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Questões de Concursos História do Brasil

Resolva questões de História do Brasil comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


281Q390086 | História do Brasil, Conhecimentos de História do Brasil, Diplomata, IRBr, CESPE CEBRASPE

No que se refere a fatores que contribuíram para a configuração do território da América portuguesa colonial, julgue (C ou E) os itens a seguir. Sertanistas de São Paulo penetraram no interior da América do Sul nos séculos XVI e XVII, viabilizando a ocupação da região pelos portugueses.
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282Q177931 | História do Brasil, Brasil Império, Diplomata Bolsa prêmio de vocação para a Diplomacia, Instituto Rio Branco, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

Com relação ao Brasil Império, julgue os itens a seguir.

As regências se caracterizaram por paz política e equilíbrio entre o poder central do imperador e as elites das diferentes partes do Brasil, que nascia integrado.

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283Q934439 | História do Brasil, Política, ENEM

(Modelo Enem) Em sua biografia de Juscelino Kubitschek, presidente da República entre 1956 e 1961, Claudio Bojunga relata o seguinte, a respeito da construção de Brasília: O Congresso decidira, com a emenda do deputado Emival Caiado, de agosto de 1958, que o prazo para a conclusão das obras seria de três anos e dez meses. Brasília deveria ser inaugurada a 21 de abril de 1960. Numa de suas viagens àquele descampado, acompa­nhado de um grupo de jornalistas, o presidente foi asse­diado pelas dúvidas de uma correspondente francesa.
— Mas o senhor vai construir a capital num deserto… isso é absurrrdo!
Juscelino nem piscou:
— Não, minha filha, absurdo é o deserto.

BOJUNGA, Claudio. JK – O artista do impossível. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001, p. 397.

Entre as justificativas do governo JK para a construção de Brasília numa área pouco populosa, como o planalto Central, incluíam-se:

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284Q388964 | História do Brasil, Conhecimentos de História do Brasil, Soldado da Polícia Militar, Polícia Militar ES, CESPE CEBRASPE

Na Antiguidade, Grécia e Roma forneceram as bases para a Civilização Ocidental. Com o fim do Império Romano, a Europa conheceu, ao longo da Idade Média, uma forma de organização da sociedade denominada feudalismo, assentada na terra, no domínio da nobreza e no trabalho servil. A Idade Moderna foi a transição do sistema feudal à moderna era capitalista, assinalada pelo absolutismo político, pela expansão do comércio e da exploração colonial, além da intolerância religiosa e política.

A Revolução Industrial, iniciada na Inglaterra, consolida o capitalismo como sistema dominante, que se universaliza, atingindo todas as regiões do planeta. A Primeira Guerra Mundial deveu-se, em larga medida, às disputas entre potências imperialistas. A crise econômica que se seguiu ao conflito gerou a Grande Depressão dos anos 1930, que estimulou o surgimento de regimes políticos totalitários e foi decisiva para a Segunda Guerra. Nas décadas que se seguiram, o mundo se dividiu em dois pólos de influência sob o comando de Washington e Moscou, situação que se encerra formalmente com o fim da União Soviética. Foi também nesse período que as antigas colônias asiáticas e africanas tornaram-se independentes e surgiu o conceito de Terceiro Mundo. A expansão capitalista em escala universal permite que se fale, nas décadas finais do século XX, em globalização. Mais do que nunca, o domínio do saber impulsiona o avanço da economia.

Tendo essas informações como referência inicial e considerando aspectos marcantes da história mundial, julgue os itens seguintes.

O fim da URSS não alterou o sistema de poder existente no mundo.

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285Q388749 | História do Brasil, Conhecimentos de História do Brasil, Especialista em Desenvolvimento Humano, SEGER ES, CESPE CEBRASPE

A transição do regime militar ao poder civil foi longa e difícil, culminando na eleição indireta de Tancredo Neves. Os primeiros anos da Nova República foram marcados pela crise econômica e pelos trabalhos constituintes, dos quais resultou a Constituição Federal de 1988. Depois de sucessivas tentativas fracassadas, o Plano Real, de 1994, conseguiu controlar o alto índice de inflação, dar valor à moeda e estabilizar a economia. A regularidade do calendário eleitoral, com os eleitores indo às urnas a cada dois anos, atesta o crescente amadurecimento da democracia política no Brasil.

Considerando essas informações, julgue os itens a seguir, relativos à história do Brasil contemporâneo.

O Plano Real foi o grande êxito econômico alcançado pelo governo de Itamar Franco.

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286Q852181 | História do Brasil, Conhecimentos de História do Brasil, Professor de Educação Básica II História, EDUCA, 2020

Leia o texto abaixo:

“A Escravidão é de fato a Desigualdade Radical por excelência. Com a Escravidão — principalmente se o escravo estiver sujeito a todos os rigores que a Escravidão potencialmente lhe impõe, ao passo em que neste caso o Senhor estará em pleno exercício de todos os seus poderes e privilégios relacionados à posse do escravo — podemos dizer que este escravo estará privado de tudo, de todos os seus direitos sobre si. No início da Idade Moderna, difunde?se muito uma releitura de certas passagens bíblicas como o notório episódio da “maldição de Cam”. Trata?se de associar à Desigualdade Escrava, relida como Diferença Escrava, uma Diferença Negra que será reconstruída desde os tempos da expansão europeia em direção ao Novo Mundo.”

Com base na conceituação de Escravidão descrita acima, para a antiguidade e para os tempos modernos, podemos afirmar que:

1. Os hilotas correspondiam, na Grécia Antiga, a populações ou grupos de populações submetidas pelos espartanos e obrigadas, a partir daí, a uma forma específica de trabalho compulsório. Uma de suas características essenciais é que eles eram dependentes coletivos, em contraste, por exemplo, com o escravo ateniense do período clássico, que via de regra estava preso a um destino individual de dependência. Enquanto o hilota insere?se em um grupo “escravizado” por uma comunidade de senhores, já o “escravo” propriamente dito passa a pertencer a um indivíduo: ele é propriedade de alguém.


2. A estratificação social no Brasil Colonial fundou?se precisamente no deslocamento imaginário da noção desigualadora de “Escravo” para a coordenada de contrários fundada sob a perspectiva da diferença entre homens livres e escravos. Nesta perspectiva, um indivíduo não está escravo, ele é escravo, e toda a violência maior do modelo de estratificação social típico do Brasil Colonial esteve alicerçada neste deslocamento, nesta estratégia social imobilizadora que transmudava uma circunstância em essência. É digno de nota que os abolicionistas tenham se empenhado precisamente em reconduzir o discurso sobre a Escravidão para o plano das desigualdades.


3. A racialização da escravidão na ótica moderna, implica em que a escravidão possa ser vista como uma diferença coletiva. Não seriam certos indivíduos de natureza humana deficiente, como propunha Aristóteles, que deveriam estar destinados à escravidão, mas sim um grupo humano específico, que traria na cor da pele os sinais de uma inferioridade da alma, mas que podem adquirir sua liberdade pela comprovada natureza humanística da raça, nestes termos, a superação da inferioridade da cor da pele dá lugar a concepção de cidadania ampliada com o discurso republicano e positivista no Brasil.


4. O discurso de uma diferença negra inextricavelmente acompanhada de sua segunda natureza, que seria a diferença escrava, desponta desde o início da modernidade europeia, como o aparato ideológico que sustenta todo um comércio de escravos. Ainda que tenha enfrentado críticas, mesmo no período de vigência do tráfico negreiro, isto não impedirá que a prática escravista da exploração da mão? de?obra africana encontre a mais ampla difusão. Justificada apenas pela concepção de que espanhóis e portugueses não eram os primeiros a se utilizarem da mão-de-obra escrava africana.


5. A Desigualdade Escrava, relida como Diferença Negra, foi reconstruída desde os tempos da expansão europeia em direção ao Novo Mundo. No cadinho de formação do Escravismo Colonial, interessou a traficantes e senhores coloniais a desconstrução de uma série de diferenças étnicas africanas, com vistas à construção de uma Diferença Negra no interior da qual todas as etnias pré?existentes no continente africano se misturam. Portanto, associar Escravidão e Diferença Negra será uma pedra de toque para o Escravismo Colonial, e para o concurso desta construção discursiva não faltaram contribuições que se mostravam indiferentes à escravização de povos africanos.

Estão CORRETAS:

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287Q388967 | História do Brasil, Conhecimentos de História do Brasil, Cadetes do Exército, Ministério da Defesa Exército Brasileiro

Em março de 1985, José Sarney assumiu de forma inesperada a Presidência da República. Em fevereiro do ano seguinte, anunciou a adoção de um plano econômico que provocou impacto imediato em toda a sociedade, pois
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288Q159109 | História do Brasil, A Primeira República, Assistente Social, TJ SC, TJ SC

Conflito que alcançou enormes proporções na história do Brasil e, particularmente, nos Estados do Paraná e de Santa Catarina. A região do conflito, localizada entre os dois estados, era disputada pelos governos paranaense e catarinense, área rica em erva-mate e, sobretudo, madeira, onde se misturaram interesses políticos, econômicos e religiosos. Ocorrido entre 1912 e 1916, o conflito envolveu, de um lado, a população cabocla daqueles Estados, e, de outro, os dois governos estaduais, apoiados pelo presidente da República, Hermes da Fonseca.

O texto acima refere-se a:

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289Q934443 | História do Brasil, Política, ENEM

(UNESP) A industrialização contemporânea requer investimentos vultosos. No Brasil, esses investimentos não podiam ser feitos pelo setor privado, devido à escassez de capital que caracteriza as nações em desenvolvimento. Além disso, o crescimento econômico do Brasil, um recém-chegado ao processo de modernização, processou-se em condições socioeconômicas diferentes. Um efeito internacional de demonstração, na forma de imitação de padrões devida, entre países ricos e pobres, e entre classes ricas e pobres dentro das nações, resultou em pressões significativas sobre as taxas de crescimento para diminuir a diferença entre nações desenvolvidas e em desenvolvimento. Em vista das aspirações de melhores padrões de vida, o governo desempenhou um papel importante no crescimento econômico recente do Brasil.

(Carlos Manuel Peláez e Wilson Suzigan. História monetária do Brasil, 1981. Adaptado.)

Os impasses do desenvolvimento industrial brasileiro, apontados pelo texto, foram enfrentados no governo Juscelino Kubitschek (1956-1961) com o Plano de Metas, cujo objetivo era promover a industrialização por meio

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290Q388788 | História do Brasil, Conhecimentos de História do Brasil, Analista Judiciário, TSE, CESPE CEBRASPE

O Brasil dos anos 60 do século XX assistiu a transições culturais, políticas e econômicas de grande impacto. Assinale a opção incorreta em relação a essas transformações.

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291Q17593 | História do Brasil, Conhecimentos de História do Brasil, Soldado da Polícia Militar, Polícia Militar PA, UEPA

A abolição da escravidão em 1888, legitimada pela legislação imperial, deveu-se a diversos fatores conjunturais econômicos e políticos: pressão inglesa pela abolição do tráfico internacional, altos preços no tráfico interprovincial, pressão de grupos políticos pró- abolicionistas oriundos das elites urbanas, introdução de mão de obra livre nas lavouras cafeicultoras do Oeste Paulista a partir de 1860. Para além desses fatores, é possível também assinalar: 
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292Q18131 | História do Brasil, Conhecimentos de História do Brasil, Soldado da Polícia Militar, Polícia Militar ES, CESPE CEBRASPE

Texto associado.
O início da colonização do Brasil foi marcado por uma espécie de parceria entre o Estado português e a iniciativa privada que se expressa na criação das capitanias hereditárias, quando o litoral da colônia, incluindo o território do Espírito Santo, foi repartido em grandes lotes e entregues a particulares. Latifúndio, escravidão e monocultura exportadora foram aspectos essenciais desse modelo de exploração colonial.

Ao ficar independente, em 1822, o Brasil não rompeu radicalmente com essa estrutura herdada da colônia. Assim, o café veio substituir, em importância econômica, a cana-de-açúcar, mas o poder permanecia em mãos de uns poucos. A escravidão somente foi abolida em 1888, às vésperas do golpe republicano. Até o advento da Revolução de 1930, o país pouco se modernizara e a exclusão política, social e econômica continuava a ser a regra. Um Brasil diferente começa a surgir na Era Vargas (1930-1945): introduzia-se a indústria de base, a vida urbana começa a expandir-se e conquistas sociais — como a legislação trabalhista — são obtidas.

A partir das informações acima e considerando aspectos significativos da história do Brasil, julgue os itens subsequentes.
A República foi implantada no Brasil graças à mobilização popular que, em eleição, demonstrou descontentamento com o regime imperial.
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293Q389882 | História do Brasil, Conhecimentos de História do Brasil, Diplomata, Instituto Rio Branco, CESPE CEBRASPE, 2018

Tendo em vista que a questão servil, como denominada por D. Pedro II em sua fala do trono em 1865, foi elemento fulcral na formação da sociedade brasileira, julgue (C ou E) os próximos itens, relativos à escravidão no Império brasileiro. O fortalecimento das ideias racistas foi um dos desdobramentos da ação da denominada Geração de 1870 e influenciou a condução dos debates acerca da escravidão em seus anos finais e, principalmente, sobre a eleição da imigração europeia como caminho preferencial para a formação da mão de obra assalariada pós-abolição.
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294Q389669 | História do Brasil, Conhecimentos de História do Brasil, Analista Judiciário, TSE, CESPE CEBRASPE

As imigrações no Brasil, no final do século XIX e início do século XX,

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295Q173613 | História do Brasil, Brasil colônia, Diplomata Bolsa prêmio de vocação para a Diplomacia, Instituto Rio Branco, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

Após as primeiras décadas, marcadas pelo esforço de
garantir a posse da nova terra, a colonização começou a tomar
forma. Como aconteceu em toda a América Latina, o Brasil viria a
ser uma colônia cujo sentido básico seria o de fornecer ao comércio
europeu gêneros alimentícios ou minérios de grande importância.
A política da metrópole portuguesa consistirá no incentivo à
empresa comercial, com base em uns poucos produtos exportáveis
em grande escala e na grande propriedade. Ao lado da grande
empresa colonial e do regime de grande propriedade, acrescentamos
um terceiro elemento: o trabalho compulsório.

Boris Fausto. História do Brasil. São Paulo:
Edusp, 2008, p. 47-8 (com adaptações).

Considerando o fragmento de texto acima e o quadro geral vigente
no período colonial brasileiro, julgue os próximos itens.

A cana-de-açúcar foi o principal produto agrícola de exportação do Brasil no período colonial, com produção concentrada na região de São Vicente, substituindo a extração aurífera que entrara em decadência.

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297Q240006 | História do Brasil, Brasil Império, Soldado da Polícia Militar, Polícia Militar PE, UPENET

Em 1888, o Brasil aboliu a escravidão em todo o território nacional. Foi um dos últimos países a libertar os escravos. Sobre a libertação dos escravos, analise as proposições abaixo.
I. A abolição de quase 800 mil escravos foi fundamental para a modernização da economia brasileira, embora a modernização tenha demandado algum tempo para começar.
II. Os escravos tiveram grandes dificuldades para se incorporarem ao mercado de trabalho livre. Muitos deles continuaram com seus antigos senhores.
III. Do ponto de vista jurídico, os escravos libertos passaram a ser considerados cidadãos com todos os direitos concedidos pela constituição.
IV. A escravidão institucionalizada foi rompida, porém muitas das relações da época do escravismo se mantiveram. O preconceito contra o trabalho, sobretudo o manual, foi um dos vestígios mais marcantes do tempo da escravidão.
Está CORRETO o que se afirma em

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298Q934420 | História do Brasil, Família Real Portuguesa, ENEM

(FATEC) Em 1808, após chegar ao Brasil fugindo da invasão francesa, o regente D. João VI decidiu:

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299Q18130 | História do Brasil, Conhecimentos de História do Brasil, Soldado da Polícia Militar, Polícia Militar ES, CESPE CEBRASPE

Texto associado.
O início da colonização do Brasil foi marcado por uma espécie de parceria entre o Estado português e a iniciativa privada que se expressa na criação das capitanias hereditárias, quando o litoral da colônia, incluindo o território do Espírito Santo, foi repartido em grandes lotes e entregues a particulares. Latifúndio, escravidão e monocultura exportadora foram aspectos essenciais desse modelo de exploração colonial.

Ao ficar independente, em 1822, o Brasil não rompeu radicalmente com essa estrutura herdada da colônia. Assim, o café veio substituir, em importância econômica, a cana-de-açúcar, mas o poder permanecia em mãos de uns poucos. A escravidão somente foi abolida em 1888, às vésperas do golpe republicano. Até o advento da Revolução de 1930, o país pouco se modernizara e a exclusão política, social e econômica continuava a ser a regra. Um Brasil diferente começa a surgir na Era Vargas (1930-1945): introduzia-se a indústria de base, a vida urbana começa a expandir-se e conquistas sociais — como a legislação trabalhista — são obtidas.

A partir das informações acima e considerando aspectos significativos da história do Brasil, julgue os itens subsequentes.
A Independência manteve de pé os pilares que sustentaram a etapa colonial da História brasileira.
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