincidem: a virtude de um homem é o
que o faz humano, ou antes, é o poder específico que
tem o homem de afirmar sua excelência própria, isto é,
sua humanidade.
A virtude é uma maneira de ser, mas adquirida e
duradoura; é nossa maneira de ser e agir humanamente,
nossa capacidade de agir bem.
“Não há nada mais belo e mais legítimo do que o
homem agir bem e devidamente”, diz Montaigne.
A virtude é uma disposição adquirida de fazer o
bem. É preciso dizer mais, ela é o próprio bem, em
espírito e em verdade. Não o Bem absoluto, não o Bem
em si, que bastaria conhecer. O bem não é para se
contemplar, é para se fazer.
Assim é a virtude: é o esforço para se portar bem
na relação consigo e com os outros.
A virtude pode ser ensinada, mais pelo exemplo,
do que pelos livros. Mas, por que ler a seu respeito?
Para tentar compreender o que deveríamos fazer ou
ser, e medir com isso, pelo menos intelectualmente, o
caminho que daí nos separa de sua realização.

SPONVILLE, André Comte. O pequeno tratado das grandes
virtudes. Ed. Martins Fontes. 1999 (Fragmentos do Preâmbulo)
Assinale a passagem cuja forma verbal destacada é impessoal.
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509Q44893 | Administração de Recursos Materiais, Técnico Administrativo, ICMBIO, CESPE CEBRASPE

Na fase de habilitação de uma licitação, a administração pública pode solicitar a comprovação de regularidade fiscal e trabalhista de participante.

Tendo o fragmento de texto acima como referência, julgue os próximos itens, acerca da administração de recursos materiais .

Se na aquisição de determinado material o fornecedor informar que o preço dele trata-se de preço FOB, então, nesse caso, está subentendido que o valor notificado inclui o do frete para a entrega do material no endereço indicado.

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510Q1490 | Português, Técnico Administrativo, MPU, FCC

Texto associado.
Atenção: As questões de números 1 a 14  referem-se ao texto
seguinte.

A propósito de uma aranha

Fiquei observando a aranha que construía sua teia, com
os fios que saem dela como um fruto que brota e se alonga de
sua casca. A aranha quer viver, e trabalha nessa armadilha caprichosa
e artística que surpreenderá os insetos e os enredará
para morrer. Tua morte, minha vida − diz uma frase antiga,
resumindo a lei primeira da natureza. A frase pode soar amarga
em nossos ouvidos delicados, enquanto comemos nosso
franguinho. Sua morte, vida nossa.

Os vegetarianos não fiquem aliviados, achando que,
além de terem hábitos mais saudáveis, não dependem da morte
alheia para viver. É verdade que a alface, a cenoura, a batata, o
arroz, o espinafre, a banana, a laranja não costumam gritar
quando arrancados da terra, decepados do caule, cortados e
processados na cozinha. Mas por que não imaginar que
estavam muito bem em suas raízes, e se deleitavam com o
calor do sol, com a água refrescante da chuva, com os sopros
do vento? Sua morte, vida nossa.

Mas voltemos à aranha. Ela não aprendeu arquitetura ou
geometria, nada sabe sobre paralelas e losangos; vive da
ciência aplicada e laboriosa dos fios quase invisíveis que não
perdoam o incauto. Uma vez preso na teia, o inseto que há
pouco voava debate-se inutilmente, enquanto a aranha caminha
com leveza em sua direção, percorrendo resoluta o labirinto de
malhas familiares. Se alguém salvar esse inseto, num gesto de
misericórdia, e se dispuser a salvar todos os outros que caírem
na armadilha, a aranha morrerá de fome. Em outras palavras: a
boa alma tomará partido entre duas mortes.

A cada pequena cena, a natureza nos fala de sua
primeira lei: a lei da necessidade. O engenho da aranha, a
eficácia da teia, o vôo do inseto desprevenido compõem uma
trama de vida e morte, da qual igualmente participamos todos
nós, os bichos pensantes. Que necessidade tem alguém de ser
cronista? − podem vocês me perguntar. O que leva alguém a
escrever sobre teias e aranhas? Minha resposta é crua como a
natureza: os cronistas também comem. E como não sabem
fazer teias, tecem palavras, e acabam atendendo a necessidade
de quem gosta de ler. A pequena aranha, com sua pequena
teia, leva a gente a pensar na vida, no trabalho, na morte. A
natureza está a todo momento explicando suas verdades para
nós. Se eu soubesse a origem e o fim dessas verdades todas,
acredite, leitor, esta crônica teria um melhor arremate.

(Virgílio Covarim)
O verbo indicado entre parênteses deverá flexionar-se numa forma do PLURAL para preencher corretamente a lacuna da frase:
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511Q50438 | História e Geografia de Estados e Municípios, Técnico Administrativo, MPE RO, FUNCAB

As usinas hidrelétricas de Santo Antonio e Jirau serão as primeiras da Amazônia a utilizar o sistema de turbina tipo bulbo, que não exige grandes superfícies alagadas, sugerindo uma perspectiva de sustentabilidade ecológica. Essas usinas estão sendo construídas no rio:
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512Q20236 | Recursos Humanos, Gestão de Pessoas, Técnico Administrativo, ANS, CESPE CEBRASPE

Texto associado.
Julgue os itens a seguir, relativos a administração e gestão de pessoas nas organizações.
Na reciprocidade entre pessoas e organizações, a existência de condições adequadas de trabalho favorece a motivação e o desempenho no trabalho, o que facilita a atuação da liderança em busca dos resultados organizacionais.
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513Q1058 | Arquivologia, Técnico Administrativo, ANATEL, CESPE CEBRASPE

Texto associado.
Os documentos chegam, em determinado órgão público instalado em Brasília, de forma variada. Uns são registrados e, em seguida, enviados ao destinatário, outros entram sem nenhum tipo de anotação. Além disso, há aqueles que, atualmente, entram no órgão por meio das tecnologias da informação (fax, correio eletrônico). Cada setor de trabalho organiza seus documentos de maneira independente, sem nenhum tipo de orientação e, depois, por falta de espaço físico ou devido ao final do ano civil, esses documentos são transferidos para outro lugar, conhecido, geralmente, como arquivo morto.

Considerando a situação hipotética acima, julgue os itens subsequentes, acerca das técnicas de arquivamento e dos procedimentos administrativos no âmbito do setor público.
O processo desaparecido ou extraviado não poderá ser reconstituído. O desaparecimento ou extravio de processo deverá ser comunicado à respectiva chefia, que terá de promover a sua apuração imediata, mediante sindicância ou processo administrativo disciplinar.
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515Q482411 | Geografia, Mato Grosso MT, Técnico Administrativo, SAD MT, CESPE CEBRASPE

Quanto à cidade de Cuiabá, capital do estado de Mato Grosso, assinale a opção correta.

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516Q241920 | Direito Constitucional, Poder Legislativo, Técnico Administrativo, MPE AP, FCC

Quanto ao Poder Legislativo é INCORRETO afirmar que

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517Q30011 | Recursos Humanos, Gestão de Pessoas, Técnico Administrativo, Consurge MG, Gestão de Concursos

Analise a afirmativa a seguir.

“As habilidades exigem a prática de alguns valores humanos, sem os quais não é possível sustentá-las. A questão das habilidades interpessoais já representa, por si só, um desafio para qualquer profissional, que não está restrito somente a líderes e executivos. Mesmo com relação às funções menos complexas, as expectativas são grandes em termos de habilidades e valores humanos.” (O’DONNELL, 2006).

Considerando essa afirmativa, assinale a alternativa que não apresenta uma ideia expressa pelo autor.
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518Q10947 | Matemática, Técnico Administrativo, Cobra Tecnologia, ESPP

O total de filhos dos funcionários de uma empresa é:

0 – 2 – 3 – 4 – 1 – 2 – 3 – 0 – 2 – 3 – 1 – 3

A moda, a média e a mediana referente ao total de filhos dos funcionários dessa empresa são, respectivamente.
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519Q21325 | Noções de Ética, Ética na Administração Pública, Técnico Administrativo, ANVISA, CESPE CEBRASPE

Texto associado.
Todo servidor da ANVISA, independentemente da posição que ocupa na estrutura organizacional da agência, é merecedor da confiança da sociedade, devendo pautar-se pelos princípios da legalidade, da impessoalidade, da publicidade, da eficiência, da moralidade e da probidade. É o que preconiza o Código de Ética da ANVISA. Acerca dos princípios e deveres funcionais gerais e dos objetivos desse código, julgue os seguintes itens.
O servidor da ANVISA deve abster-se, de forma absoluta, de exercer sua função, poder ou autoridade com finalidade estranha ao interesse público, mesmo que observando as formalidades legais e não cometendo qualquer violação a lei.
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520Q3340 | Português, Técnico Administrativo, SESAPI, NUCEPE

Texto associado.
O prazer da leitura

“Alfabetizar“, palavra aparentemente inocente, contém uma
teoria de como se aprende a ler. Aprende-se a ler aprendendose
as letras do alfabeto. Primeiro as letras, as sílabas. Depois,
aparecem as palavras... E assim era. Se é assim que se ensina
a ler, imagino que o ensino da música deveria se chamar
“dorremizar”: aprender o dó, o ré, o mi... Juntam-se as notas, e a
música aparece! Todo mundo sabe que não é assim que se
ensina música. A mãe pega o nenezinho e o embala, cantando
uma canção de ninar. O que o nenezinho ouve é a música, e
não cada nota, separadamente! A aprendizagem da música
começa como percepção de uma totalidade – e nunca com o
conhecimento das partes.

Isso é verdadeiro também sobre aprender a ler. Tudo começa
quando a criança fica fascinada com as coisas maravilhosas que
moram dentro do livro. Não são as letras, as sílabas e as
palavras que fascinam. É a estória. A aprendizagem da leitura
começa antes da aprendizagem das letras: quando alguém lê, e
a criança escuta com prazer; a criança se volta para aqueles
sinais misteriosos chamados letras. Deseja decifrá-los,
compreendê-los – porque eles são a chave que abre o mundo
das delícias que moram no livro! Deseja autonomia: ser capaz
de chegar ao prazer do texto sem precisar da mediação da
pessoa que o está lendo.

No primeiro momento, o professor, no ato de ler para os seus
alunos, é o mediador que os liga ao prazer do texto. Confesso
nunca ter tido prazer algum em aulas de gramática ou de análise
sintática. Não foi nelas que aprendi as delícias da literatura. Mas
me lembro com alegria das aulas de leitura. Na verdade, não
eram aulas. Eram concertos. A professora lia, e nós ouvíamos
extasiados. Ninguém falava. Antes de ler Monteiro Lobato, eu o
ouvi. E o bom era que não havia provas sobre aquelas aulas.
Era prazer puro. Existe uma incompatibilidade total entre a
experiência prazerosa de leitura e a experiência de ler a fim de
responder questionários de interpretação.

Onde se encontra o prazer do texto, o seu poder de seduzir?
Tive a resposta para essa questão acidentalmente. Alguém me
disse que havia lido um lindo poema de Fernando Pessoa, e
citou o primeiro verso. Fiquei feliz porque eu também amava
aquele poema. Aí ele começou a lê-lo. Estremeci. O poema –
aquele poema que eu amava – estava horrível na sua leitura. As
palavras que ele lia eram as palavras certas. Mas alguma coisa
estava errada! A música estava errada! Todo texto tem dois
elementos: as palavras, com o seu significado. E a música...

Percebi, então, que todo texto literário é uma partitura musical.
As palavras são as notas. Se aquele que lê é um artista, se ele
domina a técnica, se ele está possuído pelo texto – a beleza
acontece. Mas, se aquele que lê não domina a técnica, a leitura
não produz prazer: queremos que ela termine logo.

Assim, quem ensina a ler tem de ser um artista. Deveria ser
estabelecida em nossas escolas a prática de “concertos de
leitura”. Ouvindo, os alunos experimentariam os prazeres do ler.
E aconteceria com a leitura o mesmo que acontece com a
música: depois de ser picado pela sua beleza é impossível
esquecer.

Leitura é coisa perigosa: vicia... Se os jovens não gostam de ler,
a culpa não é deles. Foram forçados a aprender tantas coisas
sobre gramática, que não houve tempo para serem iniciados na
beleza musical do texto literário. Ler literatura é fazer amor com
as palavras. E essa transa literária se inicia antes que as
crianças saibam os nomes das letras. Sem saber ler, elas já
são sensíveis à sua beleza.

(Rubem Alves. Texto disponível em:
http://www.rubemalves.com.br/oprazerdaleitura.htm. Acesso em
05/11/2011. Adaptado.)
O trecho que justifica a aproximação que o autor propõe entre a aprendizagem da leitura e a outra da música consta na alternativa:
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