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Questões de Concursos Técnico de Enfermagem

Resolva questões de Técnico de Enfermagem comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


821Q44337 | Enfermagem, Técnico de Enfermagem, HRTN MG, FUNDEP

Considere o caso clínico a seguir.
Uma paciente do sexo feminino, 35 anos de idade, com diagnóstico clínico de lúpus eritematoso sistêmico e que está sob os cuidados de um técnico de Enfermagem, deve ser medicada com Dexametasona 4 mg, por via endovenosa de 6/6 horas. Na instituição, está disponível frasco de Dexametasona com 10 mg/2,5 ml.
Assinale a alternativa que apresenta o volume em ml da droga que será utilizado a cada horário da sua administração.
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822Q365628 | Enfermagem, Técnico de Enfermagem, UFRJ, UFRJ

Uma lesão tecidual de bordas irregulares, produzidas por objetos rombos, através de trauma fechado, sobre superfícies ósseas, é chamada de
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823Q362093 | Enfermagem, Enfermagem Cirúrgica, Técnico de Enfermagem, INCA, CESPE CEBRASPE

A respeito da assistência de enfermagem a pacientes oncológicos no pós-operatório, julgue os itens seguintes.

Ao se realizar o banho de aspersão em um paciente em pósoperatório de laringectomia, deve-se ocluir o orifício da traqueostomia com fita adesiva para evitar a entrada de água.

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824Q43446 | Enfermagem, Técnico de Enfermagem, UFMA

Sobre a hanseníase, julgue as sentenças abaixo e assinale a alternativa correta.
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825Q43475 | Português, Técnico de Enfermagem, UFMA

Texto associado.
Os meios de comunicação como exercício de poder

Por Marilena Chauí - Palestra proferida no lançamento da campanha “Para Expressar a Liberdade – Uma nova lei para um novo tempo”, em 27/08/2012, no Sindicato dos Jornalistas de São Paulo.
Podemos focalizar o exercício do poder pelos meios de comunicação de massa sob dois aspectos principais: o econômico e o ideológico.
Do ponto de vista econômico, os meios de comunicação fazem parte da indústria cultural. Indústria porque são empresas privadas operando no mercado e que, hoje, sob a ação da chamada globalização, passa por profundas mudanças estruturais, “num processo nunca visto de fusões e aquisições, companhias globais ganharam posições de domínio na mídia.”, como diz o jornalista Caio Túlio Costa. Além da forte concentração (os oligopólios beiram o monopólio), também é significativa a presença, no setor das comunicações, de empresas que não tinham vínculos com ele nem tradição nessa área. O porte dos investimentos e a perspectiva de lucros jamais vistos levaram grupos proprietários de bancos, indústria metalúrgica, indústria elétrica e eletrônica, fabricantes de armamentos e aviões de combate, indústria de telecomunicações a adquirir, mundo afora, jornais, revistas, serviços de telefonia, rádios e televisões, portais de internet, satélites, etc.
No caso do Brasil, o poderio econômico dos meios é inseparável da forma oligárquica do poder do Estado, produzindo um dos fenômenos mais contrários à democracia, qual seja, o que Alberto Dines chamou de “coronelismo eletrônico”, isto é, a forma privatizada das concessões públicas de canais de rádio e televisão, concedidos a parlamentares e lobbies privados, de tal maneira que aqueles que deveriam fiscalizar as concessões públicas se tornam concessionários privados, apropriando-se de um bem público para manter privilégios, monopolizando a comunicação e a informação. Esse privilégio é um poder político que se ergue contra dois direitos democráticos essenciais: a isonomia (a igualdade perante a lei) e a isegoria (o direito à palavra ou o igual direito de todos de expressar-se em público e ter suas opiniões publicamente discutidas e avaliadas). Numa palavra, a cidadania democrática exige que os cidadãos estejam informados para que possam opinar e intervir politicamente e isso lhes é roubado pelo poder econômico dos meios de comunicação.
A isonomia e a isegoria são também ameaçadas e destruídas pelo poder ideológico dos meios de comunicação. De fato, do ponto de vista ideológico, a mídia exerce o poder sob a forma do que denominamos a ideologia da competência, cuja peculiaridade está em seu modo de aparecer sob a forma anônima e impessoal do discurso do conhecimento, e cuja eficácia social, política e cultural está fundada na crença na racionalidade técnico-científica.
A ideologia da competência pode ser resumida da seguinte maneira: não é qualquer um que pode em qualquer lugar e em qualquer ocasião dizer qualquer coisa a qualquer outro. O discurso competente determina de antemão quem tem o direito de falar e quem deve ouvir, assim como pré-determina os lugares e as circunstâncias em que é permitido falar e ouvir, e define previamente a forma e o conteúdo do que deve ser dito e precisa ser ouvido. Essas distinções têm como fundamento uma distinção principal, aquela que divide socialmente os detentores de um saber ou de um conhecimento (científico, técnico, religioso, político, artístico), que podem falar e têm o direito de mandar e comandar, e os desprovidos de saber, que devem ouvir e obedecer. Numa palavra, a ideologia da competência institui a divisão social entre os competentes, que sabem e por isso mandam, e os incompetentes, que não sabem e por isso obedecem.
Enquanto discurso do conhecimento, essa ideologia opera com a figura do especialista. Os meios de comunicação não só se alimentam dessa figura, mas não cessam de instituí-la como sujeito da comunicação. O especialista competente é aquele que, no rádio, na TV, na revista, no jornal ou no multimídia, divulga saberes, falando das últimas descobertas da ciência ou nos ensinando a agir, pensar, sentir e viver. O especialista competente nos ensina a bem fazer sexo, jardinagem, culinária, educação das crianças, decoração da casa, boas maneiras, uso de roupas apropriadas em horas e locais apropriados, como amar Jesus e ganhar o céu, meditação espiritual, como ter um corpo juvenil e saudável, como ganhar dinheiro e subir na vida. O principal especialista, porém, não se confunde com nenhum dos anteriores, mas é uma espécie de síntese, construída a partir das figuras precedentes: é aquele que explica e interpreta as notícias e os acontecimentos econômicos, sociais, políticos, culturais, religiosos e esportivos, aquele que devassa, eleva e rebaixa entrevistados, zomba, premia e pune calouros – em suma, o chamado “formador de opinião” e o “comunicador”.
Ideologicamente, o poder da comunicação de massa não é uma simples inculcação de valores e ideias, pois, dizendo-nos o que devemos pensar, sentir, falar e fazer, o especialista, o formador de opinião e o comunicador nos dizem que nada sabemos e por isso seu poder se realiza como manipulação e intimidação social e cultural.
Um dos aspectos mais terríveis desse duplo poder dos meios de comunicação se manifesta nos procedimentos midiáticos de produção da culpa e condenação sumária dos indivíduos, por meio de um instrumento psicológico profundo: a suspeição, que pressupõe a presunção de culpa. [...] 
No enunciado: “ ... e cuja eficácia social, política e cultural está fundada na crença na racionalidade técnico-científica.” Tomando como exemplo racionalidade técnico-científica, podemos afirmar que a regra para o uso do hífen na expressão em destaque é, respectivamente, a mesma em:
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826Q12366 | Segurança e Transporte, Técnico de enfermagem, Prefeitura de Osasco SP, FGV

Sobre a ignição de motores à combustão interna, leia atentamente as afirmativas a seguir:

I. O uso de velas desgastadas demanda maior tensão para geração da centelha para a partida do motor.

II. Na remoção dos cabos de vela, pode-se puxá-los pelo próprio corpo de borracha.

III. Cabos de vela com resistência maior do que a recomendada podem sobrecarregar a bobina do motor.

Assinale:
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827Q60553 | Administração Pública, Ética na Administração Pública, Técnico de Enfermagem, RIOSAÚDE

Facilitar a revelação de fato de que tem ciência em razão do cargo e que deva permanecer em segredo é crime punido com:
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828Q45457 | Matemática, Técnico de enfermagem, IMESC, VUNESP

Em um grupo de 10 pessoas, duas têm 20 anos, três têm 25 anos, quatro têm 30 anos e uma pessoa tem 40 anos. A média de idade desse grupo de pessoas, em anos, é
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829Q2713 | Enfermagem, Técnico de enfermagem, Petrobras, CESGRANRIO

Técnicos de enfermagem, recém-admitidos, foram capacitados sobre a toxicologia dos produtos em uso na empresa, considerando as vias de penetração, a meia-vida biológica e os limites de exposição. Visando a identificar os agentes existentes e os potenciais de risco associados, em qual fase da higiene ocupacional essa capacitação se insere?
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830Q361143 | Enfermagem, Enfermagem Cirúrgica, Técnico de Enfermagem, INCA, CESPE CEBRASPE

Acerca do preparo, empacotamento e acondicionamento de artigo médico hospitalar, julgue os itens seguintes.

De acordo com as recomendações para o uso de embalagens de tecido, a roupa cirúrgica e os campos devem sofrer processos de calandragem. O remendo em campos cirúrgicos não interfere no processo de infecção.

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831Q361789 | Enfermagem, Enfermagem Cirúrgica, Técnico de Enfermagem, INCA, CESPE CEBRASPE

Julgue os itens a seguir, relativos às medidas de prevenção e controle de infecção hospitalar.

A inspeção e a anotação das características da pele ao redor da área de inserção de dispositivos invasivos constituem importante medida para prevenção e controle de infecções.

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832Q44195 | Administração Geral, Técnico de enfermagem, HEMOMINAS, IBFC

Considerando os estilos de liderança, um estilo que se caracteriza pelo excesso de liberdade permitida aos subordinados, possibilitando uma situação em que as pessoas não conhecem os objetivos e/ou realizem algo é denominado:
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833Q5038 | Enfermagem, Técnico de enfermagem, SERPRO, CESPE CEBRASPE

Texto associado.
QUESTÕES DE 1 A 6
Hemorragia é a perda de sangue subseqüente ao rompimento de um
vaso sanguíneo arterial ou venoso. Considerando um paciente com
hemorragia, julgue os itens que se seguem, referentes aos sinais e
sintomas encontrados nessa situação ou aos cuidados que devem ser
realizados pelo técnico de enfermagem do trabalho.

QUESTÕES DE 7 A 10
A nutrição adequada é uma medida de prevenção e proteção da saúde
do trabalhador; em alguns casos, o paciente deve seguir uma dieta
apropriada para sua recuperação. Acerca das dietas, julgue os itens
subseqüentes.
Nesse caso, o técnico de enfermagem deve deitar o paciente, afrouxar-lhe as vestes e manter a área afetada mais elevada que o resto do corpo.
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834Q60887 | Direito Sanitário, Técnico de Enfermagem, FSERJ, BIO RIO

Na atenção básica, utilizam-se várias técnicas relacionadas à educação em saúde, uma medida de prevenção:
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835Q362998 | Enfermagem, Enfermagem Clínica, Técnico de Enfermagem, INCA, CESPE CEBRASPE

Denomina-se nadir o período pós-quimioterapia em que o número de leucócitos é o mais baixo, o qual se verifica entre 7 e 14 dias pós-quimioterapia. Pacientes neutropênicos tendem a ter infecções mais severas e frequentes, principalmente se o nadir persistir por mais de 10 dias. Nesse período,

deve-se orientar o paciente a observar rigorosa higiene pessoal e controle adequado da dieta, que poderá incluir a ingesta de alimentos crus, desde que corretamente higienizados.

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836Q361849 | Enfermagem, Enfermagem Clínica, Técnico de Enfermagem, INCA, CESPE CEBRASPE

A busca incansável por medidas de prevenção e controle de infecção é uma rotina nas unidades de terapia intensiva (UTI). Com relação a esse assunto, julgue os itens subsequentes.

A máscara e óculos devem ser usados como barreira de proteção, sendo mandatório o uso de aventais de tecidos ou impermeáveis, para reduzir o risco à exposição de patógenes hematogênicos.

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837Q44189 | Informática, Técnico de Enfermagem, HEMOMINAS, IBFC

Para possibilitar a inserção de uma quebra de página de forma manual em um documento do Microsoft Word 2007 deve-se usar a guia:
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838Q359699 | Enfermagem, Enfermagem Clínica, Técnico de Enfermagem, INCA, CESPE CEBRASPE

Denomina-se nadir o período pós-quimioterapia em que o número de leucócitos é o mais baixo, o qual se verifica entre 7 e 14 dias pós-quimioterapia. Pacientes neutropênicos tendem a ter infecções mais severas e frequentes, principalmente se o nadir persistir por mais de 10 dias. Nesse período,

deve-se avaliar o paciente à procura de sinais de infecção e caso esta esteja presente, deve-se combatê-la mediante a administração de drogas por meio de cateter, sob a estrita observância da técnica asséptica pertinente.

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839Q359969 | Enfermagem, Enfermagem Cirúrgica, Técnico de Enfermagem, INCA, CESPE CEBRASPE

A respeito do cuidado e da responsabilidade no encaminhamento de peças cirúrgicas e amostras histopatológicas e do controle de material cirúrgico, julgue os itens subsequentes.

Encaminhar peças e materiais para análise no transcorrer da cirurgia é atribuição exclusiva do auxiliar de enfermagem do centro cirúrgico.

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840Q31010 | Português, Interpretação de Textos, Técnico de Enfermagem, CISSUL MG, FUNDEP

Texto associado.
Instrução: Leia o texto a seguir e responda à questão.

É urgente recuperar o sentido de urgência

    Estamos vivendo como se tudo fosse urgente. Urgente o suficiente para acessar alguém. E para exigir desse alguém uma resposta imediata. Como se o tempo do “outro” fosse, por direito, também o “meu” tempo. E até como se o corpo do outro fosse o meu corpo, já que posso invadi-lo, simbolicamente, a qualquer momento. Como se os limites entre os corpos tivessem ficado tão fluidos e indefinidos quanto a comunicação ampliada e potencializada pela tecnologia. Esse se apossar do tempo/corpo do outro pode ser compreendido como uma violência. Mas até certo ponto consensual, na medida em que este que é alcançado se abre/oferece para ser invadido. Torna-se, ao se colocar no modo “online”, um corpo/tempo à disposição. Mas exige o mesmo do outro – e retribui a possessão. Olho por olho, dente por dente. Tempo por tempo.
    Como muitos, tenho tentado descobrir qual é a minha medida e quais são os meus limites nessa nova configuração. Descobri logo que, para mim, o celular é insuportável. Não é possível ser alcançada por qualquer um, a qualquer hora, em qualquer lugar. Estou lendo um livro e, de repente, o mundo me invade, em geral com irrelevâncias, quando não com telemarketing. Estou escrevendo e alguém liga para me perguntar algo que poderia ter descoberto sozinho no Google, mas achou mais fácil me ligar, já que bastava apertar uma tecla do próprio celular. Trabalhei como uma camela e, no meu momento de folga, alguém resolve me acessar para falar de trabalho, obedecendo às suas próprias necessidades, sem dar a mínima para as minhas. Não, mas não mesmo. Não há chance de eu estar acessível – e disponível – 24 horas por sete dias, semana após semana.
    Me bani do mundo dos celulares, fechei essa janela no meu corpo. Mantenho meu aparelho, mas ele fica desligado, com uma gravação de “não uso celular, por favor, mande um e-mail”. Carrego-o comigo quando saio e quase sempre que viajo. Se precisar chamar um táxi em algum momento ou tiver uma urgência real, ligo o celular e faço uma chamada. Foi o jeito que encontrei de usar a tecnologia sem ser usada por ela.
    Minha decisão não foi bem recebida pelas pessoas do mundo do trabalho, em geral, nem mesmo pela maior parte dos amigos e da família. Descobri que, ao não me colocar 24 horas disponível, as pessoas se sentiam pessoalmente rejeitadas. Mas não apenas isso: elas sentiam-se lesadas no seu suposto direito a tomar o meu tempo na hora que bem entendessem, com ou sem necessidade, como se não devesse existir nenhum limite ao seu desejo. Algumas declararam-se ofendidas. Como assim eu não posso falar com você na hora que eu quiser? Como assim o seu tempo não é um pouco meu? E se eu precisar falar com você com urgência? Se for urgência real – e quase nunca é – há outras formas de me alcançar.
    Percebi também que, em geral, as pessoas sentem não só uma obrigação de estar disponíveis, mas também um gozo. Talvez mais gozo do que obrigação. É o gozo de se considerar imprescindível. Como se o mundo e todos os outros não conseguissem viver sem sua onipresença. Se não atenderem o celular, se não forem encontradas de imediato, se não derem uma resposta imediata, catástrofes poderão acontecer.
    O celular ligado funciona como uma autoafirmação de importância. Tipo: o mundo (a empresa/a família/ o namorado/ o filho/ a esposa/ a empregada/ o patrão/os funcionários etc.) não sobrevive sem mim. A pessoa se estressa, reclama do assédio, mas não desliga o celular por nada. Desligar o celular e descobrir que o planeta continua girando pode ser um risco maior. Nesse sentido, e sem nenhuma ironia, é comovente.
    Bem, eu não sou imprescindível a todo mundo e tenho certeza de que os dias nascem e morrem sem mim. As emergências reais são poucas, ainda bem, e para estas há forma de me encontrar. Logo, posso ficar sem celular.
    A grande perda é que, ao se considerar tudo urgente, nada mais é urgente. Perde-se o sentido do que é prioritário em todas as dimensões do cotidiano. E viver é, de certo modo, um constante interrogar-se sobre o que é importante para cada um. Ou, dito de outro modo, uma constante interrogação sobre para quem e para o quê damos nosso tempo, já que tempo não é dinheiro, mas algo tremendamente mais valioso. Como disse o professor Antonio Candido, “tempo é o tecido das nossas vidas”.
    Viver no tempo do outro – de todos e de qualquer um – é uma tragédia contemporânea.

BRUM, Eliane. Disponível em:<http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/eliane-brum>  Acesso em: 12 set. 2013. Adaptado.
O que seria para a autora a tragédia contemporânea?
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