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Questões de Concursos Câmara de Tatuí SP

Resolva questões de Câmara de Tatuí SP comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


61Q703837 | Português, Interpretação de Textos, Assistente de Informática, Câmara de Tatuí SP, VUNESP, 2019

Texto associado.
Por quê?
    “Correlação não é causa” é um mantra que todos aqueles que já entraram numa aula de estatística ou de metodologia científica ouviram. E de fato não é. O canto do galo e o nascer do sol estão fortemente correlacionados, mas ninguém deve achar que é o som emitido pelo galináceo que provoca o surgimento do astro todas as manhãs.
   O problema é que, durante muito tempo, estatísticos e cientistas se deixaram cegar pelo mantra e renunciaram a investigar melhor a causalidade e desenvolver ferramentas matemáticas para lidar com ela, o que é perfeitamente possível. Essa pelo menos é a visão do cientista da computação Judea Pearl, exposta em “The Book of Why” (O livro do porquê), obra que escreveu com o matemático e jornalista científico Dana Mackenzie. Os prejuízos foram grandes. Muitas vidas se perderam porque, por várias décadas, a ciência julgou não ter meios para estabelecer com segurança se o cigarro causava ou não câncer, incerteza que a indústria do tabaco foi hábil em explorar.
   Em “The Book of Why”, Pearl e Mackenzie explicam de forma razoavelmente didática quais são as novas técnicas que permitem responder a perguntas causais como “qual a probabilidade de esta onda de calor ter sido provocada pelo efeito estufa?” ou “foi a droga X que curou a doença Y?”. Mais até, os autores falam em usar a estatística para destrinchar o obscuro mundo dos contrafactuais1 . Uma advertência importante que os autores fazem a entusiastas do “big data”2 é que não podemos nos furtar a entender as questões estudadas e formular teorias. Não se chega a lugar nenhum só com dados e sem hipóteses.
   Minha sensação, pela retórica empregada (não tenho competência para avaliar tecnicamente), é que Pearl exagera um pouco. Ele faz um uso pouco comedido de termos como “revolução” e “milagre”. Mas é um cientista de primeira linha e, mesmo que ele esteja aumentando as coisas em até 30%, ainda sobram muitas ideias fascinantes no livro. (Hélio Schwartsman. 19.08.2018. www.folha.uol.com.br. Adaptado)
1contrafactual: simulação (sentido aproximado)
2big data: grande banco de dados


Segundo o autor, um atrativo do livro de Pearl e Mackenzie é
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62Q699671 | Redes de Computadores, Assistente de Informática, Câmara de Tatuí SP, VUNESP, 2019

Um administrador da rede de computadores de uma empresa foi notificado da ocorrência de um ataque de segurança realizado por meio da Internet e identificou como sendo do tipo spoofing, pois
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63Q698735 | Português, Pontuação, Auxiliar Legislativo, Câmara de Tatuí SP, VUNESP, 2019

Texto associado.
Jaron Lanier não poupa críticas ao modelo de negócios baseado em publicidade, que sustenta a maior parte do que conhecemos por
internet hoje. Serviços gratuitos como Facebook, Google e WhatsApp, no fundo, cobram caro. Na visão de Lanier, manipulam, mudam
comportamentos e, muitas vezes, nos tornam babacas.
Em seu quinto livro, “Dez Argumentos para Você Deletar Agora suas Redes Sociais”, recém-lançado no Brasil, o cientista da computação
e precursor da realidade virtual encoraja as pessoas cuja vida financeira não depende das redes sociais a abandoná-las – ao menos por seis
meses –, para retomarem a “consciência de si próprias”.
Lanier afirma que, se cometeram muitos erros na internet, um deles era a ideia de que a única forma de inovar e manter o serviço livre
era com um modelo baseado em publicidade, o que nos levou a um contexto de vigilância universal. Ele defende um sistema em que as
pessoas possam ser pagas pelo que fazem on line e paguem pelo que gostam de fazer on line, o que tornaria a relação mais direta e
honesta.
Lanier explica: “Quando você olhava para o anúncio da TV, ele não estava te olhando de volta. Na internet, é diferente: há mais
informação sendo tirada de você do que oferecida. Ferramentas em qualquer site captam como seu corpo se mexe, onde você está e tudo
sobre seus dispositivos. O que você vê é a menor parte do que acontece. Toda informação tirada de você é usada para mudar sua
experiência on line e criar uma sistemática que te prenda. Isso é chamado de engajamento. Chamo de vício. É quase como vício em jogo, há
busca por satisfação, e a punição é severa.”
Jaron Lanier recomenda ficar atento aos 10 argumentos para você deletar suas redes sociais:
1. Você está perdendo seu livre-arbítrio
2. Largar as redes sociais é a maneira mais certeira de resistir à insanidade dos nossos tempos
3. As redes sociais estão tornando você um babaca
4. As redes sociais minam a verdade
5. As redes sociais transformam o que você diz em algo sem sentido
6. As redes sociais destroem sua capacidade de empatia
7. As redes sociais deixam você infeliz
8. As redes sociais não querem que você tenha dignidade econômica
9. As redes sociais tornam a política impossível
10. As redes sociais odeiam sua alma
                                                                                                            (Folha de S. Paulo, 20.10.2019, Adaptado)
O uso da vírgula em – Há buscas por satisfação, e a punição é severa. – ocorre, pela mesma razão, em:
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64Q703767 | Legislação Municipal, Auxiliar Legislativo, Câmara de Tatuí SP, VUNESP, 2019

Conforme determinações contidas na Lei Orgânica do Município de Tatuí, compete ao Presidente da Câmara,
dentre outras atribuições,
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65Q700535 | Programação, Assistente de Informática, Câmara de Tatuí SP, VUNESP, 2019

Para compartilhar dados com outras aplicações e melhorar a experiência do usuário, os desenvolvedores de uma aplicação Java EE optaram por persistir o estado da sessão de seus usuários em banco de dados. Apesar dos resultados positivos, esse procedimento afetou negativamente o desempenho da aplicação. Com o intuito de contornar tal efeito negativo, pode-se
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66Q705924 | Português, Interpretação de Textos, Auxiliar Legislativo, Câmara de Tatuí SP, VUNESP, 2019

Texto associado.
Jaron Lanier não poupa críticas ao modelo de negócios baseado em publicidade, que sustenta a maior parte do que conhecemos por
internet hoje. Serviços gratuitos como Facebook, Google e WhatsApp, no fundo, cobram caro. Na visão de Lanier, manipulam, mudam
comportamentos e, muitas vezes, nos tornam babacas.
Em seu quinto livro, “Dez Argumentos para Você Deletar Agora suas Redes Sociais”, recém-lançado no Brasil, o cientista da computação
e precursor da realidade virtual encoraja as pessoas cuja vida financeira não depende das redes sociais a abandoná-las – ao menos por seis
meses –, para retomarem a “consciência de si próprias”.
Lanier afirma que, se cometeram muitos erros na internet, um deles era a ideia de que a única forma de inovar e manter o serviço livre
era com um modelo baseado em publicidade, o que nos levou a um contexto de vigilância universal. Ele defende um sistema em que as
pessoas possam ser pagas pelo que fazem on line e paguem pelo que gostam de fazer on line, o que tornaria a relação mais direta e
honesta.
Lanier explica: “Quando você olhava para o anúncio da TV, ele não estava te olhando de volta. Na internet, é diferente: há mais
informação sendo tirada de você do que oferecida. Ferramentas em qualquer site captam como seu corpo se mexe, onde você está e tudo
sobre seus dispositivos. O que você vê é a menor parte do que acontece. Toda informação tirada de você é usada para mudar sua
experiência on line e criar uma sistemática que te prenda. Isso é chamado de engajamento. Chamo de vício. É quase como vício em jogo, há
busca por satisfação, e a punição é severa.”
Jaron Lanier recomenda ficar atento aos 10 argumentos para você deletar suas redes sociais:
1. Você está perdendo seu livre-arbítrio
2. Largar as redes sociais é a maneira mais certeira de resistir à insanidade dos nossos tempos
3. As redes sociais estão tornando você um babaca
4. As redes sociais minam a verdade
5. As redes sociais transformam o que você diz em algo sem sentido
6. As redes sociais destroem sua capacidade de empatia
7. As redes sociais deixam você infeliz
8. As redes sociais não querem que você tenha dignidade econômica
9. As redes sociais tornam a política impossível
10. As redes sociais odeiam sua alma
                                                                                                            (Folha de S. Paulo, 20.10.2019, Adaptado)
Considere os 10 argumentos de Lanier, no último parágrafo do texto, para responder à questão.
As palavras em destaque nos argumentos 2, 4 e 5, assumem, no contexto, respectivamente, o sentido de
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67Q703890 | Português, Interpretação de Textos, Assistente de Informática, Câmara de Tatuí SP, VUNESP, 2019

Texto associado.
Por quê?
    “Correlação não é causa” é um mantra que todos aqueles que já entraram numa aula de estatística ou de metodologia científica ouviram. E de fato não é. O canto do galo e o nascer do sol estão fortemente correlacionados, mas ninguém deve achar que é o som emitido pelo galináceo que provoca o surgimento do astro todas as manhãs.
   O problema é que, durante muito tempo, estatísticos e cientistas se deixaram cegar pelo mantra e renunciaram a investigar melhor a causalidade e desenvolver ferramentas matemáticas para lidar com ela, o que é perfeitamente possível. Essa pelo menos é a visão do cientista da computação Judea Pearl, exposta em “The Book of Why” (O livro do porquê), obra que escreveu com o matemático e jornalista científico Dana Mackenzie. Os prejuízos foram grandes. Muitas vidas se perderam porque, por várias décadas, a ciência julgou não ter meios para estabelecer com segurança se o cigarro causava ou não câncer, incerteza que a indústria do tabaco foi hábil em explorar.
   Em “The Book of Why”, Pearl e Mackenzie explicam de forma razoavelmente didática quais são as novas técnicas que permitem responder a perguntas causais como “qual a probabilidade de esta onda de calor ter sido provocada pelo efeito estufa?” ou “foi a droga X que curou a doença Y?”. Mais até, os autores falam em usar a estatística para destrinchar o obscuro mundo dos contrafactuais1 . Uma advertência importante que os autores fazem a entusiastas do “big data”2 é que não podemos nos furtar a entender as questões estudadas e formular teorias. Não se chega a lugar nenhum só com dados e sem hipóteses.
   Minha sensação, pela retórica empregada (não tenho competência para avaliar tecnicamente), é que Pearl exagera um pouco. Ele faz um uso pouco comedido de termos como “revolução” e “milagre”. Mas é um cientista de primeira linha e, mesmo que ele esteja aumentando as coisas em até 30%, ainda sobram muitas ideias fascinantes no livro. (Hélio Schwartsman. 19.08.2018. www.folha.uol.com.br. Adaptado)
1contrafactual: simulação (sentido aproximado)
2big data: grande banco de dados

Assinale a alternativa em que a reescrita do trecho não prejudica o sentido original do texto.
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68Q701563 | Português, Sintaxe, Auxiliar Legislativo, Câmara de Tatuí SP, VUNESP, 2019

Texto associado.

Jaron Lanier não poupa críticas ao modelo de negócios baseado em publicidade, que sustenta a maior parte do que conhecemos por

internet hoje. Serviços gratuitos como Facebook, Google e WhatsApp, no fundo, cobram caro. Na visão de Lanier, manipulam, mudam

comportamentos e, muitas vezes, nos tornam babacas.

Em seu quinto livro, “Dez Argumentos para Você Deletar Agora suas Redes Sociais”, recém-lançado no Brasil, o cientista da computação

e precursor da realidade virtual encoraja as pessoas cuja vida financeira não depende das redes sociais a abandoná-las – ao menos por seis

meses –, para retomarem a “consciência de si próprias”.

Lanier afirma que, se cometeram muitos erros na internet, um deles era a ideia de que a única forma de inovar e manter o serviço livre

era com um modelo baseado em publicidade, o que nos levou a um contexto de vigilância universal. Ele defende um sistema em que as

pessoas possam ser pagas pelo que fazem on line e paguem pelo que gostam de fazer on line, o que tornaria a relação mais direta e

honesta.

Lanier explica: “Quando você olhava para o anúncio da TV, ele não estava te olhando de volta. Na internet, é diferente: há mais

informação sendo tirada de você do que oferecida. Ferramentas em qualquer site captam como seu corpo se mexe, onde você está e tudo

sobre seus dispositivos. O que você vê é a menor parte do que acontece. Toda informação tirada de você é usada para mudar sua

experiência on line e criar uma sistemática que te prenda. Isso é chamado de engajamento. Chamo de vício. É quase como vício em jogo, há

busca por satisfação, e a punição é severa.”

Jaron Lanier recomenda ficar atento aos 10 argumentos para você deletar suas redes sociais:


1. Você está perdendo seu livre-arbítrio

2. Largar as redes sociais é a maneira mais certeira de resistir à insanidade dos nossos tempos

3. As redes sociais estão tornando você um babaca

4. As redes sociais minam a verdade

5. As redes sociais transformam o que você diz em algo sem sentido

6. As redes sociais destroem sua capacidade de empatia

7. As redes sociais deixam você infeliz

8. As redes sociais não querem que você tenha dignidade econômica

9. As redes sociais tornam a política impossível

10. As redes sociais odeiam sua alma

                                                                                            (Folha de S. Paulo, 20.10.2019, Adaptado)


Considere os 10 argumentos de Lanier, no último parágrafo do texto, para responder à questão.
Se não se __________ às redes sociais, para não se tornar um babaca, é melhor que você se __________ delas.
De acordo com a norma-padrão da conjugação, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente,
as lacunas da frase.
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69Q699805 | Segurança, Assistente de Informática, Câmara de Tatuí SP, VUNESP, 2019

Considerando alguns dos requisitos da segurança da informação contidos na Norma NBR ISO/IEC 27001 (Tecnologia da Informação – Técnicas de segurança – Sistemas de gestão da segurança da informação – Requisitos), é correto afirmar:
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70Q698828 | Redes de Computadores, Assistente de Informática, Câmara de Tatuí SP, VUNESP, 2019

Diversos tipos do EAP (Extensible Authentication Protocol) podem ser encontrados nos padrões 802.1X. O tipo que fornece um método para transportar dados de autenticação com segurança, incluindo protocolos herdados baseados em senha, por meio de redes Wi-Fi 802.11, utilizando o tunelamento entre clientes e um servidor de autenticação, autenticando clientes de redes Wi-Fi, é denominado
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71Q700443 | Segurança da Informação, Assistente de Informática, Câmara de Tatuí SP, VUNESP, 2019

A Norma NBR ISO/IEC 27005 (Tecnologia da Informação – Técnicas de segurança – Gestão de riscos da segurança da informação) define, em sua seção de termos e definições, o risco residual como sendo
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72Q703055 | Programação, Assistente de Informática, Câmara de Tatuí SP, VUNESP, 2019

Um servidor de aplicação Java EE torna-se instável quando submetido a um alto volume de requisições, ficando indisponível por alguns minutos, embora o consumo de CPU, memória, disco e rede não estejam saturados. Frente a essa situação, o correto diagnóstico desse servidor requer
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73Q698452 | Legislação Municipal, Auxiliar Legislativo, Câmara de Tatuí SP, VUNESP, 2019

A Lei Orgânica do Município de Tatuí determina que
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74Q705211 | Redes de Computadores, Assistente de Informática, Câmara de Tatuí SP, VUNESP, 2019

O uso do recurso de NAT (Network Address Translation) na entrada de uma rede local, além de possibilitar a expansão da capacidade de endereçamento IP, apresenta a funcionalidade de um Firewall do tipo filtro de pacotes, pois
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75Q702864 | Informática, Assistente de Informática, Câmara de Tatuí SP, VUNESP, 2019

Os sistemas gerenciadores de bancos de dados contam, normalmente, com um módulo responsável por realizar a otimização de consultas submetidas ao gerenciador. De forma a realizar essa função de otimização, esse módulo deve cumprir algumas tarefas, listadas a seguir.
A. Geração de planos para execução da consulta;
B. Avaliação do custo computacional dos planos de execução;
C. Compilação da consulta.
A sequência correta da execução dessas 3 tarefas, pelo módulo de otimização, é:
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76Q701075 | Informática, Auxiliar Legislativo, Câmara de Tatuí SP, VUNESP, 2019

No Microsoft PowerPoint 2010, em sua configuração original, um usuário criou uma apresentação com 8 slides,
sendo que nenhum deles está oculto, tampouco contém animações ou transição de slides. Considerando que o
slide 3 contém apenas 2 botões de ação, sendo que o primeiro é um hyperlink para o slide 4 e o segundo é um
hyperlink para o slide 7, assinale a alternativa que indica o que acontece quando o usuário pressiona a tecla
ENTER em modo de apresentação de slides, sendo exibido no momento o slide 3.
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77Q702439 | Redes de Computadores, Assistente de Informática, Câmara de Tatuí SP, VUNESP, 2019

No contexto de balanceamento de carga, o termo sticky connections descreve
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78Q698914 | Governança de TI, Assistente de Informática, Câmara de Tatuí SP, VUNESP, 2019

O COBIT 5 divide seus mais de 30 processos em 5 domínios, sendo que o processo
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79Q700959 | Redes de Computadores, Assistente de Informática, Câmara de Tatuí SP, VUNESP, 2019

Uma empresa possui recursos para a compra de 4 discos de 2TB cada e deseja criar um arranjo RAID tolerante à falha de, pelo menos, 1 disco, mas priorizando a obtenção do maior espaço de armazenamento possível. A opção que melhor atende essa demanda é o:
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80Q698851 | Português, Morfologia, Assistente de Informática, Câmara de Tatuí SP, VUNESP, 2019

Texto associado.
Por quê?
    “Correlação não é causa” é um mantra que todos aqueles que já entraram numa aula de estatística ou de metodologia científica ouviram. E de fato não é. O canto do galo e o nascer do sol estão fortemente correlacionados, mas ninguém deve achar que é o som emitido pelo galináceo que provoca o surgimento do astro todas as manhãs.
   O problema é que, durante muito tempo, estatísticos e cientistas se deixaram cegar pelo mantra e renunciaram a investigar melhor a causalidade e desenvolver ferramentas matemáticas para lidar com ela, o que é perfeitamente possível. Essa pelo menos é a visão do cientista da computação Judea Pearl, exposta em “The Book of Why” (O livro do porquê), obra que escreveu com o matemático e jornalista científico Dana Mackenzie. Os prejuízos foram grandes. Muitas vidas se perderam porque, por várias décadas, a ciência julgou não ter meios para estabelecer com segurança se o cigarro causava ou não câncer, incerteza que a indústria do tabaco foi hábil em explorar.
   Em “The Book of Why”, Pearl e Mackenzie explicam de forma razoavelmente didática quais são as novas técnicas que permitem responder a perguntas causais como “qual a probabilidade de esta onda de calor ter sido provocada pelo efeito estufa?” ou “foi a droga X que curou a doença Y?”. Mais até, os autores falam em usar a estatística para destrinchar o obscuro mundo dos contrafactuais1 . Uma advertência importante que os autores fazem a entusiastas do “big data”2 é que não podemos nos furtar a entender as questões estudadas e formular teorias. Não se chega a lugar nenhum só com dados e sem hipóteses.
   Minha sensação, pela retórica empregada (não tenho competência para avaliar tecnicamente), é que Pearl exagera um pouco. Ele faz um uso pouco comedido de termos como “revolução” e “milagre”. Mas é um cientista de primeira linha e, mesmo que ele esteja aumentando as coisas em até 30%, ainda sobram muitas ideias fascinantes no livro. (Hélio Schwartsman. 19.08.2018. www.folha.uol.com.br. Adaptado)
1contrafactual: simulação (sentido aproximado)
2big data: grande banco de dados


Considere os trechos:
• ... estabelecer com segurança se o cigarro causava ou não câncer... (3° parágrafo)
• ... usar a estatística para destrinchar o obscuro mundo dos contrafactuais. (4°parágrafo)
• ... mesmo que ele esteja aumentando as coisas em até 30%, ainda sobram muitas ideias fascinantes no livro. (6° parágrafo)
As expressões destacadas estabelecem, nos contextos em que ocorrem, respectivamente, relação de
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