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Questões de Concursos Português

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641Q54994 | Português, Preposições

Leia os itens quanto à preposição e conjunção e assinale a alternativa correta.

1. São locuções conjuntivas duas ou mais palavras que têm o valor de uma conjunção.
2. Conjunção é a palavra que liga orações ou termos semelhantes de uma oração.
3. Preposição é a palavra que liga dois termos de uma oração.
4. Preposições acidentais são palavras de outras classes que atuam como preposições.
5. Preposições essenciais são as preposições propriamente ditas, as que sempre foram preposições.  
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642Q5913 | Português, Usos do Porquê

Assinale a alternativa incorreta:
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643Q54023 | Português, Morfossintaxe

Considere a frase “Ele andava triste porque não encontrava a companheira” – os verbos grifados são respectivamente:
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644Q44935 | Português, Auxiliar Administrativo, IBIO AGB Doce MG

                      “Alma minha gentil, que te partiste
                      Tão cedo desta vida descontente
                      Repousa lá no Céu eternamente
                      E viva eu cá na terra sempre triste.”

                                                             CAMÕES, Luis de. 

O poeta nesse trecho:
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645Q375120 | Português, Substantivo, Analista Sociocultural, SEAP SP, MSConcursos, 2018

Assinale a alternativa onde há um substantivo epiceno.
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646Q55258 | Português, Vocativo e Termos Acessórios da Oração

Romance em doze linhas

Quanto tempo falta pra gente se ver hoje
Quanto tempo falta pra gente se ver logo
Quanto tempo falta pra gente se ver todo dia
Quanto tempo falta pra gente se ver pra sempre
Quanto tempo falta pra gente se ver dia sim dia não
Quanto tempo falta pra gente se ver às vezes
Quanto tempo falta pra gente se ver cada vez menos
Quanto tempo falta pra gente não querer se ver
Quanto tempo falta pra gente não querer se ver nunca mais
Quanto tempo falta pra gente se ver e fingir que não se viu
Quanto tempo falta pra gente se ver e não se reconhecer
Quanto tempo falta pra gente se ver e nem lembrar que um dia se conheceu

Bruna Beber. Disponível em: . Acesso em: 12 fev. 2019.

Em “Romance em doze linhas”, há uma repetição intencional de sentenças com pequenas modificações, que levam à progressão da ideia do texto.

Nesse sentido, em “Quanto tempo falta pra gente se ver às vezes”, o termo sublinhado classifica-se como 
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647Q194820 | Português, Interpretação de Textos, Aluno Oficial CFO, Polícia Militar SP, VUNESP

Observe a frase do técnico Diego Simeone, do clube Atlético de Madrid, que eliminou o Barcelona na Liga dos Campeões da Europa:

        Nem sempre ganha o melhor, mas quem está mais confiante.

                                                        (Época, 14.04.2014)

De acordo com a frase de Simeone, é correto afirmar que

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648Q55627 | Português, Variação Linguística

A afirmativa destoante do que se constitui como texto falado ou escrito em qualquer língua natural é: 
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649Q99669 | Português, Interpretação de Textos, Analista Administrativo, BADESC, FGV

Texto associado.

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Com relação à estruturação do texto e dos parágrafos, analise as afirmativas a seguir.

I. O primeiro parágrafo introduz o tema, discorrendo sobre a origem histórica do jeitinho.

II. A tese, apresentada no segundo parágrafo, encontra-se na frase iniciada por no entanto.

III. O quarto parágrafo apresenta o argumento central para a sustentação da tese.

Assinale:

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650Q55651 | Português, Intertextualidade

A noção de intertextualidade se refere à
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651Q266162 | Português, Vestibular, ITA, ITA

Acerca do romance Gabriela, cravo e canela, de Jorge Amado, assinale a opção CORRETA.

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652Q8467 | Português, Pronomes Oblíquos Átonos

A frase que admite outra colocação, igualmente correta, do pronome oblíquo sem acréscimo de outra palavra:
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653Q54843 | Português, Encontros Vocálicos

Conforme definição do Dicionário Aurélio, gramática é o estudo ou tratado dos fatos da linguagem, falada e escrita, e das leis naturais que a regulam. Diante do exposto, julgue as afirmações abaixo:

I. O hífen é empregado se o segundo elemento começa por "h", como por exemplo, em super-herói e super-homem.
II. Os hiatos "oo" e "ee" não recebem acento circunflexo, como por exemplo, em abençoo e creem.
III. Os ditongos "éi", "ói" e "éu" só são acentuados se estiverem no final da palavra, como por exemplo, em chapéu e anéis.

Pode-se afirmar que são corretas: 
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654Q855430 | Português, Interpretação de Textos, Prefeitura de Catas Altas MG Motorista de Ambulância, Gestão de Concursos, 2020

            Por que todo mundo usava peruca na Europa dos séculos 17 e 18?

      Não era todo mundo, apenas os aristocratas. A moda começou com Luís 14 (1638-1715), rei da França. Durante seu governo, o monarca adotou a peruca pelo mesmo motivo que muita gente usa o acessório ainda hoje: esconder a calvície. O resto da nobreza gostou da ideia e o costume pegou. A peruca passou a indicar, então, as diferenças sociais entre as classes, tornando-se sinal de status e prestígio.

      Também era comum espalhar talco ou farinha de trigo sobre as cabeleiras falsas para imitar o cabelo branco dos idosos. Mas, por mais elegante que parecesse ao pessoal da época, a moda das perucas também era nojenta. “Proliferava todo tipo de bicho, de baratas a camundongos, nesses cabelos postiços”, afirma o estilista João Braga, professor de História da Moda das Faculdades Senac, em São Paulo.

      Em 1789, com a Revolução Francesa, veio a guilhotina, que extirpou a maioria das cabeças com perucas. Símbolo de uma nobreza que se desejava exterminar, elas logo caíram em desuso. Sua origem, porém, era muito mais velha do que a monarquia francesa. No Egito antigo, homens e mulheres de todas as classes sociais já exibiam adornos de fibra de papiro - na verdade, disfarce para as cabeças raspadas por causa de uma epidemia de piolhos. Hoje, as perucas de cachos brancos, típicas da nobreza europeia, sobrevivem apenas nos tribunais ingleses, onde compõem a indumentária oficial dos juízes.

Disponível em:<www.super.abril.com.br/mundo-estranho> . Acesso em: 30 nov. 2019.

Com base na situação descrita no texto, é correto afirmar que as escolhas estéticas podem estimular o(a)
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655Q687882 | Português, Interpretação de Textos, Redator, Câmara Municipal de Fortaleza CE, FCC, 2019

Para que haja argumentação, é mister que, num dado momento, realize-se uma comunidade efetiva de espíritos. É mister que se esteja de
acordo, antes de mais nada e em princípio, sobre a formação dessa comunidade intelectual e, depois, sobre o fato de se debater uma
questão determinada.
(PERELMAN, Chaïm & OLBRECHTS-TYTECA. Tratado da argumentação. A nova retórica. São Paulo: Martins Fontes, 2005, p. 16)
Depreende-se do trecho acima que, para que haja a seleção de uma questão a ser debatida e o seu efeito argumentativo, o discurso necessita estar de acordo com o seu interlocutor quanto
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656Q54878 | Português, Acentuação Gráfica

Segundo a gramática, acentuam-se determinadas palavras para diferenciação de significado; chama-se acento diferencial. Esta regra baseia a acentuação da seguinte palavra da frase abaixo:

“Ninguém pôde notar a perspicácia do homem ingênuo.”
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657Q55681 | Português, Vícios da Linguagem

Privilégio ou Previlégio?
Clara Braga 

Atire a primeira pedra quem nunca escreveu uma palavra com a grafia errada jurando que estava escrevendo certo. Essa é a história da minha vida. Meu melhor amigo? Corretor do Word. Minha melhor desculpa? Licença poética. Mas tem uns erros que não há licença poética que segure.
Esses dias vi um que confesso que na hora “h” me deixou na dúvida: privilégio ou previlégio? Eu tinha certeza que era privilégio, mas sabe quando você vê a palavra errada em uma frase tão convincente que acaba ficando na dúvida? Pois é, “viajar para o exterior é um previlégio de poucos”. Quer frase mais convincente que essa? 
Nada que um bom dicionário não resolva: Privilégio – vantagem concedida a alguém, com exclusão dos outros; permissão especial. Substantivo masculino com origem no latim ‘privilegium’ e, por isso, escrita com “i” mesmo! Se fosse o soletrando do Caldeirão do Hulk, ainda poderíamos pedir a divisão silábica e a utilização em uma frase, mas não é necessário, só pela origem já não fica mais na dúvida, é com “i”. Mas pesquisar alguns sinônimos não faz mal a ninguém: posse, regalia, concessão, direito, direito. Opá, direito?
Pois é, parece que direito pode ser sinônimo de privilégio, porém, em alguns casos, a palavra privilégio pode ser entendida de forma pejorativa, afinal é algo que uma pessoa possui e outra não, seja lá o motivo, e ninguém gosta de ser excluído de uma concessão, não é mesmo? Porém, é aí que mora todo o problema, algumas pessoas não entendem que nem todo mundo tem o privilégio de não ter uma deficiência, por exemplo, que o impeça de ter acesso a seja lá o que for, de banheiro a informação.
Não vivemos em um mundo adaptado a todas as necessidades, e isso não é culpa das pessoas com deficiência, muito pelo contrário, no final, são elas que saem perdendo. Por isso, algumas regras básicas precisam ser colocadas para que todas as pessoas tenham iguais oportunidades na vida (e aqui também incluo desde a oportunidade de se informar até a oportunidade de usar um banheiro público), e é por isso que essas regras não estão em discussão pois são DIREITOS garantidos por lei, e não privilégios.
A placa colocada em Curitiba que pedia o fim dos privilégios das pessoas com deficiência e que causou revolta na internet parece não ter passado de uma ação de marketing para uma campanha que busca garantir os direitos das pessoas com deficiência. Uma ótima campanha para ser feita próxima do Dia Internacional das Pessoas com Deficiência e do Dia Mundial da Acessibilidade. Tomara que a revolta que eu e muitos sentiram não morra nas redes sociais.

O título da crônica de Clara Braga traz, em si, uma indagação a respeito do uso oral ou escrito de certas palavras da língua portuguesa. O exemplo apresentado é o que ocorre, comumente, com a palavra “privilégio/previlégio”. Esta mesma dúvida acontece em situações como:
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658Q55193 | Português, Pronomes Demonstrativos

Texto 2 – Intercâmbio de alimentos
Renato Mocelline/Rosiane de Camargo, História em debate. São Paulo: Editora do Brasil, p. 72.

A chegada dos europeus à América foi o começo de uma das transformações mais revolucionárias nos hábitos alimentares dos seres humanos.
Nos primeiros anos da conquista, os espanhóis resistiram a comer produtos nativos americanos, por isso trouxeram consigo plantas e animais de sua terra natal. Todavia, os espanhóis enviavam à Europa todos os alimentos exóticos que os nativos lhes ofereciam para, de alguma forma, apaziguar a Coroa pelas dificuldades que tinham de encontrar os tão desejados metais preciosos.
Progressivamente, por meio dessa troca entre América e Europa, a flora e a fauna de ambos os continentes foram modificadas, pois diversas plantas e animais adaptaram-se aos novos climas. Com isso, a dieta dos habitantes das duas regiões foi enriquecida.

Observe os três segmentos abaixo, retirados do texto 2.

“por isso trouxeram consigo plantas e animais de sua terra natal”
“Progressivamente, por meio dessa troca entre América e Europa...”
“Com isso, a dieta dos habitantes das duas regiões foi enriquecida”.

Nessas ocorrências, os pronomes demonstrativos empregados:
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659Q54915 | Português, Emprego do Hífen

CÍRCULO VICIOSO 

Bailando no ar, gemia inquieto vaga-lume: 
“Quem dera que fosse aquela loura estrela, 
Que arde no eterno azul, como uma eterna vela!” 
Mas a estrela, fitando a lua, com ciúme:
– “Pudesse eu copiar o transparente lume,
Que da grega coluna à gótica janela,
Contemplou, suspirosa, a fronte amada e bela!”
Mas a lua, fitando o sol, com azedume: 
– “Mísera! Tivesse eu aquela enorme, aquela  
Claridade imortal, que toda luz resume!” 
Mas o sol, inclinando a rútila capela:
– ”Pesa-me esta brilhante auréola de nume ...
Enfara-me esta azul e desmedida umbela...
Por que não nasci eu um simples vaga-lume?”
Machado de Assis

São escritos como vaga-lume, todos ligados por hífen, assinale os nomes da alternativa CORRETA.
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660Q22035 | Português, Técnico de Administração e Controle Júnior, BR Distribuidora, CESGRANRIO

O acento grave indicativo de crase está empregado de acordo com a norma-padrão em:
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