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Questões de Concursos Vestibular

Resolva questões de Vestibular comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


321Q54411 | Matemática, Conceitos Básicos e Conjuntos, Vestibular, Vestibular

(Unifor-CE) Se x = 2 √24 – √54 , então x é tal que:
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322Q266421 | Matemática, Vestibular, USP, FUVEST

Francisco deve elaborar uma pesquisa sobre dois artrópodes distintos. Eles serão selecionados, ao acaso, da seguinte relação: aranha, besouro, barata, lagosta, camarão, formiga, ácaro, caranguejo, abelha, carrapato, escorpião e gafanhoto.
Qual é a probabilidade de que ambos os artrópodes escolhidos para a pesquisa de Francisco não sejam insetos?

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323Q54308 | História, História do Brasil, Vestibular, Vestibular

Da libertação do nosso espírito, sairá a arte vitoriosa. E os primeiros anúncios da nossa esperança são os que oferecemos aqui à vossa curiosidade. São estas pinturas extravagantes, estas esculturas absurdas, esta música alucinada, esta poesia aérea e desarticulada. Maravilhosa aurora! Com essas palavras, o escritor Graça Aranha abriu as atividades da Semana de Arte Moderna, realizadas no Teatro Municipal de São Paulo, entre 13 e 17 de fevereiro de 1922. Um dos objetivos dos promotores desse evento era
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324Q54428 | Matemática, Conceitos Básicos e Conjuntos, Vestibular, Vestibular

(UFMG) Considere a seqüência de operações aritméticas na qual cada uma atua sobre o resultado anterior:

Comece com um número x. Subtraia 2, multiplique por 3/5 , some 1, multiplique por 2, subtraia 1 e finalmente multiplique por 3 para obter o número 21. O número x pertence ao conjunto:
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325Q54324 | História, Idade Contemporânea, Vestibular, Vestibular

(U. Santa Úrsula-RJ) O final da 1ª Guerra Mundial (1914-1918) levou a derrota à Alemanha, que se viu obrigada a assinar o Tratado de Versalhes que intensificou a humilhação e o isolamento da Alemanha. Esse tratado determinou que:
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326Q265971 | Literatura, Vestibular, UFPR, UFPR

"Incompreensível mulher! / A noite a vira bacante infrene, calcando aos pés lascivos o pudor e a dignidade, ostentar o vício na maior torpeza do cinismo, com toda a hediondez de sua beleza. A manhã a encontrava tímida menina, amante casta e ingênua, bebendo num olhar a felicidade que dera, e suplicando o perdão da felicidade que recebera." (José de Alencar, em Lucíola)
Em relação ao romance Lucíola, considere as seguintes afirmativas:
1-Para Lúcia, a prostituição funciona como autopunição, na medida em que reforça o sentimento de culpa pela pureza perdida e valorizada.
2- O idealismo romântico convive com a aguda percepção da importância da posição social, do conflito entre dinheiro e virtude e com o realismo das descrições sem reticências.
3-O romance de Alencar coloca a literatura em relevo, através das obras citadas, da crítica de Lúcia à Dama das Camélias e da referência às leituras permitidas às mulheres.
4-O abandono da vida anterior não é purificação suficiente, razão pela qual o corpo manchado pelo vício deve morrer junto com o fruto do amor impossível.
Assinale a alternativa correta.

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327Q54312 | História, História do Brasil, Vestibular, Vestibular

(UEMS) Sabe-se que, durante a década de 1920, ocorreram no Brasil diversos acontecimentos e processos que são, em geral, considerados como sintomas da chamada crise da República Velha. Entre esses acontecimentos e processos podemos incluir:
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328Q266182 | História, Vestibular, USP, FUVEST

O tráfico de escravos africanos para o Brasil

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329Q54234 | História, Idade Moderna, Vestibular, Vestibular

O fim do período feudal se caracterizou pela renovação cultural, artística e filosófica, em contraposição aos valores medievais até então predominantes. Com relação a está nova visão do mundo, podemos afirmar corretamente que:
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330Q54303 | História, História do Brasil, Vestibular, Vestibular

No que diz respeito à abolição da escravatura, o Brasil passou por um lento processo de mudanças que culminou com a Lei Áurea, em 1888. Acerca desse processo, assinale a alternativa incorreta:
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331Q266275 | Literatura, Vestibular, USP, FUVEST

Texto associado.

Texto para as questões de 77 a 79

A questão racial parece um desafio do presente, mas trata-se de algo que existe desde há muito tempo. Modifica-se ao acaso das situações, das formas de sociabilidade e dos jogos das forças sociais, mas reitera-se continuamente, modificada, mas persistente. Esse é o enigma com o qual se defrontam uns e outros, intolerantes e tolerantes, discriminados e preconceituosos, segregados e arrogantes, subordinados e dominantes, em todo o mundo. Mais do que tudo isso, a questão racial revela, de forma particularmente evidente, nuançada e estridente, como funciona a fábrica da sociedade, compreendendo identidade e alteridade, diversidade e desigualdade, cooperação e hierarquização, dominação e alienação.

Octavio Ianni. Dialética das relações sociais. Estudos avançados, n. 50, 2004.

As palavras do texto cujos prefixos traduzem, respectivamente, ideia de anterioridade e contiguidade são

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332Q265806 | Biologia, Vestibular, USP, FUVEST

As plantas podem reproduzir se sexuada ou assexuadamente, e cada um desses modos de reprodução tem impacto diferente sobre a variabilidade genética gerada.
Analise as seguintes situações:

I. plantação de feijão para subsistência, em agricultura familiar;
II. plantação de variedade de cana de açúcar adequada à região, em escala industrial;
III. recuperação de área degradada, com o repovoamento por espécies de plantas nativas.

Com base na adequação de maior ou menor variabilidade genética para cada situação, a escolha da reprodução assexuada é a indicada para

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333Q54376 | História, História do Brasil, Vestibular, Vestibular

(UEMS) No começo da década de 1960, a vida política brasileira foi marcada por uma série de importantes acontecimentos, que influenciaram decisivamente a história do país nos anos seguintes. Entre esses acontecimentos podemos incluir:
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334Q54266 | História, Idade Moderna, Vestibular, Vestibular

(PUC-DF) “O primeiro homem a quem ocorreu pensar e dizer ´isto é meu´, e encontrou gente suficientemente ingênua para acreditar, foi o verdadeiro fundador da sociedade civil. Quantos crimes, guerras e assassínios teriam sido evitados ao gênero humano se aquele, arrancando as estacas, tivesse gritado: Não, impostor.”

Apud: C. Vicentino – Op. cit., p. 237.

Essa afirmação, feita por Jean-Jacques Rousseau, permite concluir que esse pensador estava criticando especialmente:
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335Q54278 | História, Idade Contemporânea, Vestibular, Vestibular

(Unifor-CE) A propósito dos processos de Unificação alemã e italiana, pode-se afirmar que
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336Q54086 | Matemática, MMC, Vestibular, Vestibular

Um ônibus chega a um terminal rodoviários a cada 4 dias. Um segundo ônibus chega ao terminal a cada 6 dias e um terceiro, a cada 7 dias. Numa ocasião, os três ônibus chegaram ao terminal no mesmo dia. A próxima vez em que chegarão juntos novamente, ao terminal ocorrerá depois de:
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337Q54280 | História, Idade Contemporânea, Vestibular, Vestibular

(Mackenzie-SP) Karl Marx (1818-1883) e Friedrich Engels (1829-1895) acreditavam que era preciso conhecer a estrutura econômica, para entender o funcionamento da sociedade e as mudanças ocorridas na história da humanidade. Para que se compreendam as idéias coletivas, o funcionamento do Estado, o modo como algumas classes sociais dominam as outras, é necessário estudar como os indivíduos se relacionam para trabalhar e produzir. O nome dado a essa teoria, sobre as leis do desenvolvimento social e concepção da história, é:
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338Q266078 | Espanhol, Vestibular, UFPR, UFPR

Texto associado.

Para contestar a las preguntas 77, 78, 79 y 80 utilice los dos textos a continuación.

No veo qué ganamos las mujeres

Milagros del Corral es exdirectora de la Biblioteca Nacional

Ha tardado mucho pero, al fin, la Real Academia de la Lengua ha emitido su opinión a propósito del supuesto carácter sexista del español a través del informe rigurosamente fundamentado de Ignacio Bosque. No puedo sino estar de acuerdo con la crítica responsable de la RAE. Y ello a pesar de que soy mujer y una profesional que, desde muy joven, ha trabajado en entornos mayoritariamente masculinos. Soy también consciente de que la mujer todavía está lejos de alcanzar la equiparación social y profesional que le corresponde y, en consecuencia, soy una firme partidaria de la defensa de mis derechos, que son los derechos de media humanidad. Digo, pues, no a la discriminación.
Sin embargo, esta reciente costumbre de pervertir nuestra maravillosa lengua castellana me parece un puro sinsentido. Nunca me he sentido excluida de forma gramatical alguna, singular o plural, ni creo que los hombres se sientan discriminados al ser aludidos, en singular y en plural, como artistas, periodistas, trapecistas, etcétera. Sin duda aquí se ha producido un error, aunque haya sido con la mejor intención. Aquí se ha confundido sexo con género, biología con gramática.
El activismo feminista, de la mano de una serie de instituciones que quieren ser políticamente correctas, quieren hacernos creer con sus guías de uso de lenguaje no sexista que la visibilidad de las mujeres pasa por desnaturalizar nuestro idioma con fórmulas rebuscadas, cuando no claramente atentatorias contra la morfología gramatical o sintáctica, sin miedo alguno a recargar el discurso hasta límites estéticamente insoportables: niños y niñas, andaluces y andaluzas, jueces y juezas, miembros y miembras? Eso cuando no nos atropellan con amig@s, utilización supuestamente genial del símbolo de una medida de líquidos y, más recientemente, del dominio de las direcciones de correo electrónico.
Amén del innecesario estropicio lingüístico, no creo que recomendaciones de esta naturaleza sirvan de nada a nuestra mayor visibilidad. Ni mucho menos que lleguen muy lejos. De momento, solo las aplican de forma acrítica algunos políticos de posmodernidad mal entendida. Y, desde luego, no han logrado calar en el habla popular. Y no han calado porque el pueblo es sabio e inconscientemente siente que las expresiones recomendadas rayan en lo ridículo y no convienen a la economía de la comunicación, pecado grave en la era de Twitter y el microrrelato. Quiero creer que se trata de una moda pasajera.

Pero, ¿dónde estaba la RAE?

Inés Alberdi es catedrática de Sociología de la Universidad Complutense

¿Cómo puede sorprenderse el profesor Bosque de que para preparar una Guía de uso no sexista del lenguaje no se consulte con la Academia de la Lengua? Lo que sorprende es que no haya sido esta institución la que se haya ocupado de darnos sugerencias para hacer un uso del lenguaje que no oculte a las mujeres.
¿Por qué la RAE no ha dicho nada hasta ahora de cómo el lenguaje español hace invisibles a las mujeres? ¿Dónde están sus análisis y sus recomendaciones para dar un uso más de acuerdo con la igualdad de género? La Academia es, como dice el profesor Bosque, la institución que debe vigilar por el buen uso de la lengua, pero esto no le ha parecido un problema o no le ha interesado.
Bienvenida sea la Academia de la Lengua a este debate en el que tendría que haber estado hace años. No necesariamente para decirnos lo que hay que hacer sino para sumar su conocimiento y su experiencia al de tantas otras personas e instituciones que conocen aspectos que también habrá que tener en cuenta.
En sus argumentos contra las guías se refiere casi exclusivamente a una de las cuestiones que estas señalan, la necesidad de hacer manifiesta la presencia femenina en cualquier colectivo al que nos estemos refiriendo, niñas y niños, padres y madres, cuestión que la lengua española oscurece a través del uso del genérico masculino. Este es quizás el aspecto más difícil de revisar si queremos que el español no olvide a las mujeres, pero hay muchos otros. La propuesta que hacen algunas guías, de reiterar constantemente el masculino y el femenino de todo, no le gusta y lo ridiculiza. A mí tampoco, pero no me burlo porque el tema me parece muy serio. Creo que hay formas posibles de evitar esa reiteración. Por ejemplo, hablar del género humano en vez del hombre cuando se habla de la evolución. No se trata tanto de señalar con el dedo a los que abusen del genérico masculino, como tratar de enseñar a todos a hablar con mayor rigor y respeto a la igualdad de género. La lengua es hija de la historia y por ello no debe sorprendernos que la española sea tan sexista. Pues bien, les diría, como digo a mis estudiantes, que procuren reflexionar sobre cómo escriben y traten de no olvidar a las mujeres al hacerlo.

(Textos adaptados de www.elpais.es - http://cultura.elpais.com/cultura/2012/03/05/actualidad/1330979981_863178.html)

Al opinar sobre la Real Academia de la Lengua Española y el informe sobre el lenguaje sexista escrito por el académico Ignacio Bosque:

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339Q54368 | História, História do Brasil, Vestibular, Vestibular

(Mackenzie-SP) Dentre os objetivos do movimento revolucionário de 1930, que conduziu ao poder Getúlio Vargas, apontamos:
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340Q265892 | Geografia, Vestibular, USP, FUVEST

Logo após a entrada de milhares de imigrantes norte-africanos na Itália, em abril deste ano, o presidente da França, Nicolas Sarkozy, e o primeiro ministro da Itália, Silvio Berlusconi, fizeram as seguintes declarações a respeito de um consenso entre países da União Europeia (UE) associados.

Queremos mantê-lo vivo, mas para isso é preciso reformá-lo.

Nicolas Sarkozy. Não queremos colocá-lo em causa, mas em situações excepcionais acreditamos que é preciso fazer alterações, sobre as quais decidimos trabalhar em conjunto. Silvio Berlusconi.

http://pt.euronews.net. Acesso em julho/2011. Adaptado.

Sarkozy e Berlusconi encaminharam pedido à UE, solicitando a revisão do
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