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Questões de Concursos Filosofia

Resolva questões de Filosofia comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


381Q931316 | Filosofia, Vestibular ENEM, ENEM, INEP

A natureza fez os homens tão iguais, quanto às faculdades do corpo e do espírito, que, embora por vezes se encontre um homem manifestamente mais forte de corpo, ou de espírito mais vivo do que outro, mesmo assim, quando se considera tudo isto em conjunto, a diferença entre um e outro homem não é suficientemente considerável para que um deles possa com base nela reclamar algum benefício a que outro não possa igualmente aspirar.
HOBBES, T. Leviatã. São Paulo: Martins Fontes, 2003.
Para Hobbes, antes da constituição da sociedade civil, quando dois homens desejavam o mesmo objeto, eles
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382Q794625 | Filosofia, Professor de Classe A, SGA DF, CESPE CEBRASPE

Tendo em vista as características do conhecimento filosófico, do conhecimento científico e dos seus métodos, julgue os itens a seguir.

O conhecimento científico tem, entre outras características, a aspiração de ser assistemático, crítico, subjetivo e de procurar demonstrar por leis as suas certezas.

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383Q794893 | Filosofia, Professor de Filosofia, SEE GO, UFGO

Em suas Meditações, Descartes afirma que seu objetivo nesta obra é o de “estabelecer algo de firme e constante nas ciências”. A fim de cumprir tal objetivo, o filósofo vai procurar principalmente refutar
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384Q794776 | Filosofia, Professor de Educação Básica, SEPLAG SEE DF, CESPE CEBRASPE

Sócrates é chamado o pai da ética ao centrar os seus estudos no homem e no seu agir, diferentemente dos estudos anteriores mais cosmológicos. A sua ação dava-se na polis grega e tinha um objetivo. Julgue os itens de 76 a 81 com relação às questões de ética e política.

Atualmente entende-se a moral como sendo a ciência da ética, a ética epistemologicamente considerada, e a ética, como a parte da filosofia prática que trata do agir humano em geral.

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385Q794728 | Filosofia, Filosofia, Professor, Secretaria de Estado de Educação AL, CESPE CEBRASPE, 2018

Acerca do formalismo moral desenvolvido na filosofia kantiana, julgue os próximos itens. Na defesa de sua teoria moral, Kant distingue os imperativos categórico e hipotético, dando ao primeiro menor relevância que ao último.
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386Q934028 | Filosofia, Aristóteles

Qual é a teoria do conhecimento de Aristóteles, que defende que todo conhecimento começa com a experiência sensível?

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387Q934943 | Filosofia, Filosofia da Ciência

(ENEM 2013) Os produtos e seu consumo constituem a meta declarada do empreendimento tecnológico. Essa meta foi proposta pela primeira vez no início da Modernidade, como expectativa de que o homem poderia dominar a natureza. No entanto, essa expectativa, convertida em programa anunciado por pensadores como Descartes e Bacon e impulsionado pelo Iluminismo, não surgiu “de um prazer de poder”, “de um mero imperialismo humano”, mas da aspiração de libertar o homem e de enriquecer sua vida, física e culturalmente.

CUPANI, A. A tecnologia como problema filosófico: três enfoques. Scientiae Studia, São Paulo, v. 2, n. 4, 2004 (adaptado).

Autores da filosofia moderna, notadamente Descartes e Bacon, e o projeto iluminista concebem a ciência como uma forma de saber que almeja libertar o homem das intempéries da natureza. Nesse contexto, a investigação científica consiste em

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388Q795122 | Filosofia, Professor, Seduc CE, UECE, 2018

“A ameaça dos homens não vem somente das máquinas e aparelhos da técnica cujo efeito pode causar a morte. A autêntica ameaça já atacou o homem em sua essência. O domínio da armação ameaça com a possibilidade de que a entrada num desabrigar mais originário possa estar impedida para o homem, como também o homem poderá estar impedido de perceber o apelo de uma verdade mais originária.” Heidegger, nesse trecho de A questão da técnica, compreende a técnica como
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389Q794930 | Filosofia, Professor, SAD MT, CESPE CEBRASPE

A respeito da relação entre filosofia e estética, assinale a opção correta.

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390Q794459 | Filosofia, Filosofia, Professor Classe I Nível A, Secretaria de Estado de Educação PA, CONSULPLAN, 2018

“Foi iniciador da filosofia da physis, pois foi o primeiro a afirmar a existência de um princípio originário único, causa de todas as coisas que existem, sustentando que esse princípio é a água.” A descrição anterior se refere a qual pensador?
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391Q934803 | Filosofia, Filósofos

Texto associado.

(UEL 2007)

“A filosofia grega parece começar com uma ideia absurda, com a proposição: a água é a origem e a matriz de todas as coisas. Será mesmo necessário deter-nos nela e levá-la a sério? Sim, e por três razões: em primeiro lugar, porque essa proposição enuncia algo sobre a origem das coisas; em segundo lugar, porque faz sem imagem e fabulação; e enfim, em terceiro lugar, porque nela, embora apenas em estado de crisálida, está contido o pensamento: “Tudo é um”. A razão citada em primeiro lugar deixa Tales ainda em comunidade com os religiosos e supersticiosos, a segunda o tira dessa sociedade e no-lo mostra como investigador da natureza, mas, em virtude da terceira, Tales se torna o primeiro filósofo grego”. (Fonte: NIETZSCHE, F. Crítica Moderna. In: Os Pré-Socráticos. Tradução de Rubens Rodrigues Torres Filho. São Paulo: Nova Cultural, 1999. p. 43).

Com base no texto e nos conhecimentos sobre Tales e o surgimento da filosofia, considere as afirmativas a seguir.

I. Com a proposição sobre a água, Tales reduz a multiplicidade das coisas e fenômenos a um único princípio do qual todas as coisas e fenômenos derivam.

II. A proposição de Tales sobre a água compreende a proposição “Tudo é um”.

III. A segunda razão pela qual a proposição sobre a água merece ser levada a sério mostra o aspecto filosófico do pensamento de Tales.

IV. O Pensamento de Tales gira em torno do problema fundamental da origem da virtude.

A alternativa que contém todas as afirmativas corretas é:

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392Q931048 | Filosofia, Vestibular ENEM, ENEM, INEP

Alguns dos desejos são naturais e necessários; outros, naturais e não necessários; outros, nem naturais nem necessários, mas nascidos de vã opinião. Os desejos que não nos trazem dor se não satisfeitos não são necessários, mas o seu impulso pode ser facilmente desfeito, quando é difícil obter sua satisfação ou parecem geradores de dano.
EPICURO DE SAMOS. Doutrinas principais. In: SANSON, V F. Textos de filosofia. Rio de Janeiro: Eduff, 1974.
No fragmento da obra filosófica de Epicuro, o homem tem como fim
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393Q794766 | Filosofia, Filosofia, SEDUC CE, CESPE CEBRASPE

Em A origem da obra de arte, Heidegger preocupa-se com a caracterização da obra de arte e com a diferença que há entre arte e as coisas em geral. Para essa investigação, Heidegger analisa uma pintura de Van Gogh na qual está figurado um par de sapatos de uma camponesa, que é considerado um utensílio. Desse modo, ele conclui que a pintura de Van Gogh é “a abertura do que o utensílio na verdade é”. Considerando a estética de Heidegger, é correto afirmar que o exemplo dos sapatos da camponesa ilustra que a obra de arte

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394Q794686 | Filosofia, Filosofia, Professor, Seduc CE, UECE, 2018

A dimensão metafísica, formalmente um campo genuíno do pensamento racional, se torna irracional e não científica. O esforço contemporâneo em reduzir o escopo e a verdade da filosofia é percebido devido

I. Ao fato de os próprios filósofos proclamarem a modéstia e a ineficácia da filosofia.

II. a linguagens que revelam a mutilação do homem e da natureza.

III. a posições que contrariam o espírito de satisfação de Hume quanto às limitações da razão.

IV. a posições que deixam intacto o status quo e abominam a transgressão.

Estão corretas somente as complementações contidas em

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395Q795153 | Filosofia, Professor de Ensino Médio, SME SP, FCC

Finalmente [...] será feito um esforço gigantesco para colocar a alétheia no lugar da doxa. Será o momento em que a filosofia em vez de ocupar-se com a origem do mundo e as causas de sua transformação, se interessará exclusivamente pelos homens, pela vida social e política.

Nesse excerto Chauí se refere a dois filósofos responsáveis por uma ruptura que mudou a orientação do pensamento filosófico grego. São eles:

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396Q795168 | Filosofia, Professor, SEDUC RJ, CEPERJ

Doutrina que se opõe ao ceticismo e atribui à razão humana a capacidade exclusiva de conhecer e estabelecer a verdade:
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397Q795190 | Filosofia, Professor, Seduc CE, UECE, 2018

Leia atentamente o seguinte excerto: “Desse modo, o pensamento toma corpo no belo artístico e a matéria não é determinada externamente por ele, mas existe livre por si mesma, na medida em que o natural, o sensível, o ânimo e assim por diante possuem em si mesmos medida, finalidade e concordância e a intuição e o sentimento são igualmente elevados à universalidade espiritual, enquanto que o pensamento não só renuncia à sua hostilidade com a natureza, mas nela se asserena e o sentimento, o prazer e o fruir são legitimados e santificados; de tal modo que natureza e liberdade, sensibilidade e conceito encontram seu direito e satisfação em um só termo”. A partir do excerto do item “A Filosofia Kantiana”, da obra Introdução à Estética de Hegel, atente para o que se afirma a seguir, e assinale com V o que for verdadeiro e com F o que for falso:

( ) Na consideração da Crítica do Juízo, pensamento e matéria determinam-se por si mesmos, repetindo o dualismo coisaem- si e fenômeno característico da outra Crítica.

( ) A arte pela lógica da gratificação, sobrepõe-se à lógica da repressão, o princípio de razão predominante.

( ) A verdade da arte é a libertação da sensibilidade através de sua reconciliação com a razão.

( ) A verdade não conceitual dos sentidos, como valor estético transcendente, veda a liberdade em face do princípio de realidade.

Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:

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398Q795203 | Filosofia, Professor de Filosofia, SEDU ES, FCC

Secularização, de modo geral, pode ser entendida como processos de dessacralização de algo como um lugar, um objeto, um compromisso e mesmo uma sociedade. É um termo utilizado mais frequentemente para indicar a dessacralização de uma sociedade, ou seja, o processo pelo qual sociedades passam, deixando de ser orientadas ou mesmo dominadas por referenciais religiosos. A palavra século, no âmbito deste tema significa o mundo natural em oposição ao mundo sobrenatural ou mundo sagrado. Assumir uma orientação secular pode significar rejeitar orientações advindas de fontes consideradas originárias do sagrado, do sobrenatural, do religioso. Fala-se, nesse caso, de dessacralização do mundo: isso seria a secularização. Uma autonomia do homem, da sociedade e do mundo em relação ao sagrado, predominando, em muitos casos, uma visão racional na qual o sobrenatural e o misterioso não contam ou contam muito pouco. Considere:

I. No processo de secularização, o sagrado perde sua importância.

II. No processo de secularização, o tempo é medido por séculos ao invés de tempos menores devido à rapidez cada vez maior das ações dos seres humanos.

III. O termo secular tem a ver com oposição ao religioso, ao sagrado, ao misterioso.

IV. Secular é o ser que tem total autonomia em relação a tudo.

V. Secular, no contexto do texto do enunciado, indica algo desvinculado da influência de religiões ou de referências sagradas.

Está correto o que se afirma APENAS em

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399Q794967 | Filosofia, Filosofia, SEDUC CE, CESPE CEBRASPE

Em razão dos postulados de Heidegger, a relação entre arte e verdade assume um novo lugar na história da filosofia. Segundo ele, a essência da obra de arte é o pôr-se-em-obra da verdade. Cada ente que se torna manifesto na obra de arte é a expressão direta do modo como seu mundo é fundado. Desse modo, Heidegger tenta escapar de qualquer elemento subjetivista na arte. Considerando a relação entre arte e verdade, conforme a filosofia de Heidegger, é correto afirmar que esse filósofo

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400Q199533 | Filosofia, Aluno Oficial CFO, Polícia Militar SP, VUNESP

“Ora, como os pactos de confiança mútua são inválidos sempre que de qualquer dos lados existe receio de não cumprimento, embora a origem da justiça seja a celebração dos pactos, não pode haver realmente injustiça antes de ser removida a causa desse medo; o que não pode ser feito enquanto os homens se encontram na condição natural de guerra. Portanto, para que as palavras “justo” e “injusto” possam ter lugar, é necessária alguma espécie de poder coercitivo, capaz de obrigar igualmente os homens ao cumprimento de seus pactos, mediante o terror de algum castigo que seja superior ao benefício que esperam tirar do rompimento do pacto, e capaz de fortalecer aquela propriedade que os homens adquirem por contrato mútuo, como recompensa do direito universal a que renunciaram. E não pode haver tal poder antes de erigir-se um Estado”.

(Thomas Hobbes. Leviatã: ou Matéria, Forma e Poder de um Estado eclesiástico e civil. São Paulo: Editora Abril Cultural, 1984)

O Leviatã de Hobbes é um livro clássico de reflexão política. Publicado durante a guerra civil inglesa, em 1651, elabora filosoficamente uma das teorias mais influentes do Contrato Social. O excerto trata da questão da justiça, que, segundo o autor

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