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Questões de Concursos Português

Resolva questões de Português comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


241Q54017 | Português, Crase

Assinale o exemplo de crase facultativa
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242Q15463 | Português, Predicado

Quando chamar tem o sentido de qualificar, pode-se construir o período, por exemplo, com objeto direto mais predicativo. Tudo isso se observa na alternativa:
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243Q2776 | Português, Ortografia e Pontuação

Marque a opção em que a palavra é escrita com s.
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244Q54799 | Português, Noções de Fonética

A palavra CANCIONEIRO possui quantos fonemas:
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245Q55603 | Português, Gêneros Textuais

O trabalho com a disciplina língua portuguesa deve levar o aluno a compreender que diferentes intenções comunicativas geram diferentes usos sociais que, por sua vez, determinam 
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246Q8497 | Português, Fonemas e Letras

As palavras “pandemônio”, “derreado” e “oxalá” apresentam, respectivamente:
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247Q8491 | Português, Encontro Vocálico e Consonantais

Na frase “nossa verdadeira imagem não é construída de favores”, há:

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248Q118351 | Português, Acentuação Gráfica, Analista de Sistemas, CODENI RJ, MS CONCURSOS

Texto associado.

Leia a tirinha abaixo com atenção para responder às questões que seguem:

Imagem 001.jpg

Na tirinha, aparecem acentuadas apenas:

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249Q2775 | Português, Ortografia e Pontuação

A frase inteiramente de acordo com a norma culta é:
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250Q52692 | Português, Sargento da Aeronáutica, EEAR, FAB, 2018

Em relação à concordância nominal, assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas.

I - —______, diziam as moças, em uníssono, para o professor de português, após a aprovação no certame.
II - São ______ a fome e o desprezo.
III - É _____ paciência com candidatos recursivos. 
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251Q55685 | Português, Vícios da Linguagem

Vivia longe dos homens, só se dava bem com animais. Os seus pés duros quebravam espinho e não sentiam a quentura da terra. Montado, confundia-se com o cavalo, grudava-se a ele. E falava uma linguagem cantada, monossilábica e gutural, que o companheiro entendia. A pé, não se aguentava bem. Pendia para um lado, para o outro, cambaio, torto e feio. Às vezes utilizava, na relação com as pessoas, a mesma língua com que se dirigia aos brutos – exclamações, onomatopeias. Na verdade, falava pouco. Admirava as palavras compridas e difíceis da gente da cidade, tentava reproduzir algumas, em vão, mas sabia que elas eram inúteis e talvez perigosas.
Graciliano Ramos - Vidas Secas - excerto

Analise as afirmativas feitas sobre o texto.

1. O texto ressalta a identificação do personagem com o mundo animal.
2. Há presente no texto palavras que atestam a rudeza do personagem no aspecto físico.
3. A última frase do texto mostra que o personagem tem receio da cultura e valores do mundo cultural e, assim, não quer aprendê-la. A expressão “em vão” é que traz ao leitor esse sentido.
4. As duas expressões sublinhadas no texto têm a mesma classificação: adjunto adverbial.
5. Por falar uma linguagem cantada, monossilábica e gutural, o personagem cometia vícios de linguagem.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
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252Q667020 | Português, Interpretação de Textos, Vestibular ENEM, ENEM, INEP

Texto associado.
TEXTO I
Entrevistadora – eu vou conversar aqui com a professora A. D. … o português então não é uma língua difícil?
Professora – olha se você parte do princípio… que a língua portuguesa não é só regras gramaticais… não se você se apaixona pela língua que você… já domina que você já fala ao chegar na escola se o teu professor cativa você a ler obras da literatura… obras da/ dos meios de comunicação… se você tem acesso a revistas… é… a livros didáticos… a… livros de literatura o mais formal o e/ o difícil é porque a escola transforma como eu já disse as aulas de língua portuguesa em análises gramaticais.
TEXTO II
Entrevistadora – Vou conversar com a professora A. D. O português é uma língua difícil?
Professora – Não, se você parte do princípio que a língua portuguesa não é só regras gramaticais. Ao chegar à escola, o aluno já domina e fala a língua. Se o professor motivá-lo a ler obras literárias, e se tem acesso a revistas, a livros didáticos, você se apaixona pela língua. O que torna difícil é que a escola transforma as aulas de língua portuguesa em análises gramaticais.
MARCUSCHI, L. A. Da fala para a escrita: atividades de retextualização.
São Paulo: Cortez, 2001 (adaptado).
O Texto I é a transcrição de uma entrevista concedida por uma professora de português a um programa de rádio. O Texto II é a adaptação dessa entrevista para a modalidade escrita. Em comum, esses textos
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253Q55533 | Português, Conjunções

Analise as frases a seguir:

I. Quero acordar mais cedo, mas durmo tarde todos os dias.
II. Quero acordar mas cedo, mais durmo tarde todos os dias.

Marque o item VERDADEIRO: 
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254Q55020 | Português, Estrutura do Verbo

Leia o fragmento a seguir para responder à questão.

Trata-se de um pessoa tão especial, tão rara, tão fundamental que medirá os gestos e revisará os ímpetos. Faz questão de expor publicamente o que confia em segredo, não dá chance para mentiras e ambiguidades.

Em “medi”, o fragmento em destaque se classifica como: 
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255Q62001 | Português, Interpretação de Textos, Soldado da Polícia Militar, Polícia Militar MG, 2018

Texto associado.
Passeio noturno

Cheguei em casa carregando a pasta cheia de papéis, relatórios, estudos, pesquisas, propostas, contratos. Minha mulher, jogando paciência na cama, um copo de uísque na mesa de cabeceira, disse, sem tirar os olhos das cartas, você está com um ar cansado. Os sons da casa: minha filha no quarto dela treinando impostação de voz, a música quadrifônica do quarto do meu filho. Você não vai largar essa mala?, perguntou minha mulher, tira essa roupa, bebe um uisquinho, você precisa aprender a relaxar.
Fui para a biblioteca, o lugar da casa onde gostava de ficar isolado e como sempre não fiz nada. Abri o volume de pesquisas sobre a mesa, não via as letras e números, eu esperava apenas. Você não pára de trabalhar, aposto que os teus sócios não trabalham nem a metade e ganham a mesma coisa, entrou a minha mulher na sala com o copo na mão, já posso mandar servir o jantar? 
A copeira servia à francesa, meus filhos tinham crescido, eu e a minha mulher estávamos gordos. É aquele vinho que você gosta, ela estalou a língua com prazer. Meu filho me pediu dinheiro quando estávamos no cafezinho, minha filha me pediu dinheiro na hora do licor. Minha mulher nada pediu, nós tínhamos conta bancária conjunta. Vamos dar uma volta de carro?, convidei. Eu sabia que ela não ia, era hora da novela. Não sei que graça você acha em passear de carro todas as noites, também aquele carro custou uma fortuna, tem que ser usado, eu é que cada vez me apego menos aos bens materiais, minha mulher respondeu.
Os carros dos meninos bloqueavam a porta da garagem, impedindo que eu tirasse o meu. Tirei os carros dos dois, botei na rua, tirei o meu, botei na rua, coloquei os dois carros novamente na garagem, fechei a porta, essas manobras todas me deixaram levemente irritado, mas ao ver os pára-choques salientes do meu carro, o reforço especial duplo de aço cromado, senti o coração bater apressado de euforia. Enfiei a chave na ignição, era um motor poderoso que gerava a sua força em silêncio, escondido no capô aerodinâmico. Saí, como sempre sem saber para onde ir, tinha que ser uma rua deserta, nesta cidade que tem mais gente do que moscas. Na avenida Brasil, ali não podia ser, muito movimento. Cheguei numa rua mal iluminada, cheia de árvores escuras, o lugar ideal. Homem ou mulher? Realmente não fazia grande diferença, mas não aparecia ninguém em condições, comecei a ficar tenso, isso sempre acontecia, eu até gostava, o alívio era maior. Então vi a mulher, podia ser ela, ainda que mulher fosse menos emocionante, por ser mais fácil. Ela caminhava apressadamente, carregando um embrulho de papel ordinário, coisas de padaria ou de quitanda, estava de saia e blusa, andava depressa, havia árvores na calçada, de vinte em vinte metros, um interessante problema a exigir uma grande dose de perícia. Apaguei as luzes do carro e acelerei. Ela só percebeu que eu ia para cima dela quando ouviu o som da borracha dos pneus batendo no meio-fio. Peguei a mulher acima dos joelhos, bem no meio das duas pernas, um pouco mais sobre a esquerda, um golpe perfeito, ouvi o barulho do impacto partindo os dois ossões, dei uma guinada rápida para a esquerda, passei como um foguete rente a uma das árvores e deslizei com os pneus cantando, de volta para o asfalto. Motor bom, o meu, ia de zero a cem quilômetros em nove segundos. Ainda deu para ver que o corpo todo desengonçado da mulher havia ido parar, colorido de sangue, em cima de um muro, desses baixinhos de casa de subúrbio.
Examinei o carro na garagem. Corri orgulhosamente a mão de leve pelos pára-lamas, os pára-choques sem marca. Poucas pessoas, no mundo inteiro, igualavam a minha habilidade no uso daquelas máquinas.
A família estava vendo televisão. Deu a sua voltinha, agora está mais calmo?, perguntou minha mulher, deitada no sofá, olhando fixamente o vídeo. Vou dormir, boa noite para todos, respondi, amanhã vou ter um dia terrível na companhia. 

Referência: FONSECA, Rubem. Passeio Noturno, in: Contos Reunidos. São Paulo: Companhia das Letras. 1994.
Com base no texto “Passeio noturno” responda as questões abaixo

Marque a alternativa CORRETA que corresponda ao perfil psicológico do personagem protagonista da história:
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256Q5898 | Português, Adjetivos, ENEM

Nos segmentos torres gêmeas, manchete ruim, jornal brasileiro e filme açucarado, os adjetivos de caráter claramente objetivo são:
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257Q27987 | Português, Tipos de Frases

Assinale o tipo de frase que pode ser identificado em A população deseja saber se essas medidas de combate ao mosquito serão eficazes:
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258Q8487 | Português, Substantivo

Dados os substantivos “caroço”, “imposto”, “coco” e “ovo”, conclui-se que, indo para o plural a vogal tônica soará aberta em:
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259Q55623 | Português, Variação Linguística

Leia um trecho de um poema de Patativa do Assaré

Eu e o sertão
Sertão, argúem te cantô,
Eu sempre tenho cantado
E ainda cantando tô,
Pruquê, meu torrão amado,
Munto te prezo, te quero
E vejo qui os teus mistéro
Ninguém sabe decifrá.
Atua beleza é tanta,
Qui o poeta canta, canta,
E inda fica o qui cantá.

EU E O SERTÃO - Cante lá que eu canto Cá - Filosofia de um trovador nordestino - Ed.Vozes, Petrópolis, 1982)

Sobre o fragmento do texto “Eu e o sertão”, coloque V para as proposições verdadeiras, e F para as Falsas.

( ) A linguagem utilizada no poema é repleta de informalidade, regionalismos, sem seguir a norma padrão, termos aglutinados, com redução fonética, resultado da tentativa de expressar com fidelidade o modo particular de falar do povo, expressão verbal de sua cultura e variação linguística.
( ) Este modelo de registro linguístico mostra a inferioridade e nível baixo de escolaridade de um grupo social.
( ) O texto é um poema com características ditas populares.
( ) O registro dos vocábulos presentes nos versos apontam para a variedade linguística de grupos que habitam determinada região brasileira.
( ) No texto, predomina a valorização da linguagem coloquial, ou seja, aquela usada de modo informal, desrespeitando o padrão culto da língua, este considerado como o único aceitável dentro do recurso estilístico utilizado na linguagem poética.

O preenchimento CORRETO dos parênteses está na alternativa
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260Q55530 | Português, Conjunções

Com referência às palavras “mas” (conjunção), “más” (adjetivo) e “mais” (advérbio), assinale a alternativa incorreta:  
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