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Questões de Concursos Português

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981Q54904 | Português, Parônimos e Homônimos

Após avanços tecnológicos, medicina deve mirar empatia

Médicos sempre ocuparam uma posição de prestígio na sociedade. Afinal, cuidar do maior bem do indivíduo – a vida – não é algo trivial. Embora a finalidade do ofício seja a mesma, o modus operandi mudou drasticamente com o tempo.
O que se pode afirmar é que o foco da atuação médica deve ser cada vez menos o controle sobre o destino do paciente e mais a mediação e a interpretação de tecnologias, incluindo a famigerada inteligência artificial. Já o lado humanístico, que perdeu espaço para os exames e as máquinas, tende a recuperar cada vez mais sua importância.
De meados do século 20 até agora, concomitantemente às novas especialidades, houve avanço tecnológico e a proliferação de modalidades de exames. Cresceu o catálogo dos laboratórios e também a dependência do médico em relação a exames. A impressão dos pacientes passou a ser a de que o cuidado é ruim, caso o médico não os solicite.
O tema é caro a Jayme Murahovschi, referência em pediatria no país. “Tem que haver progressão tecnológica, claro, mas mais importante que isso é a ligação emocional com o paciente. Hoje médicos pedem muitos exames e os pacientes também.”
Murahovschi está entre os que acreditam que a profissão está sofrendo uma nova reviravolta, quase que voltando às origens clássicas, hipocráticas: “Os médicos do futuro, os que sobrarem, vão ter que conhecer o paciente a fundo, dar toda a atenção que ele precisa, usando muita tecnologia, mas com foco no paciente.”
Alguns profissionais poderão migrar para uma medicina mais técnica, preveem analistas.
Esses doutores teriam uma função diferente, atuando na interface entre o conhecimento biomédico e a tecnologia por trás de plataformas de diagnóstico e reabilitação. Ou ainda atuariam alimentando com dados uma plataforma de inteligência artificial, tornando-a mais esperta.
Outra tecnologia já presente é a telemedicina, que descentraliza a realização de consultas e exames. Clínicas e médicos generalistas podem, rapidamente e pela internet, contar com laudos de especialistas situados em diferentes localidades; uma junta médica pode discutir casos de pacientes e seria possível até a realização, a distância, de consultas propriamente ditas, se não existissem restrições do CFM nesse sentido.
Até cirurgias podem ser feitas a distância, com o advento da robótica. O tema continua fascinando médicos e pacientes, mas, por enquanto, nada de droides médicos à la Star Wars – quem controla o robô ainda é o ser humano.

(Gabriela Alves. Folha de S.Paulo, 19.10.2018. Adaptado)

Assinale a alternativa que mantém o sentido do texto e emprega, corretamente, termos parônimos.
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982Q55367 | Português, Orações Subordinadas Reduzidas

Texto I - Moradias em Áreas de Risco

Alguns locais são impróprios para a construção de moradias. Os morros são um exemplo, porque a inclinação do terreno dificulta a construção das casas e pode colocar em risco a vida dos moradores. Quando chove muito, a água pode fazer com que a terra deslize sobre o terreno inclinado. E, se a terra desliza, são carregadas com ela as casas construídas nos morros.

Casas construídas em áreas próximas de córregos e rios também estão sujeitas a alagamentos quando há muita chuva em um período curto de tempo. Além disso, por conta dos esgotos que muitas vezes são jogados nos rios, as pessoas que vivem nesses locais ficam sujeitas a contrair doenças.

(Ricardo Dreguer) 

“Alguns locais são impróprios para a construção de moradias.”

Se substituirmos o segmento sublinhado por uma oração reduzida, teremos como forma correta: 
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983Q28266 | Português, Auxiliar de Serviços Gerais, Prefeitura de Apiúna SC, IOBV

Em qual das alternativas o plural está INCORRETO?
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984Q861 | Português, Recenseador, IBGE, CESGRANRIO

Texto associado.
     Os aviões, estou convencida, são as melhores
salas de leitura da modernidade — até me pergunto se
têm me dado mais prazer como viajante ou como leitora.
Ali ninguém nos interrompe, cessam as solicitações
doméstico/profissionais, o telefone não toca e, na maior
parte do tempo, não há sequer um panorama capaz de
nos distrair. Além disso, a consciência está tranquila,
porque só o fato de estarmos no avião já representa o
cumprimento de um dever. Enfim, no avião a leitura
recupera seu status de direito sagrado.
     Pois bem, estava eu recentemente acima das
nuvens, em pleno usufruto desse direito. Lia uma pequena
antologia de literatura fantástica. Cinco contos sobre
casas mal-assombradas. E me encontrava bem no meio
de um conto [...] quando o avião aterrissou. Resisti o quanto
pude, fui a última a levantar, mas não houve jeito, tive
que fechar o livro e deixar a personagem trancada num
quarto enquanto o terrível fantasma esmurrava a porta.
     Era uma viagem de trabalho, a minha. Tinha
compromisso. Mas atravessei o saguão do aeroporto
ainda com aquela angústia gerada pelo conto, olhei o
relógio, fiz o cálculo e vi que sim, era possível. Então
sentei em uma das tantas poltronas, e bastou-me abrir
o livro onde o tinha deixado para, em meio à gente toda
que ia e vinha, em meio ao burburinho e aos chamados
do alto-falante, voltar ao escuro silêncio do quarto
assombrado, em que atrás da porta um fantasma
esmurrava e esmurrava.
     Quando acabei a leitura e emergi outra vez no
aeroporto, estava duplamente feliz. Feliz por ter acabado
a história, por ruminar essa sensação de coisa feita
que a leitura nos dá — não de coisa feita por outro e
meramente partilhada, mas realizada, como se nós
mesmos tivéssemos desenhado de um só traço um ovo
ou um círculo. E feliz porque confirmava que, apesar
do olhar profissional crítico, analítico, quase frio com que
hoje em dia me aproximo de um texto, apesar de ter
marcado aquele conto com várias observações técnicas,
eu conservava intacto o verdadeiro prazer da leitura.

COLASANTI, Marina. Fragatas para terras distantes. (com adaptações).
Para Marina Colasanti os aviões "são as melhores salas de leitura da modernidade" (L. 1-2) porque
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985Q2047 | Português, Policial Penal Agente Penitenciário, DEPEN, FUNRIO

Escrever é triste. Impede a conjugação de tantos outros verbos. Os dedos sobre o teclado, as letras se reunindo com maior ou menor velocidade, mas com igual indiferença pelo que vão dizendo, enquanto lá fora a vida estoura não só em bombas como também em dádivas de toda natureza, inclusive a simples claridade da hora, vedada a você, que está de olho na maquininha. O mundo deixa de ser realidade quente para se reduzir a marginália, purê de palavras, reflexos no espelho (infiel) do dicionário. (Carlos Drummond de Andrade: “Hoje não escrevo”, 1974)

O vocabulário usado pelo cronista inclui várias palavras derivadas. Algumas delas contêm sufixos,, como comprova a seguinte
alternativa, que transcreve apenas palavras formadas por derivação sufixal:
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986Q27193 | Português, Interpretação de Textos, Agente Administrativo, Prefeitura de Angra dos Reis RJ, AOCP

Espectadores têm chance de “degustação” das Paralimpíadas.
Ingressos estão à venda
07/09/2015

    Cadeiras de roda e próteses entre bicicletas, skates e patins: a integração entre atletas paralímpicos e o público na Lagoa Rodrigo de Freitas marcou a celebração da data de um ano para as Paralimpíadas Rio 2016, nesta segunda-feira (7.09). Durante o Festival Paralímpico, que teve dois dias de programação na capital fluminense, os espectadores puderam ter um gostinho de como serão os primeiros Jogos da América do Sul, no ano que vem.
   O cronômetro que marca o tempo até o dia do evento foi acionado de dentro de uma roda de confraternização que reuniu atletas brasileiros e estrangeiros, o mascote das Paralimpíadas, Tom, autoridades e dirigentes. O ministro do Esporte, George Hilton, esteve presente ao lado do presidente do Comitê Rio 2016, Carlos Arthur Nuzman, e dos presidentes dos comitês paralímpicos internacional e brasileiro (Phillip Craven e Andrew Parsons).
    “Quero dizer que neste um ano para os Jogos, os esforços são para que a gente tenha não apenas um grande evento, mas que possamos despertar a cultura desportiva em todo o território nacional. O Rio terá a missão de espalhar por todo o país a chama paralímpica, e nós daremos todo o apoio que for preciso para que o paradesporto no Brasil continue nos orgulhando”, disse George Hilton. Andrew Parsons lembrou que o 7 de setembro também marca o início da venda de ingressos para os Jogos Paralímpicos. “Nossa meta é vender 3,3 milhões de entradas. Se conseguirmos, vai ser o maior número de ingressos vendidos de toda a história da Paralimpíada. Os preços são bem convidativos, tem ingresso a R$ 10, é muito barato. A ideia não é fazer uma grande arrecadação, mas expor o esporte paralímpico ao maior número de pessoas possível”, afirmou.

Fonte: http://www.brasil2016.gov.br/pt-br/noticias/espectadores-tem-chance-de-degustacao-das-paralimpiadas-no-rio-ingressos-estao-avenda

Em “‘Nossa meta é vender 3,3 milhões de entradas. Se conseguirmos, vai ser o maior número de ingressos vendidos de toda a história da Paralimpíada...”, a oração em destaque
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987Q200385 | Português, Pontuação, Escriturário, Banco do Brasil, FCC

Texto associado.

A multiplicação de desastres naturais vitimando populações
inteiras é inquietante: tsunamis, terremotos, secas e inundações
devastadoras, destruição da camada de ozônio, degelo
das calotas polares, aumento dos oceanos, aquecimento do planeta,
envenenamento de mananciais, desmatamentos, ocupação
irresponsável do solo, impermeabilização abusiva nas grandes
cidades. Alguns desses fenômenos não estão diretamente
vinculados à conduta humana. Outros, porém, são uma consequência
direta de nossas maneiras de sentir, pensar e agir.
É aqui que avulta o exemplo de Hans Jonas.
Em 1979 ele publicou O Princípio Responsabilidade. A
obra mostra que as éticas tradicionais - antropocêntricas e
baseadas numa concepção instrumental da tecnologia - não
estavam à altura das consequências danosas do progresso
tecnológico sobre as condições de vida humana na Terra e o
futuro das novas gerações. Jonas propõe uma ética para a
civilização tecnológica, capaz de reconhecer para anatureza
um direito próprio. O filósofo detectou a propensão de nossa
civilização para degenerar de maneira desmesurada, em virtude
das forças econômicas e de outra índole que aceleram o curso
do desenvolvimento tecnológico, subtraindo o processo de
nosso controle.
Tudo se passa como se a aquisição de novas competências
tecnológicas gerasse uma compulsão a seu aproveitamento
industrial, de modo que a sobrevivência de nossas sociedades
depende da atualização do potencial tecnológico, sendo
as tecnociências suas principais forças produtivas. Funcionando
de modo autônomo, essa dinâmica tende a se reproduzir
coercitivamente e a se impor como único meio de resolução dos
problemas sociais surgidos na esteira do desenvolvimento. O
paradoxo consiste em que o progresso converte o sonho de
felicidade em pesadelo apocalíptico - profecia macabra que tem
hoje a figura da catástrofe ecológica. [...]
Jonas percebeu o simples: para que um "basta" derradeiro
não sejaimposto pela catástrofe, é preciso uma nova
conscientização, que não advém do saber oficial nem da
conduta privada, mas de um novo sentimento coletivo de
responsabilidade e temor. Tornar-se inventivo no medo, não só
reagir com a esperteza de "poupar a galinha dos ovos de ouro",
mas ensaiar novos estilos de vida, comprometidos com o futuro
das próximas gerações.

(Adaptado de Oswaldo Giacoia Junior. O Estado de S. Paulo,
A2 Espaço Aberto, 3 de abril de 2010)

Considere as afirmativas a respeito dos sinais de pontuação empregados no texto.

I. Os dois-pontos, no 1º parágrafo, introduzem enumeração de fatos que exemplificam desastres naturais.

II. Os travessões isolam, no 3º parágrafo, um comentário explicativo da expressão imediatamente anterior a esse segmento.

III. O travessão único, no final do 4º parágrafo, pode ser corretamente substituído por uma vírgula, sem alteração do sentido original.

IV. As aspas colocadas na frase do final do texto "poupar a galinha dos ovos de ouro" têm por objetivo assinalar a ideia principal do texto.

Está correto o que consta APENAS em

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988Q8474 | Português, Pronomes Oblíquos Átonos

Assinale a única opção em que o pronome átono dos parênteses admite apenas uma colocação.
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989Q165280 | Português, Interpretação de Textos, Auditor Fiscal, Receita Federal, ESAF

Texto associado.

As questões 10 e 11 tomam por base o seguinte fragmento
de texto.

A extrema diferenciação contemporânea entre
a moral, a ciência e a arte hegemônicas e a
desconexão das três com a vida cotidiana
desacreditaram a utopia iluminista. Não faltaram
tentativas de conectar o conhecimento científi co
com as práticas ordinárias, a arte com a vida, as
grandes doutrinas éticas com a conduta comum,
mas os resultados desses movimentos foram
pobres. Será então a modernidade uma causa
perdida ou um projeto inconcluso?

(Nestor Garcia Canclini, Culturas Híbridas, p. 33, com
adaptações)

Preservam-se a coerência da argumentação e a correção gramatical ao se substituir "desacreditaram a utopia iluminista" (l.4) por

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990Q54941 | Português, Artigos

O artigo é um signo que exige a presença de outro (ou outros) com o qual se associa. Ele se classifica em definido e em indefinido.

Considere esse princípio e leia o texto seguinte.

A noite/2

Eu adormeço às margens de uma mulher: eu adormeço às margens de um abismo.
(GALEANO, Eduardo. Mulheres. Porto Alegre: L&PM, 1997, p. 28.)

Analise as afirmações a seguir e a relação proposta entre elas.

I. Os artigos grifados nas frases apresentadas, antepostos aos substantivos, são classificados como indefinidos
                                 PORQUE
II. atribuem aos seres que acompanham um sentido preciso, particularizando as palavras “mulher” e “abismo”.

Sobre as afirmações, é correto afirmar que 
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991Q54821 | Português, Divisão Silábica

TEXTO 1

Diz a lenda que, na Bahia, em meados da década de 60 do século passado, havia um menino que, além de muito levado, era também muito mentiroso, e que, certo dia, após aprontar muito na sala de aula, foi colocado de castigo no porão da escola por sua professora.
Depois de certo tempo, o menino começou a gritar desesperadamente que havia uma cobra com ele, mas, como ele era muito mentiroso, ninguém levou a sério. Dizem que seria uma enorme sucuri, que devorou o garoto depois de matá-lo por esmagamento; há versões que dizem até que, quando a professora entrou no porão, ainda pôde ver o pé do menino desaparecendo na boca da cobra.
A partir dessa trágica data, o fantasma do menino passou a assombrar os porões de diversas escolas.

Assinale a opção que indica a separação silábica errada.
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992Q27932 | Português, Agente Administrativo, Câmara de São Caetano do Sul SP, CAIPIMES

Classifique as vozes verbais das frases abaixo colocando:

(VA) para Voz Ativa.
(VP) para Voz Passiva.
(VR) para Voz Reflexiva.

( ) Os dois falaram-se rapidamente.
( ) As crianças correram no parque.
( ) Nunca se ouviram queixas dele.

Assinale a opção que apresenta a classificação correta.
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993Q47330 | Português, Assistente Administrativo, JUCEPAR PR

Na frase: “Para a realização das provas do concurso, chegamos no ônibus das 7h." A expressão destacada refere-se a:
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994Q243672 | Português, Pontuação, Técnico, FINEP, CESGRANRIO

A vírgula pode ser retirada sem prejuízo para o significado e mantendo a norma-padrão na seguinte sentença:

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995Q55291 | Português, Orações Coordenadas Assindéticas

Em “Toma conselhos com vinho, mas toma decisões com água”, temos:  
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996Q373727 | Português, Numerais, Assistente Social, Prefeitura de Seara SC

Analise as afirmativas abaixo quanto ao uso e interpretação dos numerais e assinale a alternativa correta.

I. Recebi o tércio-décimo salário.

II. Neste sesquicentenário em que completamos cem anos de atividades, queremos agradecer aos colaboradores.

III. Esta é a centésima ajuda que lhe dou.

IV. Havia uma grosa de lápis na caixa.

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997Q256761 | Português, Fonética e Fonologia, Técnico Judiciário Programação de Sistemas, TRE AP, FCC

Entre as frases que seguem, a única correta é:

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998Q109792 | Português, Interpretação de Textos, Analista de Desenvolvimento, BDMG, FUMARC

Texto associado.

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Observe a charge abaixo, de Angeli.

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Um dos comentários presentes no texto V (página 5) referentes à charge de Montanaro pode ser também aplicado à charge acima, de Angeli. O profssional que faz esse comentário é:

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999Q52514 | Português, Soldado da Polícia Militar, Polícia Militar SP, VUNESP, 2018

Assinale a alternativa em que o sinal indicativo de crase está empregado corretamente.
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1000Q1709 | Português, Técnico Previdenciário, INSS, CESGRANRIO

Texto associado.

O título do Texto faz referência a uma idealização da escola que a crônica:
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