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Questões de Concursos Filosofia

Resolva questões de Filosofia comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


401Q199346 | Filosofia, Aluno Oficial CFO, Polícia Militar SP, VUNESP

“Enquanto não forem, ou os filósofos reis nas cidades, ou os que agora se chamam rei e soberanos filósofos genuínos e capazes, e se dê esta união do poder político com a filosofia, enquanto as numerosas naturezas que atualmente seguem um destes caminhos com exclusão do outro não forem impedidas forçosamente de o fazer, não haverá tréguas dos males, meu caro Gláucon, para as cidades, nem sequer, julgo eu, para o gênero humano, nem antes disso será jamais possível e verá a luz do sol a cidade que há pouco descrevemos. Mas isto é o que eu há muito hesitava em dizer, por ver como seriam paradoxais essas afirmações. Efetivamente, é penoso ver que não há outra felicidade possível, particular ou pública”.

(Platão. A República, Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1993)

Platão foi discípulo de Sócrates e adotou do mestre, no exercício do pensamento filosófico, o método de perguntas e respostas. Em A República, Sócrates dialoga com Gláucon sobre a necessidade de um novo equilíbrio político na polis grega. Segundo o argumento platônico,

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402Q794462 | Filosofia, Filósofo, IFRN, FUNCERN

Kant estabelece três princípios da constituição republicana que fundamentariam os regimes calcados em uma ordem democrática. Esses três princípios são:

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403Q795078 | Filosofia, Professor, SEDU ES, CESPE CEBRASPE

A ciência é um conceito que diz respeito ao saber. A noção de saber evolui no decorrer dos tempos. Atualmente, existe uma convicção de que todas as coisas podem ser resolvidas por ela. Nesse sentido, julgue os itens que se seguem tendo em vista a correlação entre filosofia e ciência.

A magia, por ter uma pretensa correlação causal, está historicamente próxima da constituição do conceito de ciência, o que aproxima o mago, o alquimista e o cientista.

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404Q934894 | Filosofia, Existencialismo, ENEM

(ENEM 2018) O filósofo reconhece-se pela posse inseparável do gosto da evidência e do sentido da ambiguidade. Quando se limita a suportar a ambiguidade, esta se chama equívoco. Sempre aconteceu que, mesmo aqueles que, pretenderam construir uma filosofia absolutamente positiva, só conseguiram ser filósofos na medida em que  simultaneamente, se recusaram o direito de se instalar no saber absoluto. O que caracteriza o filósofo é o movimento que leva incessantemente do saber à ignorância, da ignorância ao saber, e um certo repouso neste movimento.

MERLEAU-PONTY, M. Elogio da Filosofia. Lisboa: Guimarães. 1998 (adaptado).

O texto apresenta um entendimento acerca dos elementos constitutivos da atividade do filósofo, que se caracteriza por

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405Q934941 | Filosofia, Filosofia da Ciência

(PUC-PR) Em seu livro, Técnica, Medicina e Ética, o filósofo Hans Jonas faz uma análise das existentes relações entre a ciência, a técnica, a ética e a natureza. Na avaliação do filósofo, a ciência e a técnica modernas desenvolveram-se de tal maneira independente que acabaram se distanciando do fenômeno da vida e de certa reflexão crítica sobre o seu próprio atuar. Hans Jonas indica ainda que esse distanciamento que opõe, de um lado a ciência e a técnica, e de outro o fenômeno da vida, legaria um problema que teria de ser enfrentado pela filosofia contemporânea e, nesse caso, pela ética.

Com base nos seus conhecimentos sobre o tema, assinale a alternativa CORRETA.

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406Q930856 | Filosofia, Vestibular ENEM, ENEM, INEP, 2018

Texto associado.
Não é verdade que estão ainda cheios de velhice espiritual aqueles que nos dizem: “Que fazia Deus antes de criar o céu e a terra? Se estava ocioso e nada realizava”, dizem eles, “por que não ficou sempre assim no decurso dos séculos, abstendo-se, como antes, de toda ação? Se existiu em Deus um novo movimento, uma vontade nova para dar o ser a criaturas que nunca antes criara, como pode haver verdadeira eternidade, se n’Ele aparece uma vontade que antes não existia?”
AGOSTINHO. Confissões. São Paulo: Abril Cuitural, 1984.
A questão da eternidade, tal como abordada pelo autor, é um exemplo da reflexão filosófica sobre a(s)
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407Q934942 | Filosofia, Filosofia da Ciência

(ITA) Assinale a opção que apresenta a sequência que melhor descreve o ciclo de ações envolvidas no método científico (hipotético - dedutivo):

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408Q935825 | Filosofia, Filosofia e a Grécia Antiga, INEP, INEP

TEXTO I
Duas coisas enchem o ânimo de admiração e veneração sempre crescentes: o céu estrelado sobre mim e a lei moral em mim.
KANT, I. Crítica da razão prática. Lisboa: Edições 70, s/d (adaptado).

TEXTO II
Duas coisas admiro: a dura lei cobrindo-me e o estrelado céu dentro de mim.
FONTELA, O. Kant (relido). In: Poesia completa. São Paulo: Hedra, 2015.

A releitura realizada pela poeta inverte as seguintes ideias centrais do pensamento kantiano:

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409Q795193 | Filosofia, Professor, Seduc CE, UECE, 2018

No que diz respeito à “noção de natureza”, em Aristóteles, é correto afirmar que a natureza
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410Q794956 | Filosofia, Professor, SEDUC PA, FADESP

Hume afirma, no Ensaio sobre o entendimento humano, que a idéia de causalidade é ilegítima, porque não corresponde a sensação alguma. Para o filósofo, a referida idéia deve-se a (à)
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411Q795013 | Filosofia, Professor, SEDUC PA, FADESP

A crítica de Aristóteles da dicotomia entre o mundo sensível e o inteligível, estabelecida por Platão, torna problemática a concepção aristotélica do conhecimento das essências no âmbito do próprio mundo sensível. Aristóteles soluciona a referida questão por meio de um uma)

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412Q795136 | Filosofia, Professor de Educação Básica, SEE MG, FCC

As Orientações Pedagógicas/MG sugerem, relativamente ao problema da indução, que o professor levante para os seus alunos as seguintes questões: Pode existir experiência sem teoria? Todo conhecimento provém da experiência? Os fatos científicos são simplesmente constatados? Em que condições uma experiência é científica? A teoria pode prescindir da experiência? Pode-se ter razão contra os fatos? A experiência pode confirmar uma ideia falsa? De maneira geral, o objetivo destas perguntas é o de estimular os alunos a refletirem sobre

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413Q934944 | Filosofia, Filosofia da Ciência

(ENEM 2019) A lenda diz que, em um belo dia ensolarado, Newton estava relaxando sob uma macieira. Pássaros gorjeavam em suas orelhas. Havia uma brisa gentil. Ele cochilou por alguns minutos. De repente, uma maçã caiu sobre a sua cabeça e ele acordou com um susto. Olhou para cima. “Com certeza um pássaro ou um esquilo derrubou a maçã da árvore”, supôs. Mas não havia pássaros ou esquilos na árvore por perto. Ele, então, pensou: “Apenas alguns minutos antes, a maçã estava pendurada na árvore. Nenhuma força externa fez ela cair. Deve haver alguma força subjacente que causa a queda das coisas para a terra”.

SILVA, C.C:; MARTINS, R A. Estudos de história e fosafia das ciências. São Paulo: Livraria da Física, 2006 (adaptado).

Em contraponto a uma interpretação idealizada, o texto aponta para a seguinte dimensão fundamental da ciência moderna:

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414Q794946 | Filosofia, Professor, Seduc CE, UECE, 2018

Se a verdadeira realidade, para uma estética idealista, só se encontra para lá da imediatidade da sensação e dos objetos externos. A partir do seguinte trecho da Introdução à Estética, de Hegel, assinale com V a afirmação verdadeira e com F a falsa:

“...toda a esfera da realidade interior e da realidade exterior empíricas se deve chamar, num sentido mais forte do que o reservado à arte, o mundo de mera ilusão e amarga decepção, e não mundo da realidade. A verdadeira realidade só se encontra para lá da imediatidade da sensação e dos objetos externos”.

( ) A imediatidade das sensações revela o mundo como mera ilusão.

( ) A realidade interior empírica é compreendida como amarga decepção.

( ) O mundo da arte, aparência da verdade, revela o engano do cotidiano.

( ) Nessa citação, a esfera das realidades empíricas constitui-se elemento do concreto verdadeiro.

Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:

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415Q932974 | Filosofia, Vestibular Primeiro Semestre UECE, UECE, UECE CEV, 2019

Texto associado.
“Somos amantes da beleza sem extravagâncias e amantes da filosofia sem indolência. Usamos a riqueza mais como uma oportunidade para agir que como um motivo de vanglória; entre nós não há vergonha na pobreza, mas a maior vergonha é não fazer o possível para evitá-la. Ver-se-á em uma mesma pessoa ao mesmo tempo o interesse em atividades privadas e públicas, e em outros entre nós que dão atenção principalmente aos negócios não se verá falta de discernimento em assuntos políticos, pois olhamos o homem alheio às atividades públicas não como alguém que cuida apenas de seus próprios interesses, mas como um inútil; nós, cidadãos atenienses, decidimos as questões públicas por nós mesmos, ou pelo menos nos esforçamos por compreendê-las claramente, na crença de que não é o debate que é empecilho à ação, e sim o fato de não se estar esclarecido pelo debate antes de chegar a hora da ação”.
TUCÍDIDES. História da Guerra do Peloponeso, Livro II, 40. Trad. de Mario da Gama Kury. Brasília, DF: Editora da Universidade de Brasília, 2001.
Considerando as teses sobre o surgimento da filosofia na Grécia, essa passagem do famoso discurso do legislador ateniense Péricles, no segundo ano da Guerra do Peloponeso, apresenta elementos que nos remetem à tese de
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416Q794896 | Filosofia, Filosofia, Professor Classe I Nível A, Secretaria de Estado de Educação PA, CONSULPLAN, 2018

“Escora-se na certeza de que o desenvolvimento humano é mais do que uma maturação biológica e que, assim sendo, a aprendizagem se processa com base na integração entre o que a criança sabe de suas descobertas autônomas e as atividades que pode aprender graças à interação com objetos e pessoas que estão junto a essa criança. É a distância entre o nível de realização de um problema que uma pessoa pode alcançar atuando independentemente e o nível que efetivamente poderá alcançar com a ajuda de outra pessoa mais experiente.”

(Antunes, 2011:22.)

No contexto das teorias do desenvolvimento cognitivo e da aprendizagem, o enunciado relaciona-se a qual conceito?

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417Q794988 | Filosofia, Professor, SEDUC RJ, CEPERJ

Para Sartre (in Rezende, 1997), o ser é o que ele é, é o objeto, é tudo aquilo de que se tem consciência. A consciência precisa do objeto para ser; sem objeto ela não vai além de seu próprio vazio e o sujeito é nada. Logo, o ser defi ne-se pelo princípio da:
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418Q934796 | Filosofia, Filósofos

(Unespar 2015) Umas das primeiras transformações de pensamento que surgiu na Grécia Antiga foi a distinção entre cosmogonias e cosmologias. A primeira vinculada ao pensamento homérico e hesiodiano e a segunda levada a cabo pelos chamados Pré-Socráticos. Sobre os Pré-Socráticos é correto afirmar:

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419Q930657 | Filosofia, Vestibular ENEM, ENEM, INEP

Texto associado.
TEXTO I
Anaxímenes de Mileto disse que o ar é o elemento originário de tudo o que existe, existiu e existirá, e que outras coisas provêm de sua descendência. Quando o ar se dilata, transforma-se em fogo, ao passo que os ventos são ar condensado. As nuvens formam-se a partir do ar por feltragem e, ainda mais condensadas, transformam-se em água. A água, quando mais condensada, transforma-se em terra, e quando condensada ao máximo possível, transformase em pedras.
BURNET, J. A aurora da filosofia grega. Rio de Janeiro: PUC-Rio, 2006 (adaptado).
TEXTO II
Basílio Magno, filósofo medieval, escreveu: “Deus, como criador de todas as coisas, está no princípio do mundo e dos tempos. Quão parcas de conteúdo se nos apresentam, em face desta concepção, as especulações contraditórias dos filósofos, para os quais o mundo se origina, ou de algum dos quatro elementos, como ensinam os Jônios, ou dos átomos, como julga Demócrito. Na verdade, dão a impressão de quererem ancorar o mundo numa teia de aranha.”
GILSON, E.; BOEHNER, P. História da Filosofia Cristã. São Paulo: Vozes, 1991 (adaptado).
Filósofos dos diversos tempos históricos desenvolveram teses para explicar a origem do universo, a partir de uma explicação racional. As teses de Anaxímenes, filósofo grego antigo, e de Basílio, filósofo medieval, têm em comum na sua fundamentação teorias que
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420Q794666 | Filosofia, Professor de Nível Superior PNS, Prefeitura de São Luís MA, CESPE CEBRASPE

Na perspectiva filosófica eminentemente ética de Santo Agostinho, a felicidade é
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