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Questões de Concursos Sociologia

Resolva questões de Sociologia comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


961Q1030494 | Sociologia, Relação entre Indivíduo e Sociedade, Professor de Sociologia, SEEC RN, FGV, 2025

Leia o trecho a seguir.

Quando se traduz o substantivo "tempo" com sua forma verbal e se estuda o problema da determinação do tempo, logo se percebe que não se podem separar completamente as determinações dos acontecimentos sociais e dos fatos físicos. Com a evolução das medições humanas do tempo, aumenta a relativa autonomia da determinação social do tempo em relação à medição do tempo dos fatos não humanos; sua vinculação se tornou mais indireta, mas nunca desapareceu, sendo na verdade indissolúvel. Por muito tempo, entretanto, as exigências sociais humanas impulsionaram a determinação do tempo através dos astros. Podemos demonstrar sem muita dificuldade que a evolução da determinação natural do tempo foi e continuou dependente do desenvolvimento das exigências sociais humanas, embora tenha sempre havido influências recíprocas.

Adaptado de ELIAS, Norbert. Sobre el tiempo. México: Fondo de Cultura Económica, 2010, p. 66.

A partir da interpretação de Norbert Elias, é correto afirmar que
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962Q949617 | Sociologia, Sociologia, UNICENTRO, UNICENTRO

Grande parte das pessoas que vivem no mundo hoje tem um desejo incessante por novidade. Esta é uma das conclusões da jornalista e escritora de comportamento americana Winifred Gallagher em seu recente livro New: Understanding Our Need for Novelty and Change (Novo, Entendendo Nossa Necessidade de Novidade e Mudança, sem edição brasileira). Winifred recorre a disciplinas como neurociência, biologia evolutiva e psicologia para explicar por que temos essa quedinha natural por tudo o que é diferente. Segundo a autora, esse comportamento se baseia no que ela chama de emoções do conhecimento: a surpresa, a curiosidade e o interesse pelas coisas do mundo. “Assim como o pensamento, elas nos impulsionam a aprender”, diz. Essa vontade de conhecer o desconhecido tem seu lado positivo. Atualmente essa curiosidade pode colocar você à frente no mercado de trabalho e tornar sua vida, no mínimo, menos tediosa. Porém, como tudo em excesso, ela também faz mal. Em uma era de velocidade da informação — temos hoje 4 vezes mais dados em e-mails, tweets, música, vídeos e mídia tradicional do que há 30 anos — temos de controlar nosso instinto novidadeiro, antes que ele nos controle. “É preciso filtrar as coisas, senão nem as 24 horas do dia serão suficientes para tantas novidades”, afirma a autora. Ela acredita que devemos continuar a ser atraídos e surpreendidos pelo mundo, sempre. Mas que é preciso se focar naqueles novos pensamentos, sons, cheiros e sentimentos que, de alguma maneira, realmente importam para cada um. “Deixe de ser um mero buscador do novo para se tornar conhecedor dele”, afirma. Ou seja: filtre sua sede por novidade e beba somente o que há de melhor.
Disponível em:<http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI299866-17933,00-ESCRITORA+INVESTIGA+A+NEOFILIA+NOSSO+DESEJO+PELO+DESCONHECIDO.html> (com adaptações)
Vivemos em uma sociedade de consumo, em que os apelos pelas novidades de consumo tem tornado os indivíduos cada vez mais vorazes em consumir coisas novas. Essa necessidade em adquirir coisas novas, atitude típica da atual sociedade de consumo, recebe o nome de:
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963Q937108 | Sociologia, PPL 2 Aplicação, ENEM, INEP, 2023

O equilíbrio ecológico e social do caipira se estabeleceu em função do que poderíamos qualificar de condições primitivas do meio: terra virgem de fácil amanho, abundância da caça, pesca e coleta, fraca densidade demográfica, limitando a concorrência vital. Quando, apesar disto, um determinado meio se exauria (relativamente aos seus precários recursos técnicos, é claro, não em absoluto), ele corrigia a situação pela mobilidade. A mobilidade recria o meio, permitindo as condições desejadas; e deste modo garante o equilíbrio.

CANDIDO, A. Os parceiros do Rio Bonito. São Paulo: Duas Cidades, 1971.

A construção do sujeito histórico mencionado pelo autor problematiza a relação entre
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964Q681114 | Sociologia, Dia 1, CESMAC, CEPROS, 2018

'Herança Social', conforme entendida e conceituada na disciplina acadêmica denominada ‘Sociologia’, deve definir-se como:
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965Q937115 | Sociologia, A questão ambiental, PPL 2 Aplicação, ENEM, INEP, 2023

Os sujeitos sociais que procuram evidenciar a importância de uma relação lógica entre injustiça social e degradação ambiental são aqueles que não confiam no mercado como instrumento de superação da desigualdade ambiental e da promoção dos princípios do que se entenderia por justiça ambiental. Esses atores consideram que há clara desigualdade social na exposição aos riscos ambientais, decorrentes de uma lógica que extrapola a simples racionalidade abstrata das tecnologias.

ACSELRAD, H. Justiça ambiental e construção social do risco. Desenvolvimento e Meio Ambiente, n. 5, jan.-jun. 2002.


A desconfiança dos sujeitos sociais apresentada no texto se fundamenta na
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966Q679091 | Sociologia, Filosofia e Sociologia 2° Fase, UECE, UECE CEV, 2019

Atente para o seguinte enunciado: A crise econômica que o Brasil vem enfrentando nos últimos anos resultou em uma triste realidade para os trabalhadores: o aumento da informalidadeempregados de pequenas empresas sem registro, o comércio ambulante, a execução de reparos ou pequenos consertos, a prestação de serviços pessoais (de empregadas domésticas, babás) e de serviços de entrega (de entregadores, motoboys), a coleta de materiais recicláveis, motorista de aplicativos como o UBER etc.). Apenas em 2017 foram criadas 1,8 milhão de vagas no setor informal, enquanto 685 mil vagas com carteira assinada foram perdidas.



Disponível em:https://financasfemininas.com.br/estudo-consequencias-do-crescimento-do-emprego-informal-no-brasil/



Considerando o enunciado acima, é correto afirmar que
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967Q1077971 | Sociologia, Cidadania e Movimentos Sociais, Aspirante da Polícia Militar, Polícia Militar SP, VUNESP

Tereza Caldeira escreveu que a cidadania brasileira é disjuntiva porque, embora o Brasil seja uma democracia política e ainda que os direitos sociais sejam razoavelmente legitimados, aspectos civis da democracia são continuamente violados. Com base nessa ideia, pode-se afirmar que

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968Q1031131 | Sociologia, Cidadania e Movimentos Sociais, Antropologia, IPHAN, FGV, 2025

No trecho a seguir, a autora levanta a questão da unidade e da diversidade na atividade da militância negra.

Só que nesse movimento, cuja especificidade é o significante negro, existem divergências, mais ou menos fundas, quanto ao modo de articulação dessa especificidade. Deve o negro assimilar tudo que é eurobranco? Ou só transar o que é afronegro? Ou somas os dois? (...) Os diferentes tipos de resposta a essas questões, e a muitas outras, acabam por remeter a gente a falar de movimentos negros... no Movimento Negro.

GONZÁLEZ, Lélia. Movimento ou movimentos negros? In: Lugar de negro. Rio de Janeiro: Marco Zero, 1982.

Assinale a opção que descreve corretamente a posição exposta no trecho acima.
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969Q1034329 | Sociologia, Relação entre Indivíduo e Sociedade, Professor de Sociologia, SEEC RN, FGV, 2025

Na falsificação de produtos (bens e serviços), marcas e/ou patentes, esses são copiados, imitados ou reproduzidos por uma organização ou rede, sem qualquer autorização ou remuneração de quem legalmente detém direitos sobre tal patrimônio intangível e tangível, com vistas à obtenção de vantagem financeira via comercialização. A marca que vai ser falsificada é, necessariamente, bem conhecida e sobretudo valorizada por um público que a consome ou gostaria de consumi-la. É uma prática que se reveste de certas propriedades da pirataria do passado, acrescida de traços modernos. Incide uma contrafação, pois essa falsificação é fraudulenta, ao violar o direito de propriedade industrial que legalmente pertence a terceiros. Por sua vez, os compradores podem estar cientes (o que usualmente acontece) ou não da ilegitimidade daquilo que adquirem. Num astuto modo de uso, o consumidor não pretende passar, nos seus círculos, a mercadoria falsa por verdadeira, para eliminar o risco social de serdesmascarada. Em vez disso, cria para si uma narrativa algo favorável e até prestigiosa, mediante: a) a exibição de conhecimentos sobre a marca original; b) comentários sobre viagens ao exterior em que o produto foi adquirido; c) exposição de um perfil de comprador esperto.

Adaptado de: STREHLAU, Suzane; André Torres; Filipe Quevedo-Silva. O valor percebido no luxo falsificado pelo cliente de artigo legítimo: uma investigação qualitativa, Revista de Administração da UNIMEP. v.13, n.3, 2015, pp. 75 – 77.

As afirmativas descrevem corretamente o comportamento social em relação aos produtos falsificado, à exceção de uma. Assinale-a.
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970Q1034331 | Sociologia, Política, Professor de Sociologia, SEEC RN, FGV, 2025

Leia o trecho a seguir.

O Estado é uma ilusão bem fundamentada, uma realidade que existe essencialmente porque acreditamos que ela existe. Esta realidade ilusória, mas validada coletivamente por meio do consenso, é o lugar para o qual somos remetidos quando recuamos em vários fenômenos, como títulos acadêmicos, títulos profissionais ou o calendário. Recuando cada vez mais, chegamos a um ponto que é a origem de tudo isso. Esta realidade misteriosa existe por seus efeitos e pela crença coletiva em sua existência, que é o princípio desses efeitos. Não se pode tocá-la com as mãos ou tratá-la da maneira que um agente da tradição marxista faria, dizendo: "O Estado faz isso", "O Estado faz aquilo". Poderia citar quilômetros de textos nos quais a palavra "Estado" aparece como sujeito das ações. Trata-se de uma ficção perigosa que nos impede de pensar o Estado. Portanto, como advertência, eu diria: cuidado, todas as frases que têm o Estado como sujeito são frases teológicas, o que não significa que sejam falsas, pois o Estadoé uma entidade teológica, ou seja, uma entidade que existe devido à crença.

Adaptado de: BOURDIEU, Pierre. Sobre el Estado. Cursos en el Collège de France (1989-1992). Barcelona: Anagrama, 2014, pp. 15-16.

Com base na leitura do trecho, analise as afirmativas a seguir e assinale a (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.

( ) O autor descreve o Estado como uma realidade fictícia, sustentada por ideias preconcebidas e construídas socialmente, cuja existência é validada coletivamente pela crença das pessoas.
( ) O autor afirma que a materialidade do Estado decorre de suas ações concretas como sujeito histórico, capaz de alterar dinâmicas sociais.
( ) O autor considera que as manifestações do Estado não têm fundamento sólido, sendo ele uma ficção e vez de uma realidade.

Assinale a afirmativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
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971Q1055076 | Sociologia, Política, Ciências Sociais, MPE PA, CONSULPLAN, 2019

Definir o que é público e privado e suas esferas de atuação são fundamentais para o Estado Democrático de Direito. Segundo o pensador italiano Norberto Bobbio, a democracia deverá ser entendida como “o governo do poder público em público”. A respeito da relação entre público e privado e a constituição do Estado brasileiro, assinale a alternativa que propõe a relação indistinta desses dois campos.
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972Q979559 | Sociologia, Artes Substituto, Prefeitura de Itatiba SP, VUNESP, 2025

Auad (2016) entende que “as relações de gênero, do modo como estão organizadas em nossa sociedade, são uma máquina de produzir desigualdades”. Isso porque
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973Q1035124 | Sociologia, Estratificação e Desigualdade Social, Assistente em Gestão Municipal, Prefeitura de São José dos Campos SP, FGV, 2025

Considere a situação hipotética relatada a seguir.

No mercado de trabalho de um determinado país, pessoas negras têm, em média, nível de escolaridade semelhante ao de pessoas brancas, mas recebem salários significativamente mais baixos para os mesmos cargos e têm menos chances de ocupar posições de liderança, uma vez que os processos de recrutamento, promoção e avaliação de desempenho são fortemente influenciados por estereótipos raciais e redes de contato que excluem candidatos racializados.

É correto afirmar que a situação relatada exemplifica um caso de

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974Q936844 | Sociologia, Edital 2022, ENEM, INEP, 2022

Em Vitória (ES), no bairro Goiabeiras, encontramos as paneleiras, mulheres que são conhecidas pelos saberes/fazeres das tradicionais panelas de barro, ícones da culinária capixaba. A tradição passada de mãe para filha é de origem indígenas e sofreu influência de outras etnias, como a afro e a luso. Dessa mistura, acredita-se que a fabricação das panelas de barros já tenha 400 anos. A fabricação das panelas de barros se dá em várias etapas, desde a obtenção de matéria-prima à confecção das panelas. As matérias-primas tradicionalmente utilizadas são provenientes do meio natural, como: argila, retirada do barreiro no Vale do Mulembá; madeira, atualmente proveniente das sobras da construção civil; e tinta, extraída da casca do manguezal, o popular mangue-vermelho.


TRISTÃO, M, A educação ambiental e o pós-colonialismo.

Revista de Educação. n. 53, ago, 2014.


Uma característica de práticas tradicionais como a exemplificada no texto é a vinculação entre os recursos do mundo natural e a

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975Q938893 | Sociologia, PPL, ENEM, INEP

O homem natural é tudo para si mesmo; é a unidade numérica, o inteiro absoluto, que só se relaciona consigo mesmo ou com seu semelhante. O homem civil é apenas uma unidade fracionária que se liga ao denominador, e cujo valor está em sua relação com o todo, que é o corpo social. As boas instituições sociais são as que melhor sabem desnaturar o homem, retirar-lhe sua existência absoluta para dar-lhe uma relativa, e transferir o eu para a unidade comum, de sorte que cada particular não se julgue mais como tal, e sim como uma parte da unidade, e só seja percebido no todo.

ROUSSEAU, J. J. Emílio ou da Educação. São Paulo: Martins Fontes, 1999.

A visão de Rousseau em relação à natureza humana, conforme expressa o texto, diz que

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976Q943029 | Sociologia, Émile Durkheim e os Fatos Sociais, Sociologia, UNICENTRO, UNICENTRO

Texto associado.
Leia o texto a seguir e responda à questão.

As análises sociológicas de Émile Durkheim, ao mesmo tempo que demonstram a intenção em emancipar a sociologia das outras ciências, indicam a preocupação com as crises e problemas de sua época, ou o que esse autor denominou de estado de anomia da sociedade industrial. Em sua obra As Regras do Método Sociológico, Durkheim estabelece o método e o objeto de estudo da Sociologia. O domínio de toda a ciência deve corresponder ao universo empírico e se preocupar apenas com essa realidade, ou seja, o estudo metódico que conduz ao estabelecimento de leis explicativas dos fenômenos. A Sociologia seria uma ciência no meio de outras ciências positivas.

(Adaptado de: RODRIGUES, J. A. (Org.). Émile Durkheim: sociologia. São Paulo: Ática, 1978. p.19-21; MARTINS, C. B. O que é sociologia. São Paulo: Brasiliense, 1982. p.50-51.)
Com base no texto e nos conhecimentos sociológicos de Durkheim sobre o estado de anomia da sociedade industrial, assinale a alternativa correta.
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977Q676300 | Sociologia, Primeiro e Segundo Dia, ENEM, INEP

Ser moderno é encontrar-se em um ambiente que promete aventura, poder, alegria, crescimento, autotransformação e transformação das coisas em redor — mas ao mesmo tempo ameaça destruir tudo o que temos, tudo o que sabemos, tudo o que somos. A experiência ambiental da modernidade anula todas as fronteiras geográficas e raciais, de classe e nacionalidade: nesse sentido, pode-se dizer que a modernidade une a espécie humana. Porém, é uma unidade paradoxal, uma unidade de desunidade.

BERMAN, M. Tudo que é sólido desmancha no ar: a aventura da modernidade. São Paulo: Cia. das Letras, 1986 (adaptado).

O texto apresenta uma interpretação da modernidade que a caracteriza como um(a)

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978Q943567 | Sociologia, Globalização, Filosofia e Sociologia, UECE, UECE CEV, 2021

Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua do Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), o número de desempregados no ano de 2015 era de 8,5 milhões. Em 2017 foi sancionada a lei 13.467, lei da Reforma Trabalhista, no governo Michel Temer (2016-2018) e defendida, à época, pelo então ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, como uma das medidas para estimular e promover empregos e dar segurança jurídica aos empregadores. No entanto, no ano de 2020, o desemprego atingiu a marca de 13,4 milhões de pessoas no país (PNAD Contínua). Na prática, a Reforma Trabalhista modificou a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) no Brasil e trouxe uma série de mudanças para os direitos dos trabalhadores e para as obrigações das empresas. Dentre as modificações estão a não obrigatoriedade do imposto sindical para os trabalhadores, contratos de trabalho intermitentes e regulação do contrato de trabalhadores autônomos sem a necessidade devínculo empregatício e, com isto, sem quaisquer contribuições obrigatórias e deveres legais por parte das empresas contratantes.

Considerando os impactos dessa Reforma Trabalhista, é correto afirmar que

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979Q951256 | Sociologia, Primeiro Semestre, UNESP, VUNESP, 2018

O zoólogo Richard Dawkins e o paleontólogo Simon Conway Morris têm muito em comum: lecionam nas mais prestigiadas universidades da Grã-Bretanha […] e compartilham opiniões e crenças científicas quando o tema é a origem da vida. Para ambos, a riqueza da biosfera na Terra é explicada mais do que satisfatoriamente pela teoria da seleção natural, de Charles Darwin. […] Num encontro realizado na Universidade de Cambridge, porém, eles protagonizaram um novo round de um debate que divide a humanidade desde que o mundo é mundo: Deus existe? Morris, cristão convicto, afirmou [em sua palestra] que a “misteriosa habilidade” da natureza para convergir em criaturas morais e adoráveis como os seres humanos é uma prova de que o processo evolutivo é obra de Deus. Já o agnóstico Dawkins disse que o poder criativo da evolução reforçou sua convicção de que vivemos num mundo puramente material.
(Rodrigo Cavalcante. “Procura-se Deus”.
https://super.abril.com.br, 31.10.2016.)
O conflito de opiniões entre os dois cientistas ilustra a oposição entre
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980Q676386 | Sociologia, Movimentos sociais no Brasil, Primeiro e Segundo Dia 2ª Aplicação, ENEM, INEP

Ações de educação patrimonial são realizadas em diferentes contextos e localidades e têm mostrado resultados surpreendentes ao trazer à tona a autoestima das comunidades. Em alguns casos, promovem o desenvolvimento local e indicam soluções inovadoras de reconhecimento e salvaguarda do patrimônio cultural para muitas populações.

PELEGRINI, S. C. A.; PINHEIRO, A. P. (Orgs.). Tempo, memória e patrimônio cultural. Piauí: Edupi, 2010.

A valorização dos bens mencionados encontra-se correlacionada a ações educativas que promovem a(s)

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