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Questões de Concursos Técnico Administrativo

Resolva questões de Técnico Administrativo comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


861Q459282 | Direito Penal, Crimes Funcionário Público, Técnico Administrativo, Defensoria Pública do Estado de Santa Catarina SC, FUNDATEC, 2018

O crime contra a Administração Pública de apropriar-se o funcionário público de dinheiro, valor ou qualquer outro bem móvel, público ou particular, de que tem a posse em razão do cargo, ou desviá-lo, em proveito próprio ou alheio, chama-se:
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862Q1077 | Telecomunicações, Técnico Administrativo, ANATEL, CESPE CEBRASPE

Texto associado.
texto Técnico Administrativo - Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL
Considerando que o número de acessos no SMP no Brasil, em 2009, aumente 20% em relação ao de 2008 e que as quantidades de acessos pré-pagos e pós-pagos sejam números diretamente proporcionais àqueles de 2008, então, nessa situação, é correto inferir que haverá mais de 147 milhões de acessos pré-pagos e menos de 34 milhões de acessos pós-pagos ao final de 2009, no SMP no Brasil.
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863Q343105 | Raciocínio Lógico, Proposição, Técnico Administrativo, ANATEL, CESPE CEBRASPE

Supondo que, por determinação da ANATEL, as empresas operadoras de telefonia móvel tenham enviado a seguinte mensagem a seus clientes: “Caso não queira receber mensagem publicitária desta prestadora, envie um SMS gratuito com a palavra SAIR para 1111”, julgue os próximos itens, considerando que a mensagem corresponda à proposição P.

Considerando-se que a proposição P seja verdadeira, é correto inferir que o cliente que não envia SMS gratuito com a palavra SAIR para 1111 quer receber mensagem publicitária de sua prestadora.

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864Q244811 | Informática, Windows, Técnico Administrativo, MPU, ESAF

Analisando o gerenciador de dispositivos do Windows, um usuário percebeu que alguns dispositivos já se encontravam instalados e configurados, devido à tecnologia Plug and Play. Com relação a essa tecnologia, é correto afirmar que ela é

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865Q1656 | Português, Técnico Administrativo, BNDES, CESGRANRIO

Texto associado.
Texto I

Para sempre

    Você eu não sei, mas o meu plano é viver para
sempre. Reconheço que o sucesso do plano não depende
só de mim, mas tenho feito a minha parte. Cortei o pudim
de laranja, dirijo com cuidado, procuro não provocar
impulsos assassinos nos leitores além do necessário para
me manter honesto, não vôo de ultraleve e não assovio
para mulher de delegado. Está certo, o único exercício
físico que faço é soprar o saxofone, e assim mesmo não
todas as notas, mas acho que estou contribuindo
razoavelmente para a minha própria eternidade.
E sempre que leio sobre experiências como essa da
célula-mãe com a qual, um dia, construirão artérias novas
para a gente por encomenda, fico reconfortado: a ciência
também está fazendo a sua parte no meu plano. Já
calculei que, se conseguir agüentar por mais 65 anos,
poderei ser refeito em laboratório dos pés à cabeça. Incluindo
o tecido erétil. Onde será que a gente se inscreve?
     A vida eterna nos trará problemas, no entanto, e
não vamos nem falar no pesadelo que será para os sistemas
previdenciários. A finitude sempre foi uma angústia
humana, mas também um consolo, pois nos desobriga
de entender a razão da existência. A idéia religiosa da
vida depois da morte é duplamente atraente porque nos
dá a eternidade sem a perplexidade, já que é difícil imaginar
que as indagações metafísicas continuarão do outro
lado. Lá, estaremos na presença do Pai, reintegrados
numa situação familiar de idílica inocência, definida como
a desnecessidade de maiores explicações. Não teremos
de especular sobre como tudo isto vai acabar porque tudo
isto nunca vai acabar. Já na eternidade sem precisar morrer
a angústia da finitude é substituída pela angústia da
incompreensão infinita. Estaremos nesta ridícula bola magnética,
com nossos tecidos renovados, olhando para as
estrelas e perguntando como e por que - para sempre.
    Não interessa. Vou batalhar por mais 65. Quem
nos assegura que neurônios desenvolvidos em
laboratório não virão com todas as respostas?

VERÍSSIMO, Luís Fernando. O Globo. Rio de Janeiro, 27 nov. 2001.
Nas passagens apresentadas a seguir, o comentário gramatical está correto em
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866Q242111 | Direito Administrativo, Licitação, Técnico Administrativo, ANTAQ, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

No que se refere a licitações públicas, julgue os itens
subsequentes.

Na modalidade convite, se existirem na praça mais de três possíveis interessados, é obrigatório o chamamento a todos os interessados.

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867Q373701 | Redação Oficial, Técnico Administrativo, ANVISA, CESPE CEBRASPE

Solicitamos a liberação para a exportação dos seguintes produtos biológicos humanos para análise no exterior: substâncias para diagnósticos e substâncias infecciosas.

Considerando que o trecho de texto apresentado anteriormente seja parte de um documento oficial hipotético (Xx/2016) enviado à ANVISA pela empresa particular, também hipotética, Biodiagnósticos Ltda. (BDL), julgue os itens a seguir à luz do disposto no Manual de Redação da Presidência da República (MRPR) sobre a redação oficial.

Ao final do documento a ser enviado em resposta à BDL, deverão constar a assinatura, o nome e o cargo do emissor do documento.
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868Q709378 | Português, Morfologia 3293 Colocação Pronominal, Técnico Administrativo, Prefeitura de Guarani MG, FCM, 2019

Texto associado.

Natal na barca


      Não quero nem devo lembrar aqui por que me encontrava naquela barca. Só sei que em redor tudo era silêncio e treva. E que me sentia bem naquela solidão. Na embarcação desconfortável, tosca, apenas quatro passageiros. Uma lanterna nos iluminava com sua luz vacilante: um velho, uma mulher com uma criança e eu.

      O velho, um bêbado esfarrapado, deitara-se de comprido no banco, dirigira palavras amenas a um vizinho invisível e agora dormia. A mulher estava sentada entre nós, apertando nos braços a criança enrolada em panos. Era uma mulher jovem e pálida. O longo manto escuro que lhe cobria a cabeça dava-lhe o aspecto de uma figura antiga.

      Pensei em falar-lhe assim que entrei na barca. Mas já devíamos estar quase no fim da viagem e até aquele instante não me ocorrera dizer-lhe qualquer palavra. Nem combinava mesmo com uma barca tão despojada, tão sem artifícios, a ociosidade de um diálogo. Estávamos sós. E o melhor ainda era não fazer nada, não dizer nada, apenas olhar o sulco negro que a embarcação ia fazendo no rio.

      Debrucei-me na grade de madeira carcomida. Acendi um cigarro. Ali estávamos os quatro, silenciosos como mortos num antigo barco de mortos deslizando na escuridão. Contudo, estávamos vivos. E era Natal.

      A caixa de fósforos escapou-me das mãos e quase resvalou para o rio. Agachei-me para apanhá-la. Sentindo então alguns respingos no rosto, inclinei-me mais até mergulhar as pontas dos dedos na água.

      — Tão gelada — estranhei, enxugando a mão.

      — Mas de manhã é quente.

      Voltei-me para a mulher que embalava a criança e me observava com um meio sorriso. Sentei-me no banco ao seu lado. Tinha belos olhos claros, extraordinariamente brilhantes. Reparei em que suas roupas (pobres roupas puídas) tinham muito caráter, revestidas de uma certa dignidade.

      — De manhã esse rio é quente — insistiu ela, me encarando.

      — Quente?

      — Quente e verde, tão verde que a primeira vez que lavei nele uma peça de roupa pensei que a roupa fosse sair esverdeada. É a primeira vez que vem por estas bandas?

      Desviei o olhar para o chão de largas tábuas gastas. E respondi com uma outra pergunta:

      — Mas a senhora mora aqui por perto?

      — Em Lucena. Já tomei esta barca não sei quantas vezes, mas não esperava que justamente hoje…

      A criança agitou-se, choramingando. A mulher apertou-a mais contra o peito. Cobriu-lhe a cabeça com o xale e pôs-se a niná-la com um brando movimento de cadeira de balanço. Suas mãos destacavam-se exaltadas sobre o xale preto, mas o rosto era tranquilo.

      — Seu filho?

      — É. Está doente, vou ao especialista, o farmacêutico de Lucena achou que eu devia ver um médico hoje mesmo. Ainda ontem ele estava bem, mas piorou de repente. Uma febre, só febre…

      — Levantou a cabeça com energia. O queixo agudo era altivo, mas o olhar tinha a expressão doce. — Só sei que Deus não vai me abandonar.

      — É o caçula?

      — É o único. O meu primeiro morreu o ano passado. Subiu no muro, estava brincando de mágico quando de repente avisou, vou voar! E atirou-se. A queda não foi grande, o muro não era alto, mas caiu de tal jeito… Tinha pouco mais de quatro anos.

      Atirei o cigarro na direção do rio, mas o toco bateu na grade e voltou, rolando aceso pelo chão. Alcancei-o com a ponta do sapato e fiquei a esfregá-lo devagar. Era preciso desviar o assunto para aquele filho que estava ali, doente, embora. Mas vivo.

      — E esse? Que idade tem?

      — Vai completar um ano. — E, noutro tom, inclinando a cabeça para o ombro: — Era um menino tão alegre. Tinha verdadeira mania com mágicas. Claro que não saía nada, mas era muito engraçado… Só a última mágica que fez foi perfeita, vou voar! disse abrindo os braços. E voou.

      Levantei-me. Eu queria ficar só naquela noite, sem lembranças, sem piedade. Mas os laços (os tais laços humanos) já ameaçavam me envolver. Conseguira evitá-los até aquele instante. Mas agora não tinha forças para rompê-los.

      — Seu marido está à sua espera?

      — Meu marido me abandonou.

      Sentei-me e tive vontade de rir. Era incrível. Fora uma loucura fazer a primeira pergunta, mas agora não podia mais parar.

      — Há muito tempo? Que seu marido…

      — Faz uns seis meses. Imagine que nós vivíamos tão bem, mas tão bem. Quando ele encontrou por acaso essa antiga namorada, falou comigo sobre ela, fez até uma brincadeira, a Ducha enfeiou, de nós dois fui eu que acabei ficando mais bonito... E não falou mais no assunto. Uma manhã ele se levantou como todas as manhãs, tomou café, leu o jornal, brincou com o menino e foi trabalhar. Antes de sair ainda me acenou, eu estava na cozinha lavando a louça e ele me acenou através da tela de arame da porta, me lembro até que eu quis abrir a porta, não gosto de ver ninguém falar comigo com aquela tela no meio… Mas eu estava com a mão molhada. Recebi a carta de tardinha, ele mandou uma carta. Fui morar com minha mãe numa casa que alugamos perto da minha escolinha. Sou professora.

      Fixei-me nas nuvens tumultuadas que corriam na mesma direção do rio. Incrível. Ia contando as sucessivas desgraças com tamanha calma, num tom de quem relata fatos sem ter realmente participado deles. Como se não bastasse a pobreza que espiava pelos remendos da sua roupa, perdera o filhinho, o marido e ainda via pairar uma sombra sobre o segundo filho que ninava nos braços. E ali estava sem a menor revolta, confiante. Intocável. Apatia? Não, não podiam ser de uma apática aqueles olhos vivíssimos, aquelas mãos enérgicas. Inconsciência? Uma obscura irritação me fez andar.

      [...]

TELLES, Lygia Fagundes. Antes do baile verde. 7 ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1982, p. 74-76. Fragmento. 

“A criança agitou-se(1), choramingando. A mulher apertou-a(2) mais contra o peito. Cobriu-lhe a cabeça com o xale e pôs-se(3) a niná-la(4) com um brando movimento de cadeira de balanço.”

Com relação à colocação pronominal, apenas a ênclise é possível no pronome destacado de número

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869Q3394 | Português, Técnico Administrativo, MULTIRIO

Texto associado.
Por que a gente é assim?

Quem nunca questionou por que algumas pessoas
pensam e agem de certa forma, geralmente em momentos
de total oposição aos nossos pensamentos e
certezas? A questão é que essa pergunta é sempre
feita em relação ao outro, àquele que não é igual a
nós. Mas e quando a pergunta é direcionada para o
próprio umbigo: por que a gente é assim?
Há dois anos, vivo a aventura de pensar e produzir o
projeto transmídia “Por que a gente é assim?”, uma
tentativa tão ousada quanto exaustiva de mapear os
comportamentos e os valores dos brasileiros hoje.
Nossa proposta foi ter três frentes de comunicação:
mídia digital, televisão e teatro de rua - todos desenvolvidos
num processo de criação colaborativa. No site
do projeto e no Facebook, reunimos artigos e imagens
de blogueiros e fotógrafos convidados a refletir
sobre os temas Sexo, Autoridade, Fé, Preconceito,
Consumo e Educação. [...]
Mas afinal, por que a gente é assim? Para onde
queremos ir com este Brasil? Quais legados queremos
deixar como sociedade? Em alguns países,
como os Estados Unidos, esta discussão está mais
articulada. [...]
Por aqui, talvez o único valor cristalizado nos últimos
50 anos (com orgulho ou desprezo) seja o “jeitinho
brasileiro”, a tal malandragem que resolve tudo
- não sem consequências. No entanto, é evidente
que este Brasil está mudando e, em alguns aspectos,
vertiginosamente.
Nos últimos 18 anos, o Brasil se institucionalizou e
mostrou que boa regulamentação é possível, além de
absolutamente necessária. Hoje, a implantação das
UPPs no Rio é uma parte evidente e concreta disso.
Muito se tem falado - e o assunto é de extremo interesse
e relevância - sobre a mudança demográfica que
vivemos hoje com um novo paradigma: nos tornamos
um país majoritariamente de classe média. Mas o que
quer e como se comporta esta classe média? Com
mais gente e mais consumo, como vamos solucionar
os desafios de vivermos juntos nas grandes cidades?
Daremos, de fato, importância à inclusão via educação
pública, ou manteremos um regime de “reserva
de mercado” ao deixarmos grande parte da população
alijada de educação de qualidade? Continuaremos fingindo
que as pessoas não são discriminadas por conta
da sua classe social, da sua origem geográfica e
da cor de sua pele?
Enfim, algumas perguntas que devemos nos fazer ao
tentarmos trazer para o presente o país do futuro que
acreditamos merecer. O que queremos de nós?

Guilherme Coelho – O Globo – publicado em 21/07/2011
[adaptado]
“No entanto, é evidente que este Brasil está mudando...” Para indicar a mesma relação de sentido que o conectivo em destaque explicita, deve-se empregar a seguinte conjunção:
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870Q20558 | Noções de Ética, Ética na Administração Pública, Técnico Administrativo, ANTAQ, CESPE CEBRASPE

Com base nas disposições do Decreto n.º 1.171/1994, julgue o item que se segue.

Considera-se servidor público, para fins de apuração de comprometimento ético, todo indivíduo que presta serviços de natureza permanente, temporária, ou excepcional, ligado direta ou indiretamente a qualquer órgão do poder estatal.
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871Q243057 | Direito Administrativo, Licitação, Técnico Administrativo, ANAC, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

Quanto aos contratos administrativos celebrados em
conformidade com a Lei n.º 8.666/1993, julgue os itens que se
seguem.

A administração possui a prerrogativa de ocupar provisoriamente bens móveis e imóveis vinculados ao objeto do contrato, nos casos de serviços essenciais que envolvam rescisão do contrato administrativo.

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872Q1652 | Português, Técnico Administrativo, BNDES, CESGRANRIO

Texto associado.
Texto I

Para sempre

    Você eu não sei, mas o meu plano é viver para
sempre. Reconheço que o sucesso do plano não depende
só de mim, mas tenho feito a minha parte. Cortei o pudim
de laranja, dirijo com cuidado, procuro não provocar
impulsos assassinos nos leitores além do necessário para
me manter honesto, não vôo de ultraleve e não assovio
para mulher de delegado. Está certo, o único exercício
físico que faço é soprar o saxofone, e assim mesmo não
todas as notas, mas acho que estou contribuindo
razoavelmente para a minha própria eternidade.
E sempre que leio sobre experiências como essa da
célula-mãe com a qual, um dia, construirão artérias novas
para a gente por encomenda, fico reconfortado: a ciência
também está fazendo a sua parte no meu plano. Já
calculei que, se conseguir agüentar por mais 65 anos,
poderei ser refeito em laboratório dos pés à cabeça. Incluindo
o tecido erétil. Onde será que a gente se inscreve?
     A vida eterna nos trará problemas, no entanto, e
não vamos nem falar no pesadelo que será para os sistemas
previdenciários. A finitude sempre foi uma angústia
humana, mas também um consolo, pois nos desobriga
de entender a razão da existência. A idéia religiosa da
vida depois da morte é duplamente atraente porque nos
dá a eternidade sem a perplexidade, já que é difícil imaginar
que as indagações metafísicas continuarão do outro
lado. Lá, estaremos na presença do Pai, reintegrados
numa situação familiar de idílica inocência, definida como
a desnecessidade de maiores explicações. Não teremos
de especular sobre como tudo isto vai acabar porque tudo
isto nunca vai acabar. Já na eternidade sem precisar morrer
a angústia da finitude é substituída pela angústia da
incompreensão infinita. Estaremos nesta ridícula bola magnética,
com nossos tecidos renovados, olhando para as
estrelas e perguntando como e por que - para sempre.
    Não interessa. Vou batalhar por mais 65. Quem
nos assegura que neurônios desenvolvidos em
laboratório não virão com todas as respostas?

VERÍSSIMO, Luís Fernando. O Globo. Rio de Janeiro, 27 nov. 2001.
Em relação às idéias do Texto I, no que se refere à pretensão do narrador-personagem, qual afirmativa NÃO procede?
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873Q50939 | Conhecimentos Específicos, Legislação do Ministério Público, Técnico Administrativo, MPE SE, FCC

O Corregedor-Geral do Ministério Público será eleito para mandato de
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874Q3408 | Informática, Técnico Administrativo, MULTIRIO

Questão de Informática - Prova Multirio
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875Q32640 | Recursos Humanos, Gestão de Pessoas, Técnico Administrativo, DNIT, ESAF

“Em Roma, como os romanos.” Antigo ditado em que podemos interpretar que para se integrar em um grupo social é preciso entender e, muitas vezes, adotar seus padrões culturais. Uma forma de entender estes padrões é através da análise da cultura, o mesmo acontece em relação a uma Organização, para entendê-la é preciso analisar a sua cultura organizacional. Sobre os componentes da Cultura Organizacional, assinale a opção incorreta.
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876Q26541 | Português, Técnico Administrativo, Cobra Tecnologia, ESPP

Considere o período e as afirmações abaixo:
A maioria dos jovens que leem prefere romance do que poesia.

I. Há um erro de concordância verbal, pois o correto seria “preferem”.
II. Há um erro de regência verbal.

Está correto o que se afirma em
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877Q30129 | Informática, Técnico Administrativo, COPEL, UFPR

Em um edital para aquisição de uma impressora laser, consta que ela deve possuir interface compatível com os padrões 802.11b/g/n. Essa interface refere-se a:
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880Q242204 | Direito do Trabalho, Alterações no contrato de trabalho, Técnico Administrativo, MPU, FCC

A alteração na estrutura jurídica da empresa

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