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Questões de Concursos Português

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862Q2899 | Português, Soldado PM voluntário, Polícia Militar SP, VUNESP

Texto associado.
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 05.

Solteiros e solteiras
  Uma queixa habitual das mulheres é de que faltam homens
na praça − leia-se homens solteiros e disponíveis. Mas o IBGE,
que veio ao mundo para desfazer dúvidas quantitativas, acaba de
apurar que há 31,9 milhões de homens solteiros no Brasil contra
30,4 milhões de mulheres. Ou seja, com um saldo de 1,5 milhão
de homens prontos para o abate, não será por falta de material
que tantas mulheres continuarão encalhadas.
  O problema, no entanto, não é estatístico, mas comportamental:
a tendência do homem a não ter pressa de assumir compromissos
sérios e passar anos pesquisando o mercado antes de se
decidir a investir. Sempre foi assim.
  E, se a querida leitora já estava desanimada, lamento informála
de que a situação tem tudo para piorar. Com a recente mania
dos homens de continuarem morando com a mãe até os 40 anos,
a taxa de rapazes casadouros promete diminuir ainda mais.
  Segundo o IBGE, essa discrepância quantitativa não é geograficamente
uniforme, alguns Estados do Brasil serão mais propícios
do que outros para que as mulheres encontrem seu par do baralho.
  Nesse sentido, nenhum supera Santa Catarina. Lá são 122
solteiros para cada cem solteiras. Outros Estados em que a oferta
masculina é considerável são Tocantins, Mato Grosso e Espírito
Santo. Já São Paulo está apenas na média: 108 contra cem. E, em
alguns Estados, há tantos homens quanto mulheres.
  O Rio, por exemplo, tem pequeno déficit: são 99,55 homens
para cada cem mulheres − o 0,45 saiu para comprar cigarros e
não voltou.
  Já no Distrito Federal faltam nove homens para as cem mulheres.
Se o amigo nunca encontrou motivo para ir até lá, agora
já tem um.

(Ruy Castro, Folha de S.Paulo, 13.09.2010. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o verbo em destaque foi empregado
de acordo com as normas gramaticais.
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863Q933742 | Português, Funções da Linguagem

"A linguagem é a capacidade adquirida pelo homem para expressar pensamentos e sentimentos." Este é um exemplo de qual função da linguagem?

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864Q38644 | Português, Professor, IFSP

Na frase “Não encontrando motivação para sua palestra, resolveu não proferi-la", a oração sublinhada estabelece ideia de:
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865Q116896 | Português, Acentuação Gráfica, Analista de Sistemas, INB, CONSULPLAN

Texto associado.

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A alternativa em que as três palavras são acentuadas pela mesma razão é:

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866Q55127 | Português, Verbos Auxiliares

Leia o texto abaixo e responda às questões 7, 8 e 9. 

Na Fila 


— Olha a fila! Olha a fila! Tem gente furando aí! — Tanta pressa só pra ver um caixão… — Um caixão, não: o caixão do Dom Pedro. — Como é que eu sei que é o Dom Pedro mesmo que tá lá dentro? — A gente tem que acreditar, ora. Já se acredita em tanta coisa que o Go… — Com licença, é aqui a inauguração do Dom Pedro Segundo? — Meu filho, duas coisas. Primeiro: não é o segundo, é o primeiro. E segundo: a inauguração do viaduto foi ontem. Esta fila é para ver o caixão de Dom Pedro. — Eles inauguraram o viaduto primeiro. — Como, primeiro? — Primeiro inauguraram o viaduto e depois chegou o Dom Pedro Segundo? — Segundo, não! Primeiro. — Primeiro o quê? — O Dom Pedro! Dom Pedro Primeiro! — Primeiro chegou o Dom Pedro e depois inauguraram o viaduto. — Olha a fila! — Primeiro inauguraram o Viaduto Dom Pedro Primeiro e, segundo, chegou o Dom Pedro Primeiro em pessoa. Quer dizer, no caixão. Está claro! E eu acho que o senhor está puxando conversa para pegar lugar na fila. Não pode não. Eu cheguei primeiro. — Ouvi dizer que ele não serviu para nada. — Como, para nada? E o grito? E a Independência? — Não! O viaduto. — Ah. Não sei. Mas é bonito. Como esse negócio todo, o caixão, os restos do imperador, as bandeiras, Brasil e Portugal irmanados, essas coisas simbólicas e tal. Eu acho bacana. — Olha a fila! Vamos andar, gente. Pra frente, Brasil. — Andam dizendo que os portugueses nos enganaram, que quem está no caixão não é o Dom Pedro Primeiro, mas o D. Pedro Quarto. Nos lograram em três. — Mas é a mesma coisa! Dom Pedro era primeiro aqui e quarto em Portugal. — Então eu não compreendo por que ele quis voltar pra lá… Aqui tinha mais prestígio. — Olha o furo! — Me diga uma coisa. Quer dizer que o Dom Pedro Segundo era na verdade Dom Pedro Quinto? — Em Portugal, seria.  Não empurre. Segundo aqui e quinto em Portugal.
Governo do Estado de Santa Catarina
— Tem alguma coisa que ver com a diferença de horário, é?
— Não, minha senhora. Francamente. Se a senhora entende tão pouco de História, o que está fazendo nesta fila! — Quero ver o caixão, ué! Essa badalação toda! E eu sempre gostei de velório. Só não me conformo de eles não abrirem o caixão pra gente ver a cara do moço. — Não teria nada para ver. Só osso. Ele morreu há... nem sei. Mais de cem anos. — Faz mais de cem anos que o Dom Pedro foi enforcado?! — O senhor está confundindo com Tiradentes. — Olha a fila! — Afinal, o Mártir da Independência Luso-Brasileira quem é? — É Dom Pedro Segundo. Aliás, Primeiro. Que Primeiro, é Tiradentes! Agora eu é que estou confuso! Essa fila não anda… — Aquela festa que fizeram outro dia com o Triches, os Golden Boys e a Rosemery, para quem era? — Para Tiradentes. — Mas Tiradentes não era contra os portugueses? — Era, mas faz muito tempo. Hoje Brasil e Portugal são uma coisa só. Eles podem até votar aqui. — Para governador, presidente, essas coisas… — Mais ou menos. É tudo simbólico, compreende? — Como o viaduto? — Isso. Olha a fila! 
Luís Fernando Veríssimo

Assinale a alternativa correta.
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867Q374516 | Português, Redação, Analista Legislativo, Assembléia Legislativa RO, FGV, 2018

“Era uma vez um rei muito rico que só tinha uma filha. A moça era linda e muito alegre e, como o rei era viúvo, a filha era toda a sua vida. Num belo dia, não se sabe por quê, a linda princesa perdeu a alegria, passando a ser uma moça solitária e tristonha. (A Princesa Triste – Anônimo)

Uma narrativa traz sempre um fato narrativo inicial a partir do qual todos os outros fatos se sucedem; o fato narrativo inicial desse segmento narrativo é:

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868Q152789 | Português, Analista Judiciário Tecnologia da Informação, TRF 5a, FCC

Todas as palavras estão corretamente grafadas na seguinte frase:

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869Q237390 | Português, Ortografia, Promotor de Justiça, MPE MT, FMP RS

Texto associado.

O que você precisa saber para fazer um planeta melhor.

Para começo de conversa, entenda _____________ é tão importante reduzir o
consumo de três _____________ _____________ nos dias de hoje.
ÁGUA. Ela até cai do céu, mas é um recurso esgotável e raro em muitos lugares do
mundo. Se em apenas cinco minutos você escovar os dentes com a torneira
escancarada, 12 litros de água potável serão _____________ .

ENERGIA ELÉTRICA. O consumo cada vez mais requer a construção de usinas
hidrelétricas, e mais florestas vão desaparecer para dar lugar a elas. Acredite: o
simples gesto de desligar as luzes dos ambientes quando estiverem vazios pode ajudar
a evitar mais hidrelétricas.

COMBUSTÍVEIS. A queima dos fósseis, como o diesel e a gasolina, é a maior
responsável pela emissão de gases do aquecimento global. Segundo o urbanista e ex-
prefeito de Curitiba Jaime Lerner, nas grandes cidades são produzidos 75% de todo o
CO2 jogado na atmosfera. Pensenisso antes de entrar no carro só para ir à padaria da
esquina.

Manual de Etiqueta Planeta Sustentável. Editora Abril. São Paulo. 2007.

As lacunas do texto são preenchidas correta e respectivamente pelas palavras na alternativa:

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870Q54903 | Português, Parônimos e Homônimos

Em relação ao significado das palavras são parônimos, exceto.
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871Q17014 | Português, Colocação Pronominal

A substituição do elemento grifado pelo pronome correspondente, com os necessários ajustes, foi realizada de modo INCORRETO em:
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872Q373274 | Português, Frase, Técnico de Enfermagem, IFB BA, FUNRIO

“Mais vale um cachorro amigo do que um amigo cachorro.” O provérbio ora citado mostra que a inversão entre substantivo e adjetivo pode gerar um novo significado para o sintagma. Esse mesmo fenômeno ocorre no seguinte par:
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873Q710265 | Português, Sintaxe, Técnico em Tecnologia da Informação, UNIRIO, CESGRANRIO, 2019

Texto associado.
Texto III
                                            Beira-mar
             Quase fim de longa tarde de verão. Beira do mar
        no Aterro do Flamengo próximo ao Morro da Viúva,
        frente para o Pão de Açúcar. Com preguiça, o sol co-
        meçava a esconder-se atrás dos edifícios. Parecia re-
5      sistir ao chamado da noite. Nas pedras do quebra-mar
        caniços de pesca moviam-se devagar, ao lento vai e
        vem do calmo mar de verão. Cercados por quatro ou
        cinco pescadores de trajes simples ou ordinários, e
        toscas sandálias de dedo.
10         Bermuda bege de fino brim, tênis e camisa polo
        de marcas célebres, Ricardo deixara o carro em es-
        tacionamento de restaurante nas imediações. Nunca
        fisgara peixe ali. Olhado com desconfiança. Intruso.
        Bolsa a tiracolo, balde e vara de dois metros na mão.
15    A boa técnica ensina que o caniço deve ter no máxi-
        mo dois metros e oitenta centímetros para a chamada
        pesca de molhes, nome sofisticado para quebra-mar.
        Ponta de agulha metálica para transmitir à mão do
        pescador maior sensibilidade à fisgada do peixe. É
20    preciso conhecimento de juiz para enganar peixes.
            A uma dezena de metros, olhos curiosos viam o
        intruso montar o caniço. Abriu a bolsa de utensílios.
        Entre vários rolos de linha, selecionou os de espes-
        sura entre quinze e dezoito centésimos de milímetro,
25   ainda fiel à boa técnica.
            — Na nossa profissão vivemos sempre preocu-
        pados e tensos: abertura do mercado, sobe e desce
        das cotações, situação financeira de cada país mun-
        do afora. Poucas coisas na vida relaxam mais do que
30    pescaria, cheiro de mar trazido pela brisa, e a paisa-
        gem marítima — costuma confessar Ricardo na roda
        dos colegas da financeira onde trabalha.
LOPES, L. Nós do Brasil. Rio de Janeiro: Ponteio, 2015, p.
101. Adaptado.
A concordância estabelecida com o verbo destacado está de acordo com as exigências da norma-padrão da língua portuguesa em:
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874Q374426 | Português, Relações Semânticas, Agente de Serviços de Operação, CPTM SP, RBO

Analise as proposições abaixo.

I. O concerto da locomotiva será rápido. / O conserto musical foi belíssimo.

II. Joana foi empoçada Ministra. / A água está empossada desde manhã na plataforma.

III. Ascendeu à torre de controle rapidamente. / Acendeu a fogueira e começou o churrasco dos funcionários.

Os homônimos estão corretamente empregados em

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875Q42938 | Português, Interpretação de Textos, Soldado do Corpo de Bombeiro, Bombeiro Militar PA, CONSULPLAN

Texto associado.
Tempos loucos – Parte 2

     Os adultos que educam hoje vivem na cultura que incentiva ao extremo o consumo. Somos levados a consumir de tudo um pouco: além de coisas materiais, consumimos informações, ideias, estilos de ser e de viver, conceitos que interferem na vida (qualidade de vida, por exemplo), o sexo, músicas, moda, culturas variadas, aparência do corpo, a obrigatoriedade de ser feliz etc. Até a educação escolar virou item de consumo agora. A ordem é consumir, e obedecemos muitas vezes cegamente a esse imperativo.
      Quem viveu sem usar telefone celular por muito tempo não sabe mais como seria a vida sem essa inovação tecnológica, por exemplo. O problema é que a oferta cria a demanda em sociedades consumistas, que é o caso atual, e os produtos e as ideias que o mercado oferece passam a ser considerados absolutamente necessários a partir de então.
       A questão é que temos tido comportamento exemplar de consumistas, boa parte das vezes sem crítica alguma. Não sabemos mais o que é ter uma vida simples porque almejamos ter mais, por isso trabalhamos mais etc. Vejam que a ideia de lazer, hoje, faz todo sentido para quase todos nós. Já a ideia do ócio, não. Ou seja: para descansar de uma atividade, nos ocupamos com outra. A vadiagem e a preguiça são desvalorizadas.
      Bem, é isso que temos ensinado aos mais novos, mais do que qualquer outra coisa. Quando uma criança de oito anos pede a seus pais um celular e ganha, ensinamos a consumir o que é oferecido; quando um filho pede para o pai levá‐la ao show do RBD, e este leva mesmo se considera o espetáculo ruim, ensinamos a consumir, seja qual for a estética em questão; quando um jovem pede uma roupa de marca para ir a uma festa e os pais dão, ensinamos que o que consumimos é mais importante do que o que somos.
      Não há problema em consumir; o problema passa a existir quando o consumo determina a vida. Isso é extremamente perigoso, principalmente quando os filhos chegam à adolescência. Há um mercado generoso de oferta de drogas. Ensinamos a consumir desde cedo e, nessa hora, queremos e esperamos que eles recusem essa oferta. Como?!
       Na educação, essa nossa característica leva a consequências sutis, mas decisivas na formação dos mais novos. Como exemplo, podemos lembrar que estes aprendem a avaliar as pessoas pelo que elas aparentam poder consumir e não por aquilo que são e pelas ideias que têm e que o grupo social deles é formado por pares que consomem coisas semelhantes. Não é a toa que os pequenos furtos são um fenômeno presente em todas as escolas, sejam elas públicas ou privadas.
     Nessa ideologia consumista, é importante considerar que os objetos perdem sua primeira função. Um carro deixa de ser um veículo de transporte, um telefone celular deixa de ser um meio de comunicação; ambos passam a significar status, poder de consumo, condição social, entre outras coisas.
      A educação tem o objetivo de formar pessoas autônomas e livres. Mas, sob essa cultura do consumo, esses dois conceitos se transformaram completamente e perderam o seu sentido original. Os jovens hoje acreditam que têm liberdade para escolher qualquer coisa, por exemplo. Na verdade, as escolhas que fazem estão, na maioria das vezes, determinadas pelo consumo e pela publicidade. Tempos loucos, ou não?

(SAYÃO, Rosely. Tempos loucos – Parte 2. Disponível em:http://blogdaroselysayao.blog.uol.com.br/arch2006‐10‐01_2006‐10‐15.html. Acesso em: dezembro de 2015.)
“Ninguém nasce consumista. O consumismo é uma ideologia, um hábito mental forjado que se tornou uma das características culturais mais marcantes da sociedade atual. Não importa o gênero, a faixa etária, a nacionalidade, a crença ou o poder aquisitivo. Hoje, todos que são impactados pelas mídias de massa são estimulados a consumir de modo inconsequente." 

(Consumismo infantil. Um problema de todos. Disponível em: http://criancaeconsumo.org.br/consumismo‐infantil/.   Acesso em: dezembro de 2015.)

Pode‐se dizer que o fragmento anterior apresenta, em relação ao texto “Tempos loucos – Parte 2"
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876Q113414 | Português, Interpretação de Textos, Analista de Gestão de Pessoas, COMPESA PE, FGV

Texto associado.

2015_07_17_55a90ec40a6da.https://www.gabarite.com.br/_midia/questao/10b543999908aa3c05502e67e4ed4aac.

O computador é personificado no texto, atribuindo-se-lhe ações humanas.
Assinale o segmento que não comprova essa afirmativa.

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877Q688499 | Português, Sintaxe, Sargento da Aeronáutica, EEAR, Aeronáutica, 2019

Leia:
“A praia estava deserta. Não havia ninguém ao longo da enseada e nem nas matas que a cercavam. A areia, porém, se encontrava repleta de pegadas, num claro sinal de que a terra era habitada. Tal evidência não impediu que os marujos recém-desembarcados gravassem seus nomes e de seus navios nas árvores e nas rochas costeiras...” (Eduardo Bueno)
No texto acima, há duas orações substantivas, que se classificam, respectivamente, como
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878Q701241 | Português, Crase, Soldado, Polícia Militar SP, VUNESP, 2019

Coube ____ Domenico De Masi ____ criação do conceito de ócio criativo, referindo-se ____ desconexão necessária com a labuta como caminho para se chegar ____ experiências criativas do ser humano. Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas do enunciado devem ser preenchidas, correta e respectivamente, com:
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879Q10416 | Português, Analista do Seguro Social, INSS, FUNRIO

Texto associado.
                                   ALTAS HABILIDADES E SUPERDOTAÇÃO: DESAFIOS À DOCÊNCIA
                                                                                                                        Elis Regina Fogaça Silveira

           Segundo a Organização Mundial de Saúde, os superdotados formam de 1% a 3% da população. Há quem diga, porém, que essa porcentagem se refere apenas aos talentos que se destacam nas áreas intelectuais ou acadêmicas. Porém, se avaliarmos as competências dessas crianças, referentes à liderança, criatividade, psicomotricidade e artes, as estatísticas aumentarão consideravelmente.
            Esse grupo tem sido mal identificado no Brasil, demonstrando como existem tabus a serem rompidos, pelo desconhecimento do tema por parte não só da sociedade, mas também da escola e família. Já é fato que, se uma criança com Altas Habilidades não é estimulada intelectualmente, podem ocorrer alterações de comportamento como resposta à frustração vivenciada por ela. É comum que alunos se tornem entediados e retraídos diante da rotina escolar, e a falta de oportunidades do meio pode levar o sujeito à indiferença, à apatia e a reações agressivas, podendo chegar até mesmo a ocultar seus talentos.
            De acordo com as diretrizes da Secretaria de Educação Especial, a identificação da criança com Altas Habilidades deve ocorrer o mais cedo possível, já na pré-escola, visando ao pleno desenvolvimento de suas capacidades e ao seu ajustamento social. Cada aluno deve ser atendido em sua totalidade. A proposta é utilizar fontes múltiplas na identificação, não enfatizando resultados em testes de QI, mas considerando importante conhecer a história de vida familiar e escolar do aluno, seus interesses, suas preferências e padrões de comportamento social em variadas oportunidades e situações. O processo de identificação deve caracterizar um trabalho interdisciplinar e transdisciplinar, ressaltando um compromisso socioeducacional mais amplo.
            Sabe-se que a inteligência apresenta predisposição genética, mas o meio cultural é, sem dúvida, propulsor para o aperfeiçoamento das habilidades. Assim como os pássaros dependem das duas asas para levantar voo, as crianças portadoras de Altas Habilidades/Superdotação necessitam de um meio familiar e social acolhedores que possibilitem a sua integração.

[Texto adaptado]
Fonte: Aprender e ensinar: diferentes olhares e práticas.
Maria Beatriz Jacques Ramos & Elaine Turk Faria (orgs.).
Porto Alegre: PUCRS, 2011, p. 101.
A Organização Mundial de Saúde diz que o número de superdotados em nosso planeta fica entre 1% e 3% da população. Pelas informações contidas no texto, sabe-se que a OMS considera superdotadas as crianças que se destacam nas seguintes áreas ou competências:
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880Q135710 | Português, Analista Judiciário Arquivologia, TJ DF, CESPE CEBRASPE

Assinale a opção que apresenta uma definição correta de ata.

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