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Questões de Concursos Sem disciplina

Resolva questões de Sem disciplina comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


181Q1053066 | Sem disciplina, Arquitetura Na Engenharia Civil, Engenheiro Civil, HEMOBRÁS, CESPE CEBRASPE

Texto associado.
A ventilação e a refrigeração de ar são requisitos importantes para
o conforto térmico de construções modernas, particularmente em
regiões de climas quentes. Com relação a esse tema, julgue os
itens que se seguem.

Em um sistema de refrigeração, a potência frigorífica, ou carga térmica de refrigeração, é a quantidade de energia elétrica consumida para refrigerar um ambiente a uma dada temperatura por unidade de área.
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183Q1058213 | Sem disciplina, Interpretação de Textos, Médio, Comando do 5 Distrito Naval, Marinha, 2025

Texto associado.
Texto 1

Redes sociais são amigas ou inimigas da saúde mental de jovens?

Com o uso generalizado e quase constante de redes sociais, têm surgido debates sobre seus impactos na salde mental, especialmente dos mais jovens. A popularização dessas preocupações levou pesquisadores de diversas áreas a se dedicarem a compreender as nuances dessa relação. Afinal, o que revelam as evidências sobre o tema?

A pesquisa de Sumer Vaid e outros autores introduziu o conceito de “sensibilidade as mídias sociais" para explorar como a relação entre o uso de mídias sociais e o bem-estar varia entre diferentes indivíduos e contextos. O estudo revelou que na média há uma pequena associação negativa entre o uso das redes e o bem-estar subsequente. Contudo essa associação variava muito a depender de outras características dos participantes.

Por exemplo, indivíduos com disposições psicológicas vulneráveis, como depressão, solidão ou insatisfação com a vida, tendiam a experimentar uma sensibilidade negativa mais acentuada em comparação com aqueles não vulneráveis, Além disso, certos contextos físicos e sociais de uso das redes intensificaram essa sensibilidade negativa, sugerindo que a sua influência na saúde mental é multifacetada e dependente do contexto.

Já Amy Orben e outros pesquisadores decidiram investigar como o uso de redes sociais influencia a satisfação com a vida apenas em certas fases de desenvolvimento, como a puberdade e a transição para a independência, aos 19 anos. Isso destaca como as transformações neurocognitivas e sociais da adolescência podem intensificar o impacto das redes.

Dado o papel crucial das interações nessa idade, as redes sociais, que medem aprovação social por meio de "curtidas"”, podem exacerbar preocupações com autoestima e aceitação. Apesar dessas descobertas, os autores recomendam mais estudos sobre o uso de mídias em diferentes estágios de desenvolvimento, para entender melhor essa interação e formular politicas de proteção à saúde mental dos adolescentes nesta era digital.

Nesse sentido, a psicóloga e pesquisadora Candice Odgers defende cautela para as interpretações das pesquisas que estabelecem uma ligação direta entre o uso de redes sociais e o surgimento de problemas de saúde mental. Odgers adverte que, apesar das preocupações legitimas acerca de seus impactos adversos, as evidências cientificas atuais não confirmam uma relação causal direta. Ela enfatiza a importância de distinguir entre correlação e causalidade e de considerar a influência de uma série de fatores genéticos e ambientais no bem-estar.

Então, enquanto algumas pesquisas sugerem uma associação negativa entre o uso de mídias sociais e a saúde mental, é crucial reconhecer a diversidade de experiências entre os usuários. Fatores como disposições psicológicas, contextos de uso e a natureza interativa das plataformas sociais desempenham papéis significativos nessa equação, de acordo com ponderações desses mesmos estudos.

O fato é que as redes vieram para ficar. Até o momento, os resultados das pesquisas enfatizam a importância de adotar uma perspectiva mais abrangente e individualizada ao examinar seus impactos.

Educadores, pais, legisladores e o setor de tecnologia precisam, antes de tudo, reconhecer a complexidade envolvida para então formular estratégias que minimizem os riscos associados ao uso dessas plataformas. No entanto, não podemos negligenciar os benefícios que elas oferecem, como a interação social com pessoas distantes e o acesso à informação, que podem ser benéficos para muitos.

Se não considerarmos esses fatores, corremos o risco de, ao buscar um culpado para os problemas de saúde mental de nossa época, ficarmos sem soluções efetivas e descartarmos o que há de bom.


BIZARRIA, Deborah. Folha de São Paulo, 5.4.24,
A opção que indica corretamente a expressão retomada pela palavra “que” é:
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184Q1056993 | Sem disciplina, Morfologia, Médico, Comando do 1 Distrito Naval, Marinha, 2020

Texto associado.
“[...] O fascínio que a linguagem sempre exerceu sobre o homem vem desse poder que permite não só nomear/criar/transformar o universo real, mas também possibilita trocar experiências, falar sobre o que existiu, poderá vir a existir e até mesmo imaginar o que não precisa nem pode existir. A linguagem verbal é, então, a matéria do pensamento e o veículo da comunicação social. Assim como não há sociedade sem linguagem, não há sociedade sem comunicação. Tudo o que se produz como linguagem ocorre em sociedade, para ser comunicado e, como tal, constitui uma realidade material que se relaciona com o que lhe é exterior, com o que existe independentemente da linguagem. Como realidade material - organização de sons, palavras, frases - alinguagem é relativamente autônoma; como expressão de emoções, idéias, propósitos, no entanto, ela é orientada pela visão de mundo, pelas injunções da realidade social, histórica e cultural de seu falante. [...]"

(Margarida Petter)

Fonte: FIORIN, José Luiz. Introdução à Linguística. São Paulo: Contexto, 2012.
Considere o trecho “[...j O fascínio que a linguagem sempre exerceu sobre o homem vem desse poder que permite não só nomear/criar/transformar o universo real”. É correto afirmar que, no domínio da Morfologia, para nomear elementos do universo real, o homem utiliza o:
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185Q1066739 | Sem disciplina, Governo Eletrônico e Transparência, Analista Previdenciário, IPMO SP, INSTITUTO MAIS, 2025

Texto associado.
Leia o texto abaixo para responder à questão.


É dever dos órgãos e entidades públicas promover, independentemente de requerimentos, a divulgação em local de fácil acesso, no âmbito de suas competências, de informações de interesse coletivo ou geral por eles produzidas ou custodiadas.


(artigo 8º da Lei nº 12.527/2011).
Considerando as tendências de modernização da Administração Pública, com foco nos princípios, nas regras e nos instrumentos para o aumento da sua eficiência, especialmente por meio da desburocratização, da inovação, da transformação digital e da participação do cidadão, assinale a alternativa que mais reflete o conceito tratado no artigo transcrito.
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186Q1054736 | Sem disciplina, Fundamentos Teóricos do Marketing, Comunicação Social, DETRAN DF, CESPE CEBRASPE

Texto associado.
Prestação de contas, transparência e informação de
qualidade são atributos cada vez mais presentes na comunicação
das instituições com os seus públicos. Por meio de projetos e de
produtos e serviços implantados, a comunicação permite
participação, desenvolvimento social, transformação de
realidades e melhores práticas de cidadania.

Regina E. César. Movimentos sociais, comunidade e cidadania, In:
Relações públicas comunitárias: a comunicação em uma perspectiva
dialógica e transformadora
. Orgs: Margarida M. Kunsch, Krohling Kunsch
e Waldermar L. Kunsch. São Paulo: Summus, 2007 (com adaptações).

Considerando o texto acima, julgue os próximos itens.

A universalização do acesso à Internet é uma questão de inclusão digital e, exatamente por isso, desvinculada do campo da comunicação, que se ocupa da inclusão social.
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187Q1057311 | Sem disciplina, Fonologia, Engenharia Civil, CIAAR, Aeronáutica, 2021

Texto associado.
O youtuber e Machado de Assis, ou uma polêmica bem-vinda
Cláudia Costin*

1§ Uma polêmica apareceu nos últimos dias, nas redes sociais, a partir de um comentário do youtuber Felipe Neto, sobre a atitude de escolas que tornam as obras de Machado de Assis obrigatórias. Segundo ele, o que estas deveriam promover seria a leitura por prazer, de forma a constituir, nas jovens mentes, o hábito de ler como uma atividade para toda a vida.
2§ Devo me confessar uma grande admiradora de Machado de Assis, um de nossos maiores escritores, um homem à frente de sua época, crítico de valores associados a aparências e à superficialidade humana na busca de status e do bacharelismo vigente. Mas entendi que nem sempre a linguagem do século 19 pode ser fácil para os adolescentes deste tempo de informações imediatas e superficiais.
3§ Num contexto em que adultos letrados leem muito pouco e não são vistos lendo livros por seus filhos, é compreensível que os jovens não percam tempo lendo outra coisa que não o que a escola lhes exige. A última edição da pesquisaRetratos da Leituracoloca-nos claramente como um país de não leitores. A média de livros lidos entre os entrevistados por ano é de 4,95 e só 2,55 deles lidos por inteiro.
4§ Cabe sim à escola fomentar a leitura por prazer, oferecendo livros que atraiam o interesse das novas gerações. Em tempos em que o trabalho humano, inclusive o que demanda habilidades mentais, vem sendo substituído por algoritmos, formar pensadores independentes, com um repertório cultural variado, aptos a entender a cultura de seu tempo e sua gênese, torna-se uma prioridade.
5§ E a literatura nos ajuda a entender não só fatos pretéritos, mas as análises que, a cada época, eram feitas sobre a organização da sociedade. Machado, nesse sentido, é fundamental e merece, dia a dia, uma introdução à altura, instigante e engajadora, feita por bons professores, que orientem os alunos na leitura de suas obras e os ajudem a nelas navegar com profundidade e prazer estético.

* Diretora do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais, da FGV, e ex-diretora de educação do Banco Mundial.
Folha de S. Paulo, Opinião, 29 jan. 2021, p. A2. Adaptado.

Considere a passagem transcrita do texto.

“E a literatura nos ajuda a entender não só fatos pretéritos, mas as análises que, a cada época, eram feitas sobre a organização da sociedade. Machado, nesse sentido, é fundamental e merece, dia a dia, uma introdução à altura, instigante e engajadora, feita por bons professores, que orientem os alunos na leitura de suas obras e os ajudem a nelas navegar com profundidade e prazer estético.” (5§).

Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir sobre os aspectos morfossintáticos.

( ) O primeiro período do fragmento transcrito é composto por coordenação e por subordinação.

( ) Os itens lexicais “só”, “uma” e “bons”, de acordo com o número de sílabas, são monossílabos.

( ) As palavras “prazer”, “obras” e “fundamental”, quanto à posição da sílaba tônica, são oxítonas.

( ) O pronome “os” em “e os ajudem a nelas navegar...” exerce a função sintática de objeto direto.

( ) O termo “engajadora”, segundo o Novo Acordo Ortográfico, também admite a grafia “enganjadora”.

De acordo com as afirmações, a sequência correta é

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188Q1023532 | Sem disciplina, Adjetivos Adjectives, Inglês, Prefeitura de Guamaré RN, FUNCERN, 2024

Texto associado.
Text 3: Extreme heat intensifies across south-west US


A heat dome over the US south-west has translated (1) into extreme heat warnings from coast to coast, which continue to affect more than 110 million people.

Temperature records could be broken in as many as 38 cities. In Las Vegas, the intense heatwave is threatening on Sunday to break or tie the city's record high of 117F (47.2C).

It comes as soaring temperatures are also hitting southern Europe and Canada is battling the worst season of wildfires in its history.

Scientists have long warned (2) that climate change linked to human activities will lead to an increase in the severity and frequency of extreme weather events.

Elsewhere in the south-western US, hundreds of firefighters have been battling brush fires in blistering heat and low humidity on the outskirts of Los Angeles.


Extract from: https://www.bbc.com/news/world-us-canada-66218321
Read text 3 above and check the alternative in which the list of grammatical terms correspond, respectively, to the sequence of the highlighted words.
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189Q1057340 | Sem disciplina, Interpretação de Textos, Soldado Combatente, PM AL, CESPE CEBRASPE, 2021

Texto associado.
As mãos que criam, criam o quê?



A ancestralidade de dona Irinéia mostra-se presente em suas peças feitas com o barro vermelho da sua região. São cabeças, figuras humanas, entre outras esculturas que narram, por meio da forma moldada no barro, episódios históricos, lutas e conquistas vividos pelos moradores de sua comunidade e do Quilombo de Palmares.

Um exemplo é a escultura que representa pessoas em cima de uma jaqueira e que se tornou uma peça muito conhecida de dona Irinéia. A jaqueira se tornou objeto de memória, pois remonta a uma enchente, durante a qual ela e suas três irmãs ficaram toda a noite em cima da árvore, esperando a água baixar.

O manejo da matéria-prima é feito com a retirada do barro que depois é pisoteado, amassado e moldado. As peças são então queimadas, e ganham uma coloração naturalmente avermelhada.

Irinéia Rosa Nunes da Silva é uma das mais reconhecidas artistas da cerâmica popular brasileira. A história de dona Irinéia, mestra artesã do Patrimônio Vivo de Alagoas desde 2005, está entrelaçada com a história do povoado quilombola Muquém, onde nasceu em 1949. O povoado pertence ao município de União dos Palmares, na zona da mata alagoana, e se encontra próximo à serra da Barriga que carrega forte simbolismo, pois é a terra do Quilombo dos Palmares.

Por volta dos vinte anos, dona Irinéia começou a ajudar sua mãe no sustento da família, fazendo panelas de barro. Entretanto, o costume de fazer promessas aos santos de quem se é devoto, quando se está passando por alguma provação ou doença, fez surgir para a artesã outras encomendas. Quando a graça é alcançada, costuma-se levar a parte do corpo curado representado em uma peça de cerâmica, como agradecimento para o santo. Foi assim que dona Irinéia começou a fazer cabeças, pés e assim por diante.

Até que um dia, uma senhora que sofria com uma forte dor de cabeça encomendou da ceramista uma cabeça, pois ia fazer uma promessa ao seu santo devoto. A senhora alcançou sua graça, o que fez com que dona Irinéia ficasse ainda mais conhecida na região. Chegou, inclusive, ao conhecimento do SEBRAE de Alagoas, que foi até dona Irinéia e ofereceu algumas capacitações que abriram mais possibilidades de produção para a ceramista. O número de encomendas foi aumentando e, com ele, sua imaginação e criatividade que fizeram nascer objetos singulares.

Em Muquém, vivem cerca de quinhentas pessoas que contam com um posto de saúde, uma escola e a casa de farinha, onde as mulheres se reúnem para moer a mandioca, alimento central na comunidade, assim como de tantos outros quilombos no Nordeste. No dia a dia do povoado, o trabalho com o barro também preenche o tempo de muitas mulheres e alguns homens que se dedicam à produção de cerâmica, enquanto ensinam as crianças a mexer com a terra, produzindo pequenos bonecos.



Internet:(com adaptações)

Com relação aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto CB2A1-I, julgue o item seguinte.

No primeiro período do terceiro parágrafo, a substituição do vocábulo “manejo” por manuseio preservaria o sentido e a correção gramatical do texto.

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190Q1055319 | Sem disciplina, Morfologia, Auxiliar de Contabilidade, Prefeitura de Capanema PA, CONSULPLAN, 2020

Texto associado.
A família humana

Não acho que tudo tenha piorado nos dias atuais. Nunca fui saudosista. Prefiro a comunicação imediata pela internet a cartas que levavam meses. Gosto mais de trabalhar no computador do que de usar a velha máquina de escrever (que tinha lá seu charme). No whats ou outros, falo instantaneamente com amigos e familiares aqui perto, do outro lado do mundo – os afetos se multiplicam, se consolidam, circulam mais emoções. Nossa qualidade de vida melhorou em muitas coisas, mas serviços essenciais entre nós andam deteriorados, uma vasta parcela da humanidade ainda vive em nível de miséria.
São as contradições inacreditáveis de um sistema onde cosmólogos investigam espaços insuspeitados, cada dia trazendo revelações intrigantes, mas ainda sofre e morre gente nos corredores de hospitais sobrecarregados, milhões de crianças morrem de fome, outros milhões nunca chegam à escola, ou brincam diante de barracos com barro feito de água e esgoto.
Minhas repetições são intencionais, aqui, nos romances, até nos poemas. Retorno a temas sobre os quais eu mesma tenho incertezas. Que envolvem antes de mais nada ética, moralidade, confiança. Decência: pois é neles que eu aposto, nos decentes que olham para o outro – que somos todos nós, do gari ao intelectual, da dona de casa à universitária, dos morenos aos louros de olhos azuis – com atenção e respeito.
Estudos recentes sobre história das culturas revelam dados sobre tempos em que a parceria predominou sobre a dominação: entre povos, entre grupos, entre pessoas. Mas o mesmo ser humano que busca o amor anseia pela dominação nas relações pessoais, internacionais, de gênero, de idade, de classe.
E se tentássemos mais parceria? Na verdade não acredito muito nisso, a não ser que a gente dê uma melhorada em si mesmo. É possível que em algumas décadas, ou mais, a miscigenação será generalizada, superados os conflitos raciais às vezes trágicos. Teremos uma miscigenação densa de cores, formas, idiomas e culturas.
Origem, dinheiro ou tom de pele vão interessar menos do que caráter e lealdade, a produtividade e competência menos do que a visão de mundo e a abertura para o outro, a máquina importará tanto quanto o sonho, a hostilidade não vai esmagar a esperança, e não teremos de dominar o outro tentando construir uma civilização.
Talvez eu hoje tenha acordado feito uma visionária ingênua: não é inteiramente ruim, isso se chama esperança de que um dia predomine, sim, a família humana. “E aí?”, perguntarão. “Sem conflito, sem cobiça, sem alguma opressão e alguma guerrinha, qual a graça?”
Aí, não vamos bocejar como anjos entediados, mas crescer mais, e mais, em caráter, sabedoria, harmonia, e – por que não? – algum tipo de felicidade.
(LUFT, Lya. A família humana.Disponível em: https://gauchazh.clicrbs. com.br/colunistas/lya-luft/noticia/2019/06/a-familia-humana-cjx6p12 mq01ro01o9obgwdbq6.html. Acesso em: 06/04/2020.)
Nos trechos “No whats ou outros, falo instantaneamente com amigos e familiares aqui perto, (...)” e “(...) uma vasta parcela da humanidade ainda vive em nível de miséria” (1º§), as palavras destacadas são classificadas, respectivamente, como:
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191Q1057629 | Sem disciplina, Pontuação, Soldado Combatente QPMP C, PM ES, INSTITUTO AOCP, 2022

Texto associado.
COMO O DOUTOR GOOGLE ESTÁ CRIANDO UMA
LEGIÃO DE CIBERCONDRÍACOS

Thiago Tanji – 18 SET 2015

“Sintomas”, “dor de cabeça”, “sonolência”, “estou com sorte”. Uma busca despretensiosa usando essas palavras-chave leva a um endereço que indica os sinais e sintomas de um tumor cerebral. Definitivamente, não era um dia de sorte. Mas é possível encontrar outros diagnósticos virtuais para essa busca, como anemia, distúrbios do sono, meningite e virose, é claro. Já escolheu a doença que mais se encaixa no seu caso? Provavelmente, você decidirá pela pior dessa lista. “Depois de checar os sintomas no Google, a maior parte das pessoas tende a associar sua situação a doenças sérias e raras”, diz Dengfeng Yan, professor do departamento de marketing da Universidade do Texas em San Antonio, Estados Unidos. É verdade que o dr. Google é prático e pode ajudar em alguns casos, mas seu curso de medicina é baseado em algoritmos que podem te transformar em um cibercondríaco (é sério, essa palavra já é utilizada por cientistas).
Em 2012, quando era pesquisador na Universidade de Ciência e Tecnologia de Hong Kong, na China, Yan realizou um trabalho para estudar as escolhas irracionais de consumidores com base na ideia de que as pessoas tendem a superestimar seus problemas de saúde. Em uma entrevista, ele perguntava a um grupo sobre a possibilidade de contrair doenças como gripe aviária, câncer de mama e AIDS. “As pessoas costumam ignorar a chance real de ocorrências de uma doença e acabam confiando demais apenas nos sintomas que estão sentindo”, afirma. O problema é que, ao buscar os sintomas pela internet, nosso medo de contrair doenças graves é potencializado, já que essas enfermidades rendem um maior número de discussões e tendem a aparecer com maior frequência no resultado das buscas. “As informações mostradas no Google não são uma representação da realidade, já que a maior parte das pessoas não costuma discutir a ocorrência de doenças normais”, diz Yan.
De acordo com um relatório do Google, uma em cada 20 pesquisas do serviço de buscas está relacionada a questões ligadas à saúde. Mas o problema é que quantidade não representa qualidade. “Há um conteúdo muito bom que é cuidadosamente checado e publicado por especialistas. No entanto, também há um conteúdo extremamente pobre, com informações incorretas”, afirma Guido Zuccon, pesquisador de sistemas de informação da Universidade de Tecnologia de Queensland, na Austrália. “Também observamos que há conteúdo de alta qualidade, como pesquisas divulgadas pela comunidade médica, mas que os usuários em geral têm muita dificuldade de entender”. Em março deste ano, a equipe do pesquisador conduziu um estudo para avaliar a qualidade das informações médicas disponíveis nas buscas do Google, a partir da experiência de um grupo de entrevistados. No relatório, Zuccon indica que as ferramentas virtuais melhoraram sua engenharia de busca nos últimos anos, mas a pesquisa por termos abrangentes – como os sintomas descritos no início da matéria – ainda não consegue retornar resultados satisfatórios para os usuários.

Adaptado de:
https://revistagalileu.globo.com/Revista/noticia/2015/09/como-odoutor-google-esta-criando-uma-legiao-de-cibercondriacos.html.
Acesso em: 10 jun. 2022.
Em relação ao excerto “De acordo com um relatório do Google, uma em cada 20 pesquisas do serviço de buscas está relacionada a questões ligadas à saúde.”, assinale a alternativa correta.
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192Q1046918 | Sem disciplina, Sintaxe, Segundo Dia, COLÉGIO NAVAL, Marinha, 2021

Texto associado.
Nunca imaginei um dia

Até alguns anos atrás, eu costumava dizer frases como "eu jamais vou fazer isso" ou "nem morta eu faço aquilo", limitando minhas possibilidades de descoberta e emoção. Não é fácil libertar-se do manual de instruções que nos autoimpomos. As vezes, leva-se uma vida inteira, e nem assim conseguimos viabilizar esse projeto. Por sorte, minha ficha caiu há tempo.
Começou quando iniciei um relacionamento com alguém completamente diferente de mim, diferente a um ponto radical mesmo: ele, por si só, foi meu primeiro "nunca imaginei um dia". Feitos para ficarem a dois planetas de distância um do outro. Mas o amor não respeita a lógica, e eu, que sempre me senti tão ?onfo~~vel num_ mundo planejado, inaugurei a instab1hdade emocional na minha vida. Prendi a respiração e dei um belo mergulho.
A partir dai, comecei a fazer coisas que nunca havia feito. Mergulhar, aliás, foi uma delas. Sempre respeitosa com o mar e chata para molhar os cabelos afundei em busca de tartarugas gigantes e peixe~ coloridos no mar de Fernando de Noronha. Traumatizada com cavalos (por causa de um equino que quase me levou ao ch_ão quando eu tinha oito anos), participei da minha primeira cavalgada depois dos 40, em São Francisco de Paula: Roqueira convicta e avessa a pagode, assisti a um show: do Zeca Pagodinho na Lapa. Para ver o Ronaldo Fenô'11eno jogar ao vivo, me infiltrei na torcida do Olímpico num ,Jogo entre Grêmio e Corinthians, mesmo sendo colorada.
Meu paladar deixou de ser monótono: comecei a provar alimentos que nunca havia provado antes. E muitas outras coisas vetadas por causa do "medo do ridículo" receberam alvará de soltura. O ridículo deixou de existir na minha vida.
Não deixei de ser eu. Apenas abri o leque me permitindo ser um "eu" mais amplo. E sinto que é um caminho sem volta.
Um mês atrás participei de outro capítulo da série "Nunca im_aginei um dia". Viajei numa excursão, eu que sempre reieIteI essa modalidade turística. Sigo preferindo viajar a dois ou sozinha, mas foi uma experiência fascinante, ainda mais que a viagem não tinha como destino um pais do circuito Elizabeth Arden (ParisLondr:s-Nova York), mas um pais africano, muçulmano e desértico. Ahás, o deserto de Atacama, no Chile, será meu provável "nunca imaginei um dia" do próximo ano.
E agora cometi a loucura jamais pensada, a insanidade que nunca me permiti, o ato que me faria merecer uma camisa-de-força: eu, que nunca me comovi com bichos de estimação, adotei um gato de rua.
Pode colocar a culpa no esplrito natalino: trouxe um bichano de três meses pra casa, surpreendendo minhas filhas, que já haviam se acostumado com a ideia de ter uma mãe sem coração. E o que mais me estarrece: estou apaixonada por ele.
Ainda há muitas experiências a conferir: fazer compras pela internet, andar num balão cozinhar dignamente, me tatuar, ler livros pelo kindle', viajar de navio e mais umas 400 coisas que nunca imaginei fazerum dia, mas que já não duvido. Pois tem essa também: deixei de ser tão cética.
Já que é improvável que o próximo ano seja diferente de qualquer outro, que a novidade sejamos nós.


Medeiros, Martha. Nunca imaginei um dia. 2009. Disponível em: http://alagoinhaipaumirim.blogspot.com/2009/12/nuncaimaginei-um-dia-martha-medeiros.html. Acesso em: 10 fev. 2021.
Em. relação ao período composto por subordinação, assinale a opção INCORRETA quanto à classificação das orações destacadas.
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193Q1002159 | Sem disciplina, Morfologia, Área Administrativa, TRT 7 Região CE, FCC, 2024

Texto associado.

Direito natural e direito dos homens


O direito natural é aquele que a natureza mesma determina a todos os homens. Educastes vossos filhos, ele vos deve respeito como seu paí, reconhecimento como seu benfeitor. Tendes direito sobre a terra que cultivastes com vossas próprias mãos.


O direito humano só pode ser fundado no direito da natureza, e o grande princípio, o princípio universal de um e outro, é em toda terra: “Não faças o que não gostarias que te fizessem”.


Contentam-se alguns, noutras terras, em afirmar: “Crê em mim, ou eu te odiarei; crê, ou te farei todo o mal que eu puder. Monstro, não tens a minha religião, então não tens religião nenhuma.”


O direito da intolerância é, então, absurdo e bárbaro: é o direito dos tigres, sendo no entanto bem pior, pois os tigres só se dilaceram por comida, e nós nos exterminamos por parágrafos.



(Adaptado de: VOLTAIRE. Tratado sobre a tolerância. Trad. Ana Luiza Reis Bedê. São Paula: Martim Cererê, 2017. p. 36)

Tendes direito sobre a terra que cultivastes com vossas próprias mãos.

Transpondo-se adequadamente o tratamento verbal para 2ª pessoa do singular e a forma ativa para a passiva da frase acima, ela ficará:
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194Q1071803 | Sem disciplina, Beneficiários do Regime Geral de Previdência Social, Curso de Formação, INSS, CESPE CEBRASPE, 2022

Texto associado.

Beatriz, que é cadastrada e registrada no Órgão Gestor de Mão de Obra (OGMO), presta serviço de conferência de cargas no Porto de Santos a diversas empresas, sem vínculo empregatício. Certo dia, Beatriz sofreu um acidente de trânsito que lhe causou lesões no braço esquerdo. Após a consolidação das lesões, resultaram sequelas que reduziram a capacidade para o trabalho que, habitualmente, exercia na zona portuária.


No que se refere a essa situação hipotética, julgue o item sobre auxílio-acidente.

Como trabalhadora avulsa portuária, Beatriz é segurada obrigatória do regime geral de previdência social (RGPS) e faz jus ao auxílio-acidente, desde que observe a carência de 12 meses de contribuição.
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195Q1021895 | Sem disciplina, Determinantes e Quantificadores Determiners And Quantifiers, Professor de Língua Inglesa, Prefeitura de São Lourenço da Mata PE, FGV, 2024

Texto associado.

Atenção! Leia o texto a seguir para responder à questão.



Abstract


Over the past few decades, South Korean culture has gained popularity worldwide. Since the 1990s, government-led cultural policies have transitioned from focusing on economic strategy to national branding and soft power and have had a positive impact on the domestic ecosystem of cultural industry and contributed to promoting South Korea abroad. There are three aspects contributing to the development of South Korean soft power—the successful history with economic development and democratization, the development of creative content that led to global competitiveness due to the compressed growth experience and the limited domestic market, and the development of digital technology, especially the change in the media environment. However, this increased soft power is still limited as a tool to handle problems facing South Korea, mainly because of the nation’s geopolitical situation. South Korea should pay more attention to active participation in specific global agendas— especially in development and cooperation, emerging technology, and human rights issues. As a beneficiary of the existing liberal international order, South Korea achieved a prosperous economy and democracy. This aspect provides a cornerstone upon which to build South Korean cultural resources and promote them beyond its borders. South Korea should contribute creating public goods through its active engagement and leadership on various global agendas. This dedication to the international community ultimately benefits South Korea in the long run.


KIM, Minsung. The Growth of South Korean Soft Power and Its Geopolitical Implications. Disponível em: https://www.airuniversity.af.edu/JIPA/Display/Article/3212634/the-growth-ofsouth-korean-soft-power-and-its-geopolitical-implications/. Acesso em: 12 ago. 2024. Adaptado.

Ao trabalharem com a leitura do resumo desse artigo, os estudantes apresentaram dificuldade para entender o trecho government-led cultural policies. Ao elicitar dos alunos possíveis interpretações gramaticais e lexicais, a professora recebeu as seguintes considerações:

I. ‘government-led’ é um exemplo de um substantivo composto.
II. Em ‘cultural policies’, ‘cultural’ qualifica o termo ‘policies’.
III. ‘policies’ pode ser considerado um falso cognato.
IV. ‘government-led’ qualifica o termo ‘cultural’.

Estão corretas as afirmações:
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196Q1018827 | Sem disciplina, Educação dos Surdos, TradutorIntérprete de Libras, ALGO, IADES, 2019

Texto associado.

Orientação

Nessa prova, o termo Língua Brasileira de Sinais será representado pela sigla Libras.

A preocupação em formar intérpretes surge com a (o)
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197Q1071362 | Sem disciplina, Pensamento Pós Moderno, Filosofia, SEE PE, CESPE CEBRASPE, 2022

Texto associado.
“Descuidados, zombeteiros, violentos ----- assim nos quer a sabedoria: ela é uma mulher, ela ama somente um guerreiro.”----- Assim falou Zaratustra.
1. O que significam ideais ascéticos? ---- para os artistas, nada, ou coisas demais; para os filósofos e eruditos, algo como instinto e faro para as condições propícias a uma elevada espiritualidade...

Friedrich Nietzsche. Genealogia da moral. (com adaptações)

A partir dos fragmentos de texto precedentes, julgue o item seguinte.

A evocação de uma “elevada espiritualidade” feita por Nietzsche condiz com sua valorização do cristianismo.

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198Q1054743 | Sem disciplina, Assessoria de Comunicação Na Comunicação Social, Comunicação Social, DETRAN DF, CESPE CEBRASPE

Texto associado.
Para alguns autores, o marketing volta-se não só à
satisfação das necessidades humanas e às relações de negócio,
como também para dar suporte ao desenvolvimento de ações
institucionais. A comunicação social, por meio das suas áreas -
jornalismo, relações públicas e publicidade -, volta-se ao
planejamento das atividades de comunicação das organizações,
às pesquisas, à divulgação de informações, ao estabelecimento de
canais entre a instituição e a sociedade. Conhecimentos, atitudes
e práticas das duas áreas complementam-se em prol das modernas
organizações.

Luiz Claudio Zenone e Ana Maria R. Buairide.
Marketing da comunicação: a visão do administrador
de marketing
. São Paulo: Futura, 2002 (com adaptações).

A partir do texto acima e com relação ao marketing e à
comunicação, julgue os itens que se seguem.

De acordo com o texto, nas modernas organizações as áreas de marketing e comunicação não sobrevivem uma sem a outra.
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199Q1022008 | Sem disciplina, Adjetivos Adjectives, Professor de Língua Inglesa, Prefeitura de Balneário Camboriú SC, FEPESE, 2024

Texto associado.

Reading skill will help you to improve your understanding of the language and build your vocabulary.

Social Media Across Generations

Today’s grandparents are joining their grandchildren on social media, but the different generations’ online habits couldn’t be more different. In the UK the over-55s are joining Facebook in increasing numbers, meaning that they will soon be the site’s second biggest user group, with 3.5 million users aged 55-64and 2.9 million over-65s.

Sheila, aged 59, says, I joined to see what my grandchildren are doing, as my daughter posts videos and photos of them. It’s a much better way to see what they’re doing than waiting for letters and photos in the post. That’s how we did it when I was a child, but I think I’m lucky I get to see so much more of their lives than my grandparents did.

Ironically, Sheila’s grandchildren are less likely to use Facebook themselves. Children under 17 in the UK are leaving the site – only 2.2 million users are under 17 – but they’re not going far from their smartphones. Chloe, aged 15, even sleeps with her phone. It’s my alarm clock so I have to she says. I look at it before I go to sleep and as soon as I wake up.

Unlike her grandmother’s generation, Chloe’s age group is spending so much time.......... their phones.......... home that they are missing out on spending time with their friends in real life. Sheila, on the other hand, has made contact with old friends from school she hasn’t heard...................40years. We use Facebook to arrange to meet all over the country, she says. It’s changed my social lifecompletely.

Teenagers might have their parents to thank for their smartphone and social media addiction as their parents were the early adopters of the smartphone.Peter, 38 and father of two teenagers, reports that he used to be on his phone or laptop constantly. I was always connected and I felt like I was always working, he says. How could I tell my kids to get off their phones if I was always in front of a screen myself? So, in the evenings and at weekends, he takes his SIM card out of his smartphone and puts it into an old-style mobile phone that can only make calls and send text messages. I’m not completely cut off from the world in case of emergencies, but the important thing is I’m setting a better example to my kids and spending more quality time with them.

Read the sentences below and determine whether they are true ( T ) or false ( F ), according to structure and grammar use.

( ) grandmother’s generation and Chloe’s age group (paragraph 4), the (‘s) are examples of the genitive case.
( ) The pronouns themselves, they and, their (in bold in the 3rd paragraph of the text) are respectively: reflexive pronoun, subject pronoun and possessive pronoun.
( ) The underlined words in the text biggest and better are adjectives in the superlative and comparative form, respectively.
( ) In It’s changed my social life completely, the (‘s) is the contracted form of has.
( ) The discourse marker on the other hand (in the 4th paragraph of the text), is being used to show a logical connection.

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200Q1024072 | Sem disciplina, Adjetivos Adjectives, Professor de Língua Estrangeira Inglês, Prefeitura de Chapecó SC, FEPESE, 2024

Texto associado.

Text


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Read the text below carefully.


Social media, magazines and shop windows bombard people daily with things to buy, and British consumers are buying more clothes and shoes than ever before. Online shopping means it is easy for customers to buy without thinking, while major brands offer such cheap clothes that they can be treated like disposable items – worn two or three times and then thrown away


In Britain, the average person spends more than £1,000 on new clothes a year, which is around four per cent of their income. That might not sound like much, but that figure hides two far more worrying trends for society and for the environment. First, a lot of that consumer spending is via credit cards. British people currently owe approximately £670 per adult to credit card companies. That’s 66 per cent of the average wardrobe budget. Also, not only are people spending money they don’t have, they’re using it to buy things they don’t need. Britain throws away 300,000 tons of clothing a year, most of which goes into landfill sites.


People might not realize they are part of the disposable clothing problem because they donate their unwanted clothes to charities. But charity shops can’t sell all those unwanted clothes. Fast fashion goes out of fashion as quickly as it came in and is often too poor quality to recycle; people don’t want to buy it second-hand. Huge quantities end up being thrown away, and a lot of clothes that charities can’t sell are sent abroad, causing even more economic and environmental problems.


However, a different trend is springing up in opposition to consumerism – the ‘buy nothing’ trend. The idea originated in Canada in the early 1990s and then moved to the US, where it became a rejection of the overspending and overconsumption of Black Friday and Cyber Monday during Thanksgiving weekend. On Buy Nothing Day people organize various types of protests and cut up their credit cards. Throughout the year, Buy Nothing groups organize the exchange and repair of items they already own.


The trend has now reached influencers on social media who usually share posts of clothing and make- -up that they recommend for people to buy. Some YouTube stars now encourage their viewers not to buy anything at all for periods as long as a year. Two friends in Canada spent a year working towards buying only food. For the first three months they learned how to live without buying electrical goods, clothes or things for the house. For the next stage, they gave up services, for example haircuts, eating out at restaurants or buying petrol for their cars. In one year, they’d saved $55,000.


The changes they made meant two fewer cars on the roads, a reduction in plastic and paper packaging and a positive impact on the environment from all the energy saved. If everyone followed a similar plan, the results would be impressive. But even if you can’t manage a full year without going shopping, you can participate in the anti-consumerist movement by refusing to buy things you don’t need. Buy Nothing groups send a clear message to companies that people are no longer willing to accept the environmental and human cost of overconsumption.


source: learnenglish.britishcouncil.org

Read the sentences below and determine whether they are true ( T ) or false ( F ), according to structure and grammar use.

( ) The verbs worn and thrown (1st paragraph of the text) has its infinitive form as wear and throw.

( ) The underlined words in the text: nothing, anything and, everyone are examples of relative pronouns.

( ) The singular form of the following words from the text clothes and goods are, respectively cloth and good.

( ) The following sentence from the text: “Fast fashion goes out of fashion as quickly as it came in …” (3rd paragraph of the text). The words in bold are being used to compare things that are equal in some way.

( ) The negative form of the sentence “In one year, they’d saved $55,000.” (5th paragraph of the text), is “In one year, they hadn’t saved $55,000.

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