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Questões de Concursos Técnico Agrícola

Resolva questões de Técnico Agrícola comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


241Q980328 | Português, Técnico Agrícola, Prefeitura de Itatiba SP, VUNESP, 2025

Texto associado.
Leia o texto a seguir para responder a questão:

No Carnaval, minhas calças eram brancas e meus sapatos, de tênis. As camisas, sempre feias, variavam. Lembro-me de uma roxa, que desbotava.

No Recife, o Carnaval começava no Natal. Ou melhor, não havia Natal no Recife. A 24 de dezembro, os blocos saíam às ruas, com suas orquestras de 30 a 40 metais, seus coros de vozes sofridas, a tocar e a cantar as jornadas mais líricas. Chamavam-se “jornadas” alguns dos cantos carnavalescos do Recife, talvez por influência das jornadas dos pastoris. Agora, por que os cantos dos pastoris se chamavam de “jornadas”, não sei.

Mas, na noite de 24 de dezembro, quando a gente pensava que seria uma noite silenciosa, o Vassourinhas estourava numa esquina, nos acordando, na alma, uma alegria guerreira, impossível de explicar agora, tanto tempo e tanta fadiga são passados. Nós íamos, primeiro, às janelas, depois para a rua, até que afinal nos misturávamos ao povo, onde cada rei fantasiado, cada rainha de cetim eram reis do amor e do futuro. O futuro de que faziam parte.

Não se pode fazer ideia do que era o povo solto nas ruas do Recife, após a declaração irreversível do Carnaval. Ah, de nada serviam suas heranças de submissão, porque o despontar do Carnaval era um grito de alforria. Tão louca e tão bela, aquela dança! Uma verdade maior que as verdades ditas ou escritas saía dos seus quadris, até então bem-comportados.

Tudo deve estar mudado. O Carnaval do Recife, talvez, não seja, hoje, um desabafo. Talvez não contenha aquele desafio de homens e mulheres, livres de todas as sujeições e esquecidos de Deus. É possível que se tenha transformado numa festa, simplesmente. Talvez seja alegre e isto é sadio. Mas os meus carnavais eram revoltados. Não tenho a menor dúvida de que aquilo que fazia a beleza do Carnaval pernambucano era revolta – revolta e amor – porque só de amor, por amor, se cometem os gestos de rebeldia.

Não sei de lembrança que me comova tão profundamente. Não sei de vontade igual a esta que estou sentindo, de ser o menino que acordava de madrugada, com as vozes dos metais e as vozes humanas daquele Carnaval liricamente subversivo.

(Antônio Maria. Carnaval antigo... Recife.
https://cronicabrasileira.org.br, 1968. Adaptado)
Para o povo da cidade de Recife, é correto afirmar que o Carnaval significava
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242Q980346 | Engenharia Agronômica, Técnico Agrícola, Prefeitura de Itatiba SP, VUNESP, 2025

A coleta de sementes envolve técnicas que permitem a extração eficiente dos propágulos de diferentes tipos de frutos, garantindo a preservação da biodiversidade e a recuperação de ecossistemas.
Considerando os processos naturais e artificiais de extração, secagem e armazenamento de sementes, assinale a alternativa correta.
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243Q980348 | Engenharia Agronômica, Técnico Agrícola, Prefeitura de Itatiba SP, VUNESP, 2025

As instalações adequadas dos viveiros de mudas necessitam de cuidados específicos para garantir o sucesso da produção.
Com base nas recomendações técnicas sobre localização e proteção dos viveiros, é correto concluir que
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244Q980349 | Engenharia Agronômica, Técnico Agrícola, Prefeitura de Itatiba SP, VUNESP, 2025

A rizosfera é uma zona importante na interação entre as raízes das plantas e o solo, com características que influenciam a ecologia dessa região.
Desse modo, assinale a alternativa correta.
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245Q888271 | Veterinária, Técnico Agrícola, Prefeitura de Pouso Alegre MG, Consulplan, 2024

Para a produção de pescado, as adoções de boas práticas em todas as etapas da produção contribuem de maneira decisiva para a manutenção da qualidade higiênico-sanitária do produto final. Na produção primária, os manejos nutricional e sanitário, assim como o monitoramento da água da criação são fundamentais na obtenção da matéria-prima. Assim, o produto para chegar ao mercado deve ter autorização de uso divulgada pelos órgãos competentes e as quantidades e formas de utilização devem ser indicadas por profissionais habilitados. Considerando o exposto, assinale a afirmativa INCORRETA.
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246Q918237 | Engenharia Agronômica, Técnico Agrícola, Prefeitura de Agrolândia SC, Instituto Fênix, 2025

Na bovinocultura de corte, os sistemas de criação são adotados de acordo com fatores econômicos, ambientais e produtivos. Sobre esses sistemas, analise as afirmativas abaixo:

I. O sistema extensivo é caracterizado pelo uso de grandes áreas de pastagem, exigindo menor investimento inicial.
II. O sistema intensivo busca otimizar a produção por meio do confinamento, proporcionando maior ganho de peso diário.
III. O semi-intensivo combina elementos dos sistemas extensivo e intensivo, permitindo melhor aproveitamento dos recursos disponíveis.
IV. A escolha do sistema de criação não interfere na qualidade da carne produzida.

Está(ão) correta(s):
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247Q917222 | Engenharia Agrícola, Hidrologia na Engenharia Agrícola, Técnico Agrícola, Prefeitura de Bragança PA, IVIN, 2024

A outorga de direito de uso da água tem como objetivo assegurar o controle quantitativo e qualitativo dos usos da água e efetivo exercício dos direitos de acesso a este recurso natural. De acordo com a legislação vigente, toda outorga de direitos de uso de recursos hídricos não excederá o prazo de:
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248Q1073387 | Português, Interpretação de Textos, Técnico Agrícola, Prefeitura de Retirolândia BA, ISET, 2024

Texto associado.

TEXTO I

“Tire suas próprias conclusões”


Essa é a frase que mais tenho ouvido recentemente. Passada a euforia de uma notícia qualificada como “bomba”, logo os atores de uma das partes corriam a público para disponibilizar a íntegra daquilo que antes foi veiculado em partes.


É preciso saber de tudo e entender de tudo. É preciso tirar as próprias conclusões para não depender de ninguém, e é esse o grande e contraditório imperativo dos nossos tempos. É uma ordem a uma experimentação libertária, e uma quase contradição do termo. O imperativo que liberta também aprisiona: você só passa a ser, ou a pertencer, se tiver uma conclusão. Sobre qualquer coisa.


Nas últimas décadas psicanalistas se debruçaram sobre as mudanças nos arranjos produtivos e sociais de cada período histórico para compreender e nomear as formas de sofrimento decorrentes delas. A revolução industrial, a divisão social do trabalho, a urbanização desenfreada e as guerras, por exemplo, fizeram explodir o número de sujeitos impacientes, irritadiços e perturbados com a velocidade das transformações e suas consequentes perdas de referências simbólicas.


Pensando sobre o imperativo “Leia/Veja/Assista” e “Tire suas próprias conclusões”, começo a desconfiar de que estamos diante de uma nova forma de sofrimento relacionado a um mal-estar ainda não nomeado.


Afinal, que tipo de sujeito está surgindo de nossa nova organização social? O que a vida em rede diz sobre as formas como nos relacionamos com o mundo? Que tipos de valores surgem dali? E, finalmente, que tipo de sofrimento essa vida em rede tem causado?


Vou arriscar e sair correndo, já sob o risco de percorrer um campo que não é meu: estamos vendo surgir o sujeito preso à ideia da obrigação de ter algo a dizer. Ao longo dos séculos essa angústia era comum aos chamados formadores de opinião e artistas, responsáveis por reinterpretar o mundo. Hoje basta ter um celular com conexão 3G para ser chamado a opinar sobre qualquer coisa. Pensamos estar pensando mesmo quando estamos apenas terceirizando convicções ao compartilhar aquilo que não escrevemos.


É uma nova versão de um conflito descrito por Clarice Lispector a respeito da insuficiência da linguagem. Algo como: “Não só não consigo dizer o que penso como o que penso passa a ser o que digo”. Se vivesse nas redes que atribuem a ela frases que jamais disse, o “dizer” e o “pensar” teriam a interlocução de um outro verbo: “compartilhar”.



(Matheus Pichonelli, Carta Capital. 18.03.2016. www.cartacapital.com.br. Adaptado)

Infere-se da leitura do texto I que, para o autor, o mal-estar provado pelos indivíduos atualmente está relacionado com
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249Q1073388 | Português, Interpretação de Textos, Técnico Agrícola, Prefeitura de Retirolândia BA, ISET, 2024

Texto associado.

TEXTO I

“Tire suas próprias conclusões”


Essa é a frase que mais tenho ouvido recentemente. Passada a euforia de uma notícia qualificada como “bomba”, logo os atores de uma das partes corriam a público para disponibilizar a íntegra daquilo que antes foi veiculado em partes.


É preciso saber de tudo e entender de tudo. É preciso tirar as próprias conclusões para não depender de ninguém, e é esse o grande e contraditório imperativo dos nossos tempos. É uma ordem a uma experimentação libertária, e uma quase contradição do termo. O imperativo que liberta também aprisiona: você só passa a ser, ou a pertencer, se tiver uma conclusão. Sobre qualquer coisa.


Nas últimas décadas psicanalistas se debruçaram sobre as mudanças nos arranjos produtivos e sociais de cada período histórico para compreender e nomear as formas de sofrimento decorrentes delas. A revolução industrial, a divisão social do trabalho, a urbanização desenfreada e as guerras, por exemplo, fizeram explodir o número de sujeitos impacientes, irritadiços e perturbados com a velocidade das transformações e suas consequentes perdas de referências simbólicas.


Pensando sobre o imperativo “Leia/Veja/Assista” e “Tire suas próprias conclusões”, começo a desconfiar de que estamos diante de uma nova forma de sofrimento relacionado a um mal-estar ainda não nomeado.


Afinal, que tipo de sujeito está surgindo de nossa nova organização social? O que a vida em rede diz sobre as formas como nos relacionamos com o mundo? Que tipos de valores surgem dali? E, finalmente, que tipo de sofrimento essa vida em rede tem causado?


Vou arriscar e sair correndo, já sob o risco de percorrer um campo que não é meu: estamos vendo surgir o sujeito preso à ideia da obrigação de ter algo a dizer. Ao longo dos séculos essa angústia era comum aos chamados formadores de opinião e artistas, responsáveis por reinterpretar o mundo. Hoje basta ter um celular com conexão 3G para ser chamado a opinar sobre qualquer coisa. Pensamos estar pensando mesmo quando estamos apenas terceirizando convicções ao compartilhar aquilo que não escrevemos.


É uma nova versão de um conflito descrito por Clarice Lispector a respeito da insuficiência da linguagem. Algo como: “Não só não consigo dizer o que penso como o que penso passa a ser o que digo”. Se vivesse nas redes que atribuem a ela frases que jamais disse, o “dizer” e o “pensar” teriam a interlocução de um outro verbo: “compartilhar”.



(Matheus Pichonelli, Carta Capital. 18.03.2016. www.cartacapital.com.br. Adaptado)

Lendo-se o segundo parágrafo do texto I, compreende-se que a “experimentação libertária” mencionada refere-se
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250Q1073393 | Português, Morfologia, Técnico Agrícola, Prefeitura de Retirolândia BA, ISET, 2024

Texto associado.

TEXTO I

“Tire suas próprias conclusões”


Essa é a frase que mais tenho ouvido recentemente. Passada a euforia de uma notícia qualificada como “bomba”, logo os atores de uma das partes corriam a público para disponibilizar a íntegra daquilo que antes foi veiculado em partes.


É preciso saber de tudo e entender de tudo. É preciso tirar as próprias conclusões para não depender de ninguém, e é esse o grande e contraditório imperativo dos nossos tempos. É uma ordem a uma experimentação libertária, e uma quase contradição do termo. O imperativo que liberta também aprisiona: você só passa a ser, ou a pertencer, se tiver uma conclusão. Sobre qualquer coisa.


Nas últimas décadas psicanalistas se debruçaram sobre as mudanças nos arranjos produtivos e sociais de cada período histórico para compreender e nomear as formas de sofrimento decorrentes delas. A revolução industrial, a divisão social do trabalho, a urbanização desenfreada e as guerras, por exemplo, fizeram explodir o número de sujeitos impacientes, irritadiços e perturbados com a velocidade das transformações e suas consequentes perdas de referências simbólicas.


Pensando sobre o imperativo “Leia/Veja/Assista” e “Tire suas próprias conclusões”, começo a desconfiar de que estamos diante de uma nova forma de sofrimento relacionado a um mal-estar ainda não nomeado.


Afinal, que tipo de sujeito está surgindo de nossa nova organização social? O que a vida em rede diz sobre as formas como nos relacionamos com o mundo? Que tipos de valores surgem dali? E, finalmente, que tipo de sofrimento essa vida em rede tem causado?


Vou arriscar e sair correndo, já sob o risco de percorrer um campo que não é meu: estamos vendo surgir o sujeito preso à ideia da obrigação de ter algo a dizer. Ao longo dos séculos essa angústia era comum aos chamados formadores de opinião e artistas, responsáveis por reinterpretar o mundo. Hoje basta ter um celular com conexão 3G para ser chamado a opinar sobre qualquer coisa. Pensamos estar pensando mesmo quando estamos apenas terceirizando convicções ao compartilhar aquilo que não escrevemos.


É uma nova versão de um conflito descrito por Clarice Lispector a respeito da insuficiência da linguagem. Algo como: “Não só não consigo dizer o que penso como o que penso passa a ser o que digo”. Se vivesse nas redes que atribuem a ela frases que jamais disse, o “dizer” e o “pensar” teriam a interlocução de um outro verbo: “compartilhar”.



(Matheus Pichonelli, Carta Capital. 18.03.2016. www.cartacapital.com.br. Adaptado)

Assinale a alternativa cuja expressão verbal sublinhada destoe das demais enquanto valor semântico (aspecto verbal) aplicado no contexto.
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251Q1073400 | Matemática Financeira, Conceitos Fundamentais de Matemática Financeira, Técnico Agrícola, Prefeitura de Retirolândia BA, ISET, 2024

Qual é o valor do montante de uma aplicação financeira, sobre o regime de juros simples, a um capital de R$ 600,00, com uma taxa de 2,5% ao mês, por um período de 1 ano e 3 meses?
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252Q976468 | Engenharia Agronômica, Técnico Agrícola, Prefeitura de Pinhalão PR, FAU, 2025

A escolha do sistema de irrigação é fundamental para garantir a eficiência no uso da água, o desenvolvimento saudável das plantas e a sustentabilidade da produção em hortas e pomares. Sobre os diferentes tipos de irrigação e suas características, assinale a alternativa correta:
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253Q980347 | Engenharia Agronômica, Técnico Agrícola, Prefeitura de Itatiba SP, VUNESP, 2025

O manejo de pragas agrícolas é essencial para a sustentabilidade da produção agropecuária, tanto do ponto de vista da produtividade quanto da preservação ambiental.
Considerando os princípios do manejo integrado de pragas (MIP), assinale a alternativa correta.
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254Q1033867 | Raciocínio Lógico, Equivalência Lógica e Negação de Proposições, Técnico Agrícola, Prefeitura de Apiaí SP, Instituto Access, 2025

Considere as proposições:
p: "Hoje está chovendo." q: "Vou sair de casa."

Analise as seguintes afirmações:

I. Se não está chovendo, então vou sair de casa. II. Se vou sair de casa, então está chovendo. III. Se não vou sair de casa, então não está chovendo. IV. Se está chovendo, então não vou sair de casa.

Qual das afirmativas é logicamente equivalente à proposição "Se está chovendo, então vou sair de casa"?
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255Q888267 | Veterinária, Técnico Agrícola, Prefeitura de Pouso Alegre MG, Consulplan, 2024

No sistema de produção de peixes em condições de desequilíbrio entre patógeno, hospedeiro e ambiente, ocorre a capacidade de promover doenças nos peixes. As bacterioses podem ter origem primária ou secundária. Relacione adequadamente as doenças bacterianas às suas respectivas características.
1. Columnariose.
2. Edwardsielose.
3. Aeromonose.
4. Estreptococose.
5. Franciselose.
( ) As septicemias são causadas por essas bactérias que são mais severas quando a temperatura da água está elevada e os peixes estão em situação de estresse. Os peixes doentes apresentam redução no crescimento, letargia, deformidade na coluna, natação errática, escurecimento do corpo, exoftalmia e opacidade ocular, hemorragias em opérculo e base das nadadeiras e ulceração de epiderme com lesões hemorrágicas superficiais características, rodeadas por zona negra frequentemente no dorso. Internamente, observa-se o fígado pálido, hepato e esplenomegalia.
( ) O primeiro relato do aparecimento dessa bactéria em peixes de produção foi na data de 2005 no Japão e, desde então, diversos relatos surgiram pelo mundo, inclusive em peixes tropicais, como a tilápia. A doença causa granulomatose sistêmica, feridas pelo corpo e mortalidades elevadas em peixes de confinamento; é comumente confundida com outras bactérias causadoras de doenças.
( ) Os peixes de água doce, em geral, estão sujeitos à infecção causada por essa bactéria, componente usual da flora microbiana da água e da superfície dos peixes. A doença é comum em locais com alta temperatura, elevada concentração de amônia, matéria orgânica e baixos níveis de oxigênio na água. Os peixes jovens são naturalmente mais suscetíveis e, quando infectados, apresentam pequenas lesões brancas pelo corpo, principalmente na região da cabeça e base das nadadeiras dorsais que se propagam até as pélvicas. Altas taxas de mortalidade, de 60 a 90%, são observadas dois dias após o aparecimento dos primeiros sinais.
( ) A doença é causada pelas bactérias, e as espécies mais comuns ocorrem em sedimentos e na água dos viveiros. A primeira causa septicemia nos peixes de águas tropicais, em ambiente com grande quantidade de matéria orgânica. O hospedeiro geralmente encontra-se em situações de estresse, o que predispõe ao aparecimento de lesões cutâneas, abscessos na musculatura lateral do corpo e na cauda. Os peixes podem perder a mobilidade em decorrência do tamanho dos abscessos, repletos de grande quantidade de tecido necrótico com emissão de gás de cheiro desagradável.
( ) As bactérias desse gênero causam uma série de danos aos empreendimentos aquícolas. São bactérias cosmopolitas oportunistas e de patogenicidade facultativa, ou seja, podem ou não causar a doença. Algumas dessas espécies patogênicas são de notificação obrigatória em países como Austrália, Estados Unidos e Reino Unido. As espécies mais comuns desse grupo causam septicemia hemorrágica nos peixes pela ruptura de pequenos vasos, que implicam em lesões ulcerativas na pele. Também são observados pontos de hemorragia nos órgãos internos e no abdôme, necrose de nadadeiras e cauda e perda de escamas.
A sequência está correta em
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256Q1071594 | Engenharia Agronômica Agronomia, Ecologia Na Engenharia Agronômica, Técnico Agrícola, Prefeitura de Jeremoabo BA, ISET, 2024

Com o objetivo de promover a adoção de práticas agrícolas sustentáveis e sistemas alimentares saudáveis em todo o mundo, foram estabelecidos alguns princípios fundamentais da agroecologia, dentre eles:

I. Diversidade.
II. Reciclagem.
III. Valores humanos e sociais.

Julgue os itens e assinale a alternativa correta:
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257Q1071595 | Engenharia Agronômica Agronomia, Culturas, Técnico Agrícola, Prefeitura de Jeremoabo BA, ISET, 2024

Leia o trecho: é o ramo da horticultura que abrange a exploração de um grande número de espécie de plantas, habitualmente conhecidas como hortaliças e que podem ser constituídas das seguintes partes das plantas: folhas, inflorescências, raízes, caules e frutos. O trecho faz referência a:
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258Q1071598 | Engenharia Ambiental e Sanitária, Recursos Hídricos, Técnico Agrícola, Prefeitura de Jeremoabo BA, ISET, 2024

Os recursos hídricos podem ser classificados em:
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259Q1071604 | Engenharia Agronômica Agronomia, Entomologia, Técnico Agrícola, Prefeitura de Jeremoabo BA, ISET, 2024

Leia o trecho: É a especialidade da biologia que estuda os insetos sob todos os seus aspectos e relações com o homem, as plantas, os animais e o meio-ambiente. O trecho faz a referência a:
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260Q1073402 | Direito Administrativo, Organização da Administração Pública, Técnico Agrícola, Prefeitura de Retirolândia BA, ISET, 2024

Com base na Lei Orgânica de Retirolândia, assinale a alternativa incorreta:
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