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Questões de Concursos Português

Resolva questões de Português comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


401Q3457 | Português, Assistente Administrativo, Casa da Moeda, CESGRANRIO

Texto associado.
Algumas palavras são acentuadas com o objetivo exclusivo de distingui-las de outras. Uma palavra acentuada com esse objetivo é a seguinte:
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402Q54832 | Português, Divisão Silábica

Marque a opção em que todas as palavras estão separadas corretamente.
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403Q5918 | Português, Acentuação Gráfica

Série corretamente acentuada:

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404Q374857 | Português, Pronome, Agente de Organização Escolar, Secretaria de Estado de Educação SP, CKM Serviços, 2018

Para se referir aos chefes dos Poderes Executivos (presidente, governadores e prefeitos), deve-se usar o pronome de tratamento Vossa:
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405Q243212 | Português, Interpretação de Textos, Técnico Administrativo, ANEEL, ESAF

Os trechos abaixo constituem um texto. Assinale a opção gramaticalmente incorreta.

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406Q31772 | Português, Interpretação de Textos, Assistente Administrativo, CRMV TO, QUADRIX

Texto associado.
Sistema de adestramento promete ensinar gatos a usarem vaso sanitário

Um pet shop online está vendendo um produto que pode ser a solução para quem tem gatos e gosta da casa organizada ou mora em lugares pequenos: é um sistema de adestramento para treinar os bichanos a usarem o banheiro e evitarem o uso de caixa de areia. O veterinário e fundador do pet shop, Márcio Waldman, explica que o sistema consiste em aros de tamanhos diferentes, que são colocados no assento até que o animal se adapte a usar o vaso sanitário.
"O produto é aplicado em fases e contém vários tamanhos de aros para serem diminuídos aos poucos até chegarem ao tamanho real do vaso sanitário. Para facilitar a adaptação, a areia é colocada neste recipiente, durante as fases", explica Márcio.
No início da adaptação, recomenda o especialista, os donos devem retirar a tradicional caixa de areia do alcance do animal por algumas horas e inserir o assento no vaso sanitário. É importante "aumentar gradativamente o período sem a caixa sanitária e com o assento no banheiro até que o gato perceba que o local a ser utilizado é o vaso sanitário", afirma.
O veterinário relata que não existe uma média de tempo para o animal se adaptar. "Alguns gatos se adaptam em poucos dias. Outros podem demorar algumas semanas para mudarem de hábito", explica. O profissional alerta que esse período de adaptação é um dos pontos negativos do produto. Como vantagem, ele ressalta a ausência de areia sanitária e da necessidade de retirar essa areia em grumos da caixa.
Márcio afirma que é muito difícil que o gato caia dentro do vaso sanitário, já que os bichanos têm um senso espacial e de equilíbrio muito maior que o dos humanos.

(g1.globo.com)
Releia este fragmento do texto:

"[...] é um sistema de adestramento para treinar os bichanos a usarem o banheiro e evitarem o uso de caixa de areia [...]"

A respeito das formas verbais destacadas acima, "usarem" e "evitarem", assinale a alternativa correta sobre a concordância verbal.
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407Q36730 | Português, Técnico Judiciário, TJ MT, UFMT

Data show

Sempre que vou falar em algum lugar, o pessoal técnico me pergunta, com antecedência, se vou usar data show. Se você não sabe, data show é uma expressão americana. Falar inglês é mais adequado tecnologicamente. Show quer dizer mostrar. E data quer dizer dados. Trata-se de um artifício para mostrar dados, que são projetados em uma tela numa sala escura. Acho que o data show pode ser útil para mostrar dados. Mas o uso que dele se faz é horrível: os palestrantes o usam para projetar na tela o esboço da sua fala, eliminando dela qualquer surpresa, pois é claro que os ouvintes, de saída, leem o esboço até o fim. É como contar o fim da piada no início... Apagam-se as luzes, o palestrante e os ouvintes olham todos para a tela, e ele vai falando. Ninguém presta atenção. Mas todos acham que usar data show é prova de ser avançado, tecnologicamente. Quem não usa é atrasado. Quem leva suas notas num caderninho é como alguém que anda de carro de boi num mundo de Fórmula Um. Assim vão os palestrantes, todos com seus laptops, para a sessão de cineminha sem graça. Falando sobre isso, uma mulher que trabalha numa firma promotora de eventos contou-me qual a maior vantagem dos data show, uma coisa em que eu não havia pensado: com as luzes apagadas, longe do olhar do palestrante, os ouvintes podem dormir à vontade. Contou-me de uma ocasião em que um homem dormiu e roncou tão alto que chegou a perturbar palestrante e ouvintes. Todo mundo se pôs a rir. Barulho de ronco é muito divertido... Mas ela foi obrigada a tomar providências. E o que ela fez, sádica e humoristicamente, foi colocar um microfone perto da boca do roncador. Aí ele acordou-se a si mesmo.
                              
(Ostra feliz não faz pérolas. São Paulo: Planeta, 2008.) 

Sobre as ocorrências da conjunção mas no texto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Em Mas o uso que dele se faz é horrível, a conjunção inicia oração com sentido de oposição ao que foi dito anteriormente em que o autor fala de forma positiva do data show.
( ) Em Mas ela foi obrigada a tomar providências, a conjunção pode ser substituída pela conjunção E, pois apresenta sentido de adição.
( ) Em Mas todos acham que usar data show é prova de ser avançado, tecnologicamente, a conjunção pode ser substituída por Portanto, sem alteração de sentido.
( ) Nas três ocorrências da conjunção mas, o sentido apresentado é o mesmo: oposição a alguma ideia já exposta no texto.

Assinale a sequência correta. 
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408Q54949 | Português, Numerais

Assinale qual das alternativas abaixo está incorreta:
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409Q5177 | Português, Auxiliar de Professor de Educação Infantil, Prefeitura de Piedade SP, CETRO

Texto associado.
Atenção: As questões de números 1 a 5 referem-se ao texto que segue.

O cipreste inclina-se em fina reverência
e as margaridas estremecem, sobressaltadas.
A grande amendoeira consente que balancem
suas largas folhas transparentes ao sol.
Misturam-se uns aos outros, rápidos e frágeis,
os longos fios da relva, lustrosos, lisos fios verdes.
Frondes rendadas de acácias palpitam inquietamente
com o mesmo tremor das samambaias
debruçadas nos vasos.
Fremem os bambus sem sossego,
num insistente ritmo breve.
O vento é o mesmo:
mas sua resposta é diferente em cada folha.
Somente a árvore seca fica imóvel,
entre borboletas e pássaros.
Como a escada e as colunas de pedra,
ela pertence agora a outro reino.
Seu movimento secou também, num desenho inerte.
Jaz perfeita, em sua escultura de cinza densa.
O vento que percorre o jardim
pode subir e descer por seus galhos inúmeros:
ela não responderá mais nada,
hirta e surda, naquele verde mundo sussurrante.

(Cecília Meireles. O Vento)
O cipreste e a margarida se contrastam respectivamente pela:
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410Q21053 | Português, Analista Judiciário, ALGÁS, COPEVE UFAL

Os enunciados a seguir são fragmentos do livro A língua portuguesa e a unidade do Brasil, de Barbosa Lima Sobrinho (Nova Fronteira, 2000). Em uma das opções, a pontuação foi modificada, tornando-se incorreta. Assinale-a.
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411Q27989 | Português, Tipos de Frases

Texto associado.

A bola e o livro

A má distribuição de renda no país, os megapatrocínios, a idolatria constante na nossa cultura fazem surgir pessoas despreparadas para o uso de tanto dinheiro, enquanto escolas despencam, hospitais deixam de atender ao mais simples diagnóstico, aposentados choram pelo minguado aumento. Até quando isto vai continuar? A sociedade já não suporta ver estes “ídolos” na mídia. Por que os salários não são igualitários? Por que se concedem altos aumentos na política? Por que alguns artistas ganham a peso de ouro? Por que jogadores ganham tanto dinheiro e poder sem ter ficado nos bancos escolares? Por que tanto interesse das empresas em patrocinar estes jogadores? Será que uma bola é mais valiosa que um livro?

(Maria Marta Nascimento Cardoso – Rio In Carta dos Leitores, O Globo 11/07/2010)

O uso de muitas frases interrogativas se justifica na seguinte alternativa:

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412Q29762 | Português, Técnico de Administração, CONDER, FGV

Texto associado.
Nossa Missão

Você e eu estamos na Terra para nos reproduzirmos. Nossa missão é transmitir os nossos genes, multiplicar a nossa espécie e dar o fora. Tudo o mais que fazemos, tudo a mais que nos acontece, ou é decorrência ou é passatempo. O que vem antes e depois dos nossos anos férteis é só o prólogo e o epílogo. Se a natureza quisesse otimizar seus métodos já nasceríamos púberes e morreríamos assim que nossos filhos, que também nasceriam púberes, pudessem criar seus filhos (púberes) sem a ajuda dos avós. Daria, no total, aí uns 35, 40 anos de vida, e adeus. O que resolveria a questão demográfica do planeta e, claro, os problemas da Previdência. Mas a Natureza nos dá o resto da vida - a infância e a velhice e todos os prazeres extrarreprodutivos do mundo, inclusive os sexuais - como brinde. Como um chaveiro, um agradecimento pela nossa colaboração.

A laranjeira não existe para dar laranja, existe para produzir e espalhar sua própria semente. A fruta não é o objetivo da planta frutífera, é o que ela usa para carregar suas sementes, é o seu estratagema. Agradecer à laranjeira pela laranja é não entendê- la. Ela não sabe do que nós estamos falando. Suco? Doçura? Vitamina C? Eu?! Você e eu ficamos aí especulando sobre o que a vida quer de nós, e só o que a vida quer é continuar. Seja em nós e na nossa prole, seja na minhoca e na sua. Nossa missão, nossa explicação, é a mesma do rinoceronte e da anêmona. Estamos aqui para fazer outros iguais a nós. Isto que chamamos, carinhosamente, de "eu", com suas peculiaridades e sua biografia única, não é mais do que uma laranja personalizada. Um estratagema da Natureza, a polpa com que a Natureza protege a nossa semente e assegura a continuação da vida. Enfim, um grande mal-entendido.

E os que passam pelo mundo sem se reproduzir? São caronas. Mas ganham o brinde da vida assim mesmo. A Natureza não discrimina.

(VERÍSSIMO, Luis Fernando. O Globo, 22/09/2013)
"A laranjeira não existe para dar laranja, existe para produzir e espalhar sua própria semente. a fruta não é o objetivo da planta frutífera, é o que ela usa para carregar suas sementes, é o seu estratagema".

O paralelismo traçado com a vida humana nesse segmento é evidente; nessa correspondência, o único elemento mal identificado é
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413Q54835 | Português, Divisão Silábica

Em uma prova de Português, uma das questões solicitava a separação silábica da palavra importância e o gabarito seguido pela professora era o de que a palavra deveria ser separada da seguinte forma: im-por-tân-cia.

Assinale a opção que indica o comentário correto sobre a questão.
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414Q52455 | Português, Orações Coordenadas

Assinale a alternativa em que o sentido da conjunção está corretamente indicado entre parênteses.
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415Q35176 | Português, Pedagogo, IFES

O ASSASSINO ERA O ESCRIBA

Meu professor de análise sintática era o tipo do sujeito inexistente.
Um pleonasmo, o principal predicado de sua vida,
regular como um paradigma da 1ª conjunção.
Entre uma oração subordinada e um adjunto adverbial,
ele não tinha dúvidas: sempre achava um jeito
assindético de nos torturar com um aposto.
Casou com uma regência.
Foi infeliz.
Era possessivo como um pronome.
E ela era bitransitiva.
Tentou ir para os EUA.
Não deu.
Acharam um artigo indefinido na sua bagagem.
A interjeição do bigode declinava partículas expletivas,
conectivos e agentes da passiva o tempo todo.
Um dia, matei-o com um objeto direto na cabeça.
(LEMINSKI, Paulo. Caprichos e relaxos. São Paulo: Brasiliense, 1983.)

Após a leitura do poema, a cima, de Paulo Leminski, e análise de todas as referências gramaticais e figurativas usadas pelo autor para a construção da história, marque a opção CORRETA:
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416Q5920 | Português, Acentuação Gráfica

Assinale a alternativa com erro:
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417Q374907 | Português, Ortografia, Analista Legislativo, Assembléia Legislativa RO, FGV, 2018

Assinale a opção em que a palavra sublinhada está corretamente grafada.
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418Q8486 | Português, Substantivo

Aponte a sequência de substantivos que, sendo originalmente diminutivos ou aumentativos, perderam essa acepção e se constituem em formas normais, independentes do termo derivante:
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419Q374109 | Português, Usos da Norma Padrão Culta, Faxineira, Câmara de Sumaré SP, VUNESP

Assinale a alternativa em que a pontuação está de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.
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420Q8503 | Português, Fonemas e Letras

As palavras “putrescência”, “oscilógrafo” e “vitrescibilidade” apresentam, respectivamente:
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