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Questões de Concursos Vestibular

Resolva questões de Vestibular comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


361Q54473 | Matemática, Funções e Funções Compostas, Vestibular, Vestibular

(Mackenzie-SP) Se f(x) = mx + n e f(f(x)) = 4x + 9, a soma dos possíveis valores de n é:
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362Q54344 | História, Idade Contemporânea, Vestibular, Vestibular

(Fuvest-SP) Gandhi (1869-1948) conseguiu mobilizar milhões de indianos na luta para tornar o país independente da dominação britânica, recorrendo ao
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363Q54092 | Matemática, MMC, Vestibular, Vestibular

Três atletas correm numa pista circular e gastam, respectivamente, 2,4min, 2,0min e 1,6min para completar uma volta na pista. Eles partem do mesmo local e no mesmo instante. Após algum tempo, os três atletas se encontram, pela primeira vez, no local da largada. Neste momento, o atleta MAIS VELOZ estará completando
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364Q54359 | História, História da América, Vestibular, Vestibular

(UFRJ) A partir da década de 30, a chamada “política de boa vizinhança” inaugurada pelos Estados Unidos significou, para a América Latina, a imposição de padrões culturais norteamericanos. Assinale a opção que se refere, incorretamente, a este processo.
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365Q54450 | Matemática, Problemas de Matemática, Vestibular, Vestibular

(FEI-SP) Quando o conteúdo de um reservatório é escoado por uma bomba, o tempo necessário para esvaziar completamente esse reservatório é de 1 hora, 37 minutos e 42 segundos. Se forem utilizadas 2 bombas, o tempo necessário para esvaziar será de:
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366Q54309 | História, História do Brasil, Vestibular, Vestibular

(FGV-SP) Caracterizou-se por encilhamento a política econômica que:
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367Q265990 | Português, Vestibular, USP, FUVEST

Texto associado.

Texto para as questões de 47 a 49

Não era e não podia o pequeno reino lusitano ser uma potência colonizadora à feição da antiga Grécia. O surto marítimo que enche sua história do século XV não resultara do extravasamento de nenhum excesso de população, mas fora apenas provocado por uma burguesia comercial sedenta de lucros, e que não encontrava no reduzido território pátrio satisfação à sua desmedida ambição. A ascensão do fundador da Casa de Avis ao trono português trouxe esta burguesia para um primeiro plano. Fora ela quem, para se livrar da ameaça castelhana e do poder da nobreza, representado pela Rainha Leonor Teles, cingira o Mestre de Avis com a coroa lusitana. Era ela, portanto, quem devia merecer do novo rei o melhor das suas atenções. Esgotadas as possibilidades do reino com as pródigas dádivas reais, restou apenas o recurso da expansão externa para contentar os insaciáveis companheiros de D. João I.

Caio Prado Júnior, Evolução política do Brasil. Adaptado.

Infere-se da leitura desse texto que Portugal não foi uma potência colonizadora como a antiga Grécia, porque seu

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368Q54336 | História, Idade Contemporânea, Vestibular, Vestibular

(UFPE) O Plano Marshall, organizado pelos Estados Unidos, após a Segunda Guerra Mundial, visava a:
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369Q521552 | Português, Língua e Linguagem, Vestibular, Vestibular

Para o Mano Caetano
O que fazer do ouro de tolo
Quando um doce bardo brada a toda brida,
Em velas pandas, suas esquisitas rimas?
Geografia de verdades, Guanabaras postiças
Saudades banguelas, tropicais preguiças?
A boca cheia de dentes
De um implacável sorriso
Morre a cada instante
Que devora a voz do morto, e com isso,
Ressuscita vampira, sem o menor aviso
[…]
E eu soy lobo-bolo? lobo-bolo
Tipo pra rimar com ouro de tolo?
Oh, Narciso Peixe Ornamental!
Tease me, tease me outra vez 1

Ou em banto baiano
Ou em português de Portugal
De Natal
[…]

1 Tease me (caçoe de mim, importune-me).
LOBÃO. Disponível em: http://vagalume.uol.com.br. Acesso em: 14 ago. 2009 (adaptado).


Na letra da canção apresentada, o compositor Lobão explora vários recursos da língua portuguesa, a fim de conseguir efeitos estéticos ou de sentido. Nessa letra, o autor explora o extrato sonoro do idioma e o uso de termos coloquiais na seguinte passagem:

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370Q54329 | História, Idade Contemporânea, Vestibular, Vestibular

(UFMA) São características do processo de partilha da África pelos países imperialistas europeus em fins do século XIX, EXCETO:
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371Q54089 | Matemática, MMC, Vestibular, Vestibular

Três ciclistas percorrem um circuito saindo todos ao mesmo tempo, do mesmo ponto, e com o mesmo sentido. O primeiro faz o percurso em 40 s, o segundo em 36 s e o terceiro em 30 s. Com base nessas informações, depois de quanto tempo os três ciclistas se reencontrarão novamente no ponto de partida pela primeira vez, e quantas voltas terá dado o primeiro, o segundo e o terceiro ciclistas, respectivamente?
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372Q54481 | Matemática, Exponencial e Logaritmo, Vestibular, Vestibular

(PUC-PR) Se log (3x + 23) – log (2x – 3) = log4, encontrar x:
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373Q54213 | História, Hístória do Brasil, Vestibular, Vestibular

(Unifor-CE) “...de qualquer modo, o simples crescimento já complica o esquema; a ampliação das tarefas administrativas vai promovendo o aparecimento de novas camadas sociais, dando lugar aos núcleos urbanos etc. Assim, pouco a pouco vão se revelando oposições de interesse entre colônia e metrópole, e quanto mais o sistema funciona, mais o fosso se aprofunda. Por outro lado, a exploração colonial, quanto mais opera, mais estimula a economia central, que é o seu centro dinâmico. A industrialização é a espinha dorsal desse desenvolvimento, e quando atinge o nível de mecanização da indústria (...), todo o conjunto começa a se comprometer porque o capitalismo não se acomoda (...) com as barreiras do regime...”

NOVAIS, Fernando. As Dimensões da Independência. In: Guilherme Mota. 1822. Dimensões. São Paulo: Perspectiva, 1972. v. 67.

O texto descreve um fenômeno que identifica, no Brasil, fatores responsáveis:
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374Q54474 | Matemática, Funções e Funções Compostas, Vestibular, Vestibular

Unifor-CE Sejam f e g funções de |R em |R definidas por f(x) = 2x – 1 e g(x) = 1 – 2x. Qual dos pontos seguintes pertence ao gráfico da função g o f?
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375Q54307 | História, História do Brasil, Vestibular, Vestibular

(Cesgranrio) “Pode parecer estranho, mas ´terra roxa´ é uma expressão tão italiana quanto Terra Nostra, a novela. Designa o solo fértil que recobre grandes porções do interior de São Paulo e do Paraná. Mas a cor não é roxa. Tem um tom vermelho-escuro, resultante da oxidação do ferro, abundante em sua composição. Apropriada ao cultivo do café, foi assim batizada porque a palavra rossa (vermelha), usada pelos italianos quando se referiam à terra que lavravam, soava como “roxa” aos ouvidos dos brasileiros monoglotas – e assim se eternizou (...) Um mal-entendido, é certo. Mas também um caso exemplar da rápida e intensa integração entre os povos.”

Revista Época de 05/99.

Desde o começo da grande onda migratória do século passado, mais de 1,5 milhão de italianos e seus descendentes, hoje calculados em 25 milhões, deixaram marcas profundas no caráter e na cultura do brasileiro. A respeito desta imigração, podemos dizer que seu contexto histórico-geográfico foi a(o):
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376Q54452 | Matemática, Problemas de Matemática, Vestibular, Vestibular

(F.I. Vitória-ES) Uma prova que vale 10 pontos é composta de 64 questões de mesmo valor. Se um aluno acertou 2/5 das questões nessa prova, então, o número de pontos que obteve foi:
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377Q266358 | Espanhol, Vestibular, UFPR, UFPR

Texto associado.

Para contestar a las preguntas 77, 78, 79 y 80 utilice los dos textos a continuación.

No veo qué ganamos las mujeres

Milagros del Corral es exdirectora de la Biblioteca Nacional

Ha tardado mucho pero, al fin, la Real Academia de la Lengua ha emitido su opinión a propósito del supuesto carácter sexista del español a través del informe rigurosamente fundamentado de Ignacio Bosque. No puedo sino estar de acuerdo con la crítica responsable de la RAE. Y ello a pesar de que soy mujer y una profesional que, desde muy joven, ha trabajado en entornos mayoritariamente masculinos. Soy también consciente de que la mujer todavía está lejos de alcanzar la equiparación social y profesional que le corresponde y, en consecuencia, soy una firme partidaria de la defensa de mis derechos, que son los derechos de media humanidad. Digo, pues, no a la discriminación.
Sin embargo, esta reciente costumbre de pervertir nuestra maravillosa lengua castellana me parece un puro sinsentido. Nunca me he sentido excluida de forma gramatical alguna, singular o plural, ni creo que los hombres se sientan discriminados al ser aludidos, en singular y en plural, como artistas, periodistas, trapecistas, etcétera. Sin duda aquí se ha producido un error, aunque haya sido con la mejor intención. Aquí se ha confundido sexo con género, biología con gramática.
El activismo feminista, de la mano de una serie de instituciones que quieren ser políticamente correctas, quieren hacernos creer con sus guías de uso de lenguaje no sexista que la visibilidad de las mujeres pasa por desnaturalizar nuestro idioma con fórmulas rebuscadas, cuando no claramente atentatorias contra la morfología gramatical o sintáctica, sin miedo alguno a recargar el discurso hasta límites estéticamente insoportables: niños y niñas, andaluces y andaluzas, jueces y juezas, miembros y miembras? Eso cuando no nos atropellan con amig@s, utilización supuestamente genial del símbolo de una medida de líquidos y, más recientemente, del dominio de las direcciones de correo electrónico.
Amén del innecesario estropicio lingüístico, no creo que recomendaciones de esta naturaleza sirvan de nada a nuestra mayor visibilidad. Ni mucho menos que lleguen muy lejos. De momento, solo las aplican de forma acrítica algunos políticos de posmodernidad mal entendida. Y, desde luego, no han logrado calar en el habla popular. Y no han calado porque el pueblo es sabio e inconscientemente siente que las expresiones recomendadas rayan en lo ridículo y no convienen a la economía de la comunicación, pecado grave en la era de Twitter y el microrrelato. Quiero creer que se trata de una moda pasajera.

Pero, ¿dónde estaba la RAE?

Inés Alberdi es catedrática de Sociología de la Universidad Complutense

¿Cómo puede sorprenderse el profesor Bosque de que para preparar una Guía de uso no sexista del lenguaje no se consulte con la Academia de la Lengua? Lo que sorprende es que no haya sido esta institución la que se haya ocupado de darnos sugerencias para hacer un uso del lenguaje que no oculte a las mujeres.
¿Por qué la RAE no ha dicho nada hasta ahora de cómo el lenguaje español hace invisibles a las mujeres? ¿Dónde están sus análisis y sus recomendaciones para dar un uso más de acuerdo con la igualdad de género? La Academia es, como dice el profesor Bosque, la institución que debe vigilar por el buen uso de la lengua, pero esto no le ha parecido un problema o no le ha interesado.
Bienvenida sea la Academia de la Lengua a este debate en el que tendría que haber estado hace años. No necesariamente para decirnos lo que hay que hacer sino para sumar su conocimiento y su experiencia al de tantas otras personas e instituciones que conocen aspectos que también habrá que tener en cuenta.
En sus argumentos contra las guías se refiere casi exclusivamente a una de las cuestiones que estas señalan, la necesidad de hacer manifiesta la presencia femenina en cualquier colectivo al que nos estemos refiriendo, niñas y niños, padres y madres, cuestión que la lengua española oscurece a través del uso del genérico masculino. Este es quizás el aspecto más difícil de revisar si queremos que el español no olvide a las mujeres, pero hay muchos otros. La propuesta que hacen algunas guías, de reiterar constantemente el masculino y el femenino de todo, no le gusta y lo ridiculiza. A mí tampoco, pero no me burlo porque el tema me parece muy serio. Creo que hay formas posibles de evitar esa reiteración. Por ejemplo, hablar del género humano en vez del hombre cuando se habla de la evolución. No se trata tanto de señalar con el dedo a los que abusen del genérico masculino, como tratar de enseñar a todos a hablar con mayor rigor y respeto a la igualdad de género. La lengua es hija de la historia y por ello no debe sorprendernos que la española sea tan sexista. Pues bien, les diría, como digo a mis estudiantes, que procuren reflexionar sobre cómo escriben y traten de no olvidar a las mujeres al hacerlo.

(Textos adaptados de www.elpais.es - http://cultura.elpais.com/cultura/2012/03/05/actualidad/1330979981_863178.html)

Para Milagros del Corral las guías de uso de lenguaje no sexista:

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378Q54394 | História, História do Brasil, Vestibular, Vestibular

(Univali-SC) O filme “O que é isso Companheiro?” identifica uma fase da História do Brasil na qual se pode constatar muita contradição entre o que o governo “pregava” e o que realmente acontecia. O governo pregava um imbatível crescimento econômico, glórias, ordem; nos bastidores: censura, repressão, perseguição aos opositores da ordem. A partir da “leitura” do filme ou mesmo do próprio enunciado, podemos constatar que se trata do período:
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379Q54296 | História, História do Brasil, Vestibular, Vestibular

(UFPE) Sobre a situação econômica do Brasil no século XIX, assinale a alternativa correta.
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380Q54118 | Probabilidade e Estatística, Análise Combinatória, Vestibular, Vestibular

(Faap 97) Quantas motos podem ser licenciadas se cada placa tiver 2 vogais (podendo haver vogais repetidas) e 3 algarismos distintos?
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