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Questões de Concursos Técnico em Informática

Resolva questões de Técnico em Informática comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


1381Q891453 | Redes de Computadores, Técnico em Informática, UNEMAT, CESGRANRIO, 2024

Um firewall é o ponto central de proteção contra o tráfego malicioso. Para seu bom funcionamento, ele deve ser capaz de analisar todo o tráfego de interesse.
Em uma rede corporativa, o firewall deve ser logicamente posicionado
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1382Q884815 | Redes de Computadores, Técnico em Informática, Prefeitura de Rosário MA, FUNATEC, 2024

Qual camada da arquitetura TCP/IP é responsável por garantir a entrega confiável dos dados, controlando o fluxo e a correção de erros?
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1383Q980574 | Informática, Técnico em Informática, Prefeitura de Céu Azul PR, FAU, 2025

Um antivírus atua principalmente:
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1385Q952930 | Banco de Dados, Técnico em Informática, Prefeitura de Tangará da Serra MT, FUNDATEC, 2025

A normalização de dados é uma técnica utilizada no projeto de banco de dados para minimizar a redundância e evitar inconsistências. Ela envolve a decomposição de tabelas maiores em tabelas menores e a definição de relações entre elas. A forma normal que assegura que uma tabela não possui dependências transitivas, ou seja, que todos os atributos são dependentes unicamente da chave primária é a:
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1386Q887662 | Informática, Técnico em Informática, FEAS de Curitiba PR, OBJETIVA, 2024

No contexto da segurança computacional, o que define um vírus de computador?
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1387Q887422 | Arquitetura de Computadores, Técnico em Informática, Prefeitura de Jaru RO, IBADE, 2024

Identifique a atividade que NÃO faz parte das boas práticas de manutenção preventiva em microcomputadores.
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1390Q919951 | Português, Concordância Verbal e Nominal, Técnico em Informática, Câmara de Araraquara SP, Consulplan, 2025

Texto associado.
Sempre que eu contrariava Luzia desobedecendo a suas ordens, contestando quase tudo com respostas agressivas, ela me dizia que eu era tão ruim que minha vinda ao mundo pôs um fim à vida da mãe. “Deu fim à nossa mãe”, era a sentença cruel, lançada para me atingir e evocar as complicações que se seguiram ao meu nascimento. Minha mãe se acamou, deprimida. “Nossa mãe se foi de melancolia”, era o que se contava em casa. Nunca soube ao certo o que Luzia sentia por mim, graças ao que nos aconteceu. Por ter sido a responsável por minha criação ainda muito jovem, dizia que ninguém quis se casar com ela por causa dessa obrigação. Nenhum homem iria aguentar minhas malcriações. Sua mágoa era duradoura. Caí feito um fardo sobre suas costas depois da morte da mãe e da partida dos nossos irmãos. Eu era mais uma atribulação para Luzia, além de todas as outras: cuidar da casa, do pai, da roupa da igreja, e ter que se esquivar dos humores do povo da Tapera.
Diferente da mãe e das mulheres da aldeia, Luzia, a irmã mais velha, parecia não ter se interessado pela arte do barro, nem mesmo pelo roçado. Dizia que lavoura era trabalho para homem. Repetia, ao ver a ruma de mulheres caminhando para o mangue à beira do Paraguaçu, que não foi feita para ficar sob o sol catando mariscos, e que se pudesse moraria na cidade grande. Desde cedo passei a seguir seus passos. Às terças e sextas-feiras Luzia andava até o mosteiro, recolhia cortinas, toalhas e estolas, e formava uma imensa trouxa. Equilibrava tudo sobre a cabeça com uma rodilha feita de peça menor, podia ser uma fronha de travesseiro ou uma toalha pequena. Cada entrada no mosteiro era precedida de reprimendas a mim: “Você não pode tocar em nada”, “Não fale alto, nem corra pelo pátio”, “Peça a bênção aos padres quando se dirigirem a você. Seja agradecido se lhe ofertarem algo”. E, claro, só poderia receber qualquer coisa se tivesse seu consentimento. Eu não fazia mais gestos de assentimento às suas recomendações. Planejava como contrariar as regras, em especial aquela que dizia que deveria olhar sempre para o chão e andar como se fosse invisível para não incomodar as orações. Tanta advertência não era por acaso, Luzia confessou num rompante de desabafo: queria manter seu ganha-pão como lavadeira do mosteiro e conseguir uma vaga para que eu estudasse na escola da igreja.
Nessa altura, meu irmão Joaquim tinha retornado de um tempo longo morando na capital. Ele levava uma vida errante, mas quando jovem aparecia vez ou outra para ajudar seu Valter nos carregamentos do saveiro Dadivoso, com sacas de grãos e caixas de verduras. Saíam às quintas-feiras em direção à Feira de São Joaquim e não tinham dia certo para regressar. Foi um tempo em que manejei os saveiros na imaginação, nas brincadeiras de menino, enquanto admirava o Dadivoso e outras embarcações navegando o Paraguaçu em direção à baía. Quando meu irmão começou a trabalhar com seu Valter, eu o seguia até o rio para observar o carregamento das sacas de farinha, dos barris de azeite de dendê e das caixas de inhame e aipim. Guardava a esperança de que me considerassem pronto para trabalhar. Sonhava ir embora de casa, não precisar mais olhar a carranca de Luzia me dizendo que eu era um fardo. Meus irmãos deixaram a Tapera antes mesmo de me conhecerem. Da maioria deles não havia fotografia nem recordação. Eu fiquei só com Luzia e meu pai. Como não havia quem cuidasse de mim na sua ausência, precisei seguir seus passos muito cedo, a todo canto, até que ela me considerasse pronto para ficar sozinho.

(VIEIRA JUNIOR, Itamar. Salvar o fogo. 2. ed. São Paulo: Todavia, 2023. p. 17-18. Fragmento.)
Os trechos a seguir também são do livro “Salvar o fogo”; contudo, não estão presentes no texto apresentado. Analise-os e assinale a alternativa em que NÃO há erro de concordância verbal.
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1391Q893327 | Redes de Computadores, Técnico em Informática, Prefeitura de Prudentópolis PR, FAU, 2024

Quando se trata da comunicação entre computadores integrantes de uma rede, é preciso que o estabelecimento dessa comunicação seja feito de maneira padronizada, possibilitando que equipamentos diferentes troquem informações uns com os outros. Este padrão chama-se:
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1392Q991634 | Português, Figuras de Linguagem, Técnico em Informática, Prefeitura de Rio Branco AC, IBADE, 2023

Texto associado.
TEXTO PARA A QUESTÃO.

A última conferida
Paulo Pestana
Crônica

“Para o cemitério, só vou se for levado – e na horizontal”, me diz um amigo, pragmático, depois de ter sido constrangido por outro camarada com o pior tipo de pergunta que se pode fazer, aquela que traz, antes da interrogação, uma afirmação. É de perder o rebolado. “Não te vi no cemitério, a que horas você esteve lá?”.
Ele não se deu o trabalho de usar a frase anterior porque sentiu que seria pior, teria que se estender. Teria que dizer que não é superstição, mas porque não vê sentido nessas cerimônias de despedida; mas era muita explicação, exigiria alguma filosofia e muita paciência e ele preferiu se escorar em mim para mudar o rumo da prosa. Falamos de futebol.
A tradição manda que a gente vá dar uma conferida final naquele parente, amigo ou camarada que se foi, mas eu também evito. Gosto de lembrar das pessoas vivas e não me sinto à vontade naquele quase convescote em que as pessoas falam de amenidades em torno de um corpo inerte, cercado por flores à espera de ser carregado para a cova.
Lembro sempre a história de Ulysses Guimarães, o Senhor Diretas, que nunca ia a enterros e acabou não indo nem ao próprio, já que o corpo dele nunca foi encontrado e, há 30 anos, continua mergulhado no Oceano Atlântico.
Um outro amigo é tão supersticioso que sequer fala a palavra cemitério. Como se fosse adiantar alguma coisa, prefere usar campo santo, necrópole ou, mais frequentemente, até porque é descendente de libaneses, almocábar, que obviamente é uma palavra de origem árabe. Não sei se a semântica resolve alguma coisa, mas para ele ameniza. E ficamos assim.
Saber que não se vai mais encontrar um amigo ou mesmo um conhecido já é dor suficiente. Não é preciso dividi-la com parentes e outros presentes. Há quem alegue que só uma cerimônia fúnebre é capaz de encerrar uma história de convivência e que seria a última oportunidade de dar um adeus a um querido. Só que o querido não está mais ali, só há um corpo.
O homem enterra seus semelhantes desde 60 mil anos antes de Cristo, pelo menos. Inicialmente era um modo de esconder os corpos de animais predadores. Mais tarde, egípcios mantinham conservados os corpos da gente importante e os romanos começaram a cremar, mas só gente de bem; os bandidos eram enterrados mesmo.
Até recentemente – 1964 – a Igreja Católica proibia a cremação de fiéis, mas os vikings faziam cerimônias em que misturavam fogo e água para carbonizar guerreiros e nobres num barco, a caminho de Valhala.
Os velórios só foram instituídos na idade média para resolver o problema de enterrar gente viva – como as pessoas bebiam vinho e outros espíritos em taças de estanho, muitas vezes chegavam a um estado de narcolepsia que era confundido com morte. E decidiu-se esperar um pouco mais antes de botar terra em cima.
Hoje, os velórios são solenidades para os vivos; um outro amigo, mais vivido, tem uma explicação mais direta sobre o fato de evitar cemitérios: “Quem não é visto não é lembrado”.

PESTANA, Paulo. A última conferida. Correio Braziliense, 31 de maio de 2023. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/paulopestana/a-ultimaconferida/. Acesso em: 17 jun. 2023.
No trecho “Como se fosse adiantar alguma coisa, prefere usar campo santo, necrópole ou, mais frequentemente, até porque é descendente de libaneses, almocábar, que obviamente é uma palavra de origem árabe.” (5º parágrafo), o autor faz referência a um neologismo lexical advindo de um(a):
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1393Q919956 | Português, Interpretação de Textos, Técnico em Informática, Câmara de Araraquara SP, Consulplan, 2025

Texto associado.
Prazeres mútuos

É normal, quando você vê uma criança bonita, dizer “mas que linda”, “que olhos lindos”, ou coisas no gênero. Mas esses elogios, que fazemos tão naturalmente quando se trata de uma criança ou até de um cachorrinho, dificilmente fazemos a um adulto. Isso me ocorreu quando outro dia conheci, no meio de várias pessoas, uma moça que tinha cabelos lindos. Apesar da minha admiração, fiquei calada, mas percebi minha dificuldade, que aliás não é só minha, acho que é geral. Por que eu não conseguia elogiar seus cabelos?
Fiquei remoendo meus pensamentos (e minha dificuldade), fiz um esforço (que não foi pequeno) e consegui dizer: “que cabelos lindos você tem”. Ela, que estava séria, abriu um grande sorriso, toda feliz, e sem dúvida passou a gostar um pouquinho de mim naquele minuto, mesmo que nunca mais nos vejamos.
Fiquei pensando: é preciso se exercitar e dizer coisas boas às pessoas, homens e mulheres, quando elas existem. Não sei a quem faz mais bem, se a quem ouve ou a quem diz; mas por que, por que, essa dificuldade? Será falta de generosidade? Inveja? Inibição? Há quanto tempo ninguém diz que você está linda ou que tem olhos lindos, como ouvia quando criança? Nem mesmo quando um homem está paquerando uma mulher ele costuma fazer um elogio, só alguns, mais tarde, num momento de intimidade e quando é uma bobagem, como “você tem um pezinho lindo”. Mas sentar numa mesa para jantar pela primeira vez, só os dois, e dizer, com naturalidade, “que olhos lindos você tem”, é difícil de acontecer.
Notar alguma coisa de errado é fácil; não se diz a ninguém que ele tem o nariz torto, mas, se for alguém que estiver em outra mesa, o comentário é espontâneo e inevitável.
Podemos ouvir que a alça do sutiã está aparecendo ou que o rímel escorreu, mas há quanto tempo você não ouve de um homem que tem braços lindos? A não ser que você seja modelo ou miss – e aí é uma obrigação elogiar todas as partes do seu corpo –, os homens não elogiam mais as mulheres, aliás, ninguém elogia ninguém.
E é tão bom receber um elogio; o da amiga que diz que você está um arraso já é ótimo, mas, de uma pessoa que você acabou de conhecer e que talvez não veja nunca mais, aquele elogio espontâneo e sincero, é das melhores coisas da vida.
Fique atenta; quando chegar a um lugar e conhecer pessoas novas, alguma coisa de alguma delas vai chamar a sua atenção e sua tendência será, como sempre, ficar calada. Pois não fique. Faça um pequeno esforço e diga alguma coisa que você notou e gostou; o quanto a achou simpática, como parece tranquila, como seu anel é lindo, qualquer coisa.
Todas as pessoas do mundo têm alguma coisa de bom e bonito, nem que seja a expressão do olhar, e ouvir isso, sobretudo de alguém que nunca se viu, é sempre muito bom.
Existe gente que faz disso uma profissão, e passa a vida elogiando os outros, mas não é delas que estamos falando.
Só vale se for de verdade, e se você começar a se exercitar nesse jogo e, com sinceridade, elogiar o que merece ser elogiado, irá espalhando alegrias e prazeres por onde passar, que fatalmente reverterão para você mesma, porque a vida costuma ser assim.
Apesar de a vida ter me mostrado que nem sempre é assim, continuo acreditando no que aprendi na infância, e isso me faz muito bem.

(Danuza Leão. Folha de S. Paulo. Cotidiano. Em: novembro de 2005.)
Os parênteses empregados no início do 2º§ do texto: “Fiquei remoendo meus pensamentos (e minha dificuldade), fiz um esforço (que não foi pequeno) e consegui dizer: ‘que cabelos lindos você tem’.”, considerando-se o contexto, têm como principal objetivo:
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1394Q893332 | Redes de Computadores, Técnico em Informática, Prefeitura de Prudentópolis PR, FAU, 2024

Sobre o protocolo de Internet, ou Internet Protocol (IP) é correto afirmar:
I - É um mecanismo de comunicação que é utilizado em todas as máquinas que estão conectadas em rede por meio dos protocolos TCP/IP.
II - O protocolo IP fica situado na camada que é chamada de camada de LAN.
III - Esse protocolo possui um esquema de endereçamento que possibilita que cada dispositivo seja reconhecido unicamente na rede, que se chama endereço IP.
IV - É utilizado para conectar os computadores em rede tanto nas residências quanto nas empresas.
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1395Q881301 | Sistemas Operacionais, Windows, Técnico em Informática, CAGEPA PB, CESPE CEBRASPE, 2024

No Windows 10, para se configurar e gerenciar as políticas de grupo, a fim de restringir o acesso a aplicativos e funcionalidades específicas para diferentes usuários do sistema operacional no nível de máquina ou usuário, deve-se
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1396Q887453 | Informática, Malware vírus, Técnico em Informática, Prefeitura de Jeremoabo BA, IBRB, 2024

São características dos Trojans:
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1397Q881317 | Sistemas Operacionais, Técnico em Informática, CAGEPA PB, CESPE CEBRASPE, 2024

A respeito de computação em nuvem, julgue os itens a seguir.

I Na nuvem privada, a infraestrutura em nuvem é fornecida para uso de várias organizações, sendo composta por diferentes consumidores, como, por exemplo, unidades de negócios.
II Uma nuvem privada pode ser construída no domínio de uma intranet de uma organização.
III Na nuvem pública, a infraestrutura em nuvem é fornecida para uso fechado e restrito do público em geral.
IV Na nuvem híbrida, a infraestrutura em nuvem é uma composição de dois ou mais tipos de nuvens distintas.

Estão certos apenas os itens
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1398Q881320 | Segurança da Informação, Técnico em Informática, CAGEPA PB, CESPE CEBRASPE, 2024

A capacidade de uma pessoa determinar, por si mesma, quando, como e em que medida as informações pessoais sobre ela poderão ser compartilhadas ou comunicadas a outras pessoas, entidades ou organizações está diretamente relacionada
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1400Q977335 | Informática, Teclas de atalho, Técnico em Informática, ION de Niterói RJ, SELECON, 2025

Um técnico de informática da EMPRESA DE INFRAESTRUTURA E OBRAS DE NITERÓI (ION) está trabalhando em um notebook Intel, gerenciado pelo Windows 11 BR. Nessa atividade, ele está navegando em sites da internet, utilizando o browser Firefox Mozilla. Nesse contexto, primeiramente executou um atalho de teclado para acessar/ocultar a área de trabalho e minimizar/restaurar todas as janelas abertas. Em seguida, executou outro atalho de teclado que abriu a janela de Configurações. Os atalhos de teclado são, respectivamente:
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