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Questões de Concursos Vestibular

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741Q950205 | Matemática, Vestibular, UNIVESP, UNIVESP

O valor de x para que os pontos (x,2), (x,4) e (3x,4), num plano cartesiano (x, y), formem um triângulo de área igual a 10 é
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742Q950285 | Raciocínio Lógico, Proposições Simples e Compostas e Operadores Lógicos, Vestibular, ULBRA, ULBRA, 2018

Leia as afirmações que seguem e marque “V” para verdadeiro ou “F” para falso, nos parênteses, e, depois, assinale a alternativa correta.

( ) Todo paralelogramo é um quadrilátero.

( ) Todo trapézio é um quadrilátero.

( ) Todo losango é um quadrado.

( ) Existe retângulo que não é quadrado.

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743Q266186 | Inglês, Vestibular, UFPR, UFPR

Texto associado.

O texto a seguir é referência para as questões 73 a 76.

Lucy?s Big Brother Reveals New Facets of her Species


First came Lucy. Then came Lucy?s baby, an infant of her species. Now comes Lucy?s "big brother": the partial skeleton of a large male of Australopithecus afarensis, unveiled this week in the Proceedings of the National Academy of Sciences. The roughly 40% complete skeleton has been nicknamed Kadanuumuu, which means "big man" in the Afar language of the Afar Depression of Ethiopia, where it was found. "It was huge – a big man, with long legs", says lead author Yohannes Haile?Selassie, a palaeoanthropologist at the Cleveland Museum of Natural History in Ohio.
Dated to 3.6 million years ago, the new skeleton is almost half a million years older than Lucy and the second oldest skeleton found of a possible human ancestor. It had long legs and a torso and a pelvis more like those of a modern human than an African ape, showing that fully upright walking was in place at this early date, Haile?Selassie says. Although headless, the skeleton also preserves parts not found before in Lucy?s species. "It is important because it provides the ribs and scapula", says palaeoanthropologist Carol Ward of the University of Missouri, Columbia.
In 2005, a sharp?eyed member of Haile?Selassie?s team, Alemayehu Asfaw, spotted a fragment of lower arm bone on the ground at Woranso?Mille, about 48 kilometers north of Lucy?s grave at Hadar. Over the next 4 years, the team unearthed the shoulder blade, collarbone, ribs, and neck vertebra, the first time those bones were found together in an A. afarensis adult. The team also found a pelvis, an arm, and leg bones. Although they never found the skull or teeth, which are typically used to assign species, the skeleton?s age and similarity to Lucy suggest that it belongs to her species, says co?author Owen Lovejoy of Kent State University in Ohio.
The robust male stood between 1.5 and 1.7 meters tall, about 30% larger than Lucy. Isolated bones of other individuals suggest that some males were even larger, so the new skeleton doesn?t settle a long?standing debate over just how much sexual dimorphism there was in A. afarensis, Lovejoy says. The shoulder blade looks more like that of a gorilla and a modern human than that of a chimpanzee. The curvature of the second rib suggests a wide rib cage at the top and a barrel shape overall, similar to that of modern humans and distinct from the more funnel?shaped rib cage of a chimpanzee, the authors say.

(Science Magazine, 25 June 2010.)

Why do palaeoanthropologists believe the skeleton may be a human ancestor?

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744Q951432 | Português, Orações subordinadas adverbiais Causal, Vestibular, UNIFESP, VUNESP, 2018

Texto associado.

Leia o trecho inicial do conto “A doida”, de Carlos Drummond de Andrade, para responder à questão.


A doida habitava um chalé no centro do jardim maltratado. E a rua descia para o córrego, onde os meninos costumavam banhar-se. Era só aquele chalezinho, à esquerda, entre o barranco e um chão abandonado; à direita, o muro de um grande quintal. E na rua, tornada maior pelo silêncio, o burro que pastava. Rua cheia de capim, pedras soltas, num declive áspero. Onde estava o fiscal, que não mandava capiná-la?

Os três garotos desceram manhã cedo, para o banho e a pega de passarinho. Só com essa intenção. Mas era bom passar pela casa da doida e provocá-la. As mães diziam o contrário: que era horroroso, poucos pecados seriam maiores. Dos doidos devemos ter piedade, porque eles não gozam dos benefícios com que nós, os sãos, fomos aquinhoa dos. Não explicavam bem quais fossem esses benefícios, ou explicavam demais, e restava a impressão de que eram todos privilégios de gente adulta, como fazer visitas, receber cartas, entrar para irmandades. E isso não comovia ninguém. A loucura parecia antes erro do que miséria. E os três sentiam-se inclinados a lapidar1 a doida, isolada e agreste no seu jardim.

Como era mesmo a cara da doida, poucos poderiam dizê-lo. Não aparecia de frente e de corpo inteiro, como as outras pessoas, conversando na calma. Só o busto, recortado numa das janelas da frente, as mãos magras, ameaçando. Os cabelos, brancos e desgrenhados. E a boca inflamada, soltando xingamentos, pragas, numa voz rouca. Eram palavras da Bíblia misturadas a termos populares, dos quais alguns pareciam escabrosos, e todos fortíssimos na sua cólera.

Sabia-se confusamente que a doida tinha sido moça igual às outras no seu tempo remoto (contava mais de sessenta anos, e loucura e idade, juntas, lhe lavraram o corpo). Corria, com variantes, a história de que fora noiva de um fazendeiro, e o casamento uma festa estrondosa; mas na própria noite de núpcias o homem a repudiara, Deus sabe por que razão. O marido ergueu-se terrível e empurrou-a, no calor do bate-boca; ela rolou escada abaixo, foi quebrando ossos, arrebentando-se. Os dois nunca mais se veriam. Já outros contavam que o pai, não o marido, a expulsara, e esclareciam que certa manhã o velho sentira um amargo diferente no café, ele que tinha dinheiro grosso e estava custando a morrer – mas nos racontos2 antigos abusava-se de veneno. De qualquer modo, as pessoas grandes não contavam a história direito, e os meninos deformavam o conto. Repudiada por todos, ela se fechou naquele chalé do caminho do córrego, e acabou perdendo o juízo. Perdera antes todas as relações. Ninguém tinha ânimo de visitá-la. O padeiro mal jogava o pão na caixa de madeira, à entrada, e eclipsava-se. Diziam que nessa caixa uns primos generosos mandavam pôr, à noite, provisões e roupas, embora oficialmente a ruptura com a família
se mantivesse inalterável. Às vezes uma preta velha arriscava-se a entrar, com seu cachimbo e sua paciência educada no cativeiro, e lá ficava dois ou três meses, cozinhando. Por fim a doida enxotava-a. E, afinal, empregada nenhuma queria servi-la. Ir viver com a doida, pedir a bênção à doida, jantar em casa da doida, passaram a ser, na cidade, expressões de castigo e símbolos de irrisão3.

Vinte anos de uma tal existência, e a legenda está feita. Quarenta, e não há mudá-la. O sentimento de que a doida carregava uma culpa, que sua própria doidice era uma falta grave, uma coisa aberrante, instalou-se no espírito das crianças. E assim, gerações sucessivas de moleques passavam pela porta, fixavam cuidadosamente a vidraça e lascavam uma pedra. A princípio, como justa penalidade. Depois, por prazer. Finalmente, e já havia muito tempo, por hábito. Como a doida respondesse sempre furiosa, criara-se na mente infantil a ideia de um equilíbrio por compensação, que afogava o remorso.

Em vão os pais censuravam tal procedimento. Quando meninos, os pais daqueles três tinham feito o mesmo, com relação à mesma doida, ou a outras. Pessoas sensíveis l amentavam o fato, sugeriam que se desse um jeito para internar a doida. Mas como? O hospício era longe, os parentes não se interessavam. E daí – explicava-se ao forasteiro que porventura estranhasse a situação – toda cidade tem seus doidos; quase que toda família os tem. Quando se tornam ferozes, são trancados no sótão; fora disto, circulam pacificamente pelas ruas, se querem fazê-lo, ou não, se preferem ficar em casa. E doido é quem Deus quis que ficasse doido... Respeitemos sua vontade. Não há remédio para loucura; nunca nenhum doido se curou, que a cidade soubesse; e a cidade sabe bastante, ao passo que livros mentem.

(Contos de aprendiz, 2012.)

1 lapidar: apedrejar.

2 raconto: relato, narrativa.

3 irrisão: zombaria.

• “loucura e idade, juntas, lhe lavraram o corpo” (4° parágrafo)

• “Ninguém tinha ânimo de visitá-la” (4° parágrafo)

•  “a ideia de um equilíbrio por compensação, que afogava o remorso” (5o parágrafo)

Os termos sublinhados foram empregados, respectivamente, em sentido

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745Q951300 | Química, Substâncias Inorgânicas e suas características Ácidos, Vestibular, UNESPAR, UNESPAR, 2018

A glicose, importante açúcar na alimentação de muitos seres vivos, possui fórmula igual a C6 H12O6 .

Sobre a glicose, é possível AFIRMAR que:

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746Q950825 | Biologia, Evolução biológica, Vestibular, UFMS, FAPEC, 2018

Várias linhagens de seres vivos surgiram e desapareceram durante a história da vida na Terra, com poucas linhagens perdurando até os dias de hoje. O registro fóssil serve de ferramenta para biólogos e paleontólogos identificarem quando e, às vezes, como esses eventos aconteceram. Os pesquisadores utilizam características morfológicas dos fósseis para identificá los como sendo pertencentes a uma determinada linhagem. O processo evolutivo, como o conhecemos, possui taxas de transformação que operam em velocidades diferentes. Normalmente, a taxa de mudanças no genoma ocorre numa velocidade superior às taxas de mudanças em padrões fisiológicos, morfológicos ou comportamentais. Isso significa que transformações genéticas ocorrerão antes das demais. Um biólogo evolutivo ou sistemata deve levar essas taxas em consideração quando for realizar uma análise para calcular o tempo de origem de uma linhagem. Para calcular o tempo de origem, o pesquisador utiliza um modelo matemático para predizer como o genoma evoluiu associado com uma calibração baseada nas idades dos fósseis da linhagem de interesse. A calibração serve para restringir o modelo matemático de forma a fazer com que os cálculos não gerem resultados surreais. Com base nessas informações, assinale a alternativa correta:
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747Q944135 | Arquivologia, Pronomes Pronouns, Vestibular, UEMG, UEMG, 2022

Texto associado.
Don’t Look Up: four climate experts on the polarising disaster film

Critics haven’t been kind to Adam McKay’s eco-satire, but many climate experts are lauding it. Here four give their views
Rarely has a film been as divisive as Adam McKay’s climate satire Don’t Look Up. Although it has been watched by millions, and is already Netflix’s third most watched film ever, the response from critics was largely negative. Many found its story of scientists who discover an asteroid heading for Earth a clumsy allegory for the climate crisis, while others just found it boring. But many in the climate movement have praised the film, and audience reviews have been generally positive.
We asked four climate experts to give their views on the film. Warning: spoilers ahead.

Ketan Joshi: ‘The main character of the climate crisis is absent’
[…]
Fiona Harvey: ‘The role of the technoloon, played by Mark Rylance, struck a chord’
[…]
After 17 years of reporting on the climate crisis, I doubted at first that the film had much to tell me about the frustrations of communicating a hypothetical catastrophe. As the film’s scientists first struggled to clothe their data in sober, measured terms, then broke into swearing, armwaving shrieks about provable imminent apocalypse, I nodded along. Yes, that’s what it feels like, and no, no one listens, not until it is too late.
Yet it was illuminating in unexpected ways – something I’ve always struggled with is how rational people can fail to grasp the scale of climate breakdown, how we could leave it so late. As the film shows, it’s partly because vested interests keep it that way, but it’s also just because we’re human. Believing in disaster before it strikes is fundamentally not how we work.
The role of the techno-loon, played by Mark Rylance, struck another chord. Cop26 was not a failure, though on the surface that was the obvious conclusion – it was more nuanced than that. Soon after the Cop26 circus left Glasgow, the danger of painting the outcome in such blackand-white terms became apparent, as wellmeaning experts concluded – in all seriousness – as talking didn’t work, our best hope would be for billionaires to bypass the UN and geoengineer the climate from space. Because obviously the answer to a vast uncontrolled experiment on the atmosphere is to conduct a vast uncontrolled experiment on the atmosphere.
[…]
Nina Lakhani: ‘Jennifer Lawrence’s character will resonate with many female climate scientists’
[…]
How Kate Dibiasky, the postgraduate student played by Jennifer Lawrence who discovered the comet, is portrayed as an unhinged hysterical woman, will resonate with many female climate scientists and activists whose crucial knowledge has been sidelined. The scene where her parents declare that they’re in favour of the jobs the comet will provide will resonate with millions of people, including me, trying to deal with relatives who have bought into political lies.
[…]
Damian Carrington: ‘It highlights the absurdity of staring disaster in the face, then looking away’
I loved Don’t Look Up, both as an entertainment and as a climate crisis parable. But the movie has been panned by many critics, with the main charge being that it is heavy-handed, blunt and too obvious. But that is exactly the point.
Scientists have been issuing blunt warnings about obvious dangers of global heating for years and have been ignored – carbon emissions are still rising. The film perfectly skewers the key ways in which they have been ignored: for short-term political expediency and short-term corporate profit.
In particular, the movie beautifully portrays the incredulity of scientists that their carefully constructed evidence can be dismissed with bluster such as “we’ll sit tight and assess” by leaders more concerned about today’s political weather and a media more interested in the minutiae of celebrities’ lives.
[…]
The point of the film is savagely highlighting the absurdity of staring disaster in the face, then looking away rather than acting. In that respect, it is a triumph.

Source: https://www.theguardian.com/film/2022/jan/08/dont-look-upfour-climate-experts-on-the-polarising-disaster-film. Access: 08/01/2022.
Concerning the excerpt: “Critics haven’t been kind to Adam McKay’s eco-satire, but many climate experts are lauding it”, and the context it was taken from, mark the correct option regarding the usage of the pronoun “it”.
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748Q950577 | Física, Física Térmica, Vestibular, UEMG, AOCP, 2018

Filmes de ficção, como Star Wars (Guerra nas Estrelas), mostram voos de espaçonaves e suas manobras direcionais, além de batalhas envolvendo naves e civilizações tecnologicamente avançadas. Em relação a esses filmes, é correto afirmar que eles
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749Q678630 | Geografia, Fuso Horário, Vestibular, IF Farroupilha RS, INEP, 2019

O tempo que a Terra leva para realizar uma volta em torno de si mesma ou de seu eixo imaginário é chamado de movimento de rotação.
São consequências desse movimento da Terra

I → a sucessão dos dias e das noites. II → o movimento aparente do sol. III → as estações do ano.

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750Q946055 | Matemática, Porcentagem, Vestibular, FATEC, FATEC, 2018

Na frase de Machado de Assis citada no texto (“Aires não pensava nada, mas percebeu que os outros pensavam alguma cousa”), a relação entre os tempos verbais, embora contrastante, é coerente.
Assinale a alternativa que também apresenta a correta relação entre os tempos verbais.
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751Q948686 | Matemática, Produtos Notáveis e Fatoração, Vestibular, IFAL, IF AL, 2018

Um terreno tem o formato de um triângulo retângulo cuja dimensão de um dos catetos mede 5 m e a dimensão da sua hipotenusa mede 13 m. Qual é a área desse terreno em metros quadrados?
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752Q951354 | Biologia, Introdução ao Estudo dos Animais, Vestibular, UEMG, UEMG, 2019

Os vegetais multicelulares são formados por um grupamento de células diferenciadas que exercem uma mesma função. Esses conjuntos celulares são designados como tecidos e a divisão da Biologia que os estuda é denominada de Histologia.

Nesses tecidos, existem células que possuem celulose em sua parede celular, vacúolos e cloroplastos em seu interior.

Assinale a alternativa que apresenta o tecido vegetal formado por células mortas, alongadas e de parede celular lignificada.

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753Q948102 | Português, Interpretação de Textos, Vestibular, IFTM, INEP, 2018

Twitter abre inscrições para seleção da turma de estagiários 2019
Processo seletivo conduzido em parceria com a Companhia de Estágios inclui jogo de realidade virtual entre as atividades
O Twitter abriu nesta segunda-feira (17/09) as inscrições para a quarta edição de seu programa de estágios no Brasil. Pela primeira vez, o processo seletivo conduzido em parceria com a Companhia de Estágios terá entre as etapas a participação dos estudantes em um jogo de realidade virtual. Em uma atividade de trabalho em equipe, os candidatos serão divididos em grupos e precisarão cumprir os desafios em um jogo de realidade virtual. A ideia é avaliar a habilidade de relacionamento interpessoal, além de atributos como organização, raciocínio lógico, persistência, pensamento estratégico, foco e comunicação. O processo criado pela Companhia de Estágios fará estreia nesta quarta edição do programa de estágio do Twitter no Brasil. O Twitter terá seis vagas para novos estagiários em seu escritório de São Paulo em 2019. Poderão se inscrever no processo estudantes de graduação, sem restrição em relação ao curso. “Como em todos os nossos processos, buscamos formar uma turma cada vez mais diversa em termos de experiências de vida, formação, cultura e perspectivas”, afirma Francine Graci, diretora de aquisição, treinamento e desenvolvimento do Twitter para a América Latina. Além da bolsa-auxílio, os escolhidos receberão benefícios como vale-transporte, valerefeição e auxílio para academia. Para saber mais sobre o programa, fazer sua inscrição ou compartilhar a oportunidade, os estudantes podem acessar a página da Companhia de Estágios dedicada ao programa do Twitter. Informações e novidades sobre o assunto também estarão disponíveis na conta @JoinTheFlockBR, no Twitter.
Companhia de Estágios/ www.ciadeestagios.com.br
(Disponível em: http://revistapontojovem.com.br/twitter-abreinscricoes-para-selecao-da-turma-de-estagiarios-2019/. Acesso em 25 set 2018.)
A internet tornou-se um dos grandes veículos de publicação de diversos gêneros textuais. Segundo Marcuschi (2008, p. 155), entende-se por Gêneros Textuais os “textos que encontramos em nossa vida diária e que apresentam padrões sociocomunicativos característicos definidos [...]”. Do ponto de vista de sua finalidade, o texto lido pode ser classificado como pertencente ao gênero textual notícia, já que
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754Q266173 | Francês, Vestibular, UFPR, UFPR

Texto associado.

O texto a seguir é referência para as questões 78 a 80.

Le mythe du gaucher


Être gaucher est souvent considéré comme une anomalie, même si aujourd?hui on cherche de moins en moins à la «contrarier». Autrefois, les instituteurs étaient persuadés qu?un gaucher écrirait nécessairement mal. Les scientifiques, eux, pensaient que les gauchers étaient plus susceptibles de bégayer, d?être dyslexiques ou d?être allergiques que les droitiers. Les statistiques montraient d?ailleurs que les gauchers vivaient moins longtemps que les droitiers. Heureusement, «le mythe du gaucher est tombé», explique Nathalie Tzourio?Mazoyer, directeur de recherches «Langage et raisonnement» au GIP Cyceron de Caen. «Des études ont montré que les gauchers n?étaient pas plus atteints de troubles psychiques et psychologiques que les droitiers». En fait, être gaucher n?est pas un handicap. C?est être gaucher dans un monde de droitiers qui est une formidable malchance...

(Science & Vie, no. 227, juin 2004, p. 47.)

Vocabulaire: Bégayer = gaguejar

Considere as seguintes afirmativas:

1? Le nombre de gauchers augmente de plus en plus.
2? On ne cherche plus à éviter que les gens soient gauchers.
3? Etre gaucher dans notre monde est quand même une adversité.
4? La science dément les croyances concernant les gauchers.

Assinale a alternativa correta.

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755Q944423 | Biologia, Leis de Mendel, Vestibular, UEMA, UEMA, 2022

Numa pessoa de visão normal, os raios de luz passam pela córnea, que é a primeira lente do olho, e quando chega à outra lente, a retina, eles se juntam, no mesmo ponto, para formar a imagem. No entanto, a pessoa míope tem o globo ocular mais “longo”, o que provoca a formação da imagem antes que a luz chegue até a retina, fazendo com que a pessoa tenha dificuldade de enxergar de longe. A miopia, bem como o albinismo, são exemplos clássicos de herança autossômica recessiva, enquadrando-se, assim, na Primeira Lei de Mendel, por se tratar de heranças com dominância completa, ou seja, o tipo de herança com que Mendel trabalhou e formulou sua primeira lei.
Ministério da saúde. https://bvsms.saude.gov.br/miopia/
Qual a probabilidade de um casal ter um filho míope e albino, sabendo que o marido é heterozigoto para miopia e albinismo e que sua esposa é albina e míope?
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756Q950841 | Atualidades, Economia na Atualidade, Vestibular, UFMS, FAPEC, 2018

Leia o texto a seguir.

"Quando os colonizadores europeus chegaram nesta região, nas primeiras décadas do século XVI, encontraram aqui um conjunto de sociedades indígenas, composto por etnias representantes de três dos quatros troncos linguísticos que forma o universo etno-linguístico brasileiro. Eram várias centenas de milhares de índios portadores de sistemas culturais ricamente diferenciados. Esses grupos, às vezes, possuíam divergências entre si mas respondiam bem, cada segmento ao seu modo, às equações colocadas pela paisagem que também era múltipla e variada. Em função disso, desde os primeiros momentos da colonização ibérica no continente, a área de Mato Grosso do Sul, apesar de sua distância dos centros econômicos mercantilistas na América do Sul, foi, de imediato, inserida na estratégia econômica do sistema colonial na condição de importante fonte fornecedora de uma mercadoria vital para o funcionamento desse modelo: a mão-de-obra compulsória.

Durante os cinco séculos da presença europeia em Mato Grosso do Sul, a resistência indígena à ocupação colonial de seu território foi a tônica das relações intercivilizatórias. O Pantanal sulmato-grossense foi o cenário da maior e mais obstinada oposição nativa à presença colonizadora ibérica na história do Brasil."

MARTINS, Gilson Rodolfo. Breve painel etno-histórico de Mato Grosso do Sul. 2. ed. Campo Grande: Ed. UFMS, 2002. p. 11-12.

O texto acima nos apresenta um panorama da ocupação de Mato Grosso do Sul, muito comum em todo o Brasil colonial. Assinale a alternativa correta sobre a história dos povos indígenas e a relação estabelecida com os colonizadores portugueses que aqui chegaram:

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757Q678516 | Português, Interpretação de Textos, Vestibular, CÁSPER LÍBERO, CÁSPER LÍBERO, 2019

Assinale a opção que está em desacordo com a estrutura narrativa de Quincas Borba, de Machado de Assis:
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758Q948673 | Português, Proparoxítonas, Vestibular, IFAL, IF AL, 2018

Quanto à análise sintática dos termos abaixo, pode-se dizer apenas que:
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759Q948424 | História, Imperialismo e Colonialismo do século XIX, Vestibular, CÁSPER LÍBERO, CÁSPER LÍBERO, 2018

Ao invocar "Ggum, o Prometeu africano'', a dedicatória de Mayombe, de Pepetela:
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760Q946036 | Química, Termoquímica Energia Calorífica, Vestibular, FATEC, FATEC, 2018

Texto associado.

Leia o texto para responder a questão.

De onde vem o cheiro de carro novo?


De acordo com o gerente de uma montadora de veículos, o cheiro é composto por uma combinação de vários tipos de substâncias químicas usadas na fabricação do veículo, incluindo solventes, plásticos, colas, tecidos e borracha. Porém, muitas delas são altamente tóxicas, porque contêm Compostos Orgânicos Voláteis (COVs) em sua composição, como benzeno, tolueno e formol, que podem ser letais dependendo da quantidade. Eles acabam escapando e impregnando o ar, porque não requerem altas temperaturas para evaporarem.


<http://tinyurl.com/y8ucob6c> Acesso em: 13.11.2017. Adaptado.

É correto afirmar que os compostos orgânicos responsáveis pelo cheiro de carro novo apresentam
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