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Questões de Concursos História do Brasil

Resolva questões de História do Brasil comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


1201Q172261 | História do Brasil, A Era Pós Vargas, Diplomata, Instituto Rio Branco, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

Há algo que não se pode dizer do século XX: que foi um
tempo de brumas, silêncios e mistérios. Tudo nele foi a céu aberto,
agressivamente iluminado, escancarado e estridente. E, no entanto,
ele é ainda um enigma - um claro en igma, parafraseando
Drummond -, e dele não podemos fazer o necrológio completo. E
porque findou como uma curva inesperada da história, em um
astucioso desencontro do que achávamos ser o futuro, turvou nossa
memória e nosso olhar. E tornou-se pedra e esfinge, com um brilho
que ainda cega e desafia.

O século XX foi, sem dúvida, um século das utopias.
O seu andamento coincidiu com a máxima expansão das categorias
fundamentais do mundo moderno - sujeito e trabalho -, eixos que
presidiram a atualização e exasperaram os limites do liberalismo e do
socialismo, as duas grandes utopias da modernidade. E talvez por isso
exiba uma característica única e contraditória: parece ter sido o mais
preparado e explicado pelos séculos anteriores e,simultaneamente,
o que mais distanciou a humanidade de seu passado, mesmo o mais
próximo, decretando o caráter obsoleto de formas de vida e
sociabilidade consolidadas durante milênios.

O século XX sancionou o Estado-nação como a forma, por
excelência, de organização das sociedades em peregrinação para o
futuro e em busca de transparência. Os Estados nacionais ergueramse
como personagens privilegiadas de uma história humana cada vez
mais cosmopolita, para lembrar Kant, modificando de forma radical
a paisagem do mundo. Com eles, o direito assumiu progressivamente
a condição de um idioma universal, reagindo sobre o passado e
destruindo velhas estruturas hierárquicas fundadas em privilégios e na
tradição.

Mas o século XX não é apenas um tempo de esperanças.
É também o século do medo e das tragédias injustificáveis. A dura
realidade dos interesses provoca dois grandes conflitos mundiais, um
tenso período de guerra fria e uma interminável série deguerras
localizadas. Um século de violência dos que oprimem e dos que se
revoltam.

Rubem Barboza Filho. Século XX: uma introdução (em forma
de prefácio). Apud: Alberto Aggio e Milton Lahuerta (Org.).
Pensar o século XX. São Paulo: Unesp, 2003, p. 15-9 (com
a d a p t a ç õ e s ) .

Considerando o texto acima, julgue os itens seguintes, rel ativos
ao cenário histórico do mundo contemporâneo.

Ainda que próximo dos EUA, especialmente em termos comerciais, o Brasil da segunda metade da década de 40 do século XX - governo G as p ar Dutra - procurou manter-se eqüidistante no cenário de polarização ideológica e de retórica demasiado agressiva da guerra fria, eximindo-se de ass umi r at i t u d es políticas que pudessem significar comprometimento ou ruptura com as superpotências.

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1202Q191732 | História do Brasil, Agente de Defensoria Assistente Social, DPE SP, FCC

A reforma empreendida pelo Estado Brasileiro na década de 90 provocou a

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1203Q178454 | História do Brasil, Diplomata Bolsa prêmio de vocação para a Diplomacia, Instituto Rio Branco, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

Escravidão negra, latifúndio e monocultura. No início da
década de 60 do século XX, afirmava-se ser esse o conjunto de
fatores em que se assentara a economia brasileira do século XVI ao
XIX, como resultado da sua forma de integração ao mercado
mundial na qualidade de área subsidiária da Europa, como
produtora de artigos tropicais e, posteriormente, de metais
preciosos. Essa visão, excessivamente reducionista, com
freqüência, associava-se à atualmente criticada concepção dos
ciclos econômicos. Não se negava, mas minimizavam-se, em forma
decisiva, a presença e a importância de outras relações de produção
que não a escravidão de africanos e de seus descendentes. Era uma
historiografia que não vislumbrava a considerável complexidade
econômico-social brasileira.
Se considerarmos somente as partes do Brasil que, em cada
época, concentram principalmente a população e as produções
coloniais, tornar-se-á possível perceber quatro fases no que
concerne à história dotrabalho:
1) 1500-1532: período chamado pré-colonial, caracterizado por
uma economia extrativista baseada no escambo com os índios;
2) 1532-1600: época de predomínio da escravidão indígena;
3) 1600-1700: fase de instalação do escravismo colonial de
plantation em sua forma clássica;
4) 1700-1822: anos de diversificação das atividades, em razão da
mineração, do surgimento de uma rede urbana, e de posterior
importância da manufatura embora sempre sob o signo da
escravidão dominante.

Ciro Flamarion Santana Cardoso. O Trabalho na colônia.
In: Maria Yedda Linhares (org.). História geral do Brasil.
Rio de Janeiro: Campus, 1996, p. 78-9 (com adaptações).

Considerando o texto acima como referência inicial, julgue os itens
seguintes, relativos ao contexto colonial brasileiro.

Por considerável complexidade econômico-social brasileira, expressão utilizada no final do primeiro parágrafo, entende-se uma realidade colonial em que, além das evidentes funções determinadas pela exploração mercantilista, como a de produzir para o mercado externo, a colônia também apresentava dinamismo econômico interno, o qual explica a diversidade de atividades produtivas e de relações de trabalho nesse período.

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1204Q388654 | História do Brasil, Conhecimentos de História do Brasil, Soldado, Polícia Militar BA, FCC

A Constituição de 1824 estabeleceu os princípios fundamentais da organização do Estado Brasileiro. Com base nessa Constituição, o Brasil

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1205Q389684 | História do Brasil, Conhecimentos de História do Brasil, Técnico de Nível Superior, Prefeitura de Natal RN, CESPE CEBRASPE

Renascimento, Reforma, Estados Nacionais e Grandes Navegações integram um contexto histórico de extraordinário significado, que desvela os Tempos Modernos. Impulsionada em larga medida pelo espírito empreendedor burguês, a Europa sai à conquista do mundo, sustentada por um novo homem e uma nova cultura, em que sobressaem o antropocentrismo, o humanismo, o racionalismo e o individualismo. É nesse quadro que a América surge aos olhos — e à exploração — dos europeus. Relativamente a esse rico e controvertido período da História, que prepara o terreno para o advento da Idade Contemporânea, julgue os itens que se seguem.

Dos movimentos insurrecionais brasileiros contra a dominação portuguesa, dois se destacam: a Conjuração Mineira de 1789, a mais genuinamente popular de todas as manifestações pela independência do Brasil, e a Conjuração Baiana de 1798, conduzida pela elite culta da região.

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1206Q174700 | História do Brasil, A Era Vargas, Diplomata, Instituto Rio Branco, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

Com relação à Era Vargas (1930-1945), julgue (C ou E) os

seguintes itens.

A principal marca do período entre 1930 e 1937 foi a instabilidade política, corporificada nos embates entre as numerosas e distintas forças sociais que disputavam um espaço político maior no cenário nacional, com destaque para a Revolução Constitucionalista de 1932, em São Paulo, e a forte resistência do sindicalismo livre ao projeto de sindicalização sob a tutela do Estado.

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1207Q389774 | História do Brasil, Conhecimentos de História do Brasil, Professor, Prefeitura de Buíque PE, IPAD

Sobre a Era JK é incorretos afirmar:

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1208Q388499 | História do Brasil, Conhecimentos de História do Brasil, Professor de Ensino Fundamental, Prefeitura de Teresina PI, CESPE CEBRASPE

Nascido de um golpe militar, o regime republicano brasileiro conheceu longa trajetória de crises. O cenário político existente até 1930, quando um movimento armado derrubou a Primeira República, também conhecida como República Velha, envolvia

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1209Q175043 | História do Brasil, Política Externa, Diplomata, Instituto Rio Branco, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

Cinco paradigmas históricos foram identificados na História
da Política Exterior do Brasil, de Amado Cervo e Clodoaldo Bueno,
correspondendo cada um deles a uma periodização, com a qual se
procurou inserir a con ju ntura nas estruturas históricas e articular
micro- e macro-história para se obter uma interpretação categorial e
sistemática da evolução da política exterior do Brasil nos últimos dois
séculos. Assim foram apresentados por Cervo e Bueno: a) o das
concessões sem barganha da época da independência
(1808-1828), pelo qual se sacrificou o interesse nacional sob
múltiplos aspectos, com efeitos nefastos sobre a formação nacional
até meados da década de 40 do século XIX; b) o da leitura
complexa do interesse nacional, aliado à determinação de preservar
o exercício soberano da vont ade nacional (1844-1889); c) a
diplomacia da agroexportação e dos grandes alinhamentos com que
a República, que subordinaria o serviço da diplomacia aos interesses
do segmentointerno socialmente hegemônico, particularmente
plantadores e exportadores de café (1889-1930); d) o modelo de
política exterior do nacional-desenvolvimentismo que acoplou,
finalmente, a face extern a da política às demandas do moderno
desenvolvimento, dos anos 30 à década de 80 do século XX;
e) a dança dos três paradigmas disponíveis simultaneamente, no
tempo mais recente da política externa do Brasil (os anos 90 e o
início do novo século): o da sobrevivência limitada do nacionaldesenvolvimentismo,
o da expansão do liberalismo desenfreado e do
Estado logístico, que equilibra os dois anteriores.

José Flávio Sombra Saraiva. Um percurso acadêmico modelar: Amado Luiz
Cervo e a afirmação da historiografia das relações internacionais no Brasil.
Apud: Estevão Chaves de Rezende Martins (Org.). Relações internacionais:
visões do Brasil e da América Latina. Br asília: IBRI, 2003, p. 27 (com
a d a p t a ç õ e s ) .

Tend o o texto acima como referência inicial, julgueos itens
subseqü en t es , relativos à política internacional e à inserção
histórica do Brasil no cenário mundial.

A crescente predominân c ia comercial, financeira e industrial dos EUA na economia bras i l ei ra, fenômeno visível já na primeira metade do século passado, ganhou redobrada intensidade após a Segunda Guerra Mundi al , em especial a partir da década de 1950.

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1210Q389894 | História do Brasil, Conhecimentos de História do Brasil, Professor Substituto, Secretaria de Estado de Educação DF, Instituto Quadrix, 2018

O nascimento do Brasil como Estado Nacional, na primeira metade do século XIX, coincide com o esforço das elites locais para estabelecer uma identidade nacional brasileira. Com o advento da República, em 1889, vê?se a preocupação de buscar no passado elementos que legitimassem a nova ordem. É na Era Vargas (1930?1945), especialmente durante a ditadura do Estado Novo (1937?1945), contudo, que o projeto de afirmação da nacionalidade adquire foros de algo sistemático, conduzido pelo governo central.

Tendo as informações acima como referência inicial e considerando a amplitude do tema abordado, julgue os itens de 79 a 90.

Com Evolução Política do Brasil, Caio Prado Júnior introduz o método do materialismo histórico na análise da trajetória histórica do País, desde o período colonial.
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1211Q389792 | História do Brasil, Conhecimentos de História do Brasil, Historiador, Prefeitura de Bragança PA, UNAMA

NAS QUESTÕES NUMERADAS DE 11 A 30, ASSINALE A ÚNICA ALTERNATIVA QUE RESPONDE CORRETAMENTE AO ENUNCIADO.

A primeira Constituição do Brasil foi outorgada por D. Pedro I, em 1824. Nela estava clara a permanência de antigas estruturas do poder colonial, sobretudo a manutenção do paternalismo político e da escravidão. Esta manutenção estrutural surge no texto constitucional de 1824 porque:

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1212Q176830 | História do Brasil, Diplomata Bolsa prêmio de vocação para a Diplomacia, Instituto Rio Branco, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

Escravidão negra, latifúndio e monocultura. No início da
década de 60 do século XX, afirmava-se ser esse o conjunto de
fatores em que se assentara a economia brasileira do século XVI ao
XIX, como resultado da sua forma de integração ao mercado
mundial na qualidade de área subsidiária da Europa, como
produtora de artigos tropicais e, posteriormente, de metais
preciosos. Essa visão, excessivamente reducionista, com
freqüência, associava-se à atualmente criticada concepção dos
ciclos econômicos. Não se negava, mas minimizavam-se, em forma
decisiva, a presença e a importância de outras relações de produção
que não a escravidão de africanos e de seus descendentes. Era uma
historiografia que não vislumbrava a considerável complexidade
econômico-social brasileira.
Se considerarmos somente as partes do Brasil que, em cada
época, concentram principalmente a população e as produções
coloniais, tornar-se-á possível perceber quatro fases no que
concerne à história dotrabalho:
1) 1500-1532: período chamado pré-colonial, caracterizado por
uma economia extrativista baseada no escambo com os índios;
2) 1532-1600: época de predomínio da escravidão indígena;
3) 1600-1700: fase de instalação do escravismo colonial de
plantation em sua forma clássica;
4) 1700-1822: anos de diversificação das atividades, em razão da
mineração, do surgimento de uma rede urbana, e de posterior
importância da manufatura embora sempre sob o signo da
escravidão dominante.

Ciro Flamarion Santana Cardoso. O Trabalho na colônia.
In: Maria Yedda Linhares (org.). História geral do Brasil.
Rio de Janeiro: Campus, 1996, p. 78-9 (com adaptações).

Considerando o texto acima como referência inicial, julgue os itens
seguintes, relativos ao contexto colonial brasileiro.

O desenvolvimento da pesquisa historiográfica no país, visível nas últimas décadas, subverte integralmente a antiga tese de que a colonização do Brasil tenha-se assentado na grande propriedade, na monocultura e na escravidão africana; reduz, assim, radicalmente, a importância desses três aspectos para a formação social e econômica do Brasil.

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1213Q389823 | História do Brasil, Conhecimentos de História do Brasil, Oficial, Ministério da Defesa Exército Brasileiro

Sobre a política brasileira entre 1930 e 1932, período que antecede à constitucionalização da chamada Revolução de 1930, é correto afirmar que:
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1214Q194323 | História do Brasil, Aluno EsFCEx, EsFCEx, EsFCEx

Ao analisarmos o processo de emancipação política do Brasil e compará?lo ao mesmo processo nas colônias espanholas, podemos identificar respectivamente as seguintes características:
I. unidade X fragmentação.
II. supremacia do governo civil sem rupturas violentas X movimentos revolucionários liderados, na maioria das colônias, pelos trabalhadores do campo.
III. descentralização política X centralização política.

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1215Q387867 | História do Brasil, Conhecimentos de História do Brasil, Assistente de Farmácia, Prefeitura de Vitória ES, CESPE CEBRASPE

A região que atualmente constitui o estado do Espírito Santo foi uma das primeiras a serem colonizadas pelos portugueses no Brasil. Seu território foi incluído entre as capitanias hereditárias, instituídas em 1534, com o objetivo de se garantir a cultura da efetiva ocupação da colônia. Entre as atividades econômicas desenvolvidas na região, no período colonial, merece destaque a cultura da cana-de-açúcar. Forte também foi a presença de religiosos católicos na área, particularmente dos jesuítas, que se envolveram na catequese dos índios e na assistência espiritual dos colonos. Após a independência do Brasil, a introdução do café dinamizou a economia local, inclusive por exercer forte atração sobre imigrantes, em especial mineiros e fluminenses. Com a abolição da escravidão, o Espírito Santo também recebeu expressivos contingentes de imigrantes europeus. A partir das informações do texto acima e considerando aspectos históricos e geográficos do Espírito Santo, julgue os itens subseqüentes.

A extração de metais preciosos foi a principal atividade econômica na região do Espírito Santo no período colonial.

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1216Q389729 | História do Brasil, Conhecimentos de História do Brasil, Policial Militar PM Soldado, Polícia Militar RO, FJPF

O fator que reativou a extração da borracha amazônica, na década de 1940, foi:

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1217Q389476 | História do Brasil, Conhecimentos de História do Brasil, Professor, SEDUC PE, IPAD

Durante o século XVIII, a exploração do ouro e de pedras preciosas marcou a economia colonial do Brasil, provocando mudanças significativas resultantes:

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1218Q390006 | História do Brasil, Conhecimentos de História do Brasil, Instituto Quadrix

O desenvolvimento da historiografia mundial, fenômeno que o século XX consagrou, permite novos olhares sobre o passado protagonizado pelas sociedades. No Brasil, multiplicam-se estudos que lançam luz sobre a trajetória do País, da colônia aos dias atuais. Da independência, em 1822, passando pela implantação da República, em 1889, ao cenário presente, a história brasileira é marcada por avanços e recuos, enfrentando percalços e se mostrando ainda inconclusa em relação à construção da cidadania. Relativamente à história contemporânea, da produção do conhecimento histórico a alguns dos mais marcantes fatos ocorridos no Brasil e no mundo, julgue os itens de 91 a 100. Vista como modernizadora, a República não correspondeu à expectativa de seus mais aguerridos propagandistas: nascida de um golpe e encerrando o primeiro ciclo militar, a Primeira República (até 1930) transcorreu sob o domínio das oligarquias, com reduzida participação política da população.
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1219Q197567 | História do Brasil, Aluno EsFCEx, EsFCEx, EsFCEx

Quanto à presença holandesa no nordeste brasileiro, analise as afirmativas abaixo e, a seguir, assinale a alternativa correta.

I. A primeira tentativa de conquista holandesa no Brasil ocorreu em 1624. O alvo era Salvador, a capital da colônia.
II. Em 1630 os holandeses chegaram a Pernambuco, dominando, sem maiores problemas, Recife e Olinda, apesar dos preparativos de defesa efetuados pelos pernambucanos.
III. No governo de Maurício de Nassau não houve a menor preocupação com a reorganização da produção açucareira, sendo esse administrador holandês um forte aliado dos senhores de engenho de Pernambuco.
IV. Depois da saída de Maurício de Nassau do Brasil, a administração holandesa tornou-se dura e violenta.

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1220Q388308 | História do Brasil, Conhecimentos de História do Brasil, Professor de 5a a 8a Série, Prefeitura de Aracajú SE, CESPE CEBRASPE

A formação política de Sergipe, bem como seu peso econômico, social e cultural, da emancipação aos dias atuais, acompanhou o compasso da história nacional. A respeito desses temas, julgue os itens a seguir.

Sergipe assistiu, no período regencial do século XIX, tranqüilidade política que contrastou com os tumultos políticos do resto do país.

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