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Questões de Concursos Português

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2741Q101623 | Português, Ortografia, Analista Administrativo, TJ SC, TJ SC

Assinale a alternativa que NÃO apresenta erro de ortografia:

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2742Q100227 | Português, Interpretação de Textos, Analista Administrativo Administração, ANATEL, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

Só falta agora proibir as canetas

1 O celular é uma arma. A frase tem sido repetida à
exaustão. Logo, a solução é bloqueá-lo ou desligar as antenas
transmissoras nas proximidades dos presídios, mesmo que a
4 medida isole e prejudique centenas de milhares de cidadãos
inocentes, como já ocorre em São Paulo. Em breve,
raciocínio idêntico deverá valer para a Internet, também
7 usada por bandidos, pedófilos e fraudadores cibernéticos.
Ou para automóveis, pois eles matam milhares de pessoas
por ano no Brasil. Ou para a gasolina, porque ela pode
ser 10 usada na fabricação de coquetéis molotov. Ou, ainda, por
absurdo, para as canetas, instrumentos usados para preencher
cheques sem fundos.
13 O grande vilão não é o celular, mas a situação do
sistema penitenciário e a falta de prioridade das questões de
segurança pública no Brasil. Falta quase tudo nospresídios
16 brasileiros: pessoal qualificado, infra-estrutura adequada,
recursos tecnológicos mínimos e fiscalização rigorosa. A
justiça sequer classifica como falta grave o uso do celular
19 pelos presos.
O desligamento das estações retransmissoras mais
próximas é medida precária e vulnerável, porque qualquer
22 delinqüente pode reorientar uma antena remota, até
5 quilômetros de distância, direcionando o sinal do celular
para os presídios. Um único telefone celular GSM de alta
25 sensibilidade permitirá que, dentro do presídio, os presos
captem até o mais tênue sinal e repassem esse aparelho de
mão em mão, usando diferentes chips (SIM cards).
28 Além de pouco eficaz no combate ao crime, esse
tipo de guerra contra o celular está prejudicando mais de
200.000 usuários que moram, trabalham ou transitam nos
31 bairros próximos aos presídios até alguns quilômetros de
distância. Ethevaldo Siqueira. Veja, 31/5/2006 (com adaptações).

Julgue os itens aseguir com base no texto ao lado - "Só falta agora proibir as canetas".

Quanto à tipologia textual, esse texto classifica-se como narrativo-descritivo, visto que apresenta fatos ordenados de forma cronológica.

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2743Q55015 | Português, Interjeições

Food truck: saiba como surgiu essa moda 
Redação Super 
13 de março de 2015 

Por Anna Carolina Aguiar

Se o raio gourmetizador já atingiu os restaurantes da sua cidade, é bem possível que a moda dos food trucks também tenha chegado junto. Coloridos e modernos, os veículos (que são móveis, mas que geralmente ficam permanentemente estacionados num lugar só) oferecem ao consumidor comidas bem variadas: hambúrgueres, massas, coxinhas, brigadeiros, tapiocas, vinhos, wraps, comidas regionais típicas e outras especialidades gastronômicas. Quem vê até pensa que essa moda surgiu agora, com essa história de chefs de cozinha virarem estrelas de reality shows e a alta culinária ficar mais acessível. Mas o conceito do food truck veio bem antes da primeira temporada de MasterChef na TV. 

“Claro, ué! Lá na minha rua tem um carrinho de cachorro-quente estacionado há 30 anos, bem antes da moda gourmet". É verdade. Mas a gente garante que a história do primeiro food truck também apareceu antes do seu hamburgão de esquina favorito. 

Em 1872, o americano Walter Scott vendia tortas, sanduíches e cafés em uma carroça. Seus clientes eram os trabalhadores de jornais de Providence, no estado de Rhode Island, Estados Unidos. O modelo foi muito copiado e se espalhou para outras regiões dos EUA. No final da década seguinte, um sujeito chamado Thomas H. Buckley começou a fabricar carroças preparadas especialmente para servir comidas, com ímãs, refrigeradores e até fogões acoplados. Os modelos eram muito coloridos e chamativos. 

Após a Segunda Guerra Mundial, caminhões de comida móveis alimentavam os trabalhadores dos subúrbios nos EUA, regiões que tinham poucos restaurantes e uma população cada vez maior. Nessa época, os food trucks eram sinônimo de comida barata, sem muita preocupação com a qualidade. E foi mais ou menos assim durante todo o século 20. 

Até que veio a crise de 2008, que derrubou a economia americana e levou junto muitos restaurantes tradicionais. Quando os EUA começaram a se recuperar, alguns empreendedores tiveram a ideia de levar comida de qualidade pra rua investindo pouco. Outra vantagem dos carrinhos e trailers era a possibilidade de mudar de lugar de acordo com a demanda da população. Pronto, estava aí a solução. Essa coisa meio amadora, dos carrinhos de comida, foi incorporada ao conceito e os donos de food trucks resolveram incrementar o cardápio, com itens gourmet. 

A moda chegou ao Brasil em 2012, quando os primeiros food trucks gourmet surgiram em São Paulo. Agora, os parques de food truck já fazem parte do roteiro turístico das grandes cidades brasileiras e da paisagem urbana. Deu tão certo que a moda gourmet fez surgir uma outra tendência da ~alta gastronomia~ acessível: a das paletas mexicanas, que não existem no México. Mas isso é assunto para outro post. 

Adaptado de:< http://super.abril.com.br/blogs/historia-sem-fim/page/2/>

Claro, ué!
A palavra sublinhada acima faz parte de uma classe de palavras que exprimem emoções, sensações e estados de espírito, e que, muitas vezes, valem por uma estrutura linguística mais elaborada, pois, têm um sentido completo. Qual classe é essa?
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2744Q54998 | Português, Causa e Consequência

Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão.

1 As rápidas e crescentes mudanças no setor da comunicação puseram em xeque os antigos modelos de negócios. As novas rotinas criadas a partir das plataformas digitais produziram um complexo cenário de incertezas. Vivemos um grande desafio.
2 É preciso refletir sobre a mudança de paradigmas, uma vez que a criatividade e a capacidade de inovação - rápida e de baixo custo - serão fundamentais para a sobrevivência das organizações tradicionais e para o sucesso financeiro das nativas digitais. Mas é preciso, também, que façamos uma autocrítica sobre o modo como vemos o mundo e a maneira como dialogamos com ele.
3 Antes da era digital, em quase todas as famílias existia um álbum de fotos. Lembram disso? Lá estavam as nossas lembranças, os nossos registros afetivos. Muitas vezes abríamos o álbum e a imaginação voava.
4 Agora fotografamos tudo compulsivamente. Nosso antigo álbum foi substituído pelas galerias de fotos digitais de nossos dispositivos móveis. Temos excesso de fotos, mas falta o mais importante: a memória afetiva, a curtição daqueles momentos. Pensamos que o registro do momento reforça sua lembrança, mas não é assim. Milhares de fotos são incapazes de superar a vivência de um instante. É importante guardar imagens. Porém, é mais importante viver cada momento com intensidade. As relações afetivas estão sucumbindo à coletiva solidão digital.
5 Algo análogo se dá com o consumo da informação. Navegamos freneticamente no espaço virtual. A fragmentação dos conteúdos pode transmitir certa sensação de liberdade, já que não dependemos, aparentemente, de ninguém. Somos os editores do nosso diário personalizado. Será? Não creio, sinceramente. Uma enxurrada de estímulos dispersa a inteligência. Ficamos reféns da superficialidade. Perdemos contexto e sensibilidade crítica.

Adaptado de: DI FRANCO, Carlos Alberto. Disponível em: opiniao.estadao.com.br)

É importante guardar imagens. Porém, é mais importante viver cada momento com intensidade. (4º parágrafo)

Sem que nenhuma outra alteração seja feita na frase, as relações de sentido e a correção do segmento acima estarão preservadas caso se substitua o elemento sublinhado por

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2745Q41892 | Português, Soldado da Polícia Militar, Polícia Militar MA, FGV

                                Segurança Pública: balanço de 2011

        Mais um ano termina e os dilemas da segurança pública no Brasil persistem. Em 2011, tivemos algumas novidades. Mas, no geral, os indicadores de crimes e a desarticulação das agências encarregadas pela segurança no Brasil sinalizam que há um longo caminho a ser percorrido.
        Não obstante alguns avanços, essa política continua demonstrando que “remendos novos em panos velhos”, se necessários, são insuficientes para uma transformação do setor.
                                                                                                                                                                                (Robson Sávio Reis Souza) 

Entre as críticas à segurança constantes no texto, a principal é a de 
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2746Q27498 | Português, Sintaxe, Técnico em Informática, Câmara de Presidente Olegário MG, FUMARC

Texto associado.
HISTÓRIA E CULTURA DE PRESIDENTE OLEGÁRIO

     O calendário de eventos da cidade de Presidente Olegário conta com algumas festas, religiosas e profanas. O evento de maior tradição é a Festa de Nossa Senhora da Abadia de Andrequicé, localidade situada cerca de 60 km da sede; esta festa acontece no mês de agosto, e a comemoração propriamente dita tem lugar no dia 15 deste mês. É importante lembrar que a Romaria de Andrequicé (festa irmã da Romaria de Água Suja), tem origens no final do século XIX, quando da doação do terreno e início das celebrações e peregrinações em homenagem à Nossa Senhora da Abadia.
     Nos dias hodiernos, a romaria conta com a presença de romeiros de diferentes partes do Estado de Minas Gerais e de flhos da terra residentes em outros estados e distritos. Ainda no âmbito das festas religiosas, durante o mês de janeiro, o município conta com uma gama de Folias de Reis, realizadas em diferentes localidades rurais e no distrito sede. Em janeiro acontece também a Festa em Louvor a São Sebastião, que tem lugar na localidade de Pissarrão. Até bem pouco tempo, contávamos ainda com a Congada em Louvor a Nossa Senhora do Rosário, festa bonita e interessante por sua natureza e constituição mas que, por motivos outros, deixou de acontecer nesta cidade gloriosa e triste pelo esquecimento de algumas tradições.
     Outra tradição que malgradamente caiu no ocaso foi a bela Contradança dos Godinhos, folguedo iniciado em princípios do século XX pela família que dá nome à dança e que transita entre o sagrado e o profano, constituindo um joguete em que homens constituem pares nos quais a outra parte é um homem vestido de mulher (talvez em protesto ao arraigado patriarcalismo católico cristão do estado das Gerais), dançando ao som de uma sanfona, baixos e um violão e ciceroneados por um palhaço. É interessante notar que a profanação está justamente no vestir-se de mulher e questionar os tabus estabelecidos pelos costumes civeis e religiosos e a sagração, ou seja, a manutenção do sagrado nos símbolos sagrados do catolicismo estampados nas vestimentas dos participantes. A tradição, infelizmente, vem se perdendo, em parte por falta de investimentos de recursos públicos, através das secretarias de cultura, em parte pelo crescente afastamento das gerações hodiernas em manifestações culturais tradicionais, de forma que há apenas uma pessoa que ainda detém parte do conhecimento desta Contradança.
     Outra interessante Festa, que vem perdendo, infelizmente, suas forças ao longo dos anos, é a Festa da Produção, durante a qual o município, através da Prefeitura Municipal e do Sindicado dos Produtores Rurais, expõe, discute e negocia os produtos agropecuários da cidade, além de promover shows musicais no parque de exposições e atrações culturais em diferentes pontos da cidade. Infelizmente, como fora dito, esta festa também tem perdido suas forças, mas nada que não possa ser resolvido com força de vontade e investimentos efetivos nos setores de educação e cultura, principalmente.
     No distrito da Galena também existe uma festa tradicional que é a Festa de Reis, em devoção aos Três Reis que visitaram o menino Jesus após o seu nascimento, ela acontece a partir do dia 25 de dezembro, quando começa a visita da folia nas casas e nas fazendas e no dia 05 de janeiro (dia dos Santos Reis) o dia da Festa, quando todos se reúnem para rezar e comemorar o dia dos Santos Reis.

(Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre)
Na frase: “... É interessante notar que a profanação está justamente no vestir-se de mulher e questionar os tabus estabelecidos pelos costumes civeis e religiosos e a sagração, ou seja, a manteneção do sagrado nos símbolos sagrados do catolicismo…”

O termo destacado esta CORRETAMENTE atribuído a
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2747Q25084 | Português, Interpretação de Textos, Vestibular ENEM, ENEM, INEP

Cordel resiste à tecnologia gráfica

O Cariri mantém uma das mais ricas tradições da cultura popular. É a literatura de cordel, que atravessa os séculos sem ser destruída pela avalanche de modernidade que invade o sertão lírico e telúrico. Na contramão do progresso, que informatizou a indústria gráfica, a Lira Nordestina, de Juazeiro do Norte, e a Academia dos Cordelistas do Crato conservam, em suas oficinas, velhas máquinas para impressão dos seus cordéis.
A chapa para impressão do cordel é feita à mão, letra por letra, um trabalho artesanal que dura cerca de uma hora para confecção de uma página. Em seguida, a chapa é levada para a impressora, também manual, para imprimir. A manutenção desse sistema antigo de impressão faz parte da filosofia do trabalho. A outra etapa é a confecção da xilogravura para a capa do cordel.
As xilogravuras são ilustrações populares obtidas por gravuras talhadas em madeira. A origem da xilogravura nordestina até hoje é ignorada. Acredita-se que os missionários portugueses tenham ensinado sua técnica aos índios, como uma atividade extra-catequese, partindo do princípio religioso que defende a necessidade de ocupar as mãos para que a mente não fique livre, sujeita aos maus pensamentos, ao pecado. A xilogravura antecedeu ao clichê, placa fotomecanicamente gravada em relevo sobre metal, usualmente zinco, que era utilizada nos jornais impressos em rotoplanas.

VICELMO, A. Disponível em: www.onordeste.com. Acesso em: 24 fev. 2013 (adaptado).

A estratégia gráfica constituída pela união entre as técnicas da impressão manual e da confecção da xilogravura na produção de folhetos de cordel
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2748Q24529 | Português, Auxiliar de Serviços Gerais, CISCOPAR

Texto associado.
Cinco substâncias tóxicas encontradas naturalmente em frutas e verduras 

    Não há dúvidas de que frutas e verduras são parte fundamental de uma dieta saudável e balanceada. Mas entre as frutas e verduras também se encontram, naturalmente, algumas substâncias potencialmente ruins. Um exemplo é a banana: elas têm potássio, um elemento crucial para o bom funcionamento do organismo. Mas, o consumo demasiado de potássio pode ter efeitos como palpitação irregular do coração, dor de estômago, náusea e diarreia. Outras frutas e verduras têm toxinas que, em quantidades substânciais, podem causar efeitos adversos.
    "As razões de (essas frutas e verduras) terem toxinas nem sempre são conhecidas. Às vezes é (culpa de) um pesticida natural para evitar o ataque de insetos. Ou uma forma de a planta se proteger de danos causados pelo clima, a luz do sol ou micróbios", explicou o setor de recomendações ao consumidor do governo da Nova Zelândia.
    Os especialistas afirmam que, apesar destes fatos, não há motivos para preocupações. "É a dose que faz o veneno", disse o cientista Ed Blonz, em um artigo publicado no site da organização American Cancer Society. Na maioria dos casos, só haveria danos no caso do consumo de uma enorme quantidade de frutas ou verduras. Mesmo assim, as autoridades de saúde em vários países recomendam precaução com os alimentos que têm as seguintes substâncias tóxicas: glicosídeos cianogênicos, glicoalcaloides (solanina), lectinas, nitratos e cumarina.
Dentre as frutas e legumes, a seguir, indique aquela que contém a grafia INCORRETA:
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2749Q13187 | Português, Administrador, PRODEST ES, VUNESP

Texto associado.
     As tecnologias de Big Data chegaram silenciosamente, mudan do a estratégia de muitos negócios. Fatos dignos de ficção científica, como lojas de departamentos capazes de identificar se suas consumidoras estão grávidas a partir do padrão de consumo e serviços de busca mapeando em tempo real o progresso de pandemias, já são notícia velha.
     Empresas e instituições de vários tipos e tamanhos hoje são capazes de coletar dados a partir de várias fontes, combinando-os em sistemas de armazenamento da ordem de petabytes (mil terabytes), e analisá-los em busca de padrões. O resultado são previsões melhores, serviços mais personalizados e mensagens mais bem dirigidas, estimulando decisões mais bem informadas e mais seguras.
     Da mesma forma que os grandes volumes de dados mudam a gestão de corporações, uma nuvem de pequenas informações pessoais, conectadas, começa a provocar uma mudança de costumes. São dados que registram o que uma pessoa sabe a respeito de si própria: o que fez, quem conhece, aonde foi, como dormiu, quanto pesa, como passa o tempo.
     Mensuração e análise são ótimas. Sem elas é quase impossível progredir. Mas é preciso cautela em seu uso. A obsessão por elas, da mesma forma que a procura desesperada por seguidores nas mídias sociais, pode piorar uma situação, deixando seu usuário viciado nas estatísticas que deveriam libertá-lo.
     QI, placares e centímetros de bíceps são métricas observáveis e fáceis de comparar. Mas isso não quer dizer que sejam as melhores ou mesmo as certas. Um funcionário pontual nem sempre é o melhor funcionário, mais conexões não significam mais conhecimento.
     Além do mais, o que é o certo? A preocupação excessiva com as métricas pessoais pode levar à padronização e à robotização de seus usuários, um efeito colateral bastante desagradável. Em situações extremas pode até criar autômatos ou estimular comportamentos doentios, como anorexia ou bulimia.
     De qualquer forma, a ignorância nunca é uma bênção. Os benefícios do autoconhecimento são incomparáveis. Mas para isso é preciso um pouco de trabalho. Não basta apenas coletar os dados, deve-se também refletir sobre eles e planejar novas metas periodicamente, aprendendo a identificar padrões de comportamento nocivos e recorrentes. Nesses termos, a quantificação pessoal só deve fazer bem.

(Luli Radfaher, Little data. Disponível em: http: www1.folha.uol.com.br. Acesso em: 20 mar 2014. Adaptado)
Segundo o texto, para garantir os benefícios do autoconhecimento propiciado pelas tecnologias que armazenam dados pessoais, é preciso
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2750Q5107 | Português, Soldado da Polícia Militar, Polícia Militar GO, UEG

Texto associado.
Violência no Brasil, outro olhar
A função da linguagem predominante no texto é a
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2751Q860392 | Português, Divisão Silábica

Classifique a palavras abaixo de acordo com a sílaba tônica:

I. chafariz

II. recorde

III. juiz

IV. bisturi

V. corajoso

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2752Q106311 | Português, Analista Bancário, BNB, FGV

Observe a charge a seguir.

2015_02_11_54db55abb7df7.https://www.gabarite.com.br/_midia/questao/10b543999908aa3c05502e67e4ed4aac.

Sobre essa charge, a afirmação INADEQUADA é:

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2753Q51728 | Português, Enfermeiro, CISSUL MG, IBGP

No trecho:

Ando em crise, mas não é muito grave: ando em crise com o tempo. Que estranho “presente” é este que vivemos hoje, correndo sempre por nada, como se o tempo tivesse ficado mais rápido do que a vida (da maneira que seria se o tempo...).
Nesse trecho, o verbo que está no gerúndio é
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2754Q29705 | Português, Regência, Guarda Portuário, CODESP SP, VUNESP

Assinale a alternativa em que o acento indicador da crase está corretamente empregado.
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2755Q18600 | Português, Oficial Temporário, CIAAR, FAB

Informe se é falso (F) ou verdadeiro (V) o que se afirma sobre o elemento se destacado. Em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.

( ) Em “A classificação de Vanuatu [...] se explica...”, é pronome apassivador.
( ) Em “Não se trata de uma pergunta fácil.”, é parte integrante do verbo.
( ) Em "Mas o sujeito que se encaixasse no perfil...”, é pronome apassivador.
( ) Em “Como os vanuatuenses se satisfazem...”, é conjunção integrante.
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2756Q5593 | Português, Agente de Operações de Trânsito e Transportes, Detran SP, MAKIYAMA

Texto associado.
Texto para as questões de 01 a 06.

Domingo no Parque - Gilberto Gil

O rei da brincadeira (ê, José)
O rei da confusão (ê, João)
Um trabalhava na feira (ê, José)
Outro na construção (ê, João).

A semana passada, no fim da semana/ João resolveu não
brigar.
No domingo de tarde saiu apressado/ E não foi pra Ribeira
jogar capoeira.
Não foi pra lá, pra Ribeira, foi namorar.

O José como sempre no fim da semana/ Guardou a barraca e
sumiu.
Foi fazer no domingo um passeio no parque/ Lá perto da
Boca do Rio,
Foi no parque que ele avistou Juliana/ Foi que ele viu...

Foi que ele viu Juliana na roda com João/ Uma rosa e um
sorvete na mão.
Juliana seu sonho, uma ilusão/ Juliana e o amigo João.
O espinho da rosa feriu Zé/ E o sorvete gelou seu coração.

O sorvete e a rosa (ô, José)
A rosa e o sorvete (ô, José)
Foi dançando no peito (ô, José)

Do José brincalhão (ô, José)
O sorvete e a rosa (ô, José)
A rosa e o sorvete (ô, José)
Oi, girando na mente (ô, José)
Do José brincalhão (ô, José)

Juliana girando (oi, girando)
Oi, na roda gigante (oi, girando)
Oi, na roda gigante (oi, girando)
O amigo João (João)
O sorvete é morango (é vermelho)
Oi, girando, e a rosa (é vermelha)
Oi, girando, girando (é vermelha)
Oi, girando, girando...
Olha a faca! (olha a faca!)

Olha o sangue na mão (ê, José)
Juliana no chão (ê, José)
Outro corpo caído (ê, José)
Seu amigo João (ê, José)
Amanhã não tem feira (ê, José)
Não tem mais construção (ê, João)
Não tem mais brincadeira (ê, José)
Não tem mais confusão (ê, João)

Extraído de <http://www.vagalume.com.br/gilberto-gil/domingo-noparque.html#ixzz24T348sCo>.Acesso em 22/04/2013.
De acordo com o texto, pode-se afirmar que:

I - José jogava capoeira.
II - José era feirante.
III - José tinha a ilusão de ficar com Juliana.
IV - João trabalhava na construção civil.

Está CORRETO apenas o que se afirma em:
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2757Q4106 | Português, Soldado Motorista, Bombeiro Militar RJ, FUNRIO

Texto associado.
A VIDA É FALSA

Há uma infinidade de coisas banidas da vida social. Comer frango com a mão, por exemplo. É delicioso
agarrar uma coxa com as mãos! As regras de etiqueta até permitem, mas ninguém tem coragem. As pessoas
ficam cortando pedacinhos com a faca, enquanto o osso rola no prato. E chupar o tutano? Quem nunca
provou não sabe o que está perdendo. É uma delícia. Já me avisaram:
– Você vai ficar com a boca lambuzada.
– Lambuzou, lavou! – respondo.
Na trilha do frango, vai a manga. Cravar os dentes no caroço de uma manga bem madura é inesquecível.
Todo mundo serve a fruta cortadinha. Existem frutas que nem são servidas diante de convidados. Jaca, por
exemplo. Impossível comer jaca de garfo e faca. Resultado: ninguém mais oferece. Tem gente que acha feio
até comer sanduíche com a mão. Já recebi muitos olhares de acusação, ao agarrar um cheeseburguer e meter
os dentes, enquanto a pessoa na minha frente corta os pedacinhos. São tantas as falsidades que nem sei como
me comportar. Outro dia cheguei a uma festa de aniversário e perguntei, alegre:
– Quantos anos?
A aniversariante virou a cara. Na hora do bolo, só uma vela solitária. Acabei comentando:
– Se ela botasse todas as velinhas, provocaria um incêndio!
Quase fui expulso.
Alguém me responda: como dar festa de aniversário sem que perguntem a idade?
Já me conformei. Se é para deixar de ser espontâneo, prefiro ser chamado de mal-educado. Pelo menos, a
vida se torna mais confortável.
(Walcyr Carrasco, Veja São Paulo, 6 agosto 2003, p. 138)
Em relação às regras sociais, a crônica “A vida é falsa” pretende:
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2758Q3450 | Português, Assistente Administrativo, Casa da Moeda, CESGRANRIO

Texto associado.
Em um texto, as frases relacionam-se umas com as outras, estabelecendo entre si relações que contribuem para a construção do sentido do texto. Essas relações podem não ser explicitadas por meio do uso de um conectivo, como é o caso das duas frases do fragmento abaixo. “Fui logo dizendo que não tinha, certa de que ele estava pedindo dinheiro. Não estava.” ( L. 2-4)

A relação construída entre essas duas frases pode ser expressa, sem alteração de sentido, pelo seguinte conectivo:
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2759Q3084 | Português, Assistente de Administração, Casa da Moeda, CESGRANRIO

Texto associado.

Observe a frase.

Ficou-nos a lembrança _______ a água do açude era
sadia e doce.

A frase se completa corretamente com
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2760Q860385 | Português, Fonética e Fonologia

(PUC-PR) Sobre a palavra chuvinha, afirmamos:

I. Possui oito letras.
II. Possui seis fonemas.
III. Possui dois dígrafos.
IV. É proparoxítona.

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