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Questões de Concursos Vestibular

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1681Q678529 | História, República Autoritária 1964 1984, Vestibular, CÁSPER LÍBERO, CÁSPER LÍBERO, 2019

Durante o regime militar (1964-1985), o governo brasileiro adotou medidas de exceção, especialmente a partir de 1968, quando foi publicado o quinto Ato Institucional (AI-5) e quando o Conselho de Segurança Nacional assumiu preponderância nas decisões de governo. A respeito do período referido, é correto afirmar que ocorreram:
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1682Q948377 | Português, Interpretação de Textos, Vestibular, FPS, FPS

Texto associado.
TEXTO 2
Falar difícil é falar bem?

(1) A linguagem jurídica é tida, por muitas pessoas, como sinônimo de linguagem inacessível. Muitos de nós que lidamos com o Direito adoramos falar difícil, amamos usar expressões que quase ninguém entende, sentimos prazer em exibir expressões latinas de utilidade duvidosa.
(2) Naturalmente, toda ciência pressupõe uma terminologia própria, distinta do falar comum. Isso é compreensível e, em certa medida, esperado. “Invenção”, “tradição”, “confusão”, por exemplo, no Código Civil, são termos cujos sentidos diferem completamente do falar comum. Dizer que determinado juiz é “incompetente” não significa – ao contrário do que possa parecer a alguém não habituado com a linguagem processual – que o magistrado em questão não possua virtudes técnicas, mas apenas significa que ele não está habilitado, pelas regras processuais, a conhecer e julgar determinada causa.
(3) A linguagem técnica, portanto, é imprescindível no falar jurídico, como de resto em qualquer ciência. Não é disso, contudo, que estamos falando. Queremos dizer que ficou no passado – no museu das ideias – a imagem que confunde erudição com linguagem empolada.
(4) Vivemos dias ágeis, velozes. Todos nós reclamamos da falta de tempo. Não faz sentido – como era bastante comum no século passado – petições “intermináveis”, com centenas de páginas.
(5) Todos nós temos, atualmente – estejamos ou não conscientes disso – um dever de concisão e clareza. Devemos, na medida do possível, ser concisos. Devemos, de igual modo, na medida do possível, ser claros. Um filósofo certa vez apontou: a clareza é a cortesia do escritor.
(6) Não podemos esquecer que os destinatários das decisões judiciais são pessoas comuns, pessoas que não têm – nem se exige que tenham – formação jurídica. É de se esperar que eles entendam minimamente o que estamos dizendo.
(7) Não é belo nem sábio usar uma linguagem espalhafatosa diante de alguém que não consegue compreender o que está sendo dito. É possível, quase sempre, substituir palavras pretensiosas por expressões mais simples, sem perder o sentido técnico. Como resumiu, certa vez, um físico inglês: simplicidade é a coragem de abordar o essencial.

Felipe P. B. Netto. Disponível em: http://domtotal.com/artigo.php?artId=516. Acesso em 06/09/2017.
No desenvolvimento do Texto 2, podemos perceber:
1) uma alusão ao fato de que todas as ciências usam uma terminologia própria, distinta do falar comum das pessoas.
2) um apelo para que o leitor saiba discernir entre linguagem erudita e linguagem extravagante e pretensiosa.
3) o principio de que a linguagem adequada é aquela que se submete às condições do interlocutor previsto.
4) a relevância e praticidade da linguagem clara e concisa, sem que seja afetada a sua pertinência técnica.
5) uma avaliação depreciativa do uso de expressões latinas na linguagem comum de algumas áreas profissionais.

Estão corretas as alternativas:
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1683Q948378 | Português, Interpretação de Textos, Vestibular, FPS, FPS

Texto associado.
TEXTO 2
Falar difícil é falar bem?

(1) A linguagem jurídica é tida, por muitas pessoas, como sinônimo de linguagem inacessível. Muitos de nós que lidamos com o Direito adoramos falar difícil, amamos usar expressões que quase ninguém entende, sentimos prazer em exibir expressões latinas de utilidade duvidosa.
(2) Naturalmente, toda ciência pressupõe uma terminologia própria, distinta do falar comum. Isso é compreensível e, em certa medida, esperado. “Invenção”, “tradição”, “confusão”, por exemplo, no Código Civil, são termos cujos sentidos diferem completamente do falar comum. Dizer que determinado juiz é “incompetente” não significa – ao contrário do que possa parecer a alguém não habituado com a linguagem processual – que o magistrado em questão não possua virtudes técnicas, mas apenas significa que ele não está habilitado, pelas regras processuais, a conhecer e julgar determinada causa.
(3) A linguagem técnica, portanto, é imprescindível no falar jurídico, como de resto em qualquer ciência. Não é disso, contudo, que estamos falando. Queremos dizer que ficou no passado – no museu das ideias – a imagem que confunde erudição com linguagem empolada.
(4) Vivemos dias ágeis, velozes. Todos nós reclamamos da falta de tempo. Não faz sentido – como era bastante comum no século passado – petições “intermináveis”, com centenas de páginas.
(5) Todos nós temos, atualmente – estejamos ou não conscientes disso – um dever de concisão e clareza. Devemos, na medida do possível, ser concisos. Devemos, de igual modo, na medida do possível, ser claros. Um filósofo certa vez apontou: a clareza é a cortesia do escritor.
(6) Não podemos esquecer que os destinatários das decisões judiciais são pessoas comuns, pessoas que não têm – nem se exige que tenham – formação jurídica. É de se esperar que eles entendam minimamente o que estamos dizendo.
(7) Não é belo nem sábio usar uma linguagem espalhafatosa diante de alguém que não consegue compreender o que está sendo dito. É possível, quase sempre, substituir palavras pretensiosas por expressões mais simples, sem perder o sentido técnico. Como resumiu, certa vez, um físico inglês: simplicidade é a coragem de abordar o essencial.

Felipe P. B. Netto. Disponível em: http://domtotal.com/artigo.php?artId=516. Acesso em 06/09/2017.
Vendo o Texto 2 numa perspectiva geral, chegamos à conclusão de que:
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1684Q948127 | Atualidades, Vestibular, IFTM, INEP, 2018

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou alguns exemplos de como serão as questões do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) traduzidas para Libras, a Língua Brasileira de Sinais, que será oferecida aos candidatos com deficiência auditiva pela primeira vez desde o lançamento do exame. O candidato deve informar a necessidade no ato da inscrição. As provas destes participantes serão realizadas em salas adaptadas e separadas dos demais, com até seis participantes por sala e dois intérpretes – estes terão como função atender os candidatos em dúvidas que não interfiram nas respostas das questões. (Disponível em: https://guiadoestudante.abril.com.br/enem/veja-como-serao-asprovas-em-libras-do-enem/. Acesso 15 de out de 2018.)
Assinale a alternativa que mostra o ano em que foram proporcionadas aos surdos provas do ENEM traduzidas em Libras.
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1685Q948391 | Matemática, Vestibular, FPS, FPS

. A nicotina é altamente tóxica e pode causar sérios danos à saúde, tanto de fumantes quanto de fumantes passivos. Após a nicotina ser absorvida pelo organismo, a cada duas horas, a quantidade dessa substância presente no organismo fica reduzida à metade. Se, oito horas após absorver a nicotina de um cigarro, a quantidade dessa substância presente no organismo de um indivíduo é de 0,3125 mg, qual a quantidade de nicotina absorvida ao fumar o cigarro?
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1686Q945328 | Matemática, Problemas, Vestibular, UNICAMP, COMVEST UNICAMP, 2024

Ana está treinando as habilidades matemáticas de seu irmão mais novo. Ela escolheu dois números reais x, y e avisou para seu irmão que os números satisfazem às desigualdades | x – 2 | ≤ 2 e | y – 3 | ≤ 1. O que o irmão de Ana pode concluir corretamente sobre esses números?
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1687Q948437 | Inglês, Vestibular, CÁSPER LÍBERO, CÁSPER LÍBERO, 2018

Texto associado.

Tell Us What to Call the Generation After Millennials {Please)

Millennials are getting older. Not that much older, of course. We're a roughly defined generational cohort, but arguably the oldest members of our demographic set are just beginning to reach the age of 40.

Meanwhile, the American generation behind millennials has started to move intothe workplace. And while some have proposed names for this group born in 1995 and after — Generation Z, PostMillennials, The Homeland Generation, iGeneration — all of these names are bad. The first two don't even strive for originality! Come on. Then again, it's hard to know what makes a generational name stick.

"Millennial" was coined in the late 1980s by the consultants Neil Howe and William Strauss, both baby boomers, before the term Generation X was even popularized. (They wanted to call them "13th Gen," but that didn't stick, and neither did "slackers."

But their term "millennial" did not become the dominant name for the huge generation after those two until much later. "In retrospect, it's easy to see that names that people gravitate to say something," Mr. Howe said in a recent interview. "Either the name itself or the way in which it was adapted."

But Malcolm Harris, the millennial author of "Kids These Days: Human Capital and the Making of Millennials," argues that those most interested in naming generations are those trying to sell things to that cohort.

"Generations are really only understood in retrospect," Mr. Harris said. "Some people have a financial interest in naming them as soon as possible, people trying to sell stuff. That's the first perspective we get on any cohort, and I don't think it's necessarily a very good one."

One stumbling block is a lack of agreement about the birth years for each generation. People on the fringes can feel as if they've got almost nothing in common with the rest of the group. A few years' difference can determine if you could have been drafted for Vietnam, watched the first MTV videos, or were born into a world of instant messaging.

In 2015, the Census Bureau said that there were 83.1 million American millennials (born between 1982 and 2000), exceeding the 75.4 million baby boomers (between 1946 and 1964), and the 65 million that Pew Research said belong in Generation X (between 1965 and 1980). But the generation after millennials is still so ill-defined (probably because of the whole name issue) that an accurate count has not yet been established.

And a good name? Nope.


Fonte: New York Times. Publicado em 23/01/2018. Disponível em: https://www.nytimes. com/2018/01/23/style/generation-names.html

De acordo com o texto:
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1688Q948693 | Matemática, Áreas e Perímetros, Vestibular, IFAL, IF AL, 2018

Ao dividirmos um certo número n por 595 obtivemos como resto o número 84. Que número obteremos como resto se dividirmos o número n por 17?
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1689Q950229 | Português, Uso da Vírgula, Vestibular, UNIVESP, UNIVESP

A alternativa que apresenta uma metáfora é
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1690Q951016 | Inglês, Vestibular, IFPR, FUNTEF PR, 2018

Texto associado.
Free-Diving Family Saves Whale Shark Stuck in a
Fishing Net

BY JASON BITTEL
PUBLISHED AUGUST 8, 2018

While free-diving off the shore of Kaunolû on Hawaii’s island of Lanai, a Hawaiian family saw something they’d never seen before: A young whale shark.
Even for people who spend a lot of time in Hawaii’s crystalline waters, this endangered animal—the world’s largest fish—is a rare and joyous sight.
But the initial wonder faded as Kapua Kawelo and her husband Joby Rohrer, both of whom work on endangered species for the O‘ahu Army Natural Resources Program, noticed the creature had a thick, heavy rope wrapped around its neck.
“It looked really sore,” says Rohrer. “There were these three scars from where the rope rubbed into the ridges on her back. The rope had cut probably three inches into her pectoral fin.”
After filming the shark for a while, the family decided to try to cut the rope with a dive knife. Using only his experience as a free-diver and a small, serrated dive blade, Rohrer dove down again and again at depths of 50 to 60 feet for spans of up to two minutes at a time.
Finally, after about half an hour of careful work and a little bit of support from the couple’s son Kanehoalani and from Jon Sprague, a wildlife control manager for Pûlama Lâna»i, the shark was free.
Then the family’s 15-year-old daughter, Ho’ohila, swam the 150-pounds worth of rope to shore.
“It’s a family story,” says Kapua.

(Adaptado de <https://www.nationalgeographic.com/animals/2018/08/whale-shark-entangled-fishing-net-freed)
What can be said about a whale shark?
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1691Q948727 | Atualidades, Questões Sociais, Vestibular, CÁSPER LÍBERO, CÁSPER LÍBERO

Considerando o período da ditadura militar entre os anos de 1964 e 1985, quais afirmações descritas a seguir estão corretas?

I) O estímulo à vida cultural em razão do ambiente de liberdade redundou em farta produção artística no período, sendo a Tropicália um grande exemplo disso. II) A urbanização acelerada modificou o perfil agrário até então predominante, bem como aumentou em grandes proporções a demanda por infraestrutura e serviços urbanos. III) O desenvolvimento dos meios de comunicação e de transportes viabilizou contatos com áreas distantes do país e, consequentemente, proporcionou uma maior integração nacional. IV) A modernização brasileira e o crescimento econômico foram responsáveis pela efetivação de política de ampla distribuição de renda no período. V) O processo de democratização na esfera pública nesse período permitiu a regularidade na realização de eleições diretas para os poderes Executivo e Legislativo, bem como o respeito à Constituição Federal promulgada em 1946.
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1692Q946687 | Português, Interpretação de Textos, Vestibular, UNESP, VUNESP, 2019

Texto associado.

Onde estou? Este sítio desconheço:

Quem fez tão diferente aquele prado?

Tudo outra natureza tem tomado,

E em contemplá-lo, tímido, esmoreço.


Uma fonte aqui houve; eu não me esqueço

De estar a ela um dia reclinado;

Ali em vale um monte está mudado:

Quanto pode dos anos o progresso!


Árvores aqui vi tão florescentes,

Que faziam perpétua a primavera:

Nem troncos vejo agora decadentes.


Eu me engano: a região esta não era;

Mas que venho a estranhar, se estão presentes

Meus males, com que tudo degenera!

(Cláudio Manuel da Costa. Obras, 2002.)

O tom predominante no soneto é de
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1693Q685855 | Matemática, Porcentagem, Vestibular, IFPE, IF PE, 2019

Em uma loja de roupas, uma determinada camisa custa R$ 80,00. Essa loja resolveu aumentar o preço dessa camisa em 20%. Após esse aumento, Carolina foi à loja para comprar a camisa e, por pagá-la à vista, a vendedora aplicou um desconto de 10%. Carolina aceitou o desconto e pagou à vendedora a quantia de
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1694Q945956 | Matemática, Vestibular, CEDERJ, CECIERJ, 2019

Seja X= { n ϵ N ; 1 ≤ n ≤ 2019 }. Retirando-se ao acaso um elemento de X, a probabilidade de ele ser múltiplo de 7 é:
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1695Q950572 | Português, Interpretação de Textos, Vestibular, UEMG, AOCP, 2018

Texto associado.

A questão refere-se à obra As melhores histórias de Fernando Sabino.


O texto a seguir é um excerto da crônica O caso do charuto.


E o ascensorista inflexível. Que o homem guardasse o charuto no bolso, engolisse o charuto, fizesse o que melhor lhe parecesse. Sem o quê, ele não subiria. Distraído pelos próprios argumentos, o homem, em vez de se desfazer do charuto, tirou dele uma baforada. Foi o bastante para generalizar-se a confusão. A senhora do Bronx resolveu intervir, alegando raivosamente que ela não tinha nada com aquela história e queria subir. O panamenho, como se estivesse no mundo da lua, perguntava em vão e em mau inglês em que andar era o Consulado do Panamá. O gordinho gritava que aquilo era um desaforo etc. etc. E o elevador parado. O dono do charuto levou-o novamente à boca, para ter as mãos livres e poder se explicar, provocando indignação geral. Então o gordinho, fora de si, estendeu o braço para com uma tapa derrubar o charuto, resolvendo assim a questão. Acontece, porém, que seu gesto foi mal calculado e o que ele deu foi um bofetão na cara do homem. O charuto saltou no ar largando brasa para cima do panamenho, que até então não entendia coisa nenhuma.

SABINO, Fernando. As melhores histórias de Fernando Sabino. Rio de Janeiro: BestBolso, 2010. p. 61.

Leia o início da crônica Fantasmas de Minas:


“Tão logo Scliar soube que eu pretendia passar o carnaval em Ouro Preto e não conseguira hotel, amavelmente ofereceu-me sua casa. É uma linda casa, informou com ar matreiro. Tão matreiro que dava até para desconfiar. Mas eu já ouvira falar na casa, [...]”.

SABINO, Fernando. As melhores histórias de Fernando Sabino. Rio de Janeiro: BestBolso, 2010. p. 147.


Tendo como base o restante dessa crônica, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.


( ) Ao longo da crônica, especialmente em sua última parte, há alusões a locais históricos de Minas Gerais e de seus “fantasmas”. O narrador percorre algumas cidades até chegar a Belo Horizonte, cidade na qual o fantasma é ele próprio.

( ) Pode-se afirmar que essa crônica, com uma linguagem permeada por traços de oralidade, consegue ir a fundo no sentimento humano. Isso se dá de maneira mais evidente na narrativa a partir de quando o narrador vai embora de Ouro Preto e passa a apresentar uma linguagem carregada de lirismo.

( ) O narrador em primeira pessoa corrobora para a aproximação do leitor para com a matéria narrada.

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1696Q951341 | Matemática, Aritmética e Problemas, Vestibular, UEMG, UEMG, 2019

Leia o fragmento a seguir:

“Então, quando o cabo do braçalote gemeu, encapelando-se no Cais da verga até os cotovelos do horizonte sem fim, sua memória também rangeu com os dentes da catraca, e pôde lembrar-se de quando estourara a notícia da prisão [...]: o outrora arguto Conde de Oeiras fora considerado traidor e condenado à morte. Subira ao trono [...] e com ela todo o desencanto com a monarquia.”

Fonte: BARRETO, Antônio. A barca dos amantes. 4ª ed. Belo Horizonte[MG]: Lê, p. 27. 2018. [Fragmento: Adaptado]

O fragmento de Antônio Barreto, na obra “A barca dos amantes”, em suas lacunas, retrata personagens históricos como, EXCETO:

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1697Q950583 | História, Período Colonial produção de riqueza e escravismo, Vestibular, UEMG, AOCP, 2018

Assinale a alternativa INCORRETA sobre o abolicionismo no Brasil.
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1698Q679012 | Português, Análise sintática, Vestibular, UNIFESP, VUNESP, 2019

Texto associado.
Para responder à questão, leia o trecho de uma carta de Charles Darwin ao biólogo Joseph Hooker em 11.01.1844.


Além de um interesse geral pelas terras meridionais, desde que retornei tenho me dedicado a um trabalho muito ambicioso que nenhum indivíduo que conheço deixaria de considerar muito bobo. Fiquei tão impressionado com a distribuição dos organismos nas Galápagos e com a natureza dos fósseis de mamíferos americanos, que resolvi recolher todo tipo de coisa que pudesse ter alguma relação com alguma espécie. Li montanhas de livros sobre agricultura e horticultura e não paro de coletar informações. Por fim surgiu uma luz, e estou quase convencido (ao contrário do que achava inicialmente) de que as espécies (é como confessar um homicídio) não são imutáveis. Deus me livre das bobagens de Lamarck como “tendência ao progresso”, “adaptações a partir do esforço dos animais”, — porém minhas conclusões não diferem muito das dele — embora a forma da mudança difira inteiramente — creio que descobri (que presunção!) a maneira simples pela qual as espécies se adaptam a várias finalidades.

(Shaun Usher (org.). Cartas extraordinárias, 2014.)
“Deus me livre das bobagens de Lamarck como ‘tendência ao progresso’, ‘adaptações a partir do esforço dos animais’, — porém minhas conclusões não diferem muito das dele — embora a forma da mudança difira inteiramente — creio que descobri (que presunção!) a maneira simples pela qual as espécies se adaptam a várias finalidades.”
No contexto em que se insere, o trecho sublinhado expressa ideia de
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1699Q946021 | Matemática, Porcentagem, Vestibular, FATEC, FATEC, 2018

Texto associado.
Leia o texto para responder a questão.

A desigualdade no mundo

Neste momento, o 1% mais rico da população mundial possui a mesmariqueza* que os outros 99% possuem conjuntamente. As oito pessoasmais ricas do mundo possuem a mesma riqueza que a metade maispobre da população do planeta.
Após décadas de trabalho – e de notáveis avanços – no combate àpobreza, tivemos um aprendizado valioso: não é possível erradicar apobreza no mundo sem reduzir drasticamente os níveis de desigualdade.
<https://tinyurl.com/y8bbbchy> Acesso em: 31.10.2017. Adaptado.
*Riqueza é a soma dos valores de bens materiais, como imóveis ou propriedades, e de bens financeiros, como aplicações ou ações.

Adote:
Total da riqueza mundial: 250 trilhões de dólares;
Total da riqueza concentrada pelas oito pessoas mais ricas do mundo: 428,4 bilhões de dólares;
Total da população mundial: 7,2 bilhões de habitantes.
A média da riqueza, por pessoa, entre os que fazem parte do 1% mais rico da população mundial é, em milhões de dólares, aproximadamente igual a
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1700Q946025 | Raciocínio Lógico, Vestibular, FATEC, FATEC, 2018

No relatório comparativo 2003–2014 do Sistema de Informações da Mobilidade Urbana, da ANTP (Associação Nacional de Transportes Públicos), foi levantado que milhões de pessoas utilizam o transporte coletivo (ônibus municipal, metrô e trem) para deslocamento ao trabalho. No ano de 2014, esse tipo de transporte foi responsável pelo consumo de aproximadamente 3,3 Gtep contra 10,3 Gtep do transporte individual (automóveis e motos). Fonte dos dados: http://files.antp.org.br/2016/9/3/sistemasinformacao-mobilidade--comparativo-2003_2014.pdf. Acesso em: 10.11.2017.
É correto afirmar que a diferença entre a energia consumida pelo transporte coletivo e o transporte individual, em 2014, em GWh, foi, aproximadamente, de
Considere tep = tonelada equivalente de petróleo 1 tep = 1,2x107 Wh
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