Na história recente do Brasil, quando a juventude é tida
como problema social, ela apareceu na figura do perigo, do
risco ou da regressão às drogas, à promiscuidade e à violência.
De modo esquemático, pode-se dizer que tais imagens sobre a
juventude foram usadas como motes e justificativas de muitos
programas socioeducativos, de leis, de ações do Terceiro Setor
– as organizações não governamentais (ONGs) – e de fundações
empresariais em áreas ditas como “vulneráveis” desde os anos
1990. Contudo, existe uma outra concepção sobre a juventude
que a encara como sujeito social capaz de refletir e decidir
sobre sua ação, ter posicionamentos acerca das mais diversas
questões sociais e ser protagonista, contribuindo para o
crescimento pessoal e da sociedade. Essa concepção deve
melhor fundamentar e reformular ações, projetos de leis e
programas, privados e públicos, para as juventudes das áreas
“vulneráveis”, principalmente, e que possa pensar esses jovens
como cidadãos ativos e participativos.
Acerca do exposto, marque a alternativa correta.
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