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Questões de Concursos Sem disciplina

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141Q1053007 | Sem disciplina, Comunicação Organizacional Nas Relações Públicas, Comunicação Social, HEMOBRÁS, CESPE CEBRASPE

Texto associado.
De acordo com a Lei n.º 5.377/1967, que disciplina a profissão
de relações públicas, em seu Capítulo II, art. 2.º, consideram-se
atividades específicas de relações públicas as que dizem respeito:
a) a informação de caráter institucional entre a entidade e o
público, através dos meios de comunicação; b) a coordenação e
planejamento de pesquisas de opinião pública, para fins
institucionais; c) a planejamento e supervisão da utilização dos
meios audio-visuais, para fins institucionais; d) a planejamento e
execução de campanhas de opinião pública; e) ao ensino das
técnicas de relações públicas, de acordo com as normas a serem
estabelecidas, na regulamentação da presente Lei. Com base
nessas informações, julgue os itens a seguir.

A coordenação da uma pesquisa de opinião pública só pode ser atribuição do profissional de relações públicas que tiver noções de estatística, de sociologia e de ciências da computação.
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142Q999001 | Sem disciplina, Morfologia, Ajudante Geral, IMBEL, IBFC, 2024

Texto associado.

Texto 1 – Ginástica artística: história e curiosidade História



A ginástica artística está presente nos Jogos Olímpicos desde ______ (I. a – à) primeira edição da Era Moderna, em Atenas 1896. Os gregos da antiguidade acreditavam que a ginástica artística era a junção perfeita entre mente e corpo, assim _______ (II. a – há) praticavam ______ (III. a fim de – afim de) manter a boa forma física e da saúde. Ela também era ensinada como uma preparação para outros esportes, além de treinamento militar. O alemão Friedrich Ludwig Christoph Jahn, apaixonado pelo esporte, criou a primeira escola de ginástica artística em 1811. “O pai da ginástica”, como ficou conhecido, além de aperfeiçoar a modalidade, também criou alguns saltos e os aparelhos cavalo com alças, trave, barras paralelas e horizontais.


A ginástica estreou nos Jogos de Atenas 1896, reunindo atletas de apenas cinco países, que competiram em quatro aparelhos. Em Amsterdã 1928, as mulheres também passaram a competir, participando de uma única prova por equipes.


Nas competições, homens e mulheres competem no solo e no salto. As barras assimétricas e a trave são aparelhos exclusivamente femininos, e os homens competem também na barra fixa, nas barras paralelas, no cavalo com alças e nas argolas.



Curiosidades


A romena Nadia Comaneci encantou o mundo nos Jogos Olímpicos de Montreal 1976. Ela foi a mais jovem ginasta a ganhar medalha e a primeira a obter nota 10 na ginástica artística feminina. Ao todo, Comaneci conquistou nove medalhas olímpicas. Já a ginasta soviética Larysa Latynina entrou para a história como uma das atletas que mais conquistou medalhas em Jogos Olímpicos. Ao todo, em sua carreira, ela obteve 9 ouros, 5 pratas e 4 bronzes. A última delas foi conquistada nos Jogos de Roma 1960.


A primeira brasileira a ser campeã mundial foi Daiane dos Santos, em Anaheim 2003. Sabe-se que, em parceria com o treinador ucraniano Oleg Ostapenko, Daiane criou dois movimentos que foram eternizados pela Federação Internacional de Ginástica (FIG) e hoje levam o seu nome: o duplo twist carpado (Dos Santos I) e o duplo twist esticado (Dos Santos II). Somando suas participações nos Jogos Pan-americanos Winnipeg 1999, Santo Domingo 2003 e Rio 2007, a ginasta possui cinco medalhas: duas de prata e três de bronze. A primeira medalha olímpica da história da ginástica artística do Brasil foi dourada.


Nos Jogos Olímpicos de Londres 2012, Arthur Zanetti superou o chinês Chen Yibing e levou o ouro nas argolas.


A ginástica que hoje é conhecida como artística ainda é citada em muitos livros e sites como ginástica olímpica. No passado, já foi chamada de ginástica desportiva e de ginástica de aparelhos. Em circuitos esportivos internacionais é comum ouvir atletas, técnicos e até leigos usando simplesmente as iniciais GA (ginástica artística).


Se as informações apresentadas não foram suficientes para levá-los a se interessarem pela GA, então, acompanhem as performances de atuais ginastas que brilharão nos Jogos de Paris, em julho e agosto de 2024.


(Texto adaptado especificamente para este concurso. O texto original está no site da Confederação Brasileira de Ginástica, disponível em https://www.cob.org.br/pt/cob/time-brasil/esportes/Ginasticaartistica/; acesso em 13 jan-24)

Assinale a alternativa que preencha correta e respectivamente as lacunas do primeiro parágrafo do texto.
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143Q1015387 | Sem disciplina, Educação dos Surdos, Professor Intérprete de Língua Brasileira de Sinais, SEEPE, CESPE CEBRASPE, 2023

Texto associado.
Considerando os aspectos históricos da educação de surdos e o disposto na Lei n.º 12.319/2010, que regulamenta a profissão do tradutor e intérprete da LIBRAS, julgue o item a seguir.
No Congresso de Milão, na Itália, centralizou-se o debate acerca da educação de surdos na aquisição de língua oral pelos surdos, porém a ampla maioria dos seus participantes aconselhou o uso de sinais como metodologia de ensino para surdos.
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144Q1041758 | Sem disciplina, Morfologia, Área Administrativa, TRE PB, FCC

Texto associado.
Considere o texto abaixo para responder à pergunta.

O especialista em estudos visuais Josep Català, da Universitat Autònoma de Barcelona, defende que os jogos de videogame podem representar o grande suporte expressivo das próximas décadas.

O processo de multiplicação de imagens tende a deixar as pessoas menos imaginativas?
Josep Català − A princípio, pensava que a imagem detinha a imaginação na comparação com a literatura, porque aquele que lê pode imaginar, enquanto a imagem já oferece essa passagem feita. Agora já não vejo assim. A imagem não bloqueia a imaginação, pelo contrário: está cheia de impulsos e estímulos que projetam a imaginação para mais além. É possível ficar só com a superfície da imagem, até porque a imaginação é um procedimento que requer esforço. Penso, então, que há vários tipos de imagem, algumas mais imaginativas e outras que de certa forma fecham as portas.

A literatura foi fonte para modos de comportamento no século 19, tal e qual o cinema inspirou comportamentos culturais do século 20. Podemos antever um pouco os suportes que pautam nosso comportamento na chamada nova era?
Há um fenômeno bem concreto. O século 19 produziu um largo processo de letramento e o romance se converte no instrumento de socialização por excelência; o mesmo acontece com o cinema no século 20. Penso que, neste momento, os videogames estariam prestes a assumir esse posto. Existem a internet e as novas tecnologias, mas a mais capaz de incorporar a condição emocional e socializante da narrativa é o videogame.

Quais os indícios desse processo?
Por enquanto, um videogame dificilmente consegue igualar a complexidade de um livro ou de um filme, mas no início do cinema este também não era muito elaborado. Quando o cinema começou, se alguém dissesse que ali havia um novo parâmetro artístico, seria acusado de louco. E, no entanto, o cinema chegou num ponto em que é capaz de expressar a mesma complexidade de um grande romance.

É preciso então parar, com calma, e ver o videogame como forma simbólica – a possibilidade de criação de mundos imaginários e interface do jogador com esses mundos. A tendência é a de maior participação no mundo narrativo, de tal forma que a identificação, que se estabelecia de forma passiva, passe à forma ativa. Essa é a mudança que poderia haver, mas que ainda não se deu.

Como se estivéssemos esperando por um Chaplin dos videogames...
Sim. O exemplo de Chaplin é bom, porque Chaplin move as massas. Também temos que ver que esses novos meios não anulam os anteriores, mas vão se sobrepondo. Ler um livro, ver um filme e participar de um game são experiências distintas e até complementares.

Estamos vivendo a transição entre uma geração que cresceu com a televisão para uma geração que cresceu com internet. A tendência é que seja uma geração mais criativa?
Eu diria que sim. A geração da televisão é bastante passiva. Há reações ao que está acontecendo, mas também há uma passividade diante da crise. As novas tecnologias estão incentivando uma participação maior, mas que ainda não está bem desenvolvida. O potencial da internet como fonte de conhecimento ainda é pouco aproveitado.

(Adaptado de: LONGMAN, Gabriela. Entrevista [outubro, 2015]. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrissima/1547... enquanto-o-chaplin-dos-games-nao-vem.shtml. Acesso em: 13 out. 2015)
E, no entanto, o cinema chegou num ponto em que é capaz de expressar...
Sem prejuízo da correção e do sentido, o elemento sublinhado acima pode ser substituído por:
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145Q999266 | Sem disciplina, Ortografia, Técnico em Enfermagem, Prefeitura de Fortaleza CE, IBFC, 2024

Texto associado.
Texto: Medo: como superar esse ______ (Iempecilho - impecilho) para a vida.



O medo é um sentimento natural e necessário para a sobrevivência humana, ou seja, não devemos fugir dele. No entanto, tal sensação pode se tornar debilitante quando passa a governar a nossa vida. Psicólogos explicam que a ansiedade tem forte ligação com o medo, posto que ela transforma momentos corriqueiros em verdadeiros cenários de filmes de terror. Assim, pessoas ansiosas têm mais propensão a temer situações, indivíduos e até certos sentimentos, especialmente os de caráter negativo.


______ (II- Por quê – Por que) sentimos medo? É da natureza humana se afastar de situações, pessoas e sentimentos potencialmente desagradáveis. Ninguém quer ter uma experiência ruim e carregar o ______ (III. mal-estar – mauestar) proveniente dela pelo restante do dia, semana ou até anos. As pessoas também se distanciam de ocasiões que não acreditam estar preparadas para enfrentar. Por exemplo, falar em público. Um indivíduo com medo de exposição foge de quaisquer possibilidades de conduzir uma apresentação diante de uma ______ (IV- plateia – platéia).


Como enfrentar o MEDO: 7 dicas


É a decisão mais lógica: para se preservar, ele evita o objeto do seu medo. Esse sentimento é, de fato, o que mantém as pessoas longe de ameaças, sejam reais ou imaginárias. Ele foi essencial para a sobrevivência de nossos ancestrais, principalmente diante do desconhecido. Sendo assim, sentir medo é uma forma de conservar a sua segurança e saúde.

A questão é que as pessoas não temem somente o que podem lhes ferir física ou psicologicamente. Interações sociais, experiências de vida e conceitos abstratos também podem deixa-las temerosas. Neste caso, o medo se torna um aprisionador e impede que tudo o que a vida tem a oferecer seja aproveitado. É o caso de quem teme dirigir, sair da casa dos pais, mudar de profissão, se relacionar, fazer escolhas, perseguir seus sonhos, entre outros. O fator estressor não é enfrentado, então continua a causar desconforto emocional e opressão ao indivíduo.

Ligação entre medo e ansiedade

O medo pode se manifestar na forma de ansiedade. Uma pessoa com medo de se envolver romanticamente com outra, por exemplo, fica nervosa durante primeiros encontros, apreensiva ao pensar no futuro da relação e ansiosa ao considerar a possibilidade de um rompimento. Ela fica temerosa em relação ao futuro e cenários cuja possibilidade de acontecer é quase inexistente. Dessa forma, começa a nutrir a ansiedade no dia a dia, o que dificulta a superação do medo, consequentemente prolongando o sofrimento emocional.

Um estudo da École Polytechnique Fédérale de Lausanne (EPFL) descobriu que o cérebro precisa reviver um medo para poder combatê-lo. Basicamente, as pessoas se acostumam com o fator estressor quando apresentadas a ele múltiplas e, em algum momento, conseguem agir com calma diante dele.

Essa exposição contínua e controlada também reduz a ansiedade desencadeada não apenas quando se está cara a cara com o que desperta medo, como também quando se pensa ou fala sobre isso.

Uma técnica psicoterapêutica para o tratamento de fobias – medo excessivo – é baseada nesse conceito. A terapia de exposição consiste em expor o paciente de maneira gradativa ao objeto causador do pânico. Ela é feita através de exercícios de visualização. Sendo assim, a conclusão que podemos chegar é óbvia: para vivermos bem, precisamos enfrentar o que nos causa medo.


(Texto adaptado especificamente para este concurso. O texto
original está disponível em https://www.psicologo.com.br/blog/medocomo-superar/ acesso em 27 fev-24)

“Durante a vida, tive muitos medos, então, consultei um terapeuta caríssimo e descobri que, por caridade, ele ______ (I) um parente meu. Achei muito ______(II) e desisti das ______(III).
Assinale a alternativa que preencha correta e respectivamente as lacunas.
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146Q1062536 | Sem disciplina, Medicina do Trabalho, Área 12 Medicina Legal, Polícia Federal, CESPE CEBRASPE, 2025

Texto associado.
Julgue o item a seguir, referentes à perícia oficial em saúde do servidor público federal.
Considere que um delegado da Polícia Federal tenha desenvolvido quadro de transtorno do estresse pós-traumático por envolvimento em evento crítico no trabalho e que isso tenha motivado sua incapacidade laborativa por doze meses. Considere, ainda, que ele tenha retornado ao trabalho e se aposentado por tempo de serviço quatro anos depois. Nessa situação, o servidor faz jus à isenção de imposto de renda dos proventos, em razão do antecedente de doença ocupacional.
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147Q1004430 | Sem disciplina, História, Terapia Ocupacional, Prefeitura de Guarulhos SP, IBAM, 2024

Texto associado.

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Olivia, 50 anos, apresenta fadiga, espasticidade muscular, dificuldade para andar, incontinência urinária e déficits cognitivos, principalmente no que se refere à atenção e a funções executivas. As pioras notadas no caso de Olívia ocorrem em períodos de surtos, que duram de duas a três semanas, havendo períodos de uma certa estabilidade do quadro em períodos subsequentes. Olivia também apresenta mudanças em sua rotina ocupacional, com dificuldades para a realização de suas atividades de vida diária e de vida prática, o que a torna mais dependende de seu marido e filhos para a realização de atividades simples do dia-a-dia. Esse aspécto da dependência de Olívia a entristece e faz com que apresente perspectivas negativas em relação a seu futuro, auto-estima, e o desmonte de seus projetos de vida.



Autor

Considerando o caso de Olívia, é correto afirmar que, as concepções de independência de Olivia, frente a uma doença que impacta de modo signifivo seus fazeres cotidianos, precisa ser modificada para que o atendimento terapeutico-ocupacional possa produzir mudanças na participação social e na qualidade de vida, considerando-se:

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148Q1056993 | Sem disciplina, Morfologia, Médico, Comando do 1 Distrito Naval, Marinha, 2020

Texto associado.
“[...] O fascínio que a linguagem sempre exerceu sobre o homem vem desse poder que permite não só nomear/criar/transformar o universo real, mas também possibilita trocar experiências, falar sobre o que existiu, poderá vir a existir e até mesmo imaginar o que não precisa nem pode existir. A linguagem verbal é, então, a matéria do pensamento e o veículo da comunicação social. Assim como não há sociedade sem linguagem, não há sociedade sem comunicação. Tudo o que se produz como linguagem ocorre em sociedade, para ser comunicado e, como tal, constitui uma realidade material que se relaciona com o que lhe é exterior, com o que existe independentemente da linguagem. Como realidade material - organização de sons, palavras, frases - alinguagem é relativamente autônoma; como expressão de emoções, idéias, propósitos, no entanto, ela é orientada pela visão de mundo, pelas injunções da realidade social, histórica e cultural de seu falante. [...]"

(Margarida Petter)

Fonte: FIORIN, José Luiz. Introdução à Linguística. São Paulo: Contexto, 2012.
Considere o trecho “[...j O fascínio que a linguagem sempre exerceu sobre o homem vem desse poder que permite não só nomear/criar/transformar o universo real”. É correto afirmar que, no domínio da Morfologia, para nomear elementos do universo real, o homem utiliza o:
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149Q1069803 | Sem disciplina, Interpretação de Textos, Fiscal de Renda, SEFAZ RJ, CEPERJ

Texto associado.

TEXTO 1

RUI BARBOSA E O IMPOSTO SOBRE A RENDA MEMÓRIA DA RECEITA FEDERAL


O imposto sobre a renda teve em Rui Barbosa, primeiro Ministro da Fazenda do período republicano, um ardente defensor. Seu relatório de janeiro de 1891 dedica, com erudição e brilhantismo, 38 páginas ao tema. Mostra a história, as formas de aplicação do imposto e as propostas de adoção.
No relatório, Rui Barbosa lembrava as qualidades de um imposto justo, indispensável e necessário: “No Brasil, porém, até hoje, a atenção dos governos se tem concentrado quase só na aplicação do imposto indireto, sob sua manifestação mais trivial, mais fácil e de resultados mais imediatos: os direitos de alfândega. E do imposto sobre a renda, por mais que se tenha falado, por mais que se lhe haja proclamado a conveniência e a moralidade, ainda não se curou em tentar a adaptação, que as nossas circunstâncias permitem, e as nossas necessidades reclamam”.
Resumidamente, a proposta de Rui Barbosa se sustentava nos seguintes pilares:
1. O imposto incidiria sobre as rendas provenientes de propriedades imóveis, do exercício de qualquer profi ssão, arte ou ofício, de títulos ou fundos públicos, ações de companhias, juros e dívidas hipotecárias e de empregos públicos;
2. Estariam isentas as rendas não superiores a 800$000, a dos agentes diplomáticos das nações estrangeiras, rendimentos das sociedades de socorros mútuos e benefi cência e juros das apólices da dívida pública possuídas por estrangeiros residentes fora do país;
3. A declaração do contribuinte seria o ponto de partida do lançamento. O Fisco devia procurar outras fontes para a verificação fiscal, pois fi caria muito prejudicado caso se baseasse unicamente na declaração do contribuinte. Discordou da posição de alguns em entregar a determinação da renda unicamente ao arbítrio do Fisco. O arbitramento podia degenerar em arbítrio. Na sua visão, o arbitramento seria aceito se a renda não fosse conhecida fixa e precisamente, mas sujeito a conhecimento e impugnação do interessado, com todos os recursos do contencioso administrativo.
Suas sugestões, no entanto, não encontraram respaldo para serem postas em prática.

“O imposto incidiria sobre as rendas...”; o emprego do futuro do pretérito nesses casos se justifica porque se trata de uma ação que:

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150Q1019637 | Sem disciplina, Verbos Verbos, Edital n 138, SEEDPR, Consulplan, 2024

Texto associado.
El texto contextualiza la pregunta. Léelo atentamente.

La integración regional en Latinoamérica

El tema de la integración regional es un asunto ampliamente discutido por muchos investigadores de Relaciones Internacionales, Geografía, Economía y otras ciencias. El proceso de integración regional entre Estados nacionales sucede, básicamente, cuando se mezclan, confunden y fusionan de forma voluntaria con sus vecinos. Al hacerlo, estos Estados pierden ciertos atributos fácticos de la soberanía, ya que adoptan nuevas técnicas para resolver en conjunto sus conflictos.
Es destacable que América Latina haya intentado diferentes estrategias de cooperación e integración a lo largo de las últimas décadas. La región tiene diversas organizaciones subregionales de integración como, por ejemplo, la Comunidad Andina de Naciones (CAN), la Asociación Latinoamericana de Integración (ALADI) y el Mercado Común del Sur (MERCOSUR). Sin embargo, estas organizaciones no han logrado mostrarse actores coherentemente unificados, aunque tengan intereses en común. Por lo tanto, esta es la mayor dificultad de estos países latinos, o sea, trabajar juntos en la búsqueda de soluciones no necesariamente enfocadas a nivel nacional, sino de toda la región latinoamericana.
Varios investigadores han analizado cuáles son las causas de estos obstáculos para la unificación en Latinoamérica. Además de los problemas de la falta de coordinación de políticas comerciales comunes, los inconvenientes causados por la pobreza, la desigualdad social y la corrupción tienen una presencia negativa responsable de gran parte de las dificultades para alcanzar una Latinoamérica integrada.
Otro punto que parece recibir pocas inversiones para ampliar la conexión de Latinoamérica es la cuestión cultural. La región tiene diversos aspectos culturales en común, inclusive la misma lengua hablada en, por lo menos, 18 países de su espacio geográfico. No obstante, se puede inferir que este factor no influye significativamente para la integración de América Latina, es decir, somos parecidos y tenemos intereses en común, pero insistimos en actuar separadamente. Así mismo, la ausencia de más políticas culturales que puedan integrar mejor a los países dificulta el acceso a la cultura entre ellos.

(Oliveira Cardoso, Larissa – Revista de Estudios Brasileños – Universidad de Salamanca Adapt.)
Tras el análisis del siguiente fragmento del artículo y el conocimiento sobre tiempos verbales, enseñala la opción que trae la mejor comprensión, en portugués, para la locución verbal destacada: “Es destacable que América Latina haya intentado diferentes estrategias de cooperación […](2º§)
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151Q1054736 | Sem disciplina, Fundamentos Teóricos do Marketing, Comunicação Social, DETRAN DF, CESPE CEBRASPE

Texto associado.
Prestação de contas, transparência e informação de
qualidade são atributos cada vez mais presentes na comunicação
das instituições com os seus públicos. Por meio de projetos e de
produtos e serviços implantados, a comunicação permite
participação, desenvolvimento social, transformação de
realidades e melhores práticas de cidadania.

Regina E. César. Movimentos sociais, comunidade e cidadania, In:
Relações públicas comunitárias: a comunicação em uma perspectiva
dialógica e transformadora
. Orgs: Margarida M. Kunsch, Krohling Kunsch
e Waldermar L. Kunsch. São Paulo: Summus, 2007 (com adaptações).

Considerando o texto acima, julgue os próximos itens.

A universalização do acesso à Internet é uma questão de inclusão digital e, exatamente por isso, desvinculada do campo da comunicação, que se ocupa da inclusão social.
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152Q1079598 | Sem disciplina, Interpretação de Textos, Soldado da Policia Militar, PM SP, VUNESP

Texto associado.

Leia o texto para responder à questão.

Alguém, em algum beco escuro da internet, acha que os seguintes itens têm a ver comigo: saias curtas, camisetas bem cavadas, chapéus com detalhes metálicos. Tudo supermoderno, descolado e… feminino. Por quê? Sou um senhor de meia-idade, grisalho, que se veste com roupas masculinas. Não tenho filhas, nem sobrinhas, nem ninguém próximo que use esse tipo de moda. Mas esse tipo de moda me bombardeia.

Entro em um site sério de notícias e está lá um anúncio divulgando a última coleção da marca. Navego pelo site do jornal americano “The New York Times”, idem: essa mesma publicidade preenche os espaços em branco e se oferece para mim.

Mas como me transformei em uma vítima dos anúncios de moda? Vamos voltar algumas semanas no tempo.

Minha triste saga começou no Twitter, mais especificamente na conta da seção de estilo do site BuzzFeed. Cliquei em um link que dizia algo como “conheça a marca de roupas preferida da Kristen Stewart” (a jovem e bela atriz da série “Crepúsculo”). Vacilo fatal. Acabei caindo em uma suposta reportagem sobre uma grife de roupas femininas chamada Wildfang. Na verdade, tratava-se do que, na era da internet, ganhou o nome de “conteúdo patrocinado”, ou seja, era uma publicidade disfarçada de jornalismo.

Mais do que ser apenas um anúncio, o tal link trazia escondido algum dispositivo on-line que me fichou como fã da Wildfang e instalou nos meus navegadores algo que faz disparar anúncios da marca em qualquer site que eu acesse.

Ao clicar na “reportagem” do BuzzFeed sobre as roupas da Wildfang, o que se esperava era um texto feito por um(a) repórter de moda, de opiniões próprias. Mas não era nada disso: era material pago, sem nenhuma indicação de que se tratava de um comercial, e que infestou meus computadores com anúncios indesejados.

Pode ser um bobo ranço geracional, mas tenho enorme dificuldade para aceitar que conteúdo informativo e publicidade se transformem em uma coisa só.

(Álvaro Pereira Júnior. Folha de S.Paulo, 11.10.2014. Adaptado)

O uso da primeira pessoa do plural revela um esforço do autor para estabelecer um grau de proximidade mais elevado com o leitor, o que se observa na expressão destacada em:
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153Q1000241 | Sem disciplina, Pontuação, Área Administrativa, TRF 5 REGIÃO, IBFC, 2024

Texto associado.
Texto I


Estava certo. Era preciso passar pelo menos um ano em lugar de bom clima e meu pai decidira mandar-me para Vila da Mata onde os Pereira, nossos primos, me ofereciam a fazenda do Córrego Fundo. O doutor dissera que eu tinha uma lesão de primeiro grau no pulmão direito. Sua luneta de tartaruga, de cordão preto atrás da orelha, dava-lhe um ar sábio infalível. Eu não acreditava na lesão, mas acreditava no doutor.

À noite, meu pai, já conformado com a ideia da moléstia e da minha próxima ausência, veio ver-me no quarto, fingindo bom humor.

- Então, seu chefe, as malas estão prontas?

Nem estavam prontas, nem eu tinha vontade de prepará-las para tal viagem. Francamente ia meterme naquela remota Vila da Mata? Que ideia! Muito mais divertido seria tratar-me na Europa... Na Suíça, por exemplo. Sim, por que não na Suíça? Realmente!

- Meu pai, se você me deixa ir para a Suíça, eu prometo ficar quietinho num sanatório o tempo todo que você queira. Fico dois, fico três anos. Mas, Vila da Mata, deve ser um degredo. Como é que eu poderia suportar todo um ano na fazenda dos Pereira? Tenho horror à roça, você não ignora.

- Não senhor, não senhor. O médico é quem sabe. Ele acha excelente o clima de Vila da Mata. Além do que, você estando com os Pereira, não poderá fazer extravagâncias... Terá que proceder com muito juízo. Eles me trarão ao corrente de seus passos...

Sorriu com ar de triunfo. No fundo, a preocupação de meu pai era apenas aquela: impedir-me de fazer o que ele chamava “extravagância”. Eu compreendia.

(COUTO, Ribeiro. Cabocla. Rio de Janeiro: Ediouro, 17ª Ed. P.13)
No texto, o emprego do discurso direto contribui para o ritmo da narrativa. Sua presença é explicitada pelo uso:
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154Q1017673 | Sem disciplina, Sintaxe, Linguista, UNIVESP, CESPE CEBRASPE, 2025

Texto associado.

Texto 8A2-I


Nenhum homem é uma ilha, completa em si mesma; todo homem é um pedaço do continente, uma parte da terra firme. Se um torrão de terra for levado pelo mar, a Europa ficará menor, como se tivesse perdido um promontório, como se fosse o solar de teus amigos ou o teu próprio. A morte de cada homem diminui a mim, porque na humanidade me encontro envolvido. Por isso, não procures saber por quem os sinos dobram; eles dobram por ti.


John Donne. Meditações. Tradução: Fabio Cyrino.

São Paulo: Editora Landmark, 2012 (com adaptações).

Considerando as relações estabelecidas entre o significado dos vocábulos e sua configuração sintática no texto 8A2-I, julgue os itens a seguir.

I No último período do texto, o verbo dobrar, em suas duas ocorrências, pode ser classificado como intransitivo.

II Em “A morte de cada homem diminui a mim” (terceiro período), o verbo diminuir está empregado na forma intransitiva.

III O vocábulo “perdido” (segundo período) é a forma participial do verbo perder, o que indica que a oração em que se insere esse termo está na voz passiva analítica.

IV Na primeira oração do último período, o verbo procurar é empregado como intransitivo, e o sujeito da oração desempenha papel semântico de agente.

Assinale a opção correta.

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155Q1053008 | Sem disciplina, Comunicação Organizacional Nas Relações Públicas, Comunicação Social, HEMOBRÁS, CESPE CEBRASPE

Texto associado.
De acordo com a Lei n.º 5.377/1967, que disciplina a profissão
de relações públicas, em seu Capítulo II, art. 2.º, consideram-se
atividades específicas de relações públicas as que dizem respeito:
a) a informação de caráter institucional entre a entidade e o
público, através dos meios de comunicação; b) a coordenação e
planejamento de pesquisas de opinião pública, para fins
institucionais; c) a planejamento e supervisão da utilização dos
meios audio-visuais, para fins institucionais; d) a planejamento e
execução de campanhas de opinião pública; e) ao ensino das
técnicas de relações públicas, de acordo com as normas a serem
estabelecidas, na regulamentação da presente Lei. Com base
nessas informações, julgue os itens a seguir.

O ensino das técnicas de relações públicas é atividade específica dos profissionais de comunicação.
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156Q1000276 | Sem disciplina, Interpretação de Textos, Policial Penal, Polícia Penal GO, IBFC, 2024

Texto associado.
O atleta negro brasileiro que enfrentou o nazismo
nas Olimpíadas de 1936
(Itan Cruz)


A poucos dias da abertura dos Jogos Olímpicos de Paris, [...] a competição de 1936 tem muito a nos ensinar. Além de ter sido realizada em Berlim, capital da Alemanha nazista de Adolf Hitler, a competição internacional testemunhou a ascensão de um dos mais brilhantes esportistas de todos os tempos: o atleta negro estadunidense James Cleveland Owens, conhecido como Jesse Owens.

Ele desafiou o nazismo com suas quatro medalhas de ouro no atletismo, derrubando a crença hitlerista na insignificância das habilidades da população negra que apregoaria a sua inferioridade racial. Mas do que pouco se fala é que um brasileiro, também negro, esteve ao lado de Owens nesse confronto.

Seu nome era José Bento de Assis Junior, mais conhecido como Bento de Assis. Nasceu na capital paulista em 28 de fevereiro de 1914. Com muito custo, competindo pelo Vasco da Gama, o velocista e saltador reuniu as credenciais necessárias para integrar a delegação brasileira composta por 73 atletas, que embarcaram com destino às Olimpíadas de Berlim.

Com apenas 22 anos de idade, esse atleta conheceria uma Europa orgulhosa da sua branquitude e do seu empenho colonial instrumentalizado pela violência na África. Certamente, entre as dezenas de competidores brasileiros, Assis não era o único negro a enfrentar esse desafio.

Também corredor como Owen, Bento de Assis não conquistou medalha naquela competição – assim como toda a delegação brasileira. No entanto, a sua simples presença na competição, tal qual a de Owen e outros negros, serviria para confrontar Hitler e toda a Alemanha ariana.

A habilitação de atletas negros para os jogos naquele ano significava a ruína dos parâmetros tidos como “científicos” do racismo, argumento usado pelos alemães para tentar comprovar a sua vanguarda civilizacional.

Naquele ano, os partidários de Hitler tiveram de testemunhar vários esportistas negros nas disputas. No ano seguinte, Bento de Assis, além de ter sido escolhido para empunhar a bandeira do Brasil na abertura dos jogos latino-americanos, sagrou-se campeão em quatro modalidades diferentes na corrida dos 100 e 200 metros rasos, no revezamento 4 x 100 e 4 x 400 metros.

A falta de conhecimento sobre a trajetória de Bento de Assis comprova como o racismo também pode se manifestar pela negação da memória, na manifestação deliberada e sistemática da política de esquecimento em relação às pessoas negras no Brasil.

[...]


(Disponível em: https://noticias.uol.com.br/colunas/presencahistorica/2024/07/17/o-atleta-negro-brasileiro-que-enfrentouo-nazismo-nas-olimpiadas-de1936.htm#:~:text=Seu%20nome%20era%20Jos%C3%A9%2 0Bento,conhecido%20como%20Bento%20de%20Assis. Acesso em 18 de julho de 2024.)
A expressão “além de”, presente no 7º parágrafo, cumpre um papel coesivo introduzindo o seguinte valor semântico:
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157Q1057630 | Sem disciplina, Morfologia, Soldado Combatente QPMP C, PM ES, INSTITUTO AOCP, 2022

Texto associado.
COMO O DOUTOR GOOGLE ESTÁ CRIANDO UMA
LEGIÃO DE CIBERCONDRÍACOS

Thiago Tanji – 18 SET 2015

“Sintomas”, “dor de cabeça”, “sonolência”, “estou com sorte”. Uma busca despretensiosa usando essas palavras-chave leva a um endereço que indica os sinais e sintomas de um tumor cerebral. Definitivamente, não era um dia de sorte. Mas é possível encontrar outros diagnósticos virtuais para essa busca, como anemia, distúrbios do sono, meningite e virose, é claro. Já escolheu a doença que mais se encaixa no seu caso? Provavelmente, você decidirá pela pior dessa lista. “Depois de checar os sintomas no Google, a maior parte das pessoas tende a associar sua situação a doenças sérias e raras”, diz Dengfeng Yan, professor do departamento de marketing da Universidade do Texas em San Antonio, Estados Unidos. É verdade que o dr. Google é prático e pode ajudar em alguns casos, mas seu curso de medicina é baseado em algoritmos que podem te transformar em um cibercondríaco (é sério, essa palavra já é utilizada por cientistas).
Em 2012, quando era pesquisador na Universidade de Ciência e Tecnologia de Hong Kong, na China, Yan realizou um trabalho para estudar as escolhas irracionais de consumidores com base na ideia de que as pessoas tendem a superestimar seus problemas de saúde. Em uma entrevista, ele perguntava a um grupo sobre a possibilidade de contrair doenças como gripe aviária, câncer de mama e AIDS. “As pessoas costumam ignorar a chance real de ocorrências de uma doença e acabam confiando demais apenas nos sintomas que estão sentindo”, afirma. O problema é que, ao buscar os sintomas pela internet, nosso medo de contrair doenças graves é potencializado, já que essas enfermidades rendem um maior número de discussões e tendem a aparecer com maior frequência no resultado das buscas. “As informações mostradas no Google não são uma representação da realidade, já que a maior parte das pessoas não costuma discutir a ocorrência de doenças normais”, diz Yan.
De acordo com um relatório do Google, uma em cada 20 pesquisas do serviço de buscas está relacionada a questões ligadas à saúde. Mas o problema é que quantidade não representa qualidade. “Há um conteúdo muito bom que é cuidadosamente checado e publicado por especialistas. No entanto, também há um conteúdo extremamente pobre, com informações incorretas”, afirma Guido Zuccon, pesquisador de sistemas de informação da Universidade de Tecnologia de Queensland, na Austrália. “Também observamos que há conteúdo de alta qualidade, como pesquisas divulgadas pela comunidade médica, mas que os usuários em geral têm muita dificuldade de entender”. Em março deste ano, a equipe do pesquisador conduziu um estudo para avaliar a qualidade das informações médicas disponíveis nas buscas do Google, a partir da experiência de um grupo de entrevistados. No relatório, Zuccon indica que as ferramentas virtuais melhoraram sua engenharia de busca nos últimos anos, mas a pesquisa por termos abrangentes – como os sintomas descritos no início da matéria – ainda não consegue retornar resultados satisfatórios para os usuários.

Adaptado de:
https://revistagalileu.globo.com/Revista/noticia/2015/09/como-odoutor-google-esta-criando-uma-legiao-de-cibercondriacos.html.
Acesso em: 10 jun. 2022.
Sobre a expressão destacada em “No entanto, também há um conteúdo extremamente pobre [...]”, no último parágrafo, assinale a alternativa correta.
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158Q1057387 | Sem disciplina, Pontuação, Sargento da Polícia Militar, Polícia Militar SP, VUNESP, 2019

Texto associado.

Há 500 anos, começava viagem que provou que a Terra é redonda


Em setembro de 1522, chegava ao porto espanhol de Sanlúcar de Barrameda (próximo a Sevilha, no sul da Espanha) uma estranha embarcação com o casco perfurado. Os 18 homens que compunham a tripulação vinham muito magros, com barbas e cabelos longos. Na pele queimada de sol, traziam feridas mal curadas.

Quando desembarcaram, suplicaram por velas de cera. Queriam ir até a igreja mais próxima acendê-las em agradecimento aos céus por terem retornado à terra, depois de três anos no mar.

Da última vez que a embarcação havia partido daquele porto, estava acompanhada de outras quatro naus, e a tripulação era de 243 marinheiros. Durante os anos no mar, aqueles homens enfrentaram tempestades capazes de destruir frotas inteiras, batalhas campais, rebeliões, naufrágios, doenças desconhecidas e frio. No meio do mar, passaram sede e fome severas. Depois de devorar os ratos, comeram pedaços de couro que cobriam os barcos.

Com muitas perdas e só alguma carga valiosa a bordo, os viajantes retornavam de uma expedição que parecia fadada a ser vista como um fracasso. Ainda assim, a primeira viagem a contornar a Terra, que neste 2019 completa 500 anos de seu início, entrou para a história como um dos maiores feitos da humanidade.

Para alguns, tal saga, iniciada pelo português Fernão de Magalhães, é comparável à chegada do homem à Lua. Para outros, trata-se de façanha ainda maior, por ser a primeira viagem que efetivamente descobriu o planeta Terra.

“Há um paralelismo feliz desta viagem com a ida à Lua. Os astronautas nos anos 1960, antes mesmo de chegarem à Lua, sempre falavam de Magalhães, Vasco da Gama e Colombo como pessoas inspiradoras, homens que fizeram algo, em certos aspectos, mais difícil do que eles estavam fazendo”, explica o historiador português João Paulo Azevedo de Oliveira e Costa.

De fato, em 1970, quando a Apollo 13 sofreu um grave acidente no espaço, só conseguiu retornar à superfície da Terra com ajuda remota dos engenheiros nos EUA. “Isso não existia para os navegadores. Não havia comunicação com Lisboa ou Sevilha, e os riscos eram maiores”.

(Fabrício Lobel e Marcelo Pliger, “Há 500 anos, começava viagem

que provou que a Terra é redonda”. https://www1.folha.uol.com.br.

15.09.2019. Adaptado)

De acordo com a norma-padrão de concordância verbal e de pontuação, o título do texto está adequadamente reescrito em:
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159Q1013658 | Sem disciplina, Educação dos Surdos, Professor Intérprete de Língua Brasileira de Sinais, SEEPE, CESPE CEBRASPE, 2023

Texto associado.
Em relação aos aspectos clínicos e socioantropológicos da surdez e da educação de surdos no Brasil, julgue o item subsequente.
No Brasil, é comum que os pais ouvintes de crianças surdas usem primordialmente a LIBRAS na comunicação com seus filhos.
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160Q1018836 | Sem disciplina, Educação dos Surdos, TradutorIntérprete de Libras, ALGO, IADES, 2019

Texto associado.

Orientação

Nessa prova, o termo Língua Brasileira de Sinais será representado pela sigla Libras.

Texto 3 para responder a questão.

Em 2017, a Federação Brasileira das Associações dos Profissionais Tradutores e Intérpretes e Guia-Intérpretes de Línguas de Sinais (Febrapils) publicou a Nota Técnica nº 01, que trata da atuação do tradutor, intérprete e guia-intérprete de Libras e língua portuguesa em materiais audiovisuais televisivos e virtuais

Em relação à exibição de vídeos com janela de Libras, assinale a alternativa que indica o previsto pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
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