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Questões de Concursos Vestibular UERJ

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121Q933056 | Biologia, Vestibular UERJ, UERJ, UERJ

O processo de dispersão de sementes é encontrado na maioria das espécies vegetais. Uma vantagem evolutiva decorrente desse processo é:
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122Q932423 | Matemática, Probabilidade, Vestibular UERJ, UERJ, UERJ

Texto associado.
Um jogo consiste em lançar cinco vezes um dado cúbico, cujas faces são numeradas de 1 a 6, cada uma com a mesma probabilidade de ocorrer. Um jogador é considerado vencedor se obtiver pelo menos três resultados pares.
A probabilidade de um jogador vencer é:
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123Q931859 | Português, Sintaxe, Vestibular UERJ, UERJ, UERJ

Texto associado.
COM O OUTRO NO CORPO, O ESPELHO PARTIDO


O que acontece com o sentimento de identidade de uma pessoa que se depara, diante do
espelho, com um rosto que não é seu? Como é possível manter a convicção razoavelmente estável
que nos acompanha pela vida, a respeito do nosso ser, no caso de sofrermos uma alteração radical
em nossa imagem? Perguntas como essas provocaram intenso debate a respeito da ética médica
5 depois do transplante de parte da face em uma mulher que teve o rosto desfigurado por seu
cachorro em Amiens, na França.
Nosso sentimento de permanência e unidade se estabelece diante do espelho, a despeito de
todas as mudanças que o corpo sofre ao longo da vida. A criança humana, em um determinado
estágio de maturação, identifica-se com sua imagem no espelho. Nesse caso, um transplante
10 (ainda que parcial) que altera tanto os traços fenotípicos quanto as marcas da história de vida
inscritas na face destruiria para sempre o sentimento de identidade do transplantado? Talvez não.
Ocorre que o poder do espelho – esse de vidro e aço pendurado na parede – não é tão absoluto:
o espelho que importa, para o humano, é o olhar de um outro humano. A cultura contemporânea
do narcisismo*, ao remeter as pessoas a buscar continuamente o testemunho do espelho, não
15 considera que o espelho do humano é, antes de mais nada, o olhar do semelhante.
É o reconhecimento do outro que nos confirma que existimos e que somos (mais ou menos) os
mesmos ao longo da vida, na medida em que as pessoas próximas continuam a nos devolver nossa
“identidade”. O rosto é a sede do olhar que reconhece e que também busca reconhecimento. É
que o rosto não se reduz à dimensão da imagem: ele é a própria presentificação de um ser humano,
20 em sua singularidade irrecusável. Além disso, dentre todas as partes do corpo, o rosto é a que faz
apelo ao outro. A parte que se comunica, expressa amor ou ódio e, sobretudo, demanda amor.
A literatura pode nos ajudar a amenizar o drama da paciente francesa. O personagem Robinson
Crusoé do livro Sexta-feira ou os limbos do Pacífico, de Michel Tournier, perde a noção de sua
identidade e enlouquece, na falta do olhar de um semelhante que lhe confirme que ele é um
25 ser humano. No início do romance, o náufrago solitário tenta fazer da natureza seu espelho. Faz
do estranho, familiar, trabalhando para “civilizar” a ilha e representando diante de si mesmo o
papel de senhor sem escravos, mestre sem discípulos. Mas depois de algum tempo o isolamento
degrada sua humanidade.
A paciente francesa, que agradeceu aos médicos a recomposição de uma face humana, ainda que
30 não seja a “sua”, vai agora depender de um esforço de tolerância e generosidade por parte dos
que lhe são próximos. Parentes e amigos terão de superar o desconforto de olhar para ela e não
encontrar a mesma de antes. Diante de um rosto outro, deverão ainda assim confirmar que ela
continua sendo ela. E amar a mulher estranha a si mesma que renasceu daquela operação.
MARIA RITA KEHL
Adaptado de folha.uol.com.br, 11/12/2005.
*narcisismo ? amor do indivíduo por sua própria imagem
o espelho do humano é, antes de mais nada, o olhar do semelhante. (l. 15) No trecho, a expressão sublinhada enfatiza uma ideia, tal como se observa em:
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124Q931455 | Matemática, Progressões, Vestibular UERJ, UERJ, UERJ

Um fisioterapeuta elaborou o seguinte plano de treinos diários para o condicionamento de um maratonista que se
recupera de uma contusão:
• primeiro dia - corrida de 6 km;
• dias subsequentes - acréscimo de 2 km à corrida de cada dia imediatamente anterior.
O último dia de treino será aquele em que o atleta correr 42 km.
O total percorrido pelo atleta nesse treinamento, do primeiro ao último dia, em quilômetros, corresponde a:
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125Q931566 | Inglês, Vestibular UERJ, UERJ, UERJ

THE COST OF BEING HAWAIIAN: DEFENDING OUR IDENTITY
A beautiful Polynesian woman moves her hips from side to side, a flower adorning her ear as her
hands glide across her body in harmony with the music. She looks like a photograph come to
life. Beside her is a dark and handsome man smiling and playing the ukulele*. He sings through
his gigantic smile a beautiful love song to the dancing girl. After a time, the man stops playing
5   and the woman stops dancing. The two stare lovingly into each other’s eyes and jump into their
canoe, disappearing into the sunset.
This misconception about the Hawaiian culture has always been around, and although I do not
profess to be an expert in Hawaiian studies by any means, I know that these ideas are only cheap
imitations and generic stereotypes created more to appeal to tourists than to perpetuate and
10   preserve the Hawaiian way of life. The more people are exposed to these misconceptions, the
less they understand the true beauty of the Hawaiian people and the richness of their culture
steeped in politics, agriculture, aquaculture, dance, storytelling and an oral tradition that include
both extensive genealogies and mythology.
Imagine the reaction of our Hawaiian forefathers if they were to view one of the many dinner/
15   cocktail shows that litter the pages of our tourist guides. What would they think? Would they
proudly applaud our efforts to preserve their contributions to history? Or would they laugh at
its absurdity? Is the need to be an economically viable state causing us to compromise our true
identity as Hawaiians in exchange for the luxuries that come with being a tourist destination?
As a boy, I took trips to the Big Island. Visiting there reminded me that Hawaiians had their own
20   place in history and a proper culture complete with its own form of government, its own form
of religion and its own legal system. These discoveries about my heritage filled me with equal
portions of pride and wonderment.
The most concerning thing to me as a Hawaiian is the growing commercialization of our culture
and its possible consequences. Simplifying the culture merely for financial gain may actually
25   cost Hawaiians more than they think. I do not dispute the fact that the tourism industry brings
in much needed revenue to the state, but how long can we tolerate the integrity of our culture
being violated simply to earn money? How much longer can we sell these fabricated ideas of the
islands before they imbue themselves upon the cultural consciousness of all Hawaiians?
I am not suggesting that we shut down every hula show that makes a profit off of reinforcing
30   stereotypes, but that Hawaiians as a people with a rich heritage and a long cultural history need
to be more active in understanding our cultural identity. As western influence grows, we need to
take steps to preserve our culture so that our children don’t grow up believing the stereotypes
that are so readily conditioned into the mind of every tourist. Tourism will not go away, but
we need to take steps as Hawaiians to ensure our traditions are not swallowed up by these
superficial shadows.
pupuaoewa.org
*ukulele - Hawaiian musical instrument
In the last paragraph, the author refers to the hula show to reinforce the following idea:
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126Q932685 | História, Vestibular UERJ, UERJ, UERJ, 2019

Texto associado.
Tratado de Versalhes (1919)
PARTE VII
Sanções
Artigo 227
As Potências aliadas ou associadas acusam publicamente a Guilherme II de Hohenzollern,
ex-Imperador da Alemanha, por ofensa suprema contra a moral internacional e a autoridade
sagrada dos Tratados.
PARTE VIII
Reparações
Artigo 231
Os Governos aliados e associados declaram e a Alemanha reconhece que ela e seus aliados
são responsáveis por haver causado todas as perdas e todos os prejuízos que sofreram
os Governos aliados e associados e seus cidadãos, como consequência da guerra que foi
imposta pela agressão da Alemanha e de seus aliados.

Adaptado de cervantesvirtual.com.
O Tratado de Versalhes foi elaborado no contexto das negociações de paz após o fim da Primeira Guerra Mundial
(1914-1918).
A partir do texto, observa-se que no tratado foram instituídas cláusulas para o governo alemão com base no
seguinte princípio:
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127Q931554 | Geografia, Vestibular UERJ, UERJ, UERJ

Depois da votação no parlamento alemão da resolução que classifica a matança de armênios pela Turquia como genocídio, as relações entre Turquia e Alemanha ameaçam congelar. A Comissão de Relações
Internacionais do Parlamento turco acusou os alemães de deturparem fatos históricos sobre os acontecimentos de 1915. A Turquia, até hoje, nega veementemente que se trate de genocídio a morte de até 1,5 milhão de armênios em massacres e marchas ao deserto ordenadas pelo Império Otomano, sobretudo entre 1915 e 1917.
                                                                 Adaptado de O Globo, 03/06/2016.
No contexto dos efeitos da Segunda Guerra Mundial (1939-1945), a ONU passou a conceber o genocídio como um crime contra o Direito Internacional.
De acordo com o texto acima, o posicionamento do governo turco indica o temor de possíveis punições, especialmente se esse organismo internacional conceber o massacre dos armênios como um ato deliberado de:
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128Q932629 | História, Vestibular UERJ, UERJ, UERJ

Texto associado.
MISÉRIA. MOVIMENTO GREVISTA ASSUME CADA VEZ MAIORES PROPORÇÕES. 
Apresenta-se com aspecto cada vez mais alarmante o movimento que começou no Cotonifício Crespi e se propagou a outras fábricas em número avultado. Não há como negar a justiça do movimento grevista. São suas causas inegáveis: salários baixos e vida caríssima. Com elas coincide a época de ouro da indústria, que trabalha como nunca e tem lucros como jamais. Censuram-se as violências dos grevistas. Entretanto, no fundo, não se encontraria uma justificação para essa atitude? Pais de família que vivem sendo explorados pelos patrões, que veem os industriais fazendo-se milionários à custa de seu suor e de sua miséria. Esses pais não podem ter a calma precisa para reclamar dentro de uma lei que não os protege, antes permite que o seu sangue seja sugado por vampiros insaciáveis. O Combate, 12/07/1917. Adaptado de memoria.bn.br.calma precisa para reclamar dentro de uma lei que não os protege, antes permite que o seu sangue seja sugado por vampiros insaciáveis. 
 O Combate, 12/07/1917. 
 Adaptado de memoria.bn.br.

De greve em greve 

Ao longo da história republicana, vários movimentos sociais preferiram interpretação própria da modernização, como expansão de direitos. E agiram para converter ideia em fato. São Paulo viu isso em 1917, quando assistiu a sua primeira greve geral. A cidade parou. Aderiram categorias em cascata, demandantes de melhoras salariais e de condições de trabalho. Manifestantes daquele tempo se parecem mais com os de hoje do que se possa imaginar. A resposta das autoridades de então também segue a moda. Em 1917, um jovem sapateiro espanhol foi baleado no estômago. Em 2017, um estudante teve a cabeça golpeada com um cassetete. O enterro do sapateiro virou a maior manifestação de protesto que os paulistanos tinham visto até então. Já na greve geral de abril de 2017, 35 milhões de pessoas pararam, segundo os sindicatos. 

 Angela Alonso 
 Adaptado de Folha de São Paulo, 07/05/2017
As matérias jornalísticas referem-se a movimentos grevistas ocorridos no Brasil nos anos de 1917 e 2017, apresentando contextos diretamente associados aos conflitos entre capital e trabalho em área urbana. Tendo como base essas matérias, as principais semelhanças entre os dois contextos mencionados se relacionam aos seguintes fatores: 
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129Q931615 | Biologia, Vestibular UERJ, UERJ, UERJ

Texto associado.
Lucy caiu da árvore
Conta a lenda que, na noite de 24 de novembro de 1974, as estrelas brilhavam na beira do rio
Awash, no interior da Etiópia. Um gravador K7 repetia a música dos Beatles “Lucy in the Sky with
Diamonds”. Inspirados, os paleontólogos decidiram que a fêmea AL 288-1, cujo esqueleto havia
sido escavado naquela tarde, seria apelidada carinhosamente de Lucy.
Lucy tinha 1,10 m e pesava 30 kg. Altura e peso de um chimpanzé. Mas não se iluda, Lucy não
pertence à linhagem que deu origem aos macacos modernos. Ela já andava ereta sobre os
membros inferiores. Lucy pertence à linhagem que deu origem ao animal que escreve esta crônica
e ao animal que a está lendo, eu e você.
Os ossos foram datados. Lucy morreu 3,2 milhões de anos atrás. Ela viveu 2 milhões de anos antes do
aparecimento dos primeiros animais do nosso gênero, o Homo habilis. A enormidade de 3 milhões
de anos separa Lucy dos mais antigos esqueletos de nossa espécie, o Homo sapiens, que surgiu no
planeta faz meros 200 mil anos. Lucy, da espécie Australopithecus afarensis, é uma representante
das muitas espécies que existiram na época em que a linhagem que deu origem aos homens
modernos se separou da que deu origem aos macacos modernos. Lucy já foi chamada de elo
perdido, o ponto de bifurcação que nos separou dos nossos parentes mais próximos.
Uma das principais dúvidas sobre a vida de Lucy é a seguinte: ela já era um animal terrestre, como
nós, ou ainda subia em árvores?
Muitos ossos de Lucy foram encontrados quebrados, seus fragmentos espalhados pelo chão. Até
agora, se acreditava que isso se devia ao processo de fossilização e às diversas forças às quais
esses ossos haviam sido submetidos. Mas os cientistas resolveram estudar em detalhes as fraturas.
As fraturas, principalmente no braço, são de compressão, aquela que ocorre quando caímos de
um local alto e apoiamos os membros para amortecer a queda. Nesse caso, a força é exercida
ao longo do eixo maior do osso, causando um tipo de fratura que é exatamente o encontrado
em Lucy. Usando raciocínios como esse, os cientistas foram capazes de explicar todas as fraturas
a partir da hipótese de que Lucy caiu do alto de uma árvore de pé, se inclinou para frente e
amortizou a queda com o braço.
Uma queda de 20 a 30 metros e Lucy atingiria o solo a 60 km/h, o suficiente para matar uma
pessoa e causar esse tipo de fratura. Como existiam árvores dessa altura onde Lucy vivia e muitos
chimpanzés sobem até 150 metros para comer, uma queda como essa é fácil de imaginar.
A conclusão é que Lucy morreu ao cair da árvore. E se caiu era porque estava lá em cima. E se
estava lá em cima era porque sabia subir. Enfim, sugere que Lucy habitava árvores.
Mas na minha mente ficou uma dúvida. Quando criança, eu subia em árvores. E era por não
sermos grandes escaladores de árvores que eu e meus amigos vivíamos caindo, alguns quebrando
braços e pernas. Será que Lucy morreu exatamente por tentar fazer algo que já não era natural
para sua espécie?
Fernando Reinach
adaptado de O Estado de S. Paulo, 24/09/2016.
No segundo parágrafo do texto de Fernando Reinach, a repetição da palavra “animal” aponta para uma crítica a uma ideia do senso comum. Essa ideia pode ser enunciada da seguinte forma:
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130Q931425 | Física, Vestibular UERJ, UERJ, UERJ

Um peixe ósseo com bexiga natatória, órgão responsável por seu deslocamento vertical, encontra-se a 20 m de profundidade no tanque de um oceanário.
Para buscar alimento, esse peixe se desloca em direção à superfície; ao atingi-la, sua bexiga natatória encontra-se preenchida por 112 mL de oxigênio molecular.
Considere que o oxigênio molecular se comporta como gás ideal, em condições normais de temperatura e pressão. Quando o peixe atinge a superfície, a massa de oxigênio molecular na bexiga natatória, em miligramas, é igual a:
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131Q933050 | Física, Vestibular UERJ, UERJ, UERJ

Texto associado.
Considere que Lucy tenha caído de uma altura igual a 20 m, com aceleração constante, atingindo o solo com a velocidade de 60 km/h.
Nessas condições, o valor da aceleração, em m/s 2, corresponde aproximadamente a:
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132Q931547 | Biologia, Vestibular UERJ, UERJ, UERJ

As células musculares presentes nas asas das aves migratórias possuem maior concentração de determinada organela, se comparadas às células musculares do restante do corpo. Esse fato favorece a utilização intensa de tais membros por esses animais. Essa organela é denominada:
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133Q931572 | Inglês, Vestibular UERJ, UERJ, UERJ

Texto associado.
Little Red Riding Hood


There once was a young person named Little Red Riding Hood who lived on the edge of a large
forest full of endangered fauna and rare plants. One day her mother asked her to take a basket
of organically grown fruit and mineral water to her grandmother’s house.
– But mother, won’t this be stealing work from the people who have struggled for years to earn
5 the right to carry all packages between various people in the woods?
Red Riding Hood’s mother assured her that she had called the union secretary and had been
given a special compassionate mission exemption form.
– But mother, aren’t you oppressing me by ordering me to do this?
Red Riding Hood’s mother pointed out that it was impossible for women to oppress each other,
10 since all women were equally oppressed until all women were free.
On her way to grandma’s house, Red Riding Hood passed a woodchopper and wandered off the
path in order to examine some flowers. She was startled to find herself standing before a wolf,
who asked her what was in her basket.
– I am taking my grandmother some healthy snacks in a gesture of solidarity. Now, if you’ll
15 excuse me, I would prefer to be on my way.
Red Riding Hood returned to the main path and proceeded towards her grandmother’s house.
But the wolf knew of a quicker route to grandma’s house. He burst into the house and ate
grandma, a course of action affirmative of his nature as a predator. He put on grandma’s
nightclothes and awaited.
20 Red Riding Hood entered the cottage and said:
– Goodness! grandma, what big eyes you have!
– You forget that I am optically challenged.
– And grandma, what an enormous nose you have!
– Naturally, I could have had it surgically fixed, but I didn’t give in to such societal pressures, my
25 child.
– And grandma, what very big, sharp teeth you have!
The wolf could not take any more of this, grabbed Little Red Riding Hood and opened his jaws
so wide that she could see her poor grandmother in his belly.
At the same time, the woodchopper burst into the cottage, brandishing an axe.
30 – Hands off!, cried the woodchopper.
– And what do you think you’re doing?, cried Little Red Riding Hood. If I let you help me now,
I would be expressing a lack of confidence in my own abilities.
– Get your hands off that endangered species! This is a police raid!, screamed the woodchopper.
– Thank goodness you got here in time, said the Wolf. I thought I was a goner.
guy-sports.com
This modern version of the fairy tale Little Red Riding Hood addresses different social issues. One of these issues is:
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134Q670347 | Português, Sintaxe, Vestibular UERJ, UERJ, UERJ

Texto associado.
COM O OUTRO NO CORPO, O ESPELHO PARTIDO


O que acontece com o sentimento de identidade de uma pessoa que se depara, diante do
espelho, com um rosto que não é seu? Como é possível manter a convicção razoavelmente estável
que nos acompanha pela vida, a respeito do nosso ser, no caso de sofrermos uma alteração radical
em nossa imagem? Perguntas como essas provocaram intenso debate a respeito da ética médica
5 depois do transplante de parte da face em uma mulher que teve o rosto desfigurado por seu
cachorro em Amiens, na França.
Nosso sentimento de permanência e unidade se estabelece diante do espelho, a despeito de
todas as mudanças que o corpo sofre ao longo da vida. A criança humana, em um determinado
estágio de maturação, identifica-se com sua imagem no espelho. Nesse caso, um transplante
10 (ainda que parcial) que altera tanto os traços fenotípicos quanto as marcas da história de vida
inscritas na face destruiria para sempre o sentimento de identidade do transplantado? Talvez não.
Ocorre que o poder do espelho – esse de vidro e aço pendurado na parede – não é tão absoluto:
o espelho que importa, para o humano, é o olhar de um outro humano. A cultura contemporânea
do narcisismo*, ao remeter as pessoas a buscar continuamente o testemunho do espelho, não
15 considera que o espelho do humano é, antes de mais nada, o olhar do semelhante.
É o reconhecimento do outro que nos confirma que existimos e que somos (mais ou menos) os
mesmos ao longo da vida, na medida em que as pessoas próximas continuam a nos devolver nossa
“identidade”. O rosto é a sede do olhar que reconhece e que também busca reconhecimento. É
que o rosto não se reduz à dimensão da imagem: ele é a própria presentificação de um ser humano,
20 em sua singularidade irrecusável. Além disso, dentre todas as partes do corpo, o rosto é a que faz
apelo ao outro. A parte que se comunica, expressa amor ou ódio e, sobretudo, demanda amor.
A literatura pode nos ajudar a amenizar o drama da paciente francesa. O personagem Robinson
Crusoé do livro Sexta-feira ou os limbos do Pacífico, de Michel Tournier, perde a noção de sua
identidade e enlouquece, na falta do olhar de um semelhante que lhe confirme que ele é um
25 ser humano. No início do romance, o náufrago solitário tenta fazer da natureza seu espelho. Faz
do estranho, familiar, trabalhando para “civilizar” a ilha e representando diante de si mesmo o
papel de senhor sem escravos, mestre sem discípulos. Mas depois de algum tempo o isolamento
degrada sua humanidade.
A paciente francesa, que agradeceu aos médicos a recomposição de uma face humana, ainda que
30 não seja a “sua”, vai agora depender de um esforço de tolerância e generosidade por parte dos
que lhe são próximos. Parentes e amigos terão de superar o desconforto de olhar para ela e não
encontrar a mesma de antes. Diante de um rosto outro, deverão ainda assim confirmar que ela
continua sendo ela. E amar a mulher estranha a si mesma que renasceu daquela operação.
MARIA RITA KEHL
Adaptado de folha.uol.com.br, 11/12/2005.
*narcisismo ? amor do indivíduo por sua própria imagem
Ocorre que o poder do espelho – esse de vidro e aço pendurado na parede (l. 12) O fragmento introduzido pelo travessão especifica o sentido de espelho. Além da função de especificar o sentido de uma palavra, esse fragmento também cumpre, no parágrafo, o papel de: 
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135Q932639 | Biologia, Vestibular UERJ, UERJ, UERJ

Marcelo Gleiser expõe em seu texto argumentos que se contrapõem à ideia de simetria como verdade absoluta na ciência. Um desses argumentos é identificado em:
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136Q931493 | Geografia, Vestibular UERJ, UERJ, UERJ

“Já passaram 71 anos desde aquele dia. Era uma manhã luminosa e sem nuvens. A morte caiu do céu e o mundo mudou”, declarou Obama, ao começar seu discurso durante sua visita à cidade japonesa arrasada por uma bomba atômica em 6 de agosto de 1945. O presidente americano, que se tornou o primeiro no exercício do cargo a visitar Hiroshima, afirmou que a memória das vítimas da bomba “nunca deve desaparecer”, já que representa uma “esperança para o futuro” e “alimenta uma mudança”.
                                                        Adaptado de g1.globo.com, maio/2016.
Em 2016, a visita do presidente norte-americano Barack Obama à cidade de Hiroshima indica uma perspectiva de mudança nas políticas armamentistas mundiais na atualidade.
Comparada às circunstâncias internacionais de 1945, tal mudança está associada à seguinte iniciativa diplomática:
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137Q931546 | Química, Vestibular UERJ, UERJ, UERJ

A aplicação de campo elétrico entre dois eletrodos é um recurso eficaz para separação de compostos iônicos. Sob o efeito do campo elétrico, os íons são atraídos para os eletrodos de carga oposta. Considere o processo de dissolução de sulfato ferroso em água, no qual ocorre a dissociação desse sal. Após esse processo, ao se aplicar um campo elétrico, o seguinte íon salino irá migrar no sentido do polo positivo:
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138Q931492 | Biologia, Vestibular UERJ, UERJ, UERJ

A presença de nitrogênio e fósforo na alimentação de todos os seres vivos é fundamental ao bom funcionamento da célula.
O processo celular que envolve diretamente a participação de moléculas compostas por esses elementos é:
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139Q932210 | Geografia, Vestibular UERJ, UERJ, UERJ

Texto associado.
O Programa Fome Zero em seu primeiro ano (2003) quase dobrou a meta, atendendo 1,9 milhão de famílias. O Programa Bolsa Família, que também integra o Fome Zero, foi classificado pelo jornal americano The New York Times como o maior programa do mundo de transferência de renda. Esse programa atendeu cerca de 3,6 milhões de pessoas com uma bolsa de R$ 72,81 em média por mês. A distribuição de cestas básicas chegou a mais de 250 mil famílias, levando comida para cerca de 1,3 milhão de pessoas. Já as compras da agricultura familiar, além de garantirem a produção e a comercialização dos produtos, estão ampliando a renda de cerca de 6,4 mil famílias, beneficiando mais de 32 mil pessoas. Além disso, mais de 290 mil famílias estão incluídas nos programas de distribuição emergencial de água ou no programa de cisternas. 
.Adaptado de correiodobrasil.com.br, 07/01/2004. 
O Programa Fome Zero integrou ações governamentais destinadas à melhoria das condições de vida de segmentos específicos da sociedade brasileira.
Um dos principais resultados desse programa, a médio prazo, foi: 
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140Q931552 | Física, Vestibular UERJ, UERJ, UERJ

Pela seção de um condutor metálico submetido a uma tensão elétrica, atravessam 4,0 × 1018 elétrons em 20 segundos.
A intensidade média da corrente elétrica, em ampere, que se estabelece no condutor corresponde a:
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