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Questões de Concursos Literatura

Resolva questões de Literatura comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


561Q680979 | Literatura, Escolas Literárias, Física Espanhol e Literatura, UFRGS, UFRGS

Assinale a alternativa correta sobre o conto Café Paris, do livro Dançar tango em Porto Alegre, de Sergio Faraco.
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562Q1073975 | Literatura, Escolas Literárias, Artes, Prefeitura de Jaguaquara BA, ISET, 2025

Sobre alguns dos protagonistas da Semana de Arte Moderna de 1922 no Brasil, assinale a alternativa correta:
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563Q936251 | Literatura, Escolas Literárias, Edital 2020, ENEM, INEP, 2021

Seixas era homem honesto; mas ao atrito da secretaria e ao calor das salas, sua honestidade havia tomado essa têmpera flexível da cera que se molda às fantasias da vaidade e aos reclamos da ambição.


Era incapaz de apropriar-se do alheio, ou de praticar um abuso de confiança; mas professava a moral fácil e cômoda, tão cultivada atualmente em nossa sociedade.

Segundo essa doutrina, tudo é permitido em matéria de amor; e o interesse próprio tem plena liberdade, desde que se transija com a lei e evite o escândalo.

ALENCAR, J. Senhora. Disponível em: www.dominiopublico.gov.br. Acesso em: 7 out. 2015.

A literatura romântica reproduziu valores sociais em sintonia com seu contexto de mudanças. No fragmento de Senhora, as concepções românticas do narrador repercutem a

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564Q949314 | Literatura, Escolas Literárias, Língua Portuguesa Inglês e Matemática, UFT, COPESE UFT, 2018

Leia o Capítulo II do romance Quincas Borba, de Machado de Assis, para responder a QUESTÃO .

Capítulo II
Que abismo que há entre o espírito e o coração! O espírito do ex-professor, vexado daquele pensamento, arrepiou caminho, buscou outro assunto, uma canoa que ia passando; o coração, porém, deixou-se estar a bater de alegria. Que lhe importa a canoa nem o canoeiro, que os olhos de Rubião acompanham, arregalados? Ele, coração, vai dizendo que, uma vez que a mana Piedade tinha de morrer, foi bom que não casasse; podia vir um filho ou uma filha... – Bonita canoa! – Antes assim! – Como obedece bem aos remos do homem! – O certo é que eles estão no céu!

Fonte: ASSIS, Machado de. Quincas Borba. São Paulo: Ática, 1988, p. 13.


O capítulo apresenta reflexões do ex-professor Rubião sobre o “abismo que há entre o espírito e o coração”.
É CORRETO afirmar que no capítulo pode ser observado que:
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565Q899027 | Literatura, Escolas Literárias, Língua Portuguesa, Prefeitura de Cariacica ES, IDESG, 2024

"A busca da perfeição pela correção gramatical, a volta aos clássicos e o rebuscamento marcam uma atitude de tipo aristocrático e constituem um traço saliente da fase que vai dos anos de 1880 até a altura de 1920, correspondendo a um desejo generalizado de elegância ligado à modernização urbana do país, sobretudo sua capital, Rio de Janeiro. Do ponto de vista da literatura, foi uma barreira que petrificou a expressão, criando um hiato largo entre a língua falada e a língua escrita, além de favorecer o artificialismo que satisfaz as elites, porque marca distância em relação ao povo; e pode satisfazer a este, parecendo admiti-lo a um terreno reservado. Essa cultura acadêmica, geralmente sancionada pelos Poderes, teve a utilidade de estimular, por reação, o surto transformador do Modernismo, a partir de 1922."
CANDIDO, Antonio. Iniciação à literatura brasileira. 5ª ed. Rio de Janeiro: Ouro sobre Azul, 2007. p. 76-77.

Assinale a alternativa que apresenta uma afirmação correta sobre o excerto acima.
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566Q948446 | Literatura, Escolas Literárias, Medicina, FAG, FAG, 2018

O terrorismo de Estado é praticado pelos Estados nacionais e seus atos integram duas ações. A primeira seria o terrorismo praticado contra a sua própria população. Foram exemplos dessa forma de terrorismo: os Estados totalitários Fascistas e Nazistas, a ditadura militar brasileira e a ditadura de Pinochet no Chile. De acordo com as informações do texto 4, assinale a alternativa correta:
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567Q948711 | Literatura, Escolas Literárias, Vestibular, CÁSPER LÍBERO, CÁSPER LÍBERO

Sobre Sagarana, de João Guimarães Rosa, é correto afirmar:
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568Q911607 | Literatura, Português, IFSC, FUNDATEC, 2024

Leia o trecho a seguir, adaptado especialmente para esta prova e retirado do texto de Beatriz Hermínio, “A escrevivência carrega a escrita da coletividade”:

“O termo ‘escrevivência’ traz a junção das palavras ‘escrever e vivência’, mas a força de sua ideia não está somente nessa aglutinação; ela está na genealogia da ideia, como e onde ela nasce e a que experiências étnica e de gênero ela está ligada, explicou a escritora e educadora. ‘A escrevivência não é a escrita de si, porque esta se esgota no próprio sujeito. Ela carrega a vivência da coletividade’.”

O termo “escrevivência” foi criado por uma importante autora da literatura afro-brasileira, que traduziu a experiência da mulher negra nas páginas de obras como “Ponciá Vicêncio” e “Olhos d’água”. Assinale a alternativa que apresenta o nome da autora a quem os trechos se referem.
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569Q938287 | Literatura, Escolas Literárias, PPL, ENEM, INEP

Sou um homem comum

brasileiro, maior, casado, reservista,

e não vejo na vida, amigo

nenhum sentido, senão

lutarmos juntos por um mundo melhor.

Poeta fui de rápido destino

Mas a poesia é rara e não comove

nem move o pau de arara.

Quero, por isso, falar com você

de homem para homem,

apoiar-me em você

oferecer-lhe meu braço

que o tempo é pouco

e o latifúndio está aí matando

[...]

Homem comum, igual

a você,

[...]

Mas somos muitos milhões de homens

comuns

e podemos formar uma muralha

com nossos corpos de sonhos e margaridas.

FERREIRA GULLAR. Dentro da noite veloz. Rio de Janeiro: José Olympio, 2013 (fragmento).

No poema, ocorre uma aproximação entre a realidade social e o fazer poético, frequente no Modernismo. Nessa aproximação, o eu lírico atribui à poesia um caráter de

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570Q936788 | Literatura, Escolas Literárias, Edital 2022, ENEM, INEP, 2022

A escrava
— Admira-me —, disse uma senhora de sentimentossinceramente abolicionistas —; faz-me até pasmar como sepossa sentir, e expressar sentimentos escravocratas,no presente século, no século dezenove! A moral religiosa e a moral cívica aí se erguem, e falam bemalto esmagando a hidra que envenena a família no mais sagrado santuário seu, e desmoraliza, e avilta a naçãointeira! Levantai os olhos ao Gólgota, ou percorrei-os emtorno da sociedade, e dizei-me:
— Para que se deu em sacrifício o Homem Deus,que ali exalou seu derradeiro alento? Ah! Então não éverdade que seu sangue era o resgate do homem! Éentão uma mentira abominável ter esse sangue compradoa liberdade!? E depois, olhai a sociedade... Não vedeso abutre que a corrói constantemente!... Não sentis adesmoralização que a enerva, o cancro que a destrói?
Por qualquer modo que encaremos a escravidão, elaé, e será sempre um grande mal. Dela a decadência docomércio; porque o comércio e a lavoura caminham demãos dadas, e o escravo não pode fazer florescer a lavoura:porque o seu trabalho é forçado.
REIS, M. F. Úrsula outras obras, Brasília: Câmara dos Deputados, 2018
Inscrito na estética romântica da literatura brasileira,o conto descortina aspectos da realidade nacional no século XIX ao
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571Q1025697 | Literatura, Teoria Literária, Edital n 31, SEDF, Quadrix, 2022

Texto associado.

Texto para o item.

Guardou a mão no bolso pra ainda ocupar menos lugar; encontrou um pedaço de giz; apertou ele com força e o giz se partiu em dois. Com um barulhinho gostoso mesmo. Barulhinho de escola. Vera lembrou da professora quebrando um pedaço de giz e escrevendo no quadro-negro. Pensou: quadro-negro é escuro assim. Quem sabe o giz também riscava a escuridão?

Tirou a mão do bolso devagarinho. Tomou coragem e experimentou desenhar na frente dela a roda de um sol. E não é que saiu? Vera ficou tão feliz que berrou:

— O escuro é que nem quadro-negro, Alexandre! Alexandre foi pra junto dela; pegou o outro pedaço de giz, e foi desenhando também. Uma casa. Uma árvore. Uma onda no mar. Quanto mais os dois desenhavam, menos iam se importando com o escuro. Fizeram uma flor nascendo, um rio correndo, dois besouros se encontrando; fizeram cada desenho lindo. E quanto menos se importavam com o escuro, mais gostoso iam desenhando. De repente, Alexandre teve uma ideia gozada:

— Vou desenhar a cara do medo.

Vera se assustou de novo:

— Psiu! fala baixo.


— Por quê?

— Ele pode não gostar da ideia.

— Mas ele ainda anda por aí?

— Acho que sim.

Alexandre achou melhor não dizer mais nada, mas começou a desenhar uma cara esquisita, toda inchada de um lado:

— O medo tá com dor de dente. — E riu baixinho.

O Pavão gostou tanto de ouvir Alexandre rindo, que riu também.

Vera entrou na brincadeira: desenhou no medo uma orelha inchada e disse que ele estava com dor de ouvido também (…). E não se importaram mais se o medo ia ouvir ou não: desabaram numa gargalhada.

Lygia Bojunga. A casa da madrinha. Casa Lygia Bojunga:

Rio de Janeiro, 2015 (com adaptações).


Com base no texto apresentado, julgue o item, relativos à literatura infantil brasileira.
A reescrita de mitos clássicos presente na obra de Monteiro Lobato influencia a narrativa de Lygia Bojunga, como no modo lúdico a partir do qual o fragmento aborda o medo.

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572Q945903 | Literatura, Escolas Literárias, Segundo Semestre, PUC SP, PUC SP, 2018

In relation to the issue raised about “the type of education benefits the federal law requires of schools” (paragraph 6) , Chief Justice John G. Roberts wrote that the IDEA requires that educational programs should
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573Q908220 | Literatura, Escolas Literárias, Assistente Social, Prefeitura de Potim SP, MS CONCURSOS, 2024

As obras Olhai os Lírios do Campo, Incidente em Antares, Caminhos Cruzados e Música ao Longe, pertencem a:

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574Q898530 | Literatura, Escolas Literárias, Procurador Jurídico, Câmara de Itapaci GO, MS CONCURSOS, 2024

“Negação do Positivismo, do Cientificismo, do Materialismo, criação poética como fruto do inconsciente, da intuição, da sugestão, do eu-profundo, da associação de ideias e imagens, complexidade na relação eu/mundo. Espiritualismo, misticismo, subjetivismo intenso, ocultismo, ânsia de superação, de fuga do terreno, comunhão com os Astros, o Espírito, o Alto, a Alma, o Infinito, a Essência, o Desconhecido. Fixação pela Idade Média e por vocabulário litúrgico de ambiência eclesiástica, tom vago, impreciso, nebuloso, poesia hermética, ilógica, indireta, obscura, rompendo com a lógica discursiva, a poesia como mistério. Musicalidade através das aliterações, emprego de maiúsculas alegorizantes, reticências”.
Estamos nos referindo ao:
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575Q915000 | Literatura, Serralheiro, SAEP de Pirassununga SP, Avança SP, 2023

Qual das seguintes afirmações é verdadeira em relação à diferença entre textos literários e não-literários?

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576Q903029 | Literatura, Escolas Literárias, Língua Portuguesa, Prefeitura de Ubajara CE, CETREDE, 2024

Considere as seguintes afirmações sobre o Concretismo.

I. O movimento foi liderado por Décio Pignatari e os irmãos Augusto e Haroldo de Campos.

II. Os poetas concretos propõem uma concepção poética baseada na geometrização da linguagem.

III. Foi um movimento de renovação formal e estética da poesia brasileira, mas sua importância ficou restrita à década de 1950.


Marque a opção que indica a(s) afirmativa(s) CORRETA(S).
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577Q986253 | Literatura, Professor de Letras e Literatura 40 Horas, Prefeitura de Rolim de Moura RO, IBADE, 2025

No processo de construção da identidade literária brasileira, os temas do índio e do negro assumiram diferentes funções simbólicas e sociais.

Sobre o tema analise as afirmativas e assinale a alternativa correta.
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578Q1025684 | Literatura, Realismo, Edital n 31, SEDF, Quadrix, 2022

Texto associado.
O tema negro não é único ou obrigatório, nem se transforma em uma camisa de força para o autor afro-descendente, o que redundaria em visível empobrecimento. Por outro lado, nada obriga que a matéria ou o assunto negro estejam ausentes da escrita dos brancos, atraídos desde cedo pela busca do exótico e da cor local. Nas primeiras décadas do Modernismo, auge da moda primitivista e negrista na literatura e nas artes de vanguarda, ocorrem inúmeras apropriações, incorporadas a textos hoje clássicos, apesar da advertência de Oswald de Andrade contra a “macumba para turistas”. Por isto mesmo, é preciso enfatizar que a adoção da temática afro não deve ser considerada isoladamente e, sim, em sua interação com outros fatores, como autoria e ponto de vista.

Eduardo de Assis Duarte. Literatura afro-brasileira: um conceito em construção. In: Estudos de literatura brasileira contemporânea, n.º 31, 2008, p. 14 (com adaptações).
Considerando o texto acima e os diversos aspectos relacionados à literatura afro-brasileira, julgue o item.
No final do século XIX, obras como O bom crioulo e O cortiço, identificadas pela historiografia como naturalistas, trouxeram não só aquilo que o autor do texto chama de tema negro, mas também a autoria e o ponto de vista afro-descendentes.
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579Q904373 | Literatura, Escolas Literárias, Português, Prefeitura de Jaraguá GO, Instituto Access, 2024

Castro Alves, foi um dos mais importantes poetas brasileiros do século 19. Ele pertence à terceira geração do Romantismo e é conhecido pelo universalismo e por pertencer a geração condoreira, mostrando seu engajamento abolicionista. Qual é o apelido pelo qual Castro Alves ficou conhecido e qual é a temática predominante em sua poesia?
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580Q937664 | Literatura, Escolas Literárias, Primeiro e Segundo Dia, ENEM, INEP

Texto associado.
Mal secreto

Se a cólera que espuma, a dor que mora
N’alma, e destrói cada ilusão que nasce,
Tudo o que punge, tudo o que devora
O coração, no rosto se estampasse;
Se se pudesse, o espírito que chora,
Ver através da máscara da face,
Quanta gente, talvez, que inveja agora
Nos causa, então piedade nos causasse!
Quanta gente que ri, talvez, consigo
Guarda um atroz, recôndito inimigo,
Como invisível chaga cancerosa!
Quanta gente que ri, talvez existe,
Cuja ventura única consiste
Em parecer aos outros venturosa!

CORREIA. R In: PATRIOTA, M. Para compreender Raimundo Correia. Brasilia: AFhambra, 1995.

Coerente com a proposta parnasiana de cuidado formal e racionalidade na condução temática, o soneto de Raimundo Correia reflete sobre a forma como as emoções do indivíduo são julgadas em sociedade. Na concepção do eu lírico, esse julgamento revela que
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