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Questões de Concursos Vestibular

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1521Q946641 | Português, Uso dos conectivos, Vestibular, UNIVESP, UNIVESP, 2019

Texto associado.
Leia o texto para responder a questão.

O apagamento da mulher na história e/ou a diminuição do seu papel eram tidos como “naturais” e só, e passaram a ser percebidos como problema há pouco tempo. Uma situação da qual nos damos conta aos poucos, percebendo que, nos relatos oficiais, nós, as mulheres, sumimos e, quando mencionadas, aparecemos apenas em papéis coadjuvantes – amantes, esposas, mães, enfim, como um detalhe pitoresco e de menor relevância da narrativa.
[...]
Mesmo em relação à Revolução Francesa, detalhada, descrita e narrada ad nauseam nos últimos duzentos anos, raramente se menciona a existência de Olympe de Gouges, que em 1791 escreveu a Declaração dos Direitos da Mulher e da Cidadã, além de peças teatrais que explicavam os princípios da Revolução Francesa à enorme massa de analfabetos, nem Sophie de Condorcet e tantas outras. Desse jeito ficamos sem acesso a uma parte importante da nossa memória, das origens que nosconstituíram enquanto sociedade, porque pouco ou nada conhecemos sobre figuras como Dandara dos Palmares, Luísa Mahin, Mariana Crioula, Myrthes Campos, Alzira Soriano, Nísia da Silveira. Ou então são desqualificadas como figuras tristes, loucas ou más.
Essa desqualificação, aliás, é uma constante.
Um país que nasceu de um decreto assinado por uma mulher, onde a escravidão foi extinta por lei assinada também por uma mulher, a primeira escola pública gratuita foi instituída por uma mulher, a primeira greve geral foi iniciada por mulheres, operárias da indústria têxtil de São Paulo, não tem como contar sua história por inteiro excluindo as mulheres da narrativa e dos registros oficiais.
<https://tinyurl.com/y4jkkkou> Acesso em: 31.05.2019. Adaptado.
Observe os termos destacados no primeiro parágrafo:
“O apagamento da mulher na história e/ou a diminuição do seu papel eram tidos como ‘naturais’ e só, e passaram a ser percebidos como problema há pouco tempo. Uma situação da qual nos damos conta aos poucos, percebendo que, nos relatos oficiais, nós, as mulheres, sumimos e, quando mencionadas, aparecemos apenas em papéis coadjuvantes – amantes, esposas, mães, enfim, como um detalhe pitoresco e de menor relevância da narrativa.”
Os termos destacados expressam, respectivamente, o sentido de
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1522Q948436 | Inglês, Vestibular, CÁSPER LÍBERO, CÁSPER LÍBERO, 2018

Texto associado.

Tell Us What to Call the Generation After Millennials {Please)

Millennials are getting older. Not that much older, of course. We're a roughly defined generational cohort, but arguably the oldest members of our demographic set are just beginning to reach the age of 40.

Meanwhile, the American generation behind millennials has started to move intothe workplace. And while some have proposed names for this group born in 1995 and after — Generation Z, PostMillennials, The Homeland Generation, iGeneration — all of these names are bad. The first two don't even strive for originality! Come on. Then again, it's hard to know what makes a generational name stick.

"Millennial" was coined in the late 1980s by the consultants Neil Howe and William Strauss, both baby boomers, before the term Generation X was even popularized. (They wanted to call them "13th Gen," but that didn't stick, and neither did "slackers."

But their term "millennial" did not become the dominant name for the huge generation after those two until much later. "In retrospect, it's easy to see that names that people gravitate to say something," Mr. Howe said in a recent interview. "Either the name itself or the way in which it was adapted."

But Malcolm Harris, the millennial author of "Kids These Days: Human Capital and the Making of Millennials," argues that those most interested in naming generations are those trying to sell things to that cohort.

"Generations are really only understood in retrospect," Mr. Harris said. "Some people have a financial interest in naming them as soon as possible, people trying to sell stuff. That's the first perspective we get on any cohort, and I don't think it's necessarily a very good one."

One stumbling block is a lack of agreement about the birth years for each generation. People on the fringes can feel as if they've got almost nothing in common with the rest of the group. A few years' difference can determine if you could have been drafted for Vietnam, watched the first MTV videos, or were born into a world of instant messaging.

In 2015, the Census Bureau said that there were 83.1 million American millennials (born between 1982 and 2000), exceeding the 75.4 million baby boomers (between 1946 and 1964), and the 65 million that Pew Research said belong in Generation X (between 1965 and 1980). But the generation after millennials is still so ill-defined (probably because of the whole name issue) that an accurate count has not yet been established.

And a good name? Nope.


Fonte: New York Times. Publicado em 23/01/2018. Disponível em: https://www.nytimes. com/2018/01/23/style/generation-names.html

O texto discute principalmente:
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1523Q950228 | Português, Interpretação de Textos, Vestibular, UNIVESP, UNIVESP

No período: “O pai lembrou a filha do seu dever” observa-se uma possível dúvida com relação ao sentido pretendido devido ao uso
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1524Q951009 | História e Geografia de Estados e Municípios, Vestibular, IFPR, FUNTEF PR, 2018

Segundo divulgação recente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral - 2018), o eleitorado brasileiro é formado por 52,5% de mulheres. Contudo, a participação feminina nos espaços de poder como legislativo e executivo ainda é muito baixa em relação à participação dos homens, fato que também contribui para desigualdade de gênero no Brasil. Considerando o texto, assinale a alternativa correta.
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1525Q950255 | Física, Dinâmica, Vestibular, UNIVESP, VUNESP, 2018

O pH de um suco de uva é próximo de 4,0 a 25 ºC. Logo, esse suco apresenta
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1526Q951293 | Português, Análise sintática, Vestibular, UNESPAR, UNESPAR, 2018

“D E C Ú B I T O: do latim decumbere, jazer. Uma linguagem jornalística anacrônica, encontrável sobretudo na crônica policial, insiste na substituição de termos mais simples por vocábulos de uso mais raro. Assim, mãe é genitora, hospital é nosocômio, e a vítima de acidente ou morte é encontrada em decúbito, e não deitada. Se estava de bruços, escrevem que estava em decúbito ventral; se estava deitada de lado, dizem que foi encontrada em decúbito lateral. Alguns, mais excêntricos, encontrando a suposta vítima em pé, dizem que a encontraram em posição ortostática. Uma das razões desta prática é o fato de historicamente o analfabetismo ser a maior reserva brasileira e o domínio da escrita servir não para esclarecer o público, mas para ostentar saber e confundir os leitores, em nome de uma suposta precisão de linguagem.”

(Verbete retirado de SILVA, Deonísio da. A vida íntima das palavras: origens e curiosidades da língua portuguesa. São Paulo: Editora Arx, 2002, pg. 135)

Em relação ao descrito no verbete acima, está INCORRETO afirmar que:

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1527Q951295 | Português, Interpretação de Textos, Vestibular, UNESPAR, UNESPAR, 2018

João Guimarães Rosa, com a obra Sagarana, um conjunto de contos, abriu uma nova perspectiva para o regionalismo, revalorizando a linguagem e a universalização do regional. Sobre o conto A hora e a vez de Augusto Matraga, podemos afirmar que:
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1528Q951042 | Português, Interpretação de Textos, Vestibular, UNICAMP, NC UFPR, 2018

According to the text, it is correct to say:
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1529Q951060 | Geografia, Vestibular, UNICAMP, COMVEST UNICAMP, 2018

Indigenous people in Brazil seek out cities, end up in slums
RIO DE JANEIRO – The dancers shake seed-filled maracas and raise their voices in song, conjuring an ancient spirit that vibrates above the traffic roaring from a nearby expressway and the beat of funk music blasting from a neighbor's loudspeaker. In this Brazilian favela, the indigenous people are struggling to keep some of their traditions alive that, besides providing a sense of community, helps them endure the discrimination they face in the city. Forced out of their native lands by deforestation, miners and farmers, nearly one in four Brazilian Indians nowadays live in urban areas and an estimated 22,000 of them now call the crowded favelas their home. Life in the slums, despite its difficulties, has its advantages. "The slums are the one place in the city where you have the kind of solidarity we Indians have in the villages." said a Pataxó woman who lives in Rio de Janeiro’s Maré Complex.
(Adaptado de Associated Press, Indigenous people in Brazil seek out cities, end up in slums, Dailymail, 16/09/2014. )
Assinale a alternativa que indica corretamente os fenômenos geográficos mencionados no texto a respeito das populações indígenas.
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1530Q946717 | Biologia, Vírus e bactérias, Vestibular, UNESP, VUNESP, 2019

No romance O amor nos tempos do cólera,Gabriel García Márquez relata os primeiros contatos do jovem médico Juvenal Urbino, um dos três protagonistas do romance, com o cólera.

O cólera se transformou em obsessão. Não sabia a respeito mais do que aprendera na rotina de algum curso marginal, e lhe parecera inverossímil que há apenas trinta anos tivesse causado na França, inclusive em Paris, mais de cento e quarenta mil mortes. Mas depois da morte do pai aprendeu tudo que se podia aprender sobre as diversas formas do cólera, quase como uma penitência para dar descanso à sua memória, e foi aluno do epidemiólogo mais destacado do seu tempo […], o professor Adrien Proust, pai do grande romancista. De modo que quando voltou à sua terra e sentiu vinda do mar a pestilência do mercado, e viu os ratos nos esgotos expostos e os meninos se revolvendo nus nas poças das ruas, não só compreendeu que a desgraça tivesse acontecido como teve a certeza de que se repetiria a qualquer momento.


(O amor nos tempos do cólera, 1985.)

A partir desse trecho, pode-se inferir que Juvenal Urbino

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1531Q951366 | Inglês, Vestibular, UEMG, UEMG, 2019

The correct reported speech form for the sentence “Most of the laboratories there were lost, too, and the research of several professors. I'm not sure you can say the impact of what was lost”, said by Dimila Mothé, is:
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1532Q950599 | Geografia, Vestibular, UEMG, AOCP, 2018

Ao se observar a natureza, é possível se deparar com diferentes animais capazes de voar, como diferentes insetos, pássaros e mamíferos. Esses animais possuem asas adaptadas à função de voar que têm origens embrionárias diferentes, sendo assim denominadas órgãos análogos. A adaptação evolutiva a modos de vida semelhantes leva organismos pouco aparentados a desenvolver formas corporais análogas. Esse processo é denominado
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1533Q950606 | Inglês, Vestibular, UEMG, AOCP, 2018

Texto associado.

Brazil must legalise drugs – its existing policy just destroys lives


For decades, guns and imprisonment have been the hallmarks of Brazil’s war against the drug trafficking. But the only way to beat the gangs is to stop creating criminals, says a top Brazilian judge

“The war raging in Rocinha, Latin America’s largest favela, has already been lost. Rooted in a dispute between gangs for control of drug trafficking, it has disrupted the daily life of the community in Rio de Janeiro since mid-September. With the sound of shots coming from all sides, schools and shops are constantly forced to close. Recently, a stray bullet killed a Spanish tourist. The war is not the only thing being lost.

For decades, Brazil has had the same drug policy approach. Police, weapons and numerous arrests. It does not take an expert to conclude the obvious: the strategy has failed. Drug trafficking and consumption have only increased. […]

In a case still before the Brazilian supreme court, I voted for decriminalising the possession of marijuana for private consumption. […]

Drugs are an issue that has a profound impact on the criminal justice system, and it is legitimate for the supreme court to participate in the public debate. So here are the reasons for my views.

First, drugs are bad and it is therefore the role of the state and society to discourage consumption, treat dependents and repress trafficking. The rationale behind legalisation is rooted in the belief that it will help in achieving these goals.

Second, the war on drugs has failed. Since the 1970s, under the influence and leadership of the US, the world has tackled this problem with the use of police forces, armies, and armaments. The tragic reality is that 40 years, billions of dollars, hundreds of thousands of prisoners and thousands of deaths later, things are worse. At least in countries like Brazil.

Third, as the American economist Milton Friedman argued, the only result of criminalisation is ensuring the trafficker’s monopoly.

With these points in mind, what would legalisation achieve?

In most countries in North America and Europe, the greatest concern of the authorities is users and the impact drugs have on their lives and on society. These are all important considerations. In Brazil, however, the principal focus must be ending the dominance drug dealers exercise over poor communities. Gangs have become the main political and economic power in thousands of modest neighbourhoods in Brazil. This scenario prevents a family of honest and hard-working people from educating their children away from the influence of criminal factions, who intimidate, co-opt and exercise an unfair advantage over any lawful activity. Crucially, this power of trafficking comes from illegality.

Another benefit of legalisation would be to prevent the mass incarceration of impoverished young people with no criminal record who are arrested for trafficking because they are caught in possession of negligible amounts of marijuana. A third of detainees in Brazil are imprisoned for drug trafficking. Once arrested, young prisoners will have to join one of the factions that control the penitentiaries – and on that day, they become dangerous.

[…]

We cannot be certain that a progressive and cautious policy of decriminalisation and legalisation will be successful. What we can affirm is that the existing policy of criminalisation has failed. We must take chances; otherwise, we risk simply accepting a terrible situation. As the Brazilian navigator Amyr Klink said: “The worst shipwreck is not setting off at all.”

Disponível em:<https://www.theguardian.com/global-development/2017/nov/15/brazil-must-legalise-drugs-existing-policy-destroys-lives-luis-roberto-barroso-supreme-court-judge>. Acesso em: 14 nov. 2017.

The text expresses the opinion of a top Brazilian judge about drugs. Mark the correct answer concerning the subject matter discussed throughout the essay.
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1534Q678999 | Português, Interpretação de Textos, Vestibular, UNIFESP, VUNESP, 2019

Texto associado.
Para responder à questão, leia o trecho do livro O homem cordial, de Sérgio Buarque de Holanda.

Já se disse, numa expressão feliz, que a contribuição brasileira para a civilização será de cordialidade — daremos ao mundo o “homem cordial”. A lhaneza1 no trato, a hospitalidade, a generosidade, virtudes tão gabadas por estrangeiros que nos visitam, representam, com efeito, um traço definido do caráter brasileiro, na medida, ao menos, em que permanece ativa e fecunda a influência ancestral dos padrões de convívio humano, informados no meio rural e patriarcal. Seria engano supor que essas virtudes possam significar “boas maneiras”, civilidade. São antes de tudo expressões legítimas de um fundo emotivo extremamente rico e transbordante. Na civilidade há qualquer coisa de coercitivo — ela pode exprimir-se em mandamentos e em sentenças. Entre os japoneses, onde, como se sabe, a polidez envolve os aspectos mais ordinários do convívio social, chega a ponto de confundir-se, por vezes, com a reverência religiosa. Já houve quem notasse este fato significativo, de que as formas exteriores de veneração à divindade, no cerimonial xintoísta, não diferem essencialmente das maneiras sociais de demonstrar respeito.
Nenhum povo está mais distante dessa noção ritualista da vida do que o brasileiro. Nossa forma ordinária de convívio social é, no fundo, justamente o contrário da polidez. Ela pode iludir na aparência — e isso se explica pelo fato de a atitude polida consistir precisamente em uma espécie de mímica deliberada de manifestações que são espontâneas no “homem cordial”: é a forma natural e viva que se converteu em fórmula. Além disso a polidez é, de algum modo, organização de defesa ante a sociedade. Detém-se na parte exterior, epidérmica do indivíduo, podendo mesmo servir, quando necessário, de peça de resistência. Equivale a um disfarce que permitirá a cada qual preservar intatas sua sensibilidade e suas emoções.
Por meio de semelhante padronização das formas exteriores da cordialidade, que não precisam ser legítimas para se manifestarem, revela-se um decisivo triunfo do espírito sobre a vida. Armado dessa máscara, o indivíduo consegue manter sua supremacia ante o social. E, efetivamente, a polidez implica uma presença contínua e soberana do indivíduo.
No “homem cordial”, a vida em sociedade é, de certo modo, uma verdadeira libertação do pavor que ele sente em viver consigo mesmo, em apoiar-se sobre si próprio em todas as circunstâncias da existência. Sua maneira de expansão para com os outros reduz o indivíduo, cada vez mais, à parcela social, periférica, que no brasileiro — como bom americano — tende a ser a que mais importa. Ela é antes um viver nos outros.
(O homem cordial, 2012.)
1 lhaneza: afabilidade.
De acordo com o autor,
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1535Q945772 | Matemática, Progressão Aritmética, Vestibular, FGV, FGV, 2018

Quantos números inteiros não negativos satisfazem a inequação x3 + 4x2 +x -6 ≤ 0?
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1536Q678511 | Português, Interpretação de Textos, Vestibular, CÁSPER LÍBERO, CÁSPER LÍBERO, 2019

Assinale a opção que identifica corretamente o termo a que se refere o pronome relativo que aparece em: “Conheci no ano passado uma pessoa incrível a partir de cuja amizade meus dias ficaram mais inteligentes”.
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1537Q678518 | Português, Interpretação de Textos, Vestibular, CÁSPER LÍBERO, CÁSPER LÍBERO, 2019

Assinale a opção que identifica corretamente o excerto crítico relacionado a Sagarana, de João Guimarães Rosa:
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1538Q945786 | Geografia, Vestibular, FGV, FGV, 2018

Será que assistiremos à decadência gradativa das grandes cidades, como aconteceu com os antigos distritos industriais e zonas portuárias? Ou viveremos um processo de renovação urbana baseada em conceitos de sustentabilidade? Uma coisa é certa: não há mais lugar para a política de terra arrasada, fundamentada no urbanismo moderno de destruir para reconstruir e que teve seu apogeu no século passado. A ideia de que no futuro as cidades deverão ser mais densas e compactas é perfeitamente justificável.
JANOT, Luiz Fernando. O GLOBO, 26/08/2017.
Sobre as soluções urbanísticas baseadas na sustentabilidade, analise as afirmações a seguir.
I As cidades compactas devem gerar uma economia de escala na utilização das redes de infraestrutura urbana já existentes, o que racionalizaria os investimentos e viabilizaria a recuperação de áreas estagnadas ou decadentes. II As cidades devem integrar os sistemas modais de transporte coletivo, o que permitiria maior mobilidade e facilitaria os deslocamentos entre as diferentes regiões do espaço urbano. III As cidades sustentáveis devem concentrar habitação, comércio, escritórios, escolas e áreas de lazer em um ambiente urbano integrado, o que diminuiria a necessidade de deslocamentos intraurbanos.
Está correto o que se afirma em
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1539Q945791 | Matemática, MMC e MDC, Vestibular, USP, FUVEST, 2019

A função E de Euler determina, para cada número natural ݊n, a quantidade de números naturais menores do que ݊n cujo máximo divisor comum com ݊n é igual a 1. Por exemplo, E (6) = 2 pois os números menores do que 6 com tal propriedade são 1 e 5. Qual o valor máximo de E (n), para ݊n de 20 a 25?
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1540Q945794 | Matemática, Álgebra, Vestibular, USP, FUVEST, 2019

Um ponto (x,y) do plano cartesiano pertence ao conjunto F se é equidistante dos eixos ܱܺ0X e ܱ0Y e pertence ao círculo de equação x2 + y2 - 2x - 6y +2 = 0. É correto afirmar que F
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