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Questões de Concursos Técnico em Segurança do Trabalho

Resolva questões de Técnico em Segurança do Trabalho comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


81Q453354 | Direito do Trabalho, Segurança e Medicina do Trabalho, Técnico em Segurança do Trabalho, FSPSCE RS, MSConcursos

O exercício de trabalho em condições de insalubridade, assegura ao trabalhador a percepção de adicional, incidente sobre o salário mínimo da região, equivalente a:

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82Q40657 | Direito Sanitário, Técnico em Segurança do Trabalho, EMBASA, IBFC

Assinale a alternativa correta considerando as disposições da lei federal n° 11.445, de 05/01/1997, que estabelece diretrizes nacionais para o saneamento básico.
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83Q851748 | Legislação Estadual, Legislação do Estado do Rio Grande do Sul, Técnico em Segurança do Trabalho, FUNDATEC, 2020

A Lei nº 13.694/2011, Estatuto da Igualdade Racial do Estado do Rio Grande do Sul, determina que os negros terão políticas públicas destinadas à redução do risco de doenças que têm maior incidência, em especial, a doença falciforme, as hemoglobinopatias, o lúpus, a hipertensão, o diabetes e:

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84Q553502 | Informática, Outros, Técnico em Segurança do Trabalho, Departamento Municipal de Água e Esgoto de Caldas Novas GO, UFGO

Um banco de dados é uma coleção de dados relacionados. Os dados são fatos que podem ser gravados e que possuem um significado implícito. Por exemplo, considere nomes, números telefônicos e endereços de pessoas conhecidas. Esses dados podem ter sido escritos em uma agenda de telefones ou armazenados em um computador. São considerados elementos básicos de um banco de dados:
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85Q40643 | Português, Técnico em Segurança do Trabalho, EMBASA, IBFC

Texto associado.
Texto I
                                            Os bolsos do morto
                                                                                                          (Luis Fernando Veríssimo)

      O morto não é exatamente um amigo. Mais um conhecido, mas daqueles que você não pode deixar de ir ao velório. E lá está ele, estendido dentro do caixão forrado de cetim, de terno azul-marinho e gravata grená, esperando para ser enterrado.
       Se fosse um amigo você ficaria em silêncio, compungido, lembrando o morto em vida e lamentando sua perda. Como é apenas um conhecido, você comenta com o homem ao seu lado - que também não parece ser íntimo do morto:
       - Poderiam ter escolhido outra gravata...
       - É. Essa está brava.
       - Já pensou ele chegando lá com essa gravata?
       - “Lá” onde?
       - Não sei. Onde a gente vai depois de morto. Onde vai a nossa alma.
       - Eu acho que a alma não vai de gravata.
       - Será que não? E de fatiota?
       - Também não.
       - Bom. Pelo menos esse vexame ele não vai passar.
       - Você é da família?
       - Não. Apenas um conhecido.

       Você examina o morto. Engraçado: ele vai partir para a viagem mais importante, e mais distante, da sua vida, mas não precisa carregar nada. Identidade, passaporte, nada. Nem dinheiro, o que dirá cheques de viagem ou cartões de crédito. Nem carteira!
       Você diz para o outro:
       - A coisa mais triste de um defunto são os bolsos. O outro estranha.
       - Como assim?
       - Os bolsos existem para carregar coisas. Coisas importantes, que definem sua vida. CPF, licença para dirigir, bloco de notas, caneta, talão de cheques, remédio para pressão...
       - Pepsamar...
       - Pepsamar, cartão perfurado da Sena, recortes de artigos sobre a situação econômica, fio dental... Isso sem falar em coisas com importância apenas sentimental. Por exemplo: um desenho rabiscado por uma possível neta que parece, vagamente, um gato, e que ele achou genial e guardou. Entende?
       - Sei.
       - E aí está ele. Com os bolsos vazios. Despido da vida e de tudo que levava nos seus bolsos, e que o definia. O homem é o homem e o que ele leva nos bolsos. Poderiam ter deixado, sei lá, pelo menos um chaveiro.
       - Você acha?
       - Claro. As chaves da casa. As chaves do carro. Qualquer coisa pessoal, que pelo menos fizesse barulho num bolso da fatiota, pô!
       Você se dá conta de que está gritando. As pessoas se viram para reprová-lo. “Mais respeito” dizem as caras viradas. Você faz um gesto, pedindo perdão. Sou apenas um conhecido, desculpem. Mas continua, falando mais baixo:
       - A morte é um assaltante. Nos mata e nos esvazia os bolsos.
       - Sem piedade.
       - Nenhuma.
Vocabulário:
Fatiota - roupa de melhor qualidade, usada em situações mais formais
Pepsamar - tipo de medicamento 
Em “Se fosse um amigo você ficaria em silêncio, compungido.” (2°§), a palavra em destaque tem como sinônimo:
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86Q848149 | História e Geografia de Estados e Municípios, História e Geografia do Estado do Rio Grande do Sul, Técnico em Segurança do Trabalho, FUNDATEC, 2020

Referente à história do município de Alpestre, assinale a alternativa INCORRETA
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87Q821328 | Legislação Federal, Lei 8142 1990, Técnico em Segurança do Trabalho, EBSERH, AOCP

De acordo com a Lei 8.142/1990, as decisões dos Conselhos de Saúde serão homologadas
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88Q333191 | Matemática, Aritmética e Algebra, Técnico em Segurança do Trabalho, CORREIOS, IADES

Considere hipoteticamente uma torneira com defeito que desperdiça 80 gotas de água por minuto. Sabendo que 1 mL é o volume de 20 gotas, qual é, em litros, o desperdício de água dessa torneira em um mês de 30 dias?
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89Q40656 | Direito Sanitário, Técnico em Segurança do Trabalho, EMBASA, IBFC

Assinale a alternativa correta considerando as disposições da lei federal n° 11.445, de 05/01/1997, que estabelece diretrizes nacionais para o saneamento básico.
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90Q40658 | Direito Sanitário, Técnico em Segurança do Trabalho, EMBASA, IBFC

Assinale a alternativa correta sobre o que a lei federal n° 11.445, de 05/01/1997, que estabelece diretrizes nacionais para o saneamento básico, considera conjunto de atividades, infraestruturas e instalações operacionais de coleta, transporte, transbordo, tratamento e destino final do lixo doméstico e do lixo originário da varrição e limpeza de logradouros e vias públicas.
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91Q688239 | Português, Interpretação de Textos, Técnico em Segurança do Trabalho, Prefeitura de Salvador BA, FGV, 2019

Texto associado.
“Não sei se é verdade. Dizem que Santos-Dumont suicidou-se quando soube que, durante a Guerra Mundial, a primeira, de 1914 a 1918, estavam usando aviões para bombardear cidades indefesas. Não fora para isso -- pensava ele -- que inventara a navegabilidade no ar, façanha que ninguém lhe contesta, tampouco inventara o avião, cuja autoria lhe é indevidamente negada pelos norte-americanos. 
Excetuando o Dr. Guilhotin, que construiu um aparelho específico para matar mais rapidamente durante os anos do Terror, na Revolução Francesa, em geral o pessoal que inventa alguma coisa pensa em beneficiar a humanidade, dotando-a de recursos que tornam a vida melhor, se possível para todos”. Carlos Heitor Cony, in Folha de São Paulo. 27/12/2007.
Esse fragmento de uma crônica de Cony é um exemplo de texto.
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92Q684291 | Legislação Municipal, Técnico em Segurança do Trabalho, Prefeitura de Salvador BA, FGV, 2019

Determinado Secretário do Município de Salvador solicitou que sua assessoria, considerando o disposto na Lei Orgânica do Município, analisasse a possibilidade de doação dos bens do Município, bem como a existência de balizamentos quanto aos beneficiários. 
A assessoria respondeu corretamente que a doação:
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93Q709422 | Direito Constitucional, Organização do Estado Dos Municípios, Técnico em Segurança do Trabalho, Prefeitura de Suzano SP, Consulplan, 2019

Conforme o art. 30 da Constituição Federal de 1988, analise as alternativas a seguir.
I. Legislar sobre assuntos de interesse local.
II. Explorar diretamente, ou mediante concessão, os serviços locais de gás canalizado.
III. Manter, com a cooperação técnica e financeira da União e do Estado, programas de educação infantil.
IV. Instituir e arrecadar os tributos de sua competência.
NÃO compete aos municípios:
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94Q712220 | Segurança e Saúde no Trabalho, Técnico em Segurança do Trabalho, Prefeitura de Chuí RS, FUNDATEC, 2019

Segundo a Norma Regulamentadora nº 20 – Segurança e Saúde no Trabalho com Inflamáveis e Combustíveis, o empregador deve implementar medidas específicas para controle da geração, acúmulo e descarga de _________________ em áreas sujeitas à existência de atmosferas inflamáveis, sendo um exemplo desta medida o processo de aterramento. a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
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96Q562990 | Informática, Painel de Controle, Técnico em Segurança do Trabalho, Departamento Municipal de Água e Esgoto de Caldas Novas GO, UFGO

Para remover um programa instalado em um computador com o Windows 7, deve-se:
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98Q817672 | Legislação Federal, Lei 8213 1991, Técnico em Segurança do Trabalho, FUB, CESPE CEBRASPE

Julgue os itens subsequentes, relativos a acidentes de trabalho.8

Os acidentes de trabalho que resultem em óbito devem ser comunicados somente à autoridade policial, pois o óbito do trabalhador não gera benefícios do INSS, como auxílio-acidente.

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99Q706761 | Português, Advérbio, Técnico em Segurança do Trabalho, Prefeitura de Suzano SP, Consulplan, 2019

Texto associado.

      Todos nós temos grandes expectativas sobre nossa passagem pelo mundo. E não me parece que devemos deixar de tê-las. A sabedoria consiste em compreender que é preciso medir a grandeza com nossa própria fita métrica. Se nos tornamos refens de algo que hoje é determinante na nossa época, por exemplo, que é o reconhecimento da importância de alguém pela quantidade de aparições na mídia, estamos perdidos. Render-se a uma determinação ditada pelo mercado é tão destrutivo como passar a vida tentando agradar a um pai opressor e para sempre insatisfeito, como vejo tanta gente. Em ambos os casos, estaremos sempre aquem, sempre em falta. E, mesmo quem vive sob os holofotes, vive em pânico porque não sabe por quanto tempo conseguirá manter as luzes sobre si.

      Mas de que luzes precisamos para viver? E a quem queremos agradar? Quem e o que importam de verdade? Essa reconciliação é o que nos leva, de fato, à vida adulta, no que ela tem de melhor. Acredito que crescemos quando conseguimos nos apropriar da medida com que avaliamos nossa existência, nosso estar no mundo. Ninguém tem de ser isso ou aquilo, ninguém “tem de” nada. Quem disse que tem? É preciso duvidar sempre das determinações externas a nós – tanto quanto das internas. “Por que mesmo eu quero isso?” é sempre uma boa pergunta.

      Tenho uma amiga que só se transformou em uma chefe capaz de ajudar a transformar para melhor a vida de quem trabalhava com ela quando se reconciliou com suas próprias expectativas, quando descobriu em si uma grandeza que era de outra ordem. Só se tornou uma mãe capaz de libertar os filhos para que estes vivessem seus próprios tropeços e acertos quando se apaziguou consigo mesma. Ela, de quebra, descobriu que era talentosa numa área, a cozinha, na qual até então não via nenhum valor. Ao descobrir-se cozinheira, não pensou em empreender uma nova maratona, desta vez na tentativa de virar uma chef e fazer um programa de TV. Já estava sábia o suficiente para exultar de alegria ao acabar com a boa forma de suas amigas mais queridas.

      Como minha amiga e como todo mundo, eu também acalentei grandes esperanças sobre minha própria existência. Depois do fracasso da minha carreira de astronauta, desejei ser escritora. Acho que ser escritora é o que quis desde que peguei o primeiro livro na mão e consegui decifrálo. É claro que eu não queria apenas escrever um livro de entretenimento. Eu escreveria, obviamente, a maior obraprima da humanidade. Meu primeiro livro já nasceria um clássico. Eu reinventaria a linguagem e ditaria novos parâmetros para a literatura. Depois de mim, Proust e Joyce estariam reduzidos ao rodapé do cânone.

      Não é divertido? Acreditem, eu rio muito. E até me enterneço. No meu quarto amarelo, lá em Ijuí, eu fiz o seguinte plano. Emily Brontë escreveu ‘O Morro dos Ventos Uivantes’ aos 19 anos. Logo, eu deveria escrever minha obra-prima aos 17, no máximo 18. Pois não é que os 18 anos passaram e eu estava mais ocupada com fraldas e com beijos na boca? Bem, eu já não seria tão precoce assim, mas me conformei. Afinal, minha obra seria tão acachapante, tão revolucionária, que mesmo aos 20 e poucos eu seria considerada um prodígio. E os 20 passaram, assim como os 30, e lá vou eu aumentando cada vez mais os “e tantos” dos 40.

      Não desisti de um dia escrever um romance, não. Acho mesmo que ele está mais perto, agora que eu me absolvi de escrever a grande obra da literatura mundial. Mas foi só depois de me apropriar da medida da minha vida que me descobri estonteantemente feliz como contadora de histórias reais. Quando finalmente escrever um romance de ficção, ele só será possível porque vivi mais de duas décadas embriagada de histórias absurdamente reais e gente de carne, osso e nervos. E só será possível porque deverá estar à altura apenas de mim mesma. Só precisarei ser fiel à minha própria voz.

      Porque é esta, afinal, a grande aventura da vida. Desvelar ___ nossa singularidade, o extraordinário de cada um de nós – descobrir ___ voz que é só nossa. Mesmo que essa descoberta não se torne jamais uma capa de revista. O importante é que seja um segredo nosso, um bem precioso e sem valor monetário, que guardamos entre uma dobra e outra da alma para viver com furiosa verdade esse milagre que é a vida humana.

(Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em: http://desacontecimentos.com/?p=445. Acesso em: 25/10/2019.)

No período “Quando finalmente escrever um romance de ficção, ele só será possível porque vivi mais de duas décadas embriagada de histórias absurdamente reais e gente de carne, osso e nervos.” (6º§), o termo destacado é classificado como sendo um advérbio de:
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100Q712206 | Segurança e Saúde no Trabalho, Técnico em Segurança do Trabalho, Prefeitura de Chuí RS, FUNDATEC, 2019

Sobre a Norma Regulamentadora nº 18 – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção, assinale a alternativa correta. 
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