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Questões de Concursos Filosofia

Resolva questões de Filosofia comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


481Q794490 | Filosofia, Professor, SEDUC RJ, CEPERJ

Na visão de Kant ( in Marcondes,1997), a tarefa da crítica consiste em realizar o exame dos limites da razão teórica e estabelecer:
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482Q794571 | Filosofia, Filosofia, SEDUC CE, CESPE CEBRASPE

Tradicionalmente, considera-se que a experiência estética tem valor em si mesma, logo essa experiência só é possível se houver uma atitude desinteressada na relação com os objetos. Com relação à atitude desinteressada, assinale a opção correta.

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483Q795144 | Filosofia, Professor, SEEC PB, CESPE CEBRASPE

Assinale a opção em que o termo apresentado não faz parte do léxico heideggeriano.

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484Q794675 | Filosofia, Professor II, SEE SP, FCC

Em sua obra conhecida como Do contrato social, é possível dizer que Jean-Jacques Rousseau procura, por meio das noções de direito natural dos indivíduos e de sociedade civil, refutar a ideia, própria do chamado Antigo Regime, segundo a qual o soberano

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485Q794734 | Filosofia, Professor II, SEE SP, FCC

O termo indústria cultural foi cunhado para, entre outras coisas, expressar que na sociedade pós-moderna

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486Q795102 | Filosofia, Professor, SEE SP, VUNESP

A metafísica pode ser entendida, segundo Heidegger, como

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487Q934921 | Filosofia, Filosofia contemporânea

(UEM/2011 - MODIFICADA) A fenomenologia é um método e uma filosofia que surge no final do século XIX, com Franz Brentano, tendo como um dos principais representantes o filósofo Edmund Husserl. Sobre a fenomenologia, assinale as alternativas corretas.

I - A fenomenologia de Edmund Husserl procura superar as teorias do conhecimento empirista e idealista, como também o dualismo entre o sujeito e o objeto. 

II - Para a fenomenologia, a consciência é sempre consciência de alguma coisa; portanto, não há uma realidade pura, isolada do homem, mas a realidade enquanto ser percebido. 

III - Os filósofo da Fenomenologia, entre eles o francês Maurice Merleau-Ponty, defendem uma concepção dualista para a matéria e o espírito. De um lado, estão os objetos e o corpo, de outro, o sujeito e a consciência.

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488Q794638 | Filosofia, Professor, SEDUC RJ, CEPERJ

O existencialismo, pelo modo como elabora a questão da liberdade e da autenticidade como elementos centrais da existência humana, do ser humano como ser autoconsciente que cria a si mesmo, assume a dimensão:
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489Q794939 | Filosofia, Professor de Filosofia, SEDU ES, FCC

Com relação ao desenvolvimento da capacidade de conceituar, em aulas de filosofia, e partindo-se da aceitação da afirmação de que ?não há filosofia sem conceito? (Frédéric Cossutta, 2001, p. 41) e de considerações apresentadas por Lídia M. Rodrigo (2009, p. 39 a 63), fica clara a dificuldade da obtenção de resultados positivos nesta empreitada. Até porque, como é dito aí, há duas dificuldades no trabalho com o conceito: a primeira é a da passagem da concretude da experiência à abstração conceptual e a segunda é a da passagem da abstração conceptual às situações singulares da experiência vivida. O texto de Rodrigo apresenta sugestões. Dentre elas a de caminhar gradualmente através de ?pontes cognitivas que facilitem a passagem do concreto ao abstrato?. O uso de metáforas, analogias, comparações, exemplificações e outros meios é sugerido, mas com uma ressalva importante: ?... é preciso certo cuidado no emprego desses recursos. Eles constituem pontos de apoio para a abstração, não seu substitutivo; um exemplo ou uma analogia, por mais adequados que sejam, não podem ser tomados como equivalentes do próprio conceito?.

Considere:

I. Sem conceitos não há filosofia e nem o filosofar.

II. Em aulas de filosofia, é fundamental o trabalho com o conceito e com a busca de desenvolvimento do processo de conceituar nos alunos.

III. A busca de desenvolvimento do processo de abstrair por parte dos alunos não é um trabalho fácil, mas é fundamental para que aulas de filosofia sejam, de fato, filosóficas.

IV. Há caminhos facilitadores deste desenvolvimento e cabe ao professor de filosofia buscá-los, como a utilização de analogias, comparações, exemplificações e outros.

V. A exemplificação é facilitadora no processo de busca do desenvolvimento da conceituação nos alunos, mas, por si mesma, não basta. Ela é recurso para algo mais que é a produção conceitual.

Está correto o que se afirma em

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490Q930651 | Filosofia, Vestibular ENEM, ENEM, INEP

Texto associado.
Não ignoro a opinião antiga e muito difundida de que o que acontece no mundo é decidido por Deus e pelo acaso. Essa opinião é muito aceita em nossos dias, devido às grandes transformações ocorridas, e que ocorrem diariamente, as quais escapam à conjectura humana. Não obstante, para não ignorar inteiramente o nosso livre-arbítrio, creio que se pode aceitar que a sorte decida metade dos nossos atos, mas [o livre-arbítrio] nos permite o controle sobre a outra metade.
MAQUIAVEL, N. O Príncipe. Brasília: EdUnB, 1979 (adaptado).
Em O Príncipe, Maquiavel refletiu sobre o exercício do poder em seu tempo. No trecho citado, o autor demonstra o vínculo entre o seu pensamento político e o humanismo renascentista ao
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491Q935817 | Filosofia, Filosofia e a Grécia Antiga, INEP, INEP

Advento da Polis, nascimento da filosofia: entre as duas ordens de fenômenos, os vínculos são demasiado estreitos para que o pensamento racional não apareça, em suas origens, solidário das estruturas sociais e mentais próprias da cidade grega. Assim recolocada na história, a filosofia despoja-se desse caráter de revelação absoluta que às vezes lhe foi atribuído, saudando, na jovem ciência dos jônios, a razão intemporal que veio encarnar-se no Tempo. A escola de Mileto não viu nascer a Razão; ela construiu uma Razão, uma primeira forma de racionalidade. Essa razão grega não é a razão experimental da ciência contemporânea.

VERNANT, J. P. Origens do pensamento grego. Rio de Janeiro: Difel, 2002.

Os vínculos entre os fenômenos indicados no trecho foram fortalecidos pelo surgimento de uma categoria de pensadores, a saber:

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492Q935819 | Filosofia, Filosofia e a Grécia Antiga, INEP, INEP

TEXTO I

Uma filosofia da percepção que queira reaprender a ver o mundo restituirá à pintura e às artes em geral seu lugar verdadeiro.

MERLEAU-PONTY, M. Conversas: 1948. São Paulo: Martins Fontes, 2004.

TEXTO II

Os grandes autores de cinema nos pareceram confrontáveis não apenas com pintores, arquitetos, músicos, mas também com pensadores. Eles pensam com imagens, em vez de conceitos.

DELEUZE, G. Cinema 1: a imagem-movimento. São Paulo: Brasiliense, 1983 (adaptado).

De que modo os textos sustentam a existência de um saber ancorado na sensibilidade?

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493Q795165 | Filosofia, Professor, SEDUC PA, FADESP

Por meio da descrição fenomenológica do conhecimento, pretende-se, de acordo com Hessen,
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494Q794663 | Filosofia, Professor II, Prefeitura de armação de Buzios RJ, FUNCAB

As doutrinas políticas de G. W. F. Hegel e Karl Marx traçam o destino histórico da humanidade sem, contudo, convergirem acerca da origem e natureza do Estado, é INCORRETO dizer que:

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495Q934824 | Filosofia, Filosofia moderna

(ENEM/2013) – Até hoje admitia-se que nosso conhecimento se devia regular pelos objetos; porém, todas as tentativas para descobrir, mediante conceitos, algo que ampliasse nosso conhecimento malogravam-se com esse pressuposto. Tentemos, pois, uma vez, experimentar se não se resolverão melhor as tarefas da metafísica, admitindo que os objetos se deveriam regular pelo nosso conhecimento. 

(KANT, I. Crítica da razão pura. Lisboa: Calouste-Guibenkian, 1994 [adaptado].)

O trecho em questão é uma referência ao que ficou conhecido como revolução copernicana da filosofia. Nele, confrontam-se duas posições filosóficas que:

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496Q794825 | Filosofia, Filosofia, SEDUC CE, CESPE CEBRASPE

A respeito da ética aristotélica, assinale a opção correta.

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497Q794866 | Filosofia, Instituto Quadrix

Considera-se que a filosofia surgiu na Grécia Antiga, com os filósofos ditos pré-socráticos. No que se refere aos filósofos pré-socráticos e a alguns filósofos posteriores, julgue os itens que se seguem. Platão retoma o construto de Não-Ser em sua filosofia do conhecimento, atribuindo o Não-Ser a uma discrepância entre o juízo humano e a existência concreta do mundo das ideias.
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498Q794489 | Filosofia, Filosofia, Professor de Educação Básica, Secretaria de Estado de Educação MG, FUMARC, 2018

Leia o texto a seguir:

“Não se nasce mulher, torna-se mulher. Nenhum destino biológico, psíquico ou econômico define a forma que a mulher ou a fêmea humana assume no seio da sociedade” (BEAUVOIR, Simone de. O segundo sexo. v. II. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980. p. 9. Adaptado).

Com o trecho acima, Beauvoir afirma que ser mulher é uma

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499Q934821 | Filosofia, Filosofia moderna

(ENEM 2016) Nunca nos tornaremos matemáticos, por exemplo, embora nossa memória possua todas as demonstrações feitas por outros, se nosso espírito não for capaz de resolver toda espécie de problemas; não nos tornaríamos filósofos, por ter lido todos os raciocínios de Platão e Aristóteles, sem poder formular um juízo sólido sobre o que nos é proposto. Assim, de fato, pareceríamos ter aprendido, não ciências, mas histórias.

DESCARTES, R. Regras para a orientação do espírito. São Paulo: Martins Fontes, 1999.

Em sua busca pelo saber verdadeiro, o autor considera o conhecimento, de modo crítico, como resultado da

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500Q794619 | Filosofia, Professor, SEDUC PA, FADESP

O termo "revolução" está ligado, etimologicamente, à Astronomia, significando originariamente um movimento circular completo de um astro ao voltar a seu ponto de partida. Thomas Kuhn considera que a ciência progride por meio de revolução, devendo-se entender "revolução" como a

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