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Questões de Concursos Antropologia

Resolva questões de Antropologia comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


661Q1031112 | Antropologia, Etnografia Radcliffe Brown e Lévi Strauss, Antropologia, IPHAN, FGV, 2025

Pensava-se que o ônibus espacial Columbia era um objeto pronto para voar pelo céu, e então, de repente, após a dramática explosão de 2002, percebeu-se que ele precisava da NASA e de seu complexo corpo organizacional para voar com segurança pelo céu. Para a ação de pilotar um objeto técnico, rotinas burocráticas são tão importantes quanto equações e resistência material.

LATOUR, Bruno. Networks, Societies, Spheres: Reflections of an Actor-Network Theorist. International Journal of Communication, v. 5, 2011. (Adaptado)

O trecho acima expõe uma leitura baseada na Teoria Ator-Rede (TAR), a qual modifica o entendimento comum a respeito do modo de existência dos objetos.

Segundo esse tipo de visada, ao investigar um objeto, é preciso levar em conta
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662Q1031117 | Antropologia, Interacionismo Simbólico e Antropologia Urbana, Antropologia, IPHAN, FGV, 2025

Em uma entrevista com o crítico Paul Gilroy para sua antologia Small Acts: Thoughts on the Politics of Black Cultures [Pequenos atos: reflexões sobre a política das culturas negras] (1994), a romancista Toni Morrison (1931-2019) argumentou que os sujeitos africanos que vivenciaram a captura, o roubo, o rapto, a mutilação e a escravidão foram os primeiros modernos.

ESHUN, Kodwo. Outras considerações sobre o Afrofuturismo. In: Histórias afroatlânticas: antologia. São Paulo: MASP, 2022.

O trecho acima apresenta uma relação entre a experiência das populações negras escravizadas e a condição do indivíduo na modernidade.

Assinale a opção que apresenta o aspecto que justifica esta afirmação.
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663Q1032144 | Antropologia, Psicanálise e Antropologia, Perito em Antropologia, MPU, FGV, 2025

Em The Idea of a Home: A Kind of Space, Mary Douglas elabora a casa como um problema antropológico. Ela diz o seguinte: "O principal problema de uma comunidade virtual é conseguir solidariedade suficiente para proteger o bem coletivo. Se a solidariedade enfraquecer, os ataques individuais destroem a base de recursos colectivos. Embora o lar, tal como outras instituições sem fins lucrativos, seja ineficiente segundo critérios de mercado, noutro sentido é extraordinariamente eficiente. Não necessita de pessoal administrativo especializado, porque as reivindicações de justiça difundem o trabalho de organização. Os membros continuamente reivindicam recursos, mas não vão ganhar uma disputa pedindo em seu próprio nome; a reivindicação vencedora é feita em nome do bem público e em nome da justiça, que num lar é considerada um bem público. As reivindicações individuais são concedidas ou refutadas pelos mesmos motivos. A solução teórica do problema distributivo é a equidade, mas a solução prática é fazer de cada membro um vigilante do bem público e utilizar a coordenação para fazer o resto. A coordenação facilita o controle público e um elevado grau de visibilidade” (Douglas, 1991, p. 299). Nessa passagem, traduzida do inglês, Mary Douglas dialoga claramente com a teoria de:
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664Q1031128 | Antropologia, Sistemas Religiosos, Antropologia, IPHAN, FGV, 2025

No texto a seguir, os autores criticam um modo de entender a história da espécie humana que se tornou senso comum entre leigos e estudiosos.

O mundo dos caçadores-coletores, antes da chegada da agricultura, era repleto de experiências sociais arrojadas, parecendo muito mais um variado desfile carnavalesco de formas políticas do que as insípidas abstrações da teoria evolucionária. Além disso, muitas das primeiras comunidades agrícolas eram relativamente isentas de níveis e hierarquias. E, longe de estabelecer sólidas diferenças de classe, um número surpreendente das primeiras cidades do mundo se organizava segundo linhas de claro teor igualitário, que dispensavam governantes autoritários, políticos-guerreiros ambiciosos ou mesmo administradores opressores.

GRAEBER, David; WENGROW, David. O despertar de tudo: uma nova história da humanidade. São Paulo: Companhia das Letras, 2022.

Trata-se da ideia de que
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665Q1007938 | Antropologia, Perito em Antropologia, MPU, FGV, 2025

No artigo Atualização e contraefetuação do virtual: o processo do parentesco, o antropólogo Eduardo Viveiros de Castro propõe o conceito de "afinidade potencial" para explicar as complexas relações entre grupos e entidades nos sistemas de parentesco ameríndios. O autor afirma que: "A afinidade potencial, valor genérico, não é um componente do parentesco (como o é a afinidade matrimonial, efetiva), mas sua condição exterior. Ela é a dimensão de virtualidade de que o parentesco é o processo de atualização” (Viveiros de Castro, 2000, p. 412). Em diversas sociedades amazônicas, a afinidade potencial:
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666Q1031118 | Antropologia, Sistemas Religiosos, Antropologia, IPHAN, FGV, 2025

Leia o trecho a seguir, que discorre sobre a noção de democracia racial.

As ideias às vezes antecedem os nomes que no presente as denominam, outras vezes lhes sucedem, quando novas ideias tomam de empréstimo velhos nomes. No caso da “democracia racial”, tal como a conhecemos no Brasil do século XX, ela foi usada em pelos menos três sentidos distintos: foi ideal de igualdade de direitos entre raças numa democracia política, à maneira norte-americana; teve o sentido de hierarquia de raças numa cidadania limitada e hierarquizada, mas não ditatorial; e significou, enfim, trânsito, mescla, intimidade e convivência entre raças.

GUIMARÃES, Antônio Sérgio Alfredo. Modernidades negras: a formação racial brasileira (1930-1970). São Paulo: Editora 34, 2021. (Adaptado).

Com base no texto, sobre a noção de democracia racial, assinale a afirmativa correta.
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667Q1031109 | Antropologia, Interacionismo Simbólico e Antropologia Urbana, Antropologia, IPHAN, FGV, 2025

Os fluxos culturais, entre as nações, e o consumismo global criam possibilidades de “identidades partilhadas” – como “consumidores” para os mesmos bens, “clientes” para os mesmos serviços, “públicos” para as mesmas mensagens e imagens – entre pessoas que estão bastante distantes umas das outras no espaço e no tempo. À medida que as culturas nacionais tornam-se mais expostas a influências externas, é difícil conservar as identidades culturais intactas ou impedir que elas se tornem enfraquecidas através do bombardeamento e da infiltração cultural.

HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: DP&A, 2006.

O trecho acima apresenta uma leitura sobre os efeitos do processo de globalização sobre a formação de identidades.

Assinale a opção que reflete corretamente o que é exposto no trecho.
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668Q1032138 | Antropologia, Interacionismo Simbólico e Antropologia Urbana, Perito em Antropologia, MPU, FGV, 2025

Beatriz Heredia e Moacir Palmeira são dois antropólogos brasileiros dedicados a etnografias da política. São inúmeras as suas publicações sobre eventos e o tempo da política. No artigo Os comícios e a política de facções, os autores tratam os comícios como “rituais”.
"Um entendimento mais ‘completo’ de por que esse ‘jogo de força’ passa pelos comícios e não por outras formas de ajuntamento ou de comunicação política supõe uma análise tão exaustiva quanto possível desse ritual, situando-o no contexto em que ele é posto pelos que o realizam” (Palmeira e Heredia, 1995, p. 37).
Analisar os comícios como rituais implica discutir:
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669Q1031115 | Antropologia, Antropologia Social Família, Antropologia, IPHAN, FGV, 2025

Leia o trecho a seguir.

O antropólogo Darcy Ribeiro, em seu grande (mas hoje controverso) livro Os Índios e a Civilização, [concluiu que], em termos estatísticos, não haveria mais indígenas no país na virada do século XX para o XXI. (...) [N]a virada do século, Eduardo Viveiros de Castro apontou que não se havia considerado à época que a integração era na verdade um vetor de duas direções: significava não apenas o que parecia inevitável, o deixar de serem índios, mas também o que se veria, o voltar a ser índios, quando isso se tornou possível com novos aliados, nova mobilização e novos direitos.

COHN, Clarice; COHN, Sergio. Indígenas em movimento. Breve história do Movimento Indígena no Brasil. Rio de Janeiro: Oca, Translado, 2025.

O trecho acima discorre sobre os destinos das populações indígenas brasileiras ao longo do último século.

O trecho aponta para o fato de que
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670Q1032141 | Antropologia, Conceito e Objeto da Antropologia, Perito em Antropologia, MPU, FGV, 2025

No texto Populações indígenas, povos tradicionais e preservação na Amazônia, Manuela Carneiro da Cunha e Mauro de Almeida afirmam o seguinte: “Durante muito tempo, existiu entre antropólogos, conservacionistas, governantes e as próprias populações tradicionais aquilo que um antropólogo chamou, em outro contexto, de ‘mal-entendido útil’. Esse mal-entendido gira em torno do que se pode chamar de essencialização do relacionamento entre as populações tradicionais e o meio ambiente” (Cunha e Almeida, 2009, p. 13). Na base dessa essencialização está o mito:
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671Q1031129 | Antropologia, Sistemas Religiosos, Antropologia, IPHAN, FGV, 2025

No trecho a seguir, Philippe Descola apresenta elaborações sobre a relação entre humanos e meio ambiente.

Faz pouco tempo que começamos a ter a medida do preço extremamente alto que será preciso pagar pela exploração imoderada de nosso meio ambiente, com a poluição crescente do solo, do ar, da água e também dos organismos vivos, com o desaparecimento acelerado de inúmeras espécies de plantas e animais, com as consequências dramáticas do aumento do efeito estufa sobre o planeta. Em outros lugares do mundo, muitas culturas não seguiram o mesmo caminho, não isolaram a natureza como se ela fosse um domínio à parte, exterior, onde toda causa pode ser estudada cientificamente e onde tudo pode ser rentabilizado a serviço dos homens.

DESCOLA, Philippe. Outras naturezas, outras culturas. São Paulo: Editora 34, 2016.

De acordo com o que é exposto no trecho, assinale a afirmativa correta.
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672Q1034041 | Antropologia, Antropologia Social Família, Antropólogo, UFG, IV UFG, 2024

A organização das práticas de colecionamento etnográfico atravessou várias fases, do colecionamento naturalista do século XIX ao “trabalho de campo” da segunda metade do século XX. No caso dos trabalhos etnológicos das primeiras décadas do século XX no Brasil, algumas figuras se destacaram, dentre elas Curt Nimuendajú, cujo período de colecionamento e produção foram, respectivamente,
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673Q1062798 | Antropologia, Sistemas Religiosos, Antropologia, TJ MS, FGV, 2024

Em um dos seus artigos, o antropólogo José Reginaldo Gonçalves discute os chamados “bens inalienáveis”. Diz ele:

“Os interesses mobilizados pela possibilidade de comprar e vender livremente determinados bens eram vistos como um meio nefasto de descaracterização desses bens e de perda de sua autenticidade. A busca da autenticidade confundia-se, de certo modo, com uma constante e obsessiva proteção contra os efeitos de mercado.”

Essa reflexão ajuda a problematizar a oposição entre as seguintes arenas de valoração:
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674Q1032131 | Antropologia, Interacionismo Simbólico e Antropologia Urbana, Perito em Antropologia, MPU, FGV, 2025

A partir da década de 1970, o conceito de patrimônio cultural passou por significativas transformações. Seu escopo foi alargado para além da valorização de bens materiais de caráter monumental. Essa mudança de perspectiva refletiu-se na inclusão de novas categorias de patrimônio, como o patrimônio imaterial. No Brasil, um marco desse alargamento de sentido foi o tombamento do terreiro de candomblé Casa Branca, na Bahia, em 1984. No Brasil, o patrimônio imaterial permite:
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675Q1031108 | Antropologia, Teorias de Contato Interétnico, Antropologia, IPHAN, FGV, 2025

Leia o trecho a seguir.

A tarefa da antropologia do mundo moderno consiste em descrever da mesma maneira como se organizam todos os ramos de nosso governo, aí compreendidos aqueles da natureza e das ciências exatas, e também em explicar como e por que esses ramos se separam, assim como os múltiplos arranjos que os reúnem. O etnólogo de nosso mundo deve colocar-se no ponto comum onde se dividem os papéis, as ações, as competências que irão enfim permitir definir certa entidade como animal ou material, uma outra como sujeito de direito, outra como sendo dotada de consciência, ou maquinal, e outra ainda como inconsciente ou incapaz.

LATOUR, Bruno. Jamais fomos modernos: ensaio de antropologia simétrica. São Paulo: Editora 34, 2019.

O trecho acima apresenta uma característica fundamental de abordagem da antropologia simétrica.

Assinale a opção que indica corretamente esta característica.
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676Q1031113 | Antropologia, Interacionismo Simbólico e Antropologia Urbana, Antropologia, IPHAN, FGV, 2025

Leia o trecho a seguir.

Seres humanos se formam em mundos simbólicos e linguísticos variados. Os diferentes modos de conhecimento e as variadas formas de se relacionar com o mundo e com a Terra não podem ser medidos pelos avanços na ciência e na tecnologia modernas. (...) Precisaremos entender o poder transformativo da heterogeneidade em vez de regredir para um certo Volk [povo] e continuar a depender da empatia e da sensibilidade como formas de resolução de tensões no interior de agrupamentos cada vez mais isolados.

HUI, Yuk. Tecnodiversidade. São Paulo: Ubu Editora, 2020.

O trecho acima enfatiza a diversidade de culturas humanas e chama atenção para o fato de que há modos distintos de considerá-la.

Ele aponta para os riscos de tomar a diversidade como
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677Q1031116 | Antropologia, Antropologia Social Família, Antropologia, IPHAN, FGV, 2025

Leia o trecho a seguir.

O século XVI deve ser visto por nós como um período ao mesmo tempo inaugural e experimental. Ninguém sabia ao certo no que tudo aquilo poderia dar. Mas o fato é que, da obra do Governo Geral à expansão da agroindústria açucareira, implantou-se o projeto lusitano para os nossos trópicos. Não exatamente dentro das balizas ou dos trilhos planejados pelos portugueses, é claro. Eles pensaram em termos de transplantação cultural, de reprodução imediata do modelo metropolitano, sonhando uma Nova Lisboa em nossas terras. Mas a mestiçagem genética e o sincretismo cultural, que já vinham da aldeia eurotupinambá de Diogo Caramuru, se encarregaram de tecer uma outra realidade, original, na Bahia de Todos os Santos e seu Recôncavo. Assim teve início o processo histórico-cultural que fez, de nós, o que somos.

RISÉRIO, Antônio. Uma história da cidade da Bahia. Rio de Janeiro: Versal, 2004.

Considerando o trecho, que discorre sobre aspectos humanos da ocupação do território correspondente à Bahia, no século XVI, assinale a afirmativa correta.
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678Q675571 | Antropologia, PPL, ENEM, INEP, 2023

Há pouco mais de um ano, o chefe de polícia do Estado do Rio de Janeiro, Dr. Alfredo Madureira, em pleno exercício de suas atribuições, entendeu tomar energéticas providências contra o curandeiro Breves, e depois de sucessivas queixas que recebera relativamente às curas praticadas pelo milagroso esculápio, concluiu as suas diligências policiais com a prisão de Breves. Essa prisão, porém, e as medidas tomadas contra a exploração da boa-fé de muita gente infeliz tiveram de cessar, porque apareceram os advogados do curandeiro Breves, em nome da liberdade de profissão, e em nome da arte sobrenatural de cura com benzeduras e raminhos de alecrim. E assim, findaram as perseguições ao benemérito esculápio que, de fronte erguida, continuou a sua carreira de triunfo, interrompida por um curto espaço de tempo.


Autoridade e curandeirismo. Gazeta de Notícias, 18 out. 1896.


No texto, os dois pontos de vista apresentados pela polícia e pelos advogados sobre as práticas populares de cura se distanciam por apresentarem
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679Q1034052 | Antropologia, Interacionismo Simbólico e Antropologia Urbana, Antropólogo, UFG, IV UFG, 2024

O tema do “Patrimônio Cultural” é uma das questões importantes na gestão dos acervos etnográficos. No Brasil, antes dos marcos normativos que transformaram em processos jurídicos o tombamento de bens “materiais” e o registro dos bens “imateriais”, os museus etnográficos já eram responsáveis pela conservação e preservação destes patrimônios. Quando coleções etnográficas adentram museus
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680Q1032134 | Antropologia, Interacionismo Simbólico e Antropologia Urbana, Perito em Antropologia, MPU, FGV, 2025

Para Gilberto Velho, a antropologia urbana é uma antropologia das sociedades complexas. Em seu artigo Estilo de vida urbano e modernidade, o antropólogo escreve o seguinte: “A metrópole moderna oferece a possibilidade de transitar entre vários mundos e esferas diferenciadas. A fragmentação do trabalho tem, como outro lado da moeda, o desenvolvimento de áreas e domínios especializados de sociabilidade, lazer, crença religiosa, atividade política etc.” (Velho, 1995, p. 229). A antropologia urbana de Gilberto Velho tem um dos seus fundamentos teóricos na produção de:
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