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Questões de Concursos CESMAC

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381Q681112 | Sociologia, Dia 1, CESMAC, CEPROS, 2018

Instituições Sociais, conforme entendidas na Sociologia, são entidades societárias:
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382Q686087 | Português, Interpretação de Textos, Prova de Medicina20192 1° DIA, CESMAC, CEPROS, 2019

Texto associado.
O QUE OS BRASILEIROS SABEM (E NÃO SABEM) SOBRE DIABETES


(1) O Brasil ocupa o quarto lugar entre os países com mais diabéticos no mundo. São ao redor de 12,5 milhões de cidadãos convivendo com a doença. Em meio a esse contingente, estima-se que 40% das pessoas desconheçam seu diagnóstico e menos de 30% não estejam com a glicemia controlada. Isso tudo leva a uma série de complicações, capazes de encurtar a expectativa de vida. Hoje, o diabetes já figura como a terceira causa de morte no Brasil.
(2) Claro que há boa notícia em meio a essa história. Os avanços tecnológicos envolvendo profissionais e novas medicações, além de outros fatores, vêm permitindo a um número crescente de brasileiros botar as rédeas sobre o diabetes. Mas, é preciso ter em mente que o país possui 14 milhões de pré-diabéticos, pessoas que, se nada for feito, irão inflacionar todas as estatísticas apresentadas até aqui.
(3) Significa um desafio dos grandes, não? E como é que vamos enfrentá-lo e solucioná-lo? Ora, com doses cavalares de informação e de conscientização. Essas são as razões que conduziram uma pesquisa inédita, para descobrir o que os brasileiros sabem e não sabem sobre diabetes.
(4) “Um dos achados mais relevantes é que parte expressiva dos entrevistados não têm uma percepção da gravidade do problema”, analisa um dos pesquisadores. Outro dado que chama a atenção é que a população teme mais certas complicações da doença - como cegueira e amputação - do que os males cardiovasculares. As pessoas ainda não se conscientizaram de que a principal causa de morte entre os diabéticos são os problemas do coração.
(5) Há um longo trabalho pela frente tanto para os profissionais de saúde como para a sociedade, de disseminar informação qualificada e convencer as pessoas a se cuidarem. Isso ajudaria a reverter situações, como o déficit na realização de exames preventivos, o que foi apontado na pesquisa.
(6) A maioria dos entrevistados acredita que adotar hábitos saudáveis é determinante para o controle da doença. Há uma grande relação entre diabetes e alimentação. A pesquisa ressalta a necessidade de os pacientes contarem com uma orientação nutricional mais consistente, calcada em evidências e não em dietas mirabolantes. Reforça ainda o papel do médico e de outros profissionais na adesão dos pacientes ao plano terapêutico e a um estilo de vida longe do sedentarismo. Na realidade, toda a sociedade precisa acordar e se engajar para superar os desafios do diabetes.

(Saúde. Abril. Com.Br. agosto de 2018, p. 58-63. Adaptado)
No que se refere ao mal do diabetes, a pesquisa de que trata o Texto 1 explora dúvidas que ainda existem quanto:
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383Q1070870 | Filosofia, Conceitos Filosóficos, Processo Seletivo Tradicional 2017 2 AGRESTE, CESMAC, Cepros

A Axiologia é a área da Filosofia que estuda os valores. Segundo essa área, os valores éticos devem ser entendidos como sistema de valores:
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384Q678722 | Sociologia, Prova de Medicina20201 1° DIA, CESMAC, CEPROS, 2019

Quando falamos em herança social, estamos nos referindo
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385Q947759 | Português, Interpretação de Textos, Prova de Medicina20192 1° DIA, CESMAC, CEPROS, 2019

Texto associado.
O QUE OS BRASILEIROS SABEM (E NÃO SABEM) SOBRE DIABETES


(1) O Brasil ocupa o quarto lugar entre os países com mais diabéticos no mundo. São ao redor de 12,5 milhões de cidadãos convivendo com a doença. Em meio a esse contingente, estima-se que 40% das pessoas desconheçam seu diagnóstico e menos de 30% não estejam com a glicemia controlada. Isso tudo leva a uma série de complicações, capazes de encurtar a expectativa de vida. Hoje, o diabetes já figura como a terceira causa de morte no Brasil.
(2) Claro que há boa notícia em meio a essa história. Os avanços tecnológicos envolvendo profissionais e novas medicações, além de outros fatores, vêm permitindo a um número crescente de brasileiros botar as rédeas sobre o diabetes. Mas, é preciso ter em mente que o país possui 14 milhões de pré-diabéticos, pessoas que, se nada for feito, irão inflacionar todas as estatísticas apresentadas até aqui.
(3) Significa um desafio dos grandes, não? E como é que vamos enfrentá-lo e solucioná-lo? Ora, com doses cavalares de informação e de conscientização. Essas são as razões que conduziram uma pesquisa inédita, para descobrir o que os brasileiros sabem e não sabem sobre diabetes.
(4) “Um dos achados mais relevantes é que parte expressiva dos entrevistados não têm uma percepção da gravidade do problema”, analisa um dos pesquisadores. Outro dado que chama a atenção é que a população teme mais certas complicações da doença - como cegueira e amputação - do que os males cardiovasculares. As pessoas ainda não se conscientizaram de que a principal causa de morte entre os diabéticos são os problemas do coração.
(5) Há um longo trabalho pela frente tanto para os profissionais de saúde como para a sociedade, de disseminar informação qualificada e convencer as pessoas a se cuidarem. Isso ajudaria a reverter situações, como o déficit na realização de exames preventivos, o que foi apontado na pesquisa.
(6) A maioria dos entrevistados acredita que adotar hábitos saudáveis é determinante para o controle da doença. Há uma grande relação entre diabetes e alimentação. A pesquisa ressalta a necessidade de os pacientes contarem com uma orientação nutricional mais consistente, calcada em evidências e não em dietas mirabolantes. Reforça ainda o papel do médico e de outros profissionais na adesão dos pacientes ao plano terapêutico e a um estilo de vida longe do sedentarismo. Na realidade, toda a sociedade precisa acordar e se engajar para superar os desafios do diabetes.

(Saúde. Abril. Com.Br. agosto de 2018, p. 58-63. Adaptado)
No início do parágrafo 3 do Texto 1, o autor formula duas perguntas. Trata-se de uma estratégia do autor para:
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386Q678711 | História e Geografia de Estados e Municípios, Prova de Medicina20201 1° DIA, CESMAC, CEPROS, 2019

A cultura alagoana perdeu em outubro de 2019 uma das suas figuras mais emblemáticas, o historiador Dirceu Accioli Lindoso, que legou a Alagoas uma extensa obra, de que se destaca 'Utopia armada: rebeliões de pobres nas matas do Tombo Real', “1832- 1850" (Paz e Terra, 1983). O foco principal desse estudo volta-se para um movimento social reconhecido como:
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387Q947831 | Matemática, Sistema de Unidade de Medidas, Prova de Medicina20192 2° DIA, CESMAC, CEPROS, 2019

A uma criança pesando 30 kg, com severo envenenamento por uma planta, foi prescrita Benadryl. As doses iguais de Benadryl devem ser administradas a cada 6 horas, perfazendo um total de 5 mg diários para cada quilo da criança. O Benadryl está disponível na concentração de 12,5 mg por 5 ml. Qual dose deve ser administrada?
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388Q681082 | Português, Interpretação de Textos, Dia 1, CESMAC, CEPROS, 2018

Texto associado.
Como e por que leio o romance brasileiro

Leitora apaixonada, fã de carteirinha, me envolvo com os romances de que gosto: curto, torço, roo as unhas, leio de novo um pedaço que tenha me agradado de forma particular. Se não gosto, largo no meio ou até no começo. O autor tem vinte ou trinta páginas para me convencer de que seu livro vai fazer diferença. Pois acredito piamente que a leitura faz a diferença. Se não, adeus! O livro volta para a estante e vou cuidar de outra coisa...
Ao terminar a leitura de um romance de que gosto, fico com vontade de dividi-lo com os amigos. Recomendar a leitura, emprestar, dar de presente. Mas, sobretudo, discutir. Nada melhor do que conversar sobre livros... eu acho uma coisa, meu amigo acha outra, a colega discorda de nós dois...
Na discussão, pode tudo, só não pode não achar nada nem concordar com todo mundo. No fim do papo, cada um fica mais cada um, ouvindo os outros. Quem sabe o livro tem mais de um sentido? Como foi mesmo aquele lance? E aquele personagem... vilão ou herói?
Na minha geração e nas minhas relações, é assim que se lê romance.
A leitura de romance, no entanto, não é só esta leitura envolvida e vertiginosa. Junto com o suspense, ao lado do mergulho na história, transcorre o tempo de decantação. Enredo, linguagem e personagens depositam-se no leitor. Passam a fazer parte da vida de quem lê. Vêm à tona meio sem aviso, aos pedaços, evocados não se sabe bem por quais articulações...
Vida e literatura enredam-se em bons e em maus momentos, e os romances que leio passam a fazer parte da minha vida, me expressam em várias situações.

Marisa Lajolo. Como e por que ler o romance brasileiro. Rio de Janeiro: Objetiva, 2004, p. 13-14.
O Texto, da autora Marisa Lajolo, constitui um exemplar do ‘gênero de texto declaração pessoal’, o que justifica:
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389Q681105 | Geografia, Dia 1, CESMAC, CEPROS, 2018

A União Europeia surgiu em 1992, mas tem suas origens no CECA (Comunidade Europeia do Carvão e do Aço, - 1951). Constitui um dos maiores blocos econômicos do mundo, mas também enfrenta dificuldades. Com referência a essas dificuldades, analise as afirmativas abaixo.
1) Reino Unido, Suécia e Dinamarca não aderiram à moeda comum da União Europeia. 2) A União Europeia formou uma força conjunta de defesa própria, não dependendo da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), liderado pelos Estados Unidos. 3) O Reino Unido sairá da União Europeia em 29/03/2019. 4) Os países menos industrializados da União Europeia passaram por fortes crises, a partir de 2009, atingindo elevadas taxas de desemprego.
Estão corretas:
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390Q947647 | Geografia, Prova de Medicina 2018, CESMAC, CEPROS, 2018

Um impacto importante do uso da terra e da mudança da camada mais superior da crosta terrestre na Amazônia, com consequências globais, são:
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391Q947686 | História e Geografia de Estados e Municípios, Processo Seletivo Tradicional 20191 AGRESTE, CESMAC, CEPROS, 2018

Na época da colonização, a escravidão influenciou a economia alagoana, pois os escravos:
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392Q947691 | História e Geografia de Estados e Municípios, Processo Seletivo Tradicional 20191 AGRESTE, CESMAC, CEPROS, 2018

O ambiente de Tabuleiros, no território alagoano, compreende uma área que se caracteriza pelo predomínio de relevo plano a ondulado, em terrenos sedimentares. Nesse ambiente, observa-se o predomínio de um tipo de solo que vem sendo amplamente utilizado pelo sistema agrário para o cultivo da cana-de-açúcar. Assinale-o.
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393Q947762 | Português, Interpretação de Textos, Prova de Medicina20192 1° DIA, CESMAC, CEPROS, 2019

Texto associado.
O FUTURO NA BALANÇA

Se, na década de 1970, o principal entrave ao desenvolvimento das crianças brasileiras era a desnutrição, hoje, quase 50 anos depois, a preocupação pende para o oposto da balança. “A obesidade é a maior epidemia de todos os tempos e não deixou o Brasil de fora”, sentenciam peritos da Sociedade Brasileira de Pediatria.

Trata-se de um problema que afeta gente de todas as idades – a prevalência entre os adultos aumentou 60% no país de 2006 a 2016! E começa cada vez mais cedo. Entre meninos e meninas de 5 a 9 anos, 33% já estão acima do peso, e 15% são considerados obesos. Nesse ritmo, a estimativa é que a obesidade atinja 11,3 milhões de brasileirinhos em 2025. E por que os especialistas se inquietam tanto com isso? Uma criança obesa tem 80% de chance de se tornar um adulto obeso, alertam os especialistas.

A essa condição está associada nada menos que 26doenças crônicas, como pressão alta e diabetes do tipo 2 – problemas que deixaram de ser exclusividade de gente grande. Nesse cenário, vislumbra-se, pela primeira vez na história recente, uma geração que poderá viver menos e pior que seus pais.

Não é à toa que o combate à obesidade foi alçado em prioridade para o governo, que aposta em ações de estímulo ao aleitamento materno, à prática de atividade física e à mudança do comportamento alimentar.

Ironicamente, uma criança acima do peso até pode ser considerada desnutrida.

(Revista Saúde. Abril, set. 2018, p. 48. Adaptado)
Acerca do título dado ao Texto 2, é relevante a observação de que as palavras escolhidas:
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394Q947777 | Inglês, Prova de Medicina20192 1° DIA, CESMAC, CEPROS, 2019

Texto associado.

How Sleep Strengthens Your Immune System


Numerous studies have reported the benefits of a good night’s sleep, and now researchers from Germany have found that sound sleep improves immune cells known as T cells.

“T cells are a type of… immune cells that fight against intracellular pathogens, for example virus-infected cells such as flu, HIV, herpes, and cancer cells,” Stoyan Dimitrov, PhD, told Healthline.

The study found a new mechanism through which sleep can assist the immune system.

“We show that the stress hormones adrenaline and noradrenaline and pro-inflammatory molecules prostaglandins inhibit the stickiness of a class of adhesion molecules called integrins,” Dr. Dimitrov said. “Because the levels of adrenaline, noradrenaline, and prostaglandins are low during sleep time, the stickiness of the integrins is stronger. This stickiness is important because in order for T cells to kill virus-infected cells or cancer cells, they need to get in direct contact with them, and the integrin stickiness is known to promote this contact.”

When cells in the body recognize a virally infected cell, they activate integrins, a sticky type of protein, that then allows them to attach to and kill infected cells.

The researchers compared T cells from healthy volunteers who either slept or stayed awake all night.

They found that in the study participants who slept, their T cells showed higher levels of integrin activation than in the T cells of those who were awake.

The findings indicate that sleep has the potential to improve T cell functioning. For people who get poor sleep, stress hormones may inhibit the ability of T cells to function as effectively.

Less than five hours sleep per night on a regular basis is associated with higher mortality, and having less than seven hours sleep for three nights in a row has the same effect on the body as missing one full night of sleep.

Poor sleep can increase inflammation, blood pressure, insulin resistance, cortisol, weight gain, and cardiovascular disease, as well as decrease blood sugar regulation.

Despite numerous studies proving the negative health impacts of poor sleep, experts say many people still don’t prioritize getting enough sleep.


Adaptado de: <https://www.healthline.com/health-news/how-sleepbolsters-your-immune-system#The-bottom-line> Acessado em 21 de fevereiro de 2019.

Many people do nothing regarding getting more sleep
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395Q681092 | Inglês, Dia 1, CESMAC, CEPROS, 2018

Texto associado.
Read the text below and answer the following question.

Is it time you went on a social media detox?

In today's world, social media is central to our lives. It helps us to stay in touch with our friends, promote our work, and follow the latest news. How do these networks impact our mental and physical health?
A number of studies have linked social media use with increased levels of depression, anxiety, and isolation.
Social media lovers have twice the risk of depression, compared with their less enthusiastic peers.
Research has revealed that younger and older users alike are in danger of breaking under the pressure of unachievable standards of beauty and success.
Among young adult users, social media notably increases the incidence of anxiety and depression, according to the results of a sizeable study conducted in 2016.
In fact, the researchers saw that users who frequently checked their accounts had a more than twice as high a risk of depression than their less social media-oriented peers.
This may partly be due to the fact that social networks create an artificial need to be available 24/7, to respond to messages and emoji reactions instantly. But this attitude creates an unnecessary amount of low-key stress that takes its toll on our emotional well-being.
And, despite the fact that such platforms are supposed to enhance our sense of connectedness with other people, research has found that they actually have the opposite effect: they render dedicated users lonelier and more isolated.
However, this shouldn't really surprise us. The hyperconnectedness takes place at a superficial level, eliminating all of the extra elements that make communication more valuable and psychologically constructive.
Such elements include eye contact, body language, the possibility of listening for changes in our interlocutor's tone of voice, or the possibility of physical touch.
An over-active social media presence can leave its mark not just on our mental health, but also on our physical health — particularly by altering our sleep patterns.
Lastly, researchers have proven that our commitment to social media platforms can negatively affect our commitment to our own creative and professional lives in complex ways.

Adaptado de: < https://www.medicalnewstoday.com/articles/321498.php?sr> Acessado em 19 de outubro de 2018.
The use of social media
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396Q678686 | Português, Interpretação de Textos, Prova de Medicina20201 1° DIA, CESMAC, CEPROS, 2019

Texto associado.


Se você parar para pensar...


1. Na correria do dia a dia, o urgente não vem deixando tempo para o importante. Essa constatação, carregada de estranha obviedade, obriga-nos quase a tratar como uma circunstância paralela e eventual aquela que deve ser considerada a marca humana por excelência: a capacidade de reflexão e consciência. Aliás, em alguns momentos, as pessoas usam até uma advertência (quando querem afirmar que algo não vai bem): “Se você parar para pensar...”

2. Por que parar para pensar? Será tão difícil pensar enquanto continua fazendo outras coisas ou, melhor ainda, seria possível fazer sem pensar e, num determinado momento, ter de parar? Ora, pensar é uma atitude contínua, e não um evento episódico! Não é preciso parar – nem se deve fazê-lo – sob pena de romper com nossa liberdade consciente.

3. O escritor francês Anatole França, um mestre da ironia e do ceticismo, dizia: “O pensamento é uma doença peculiar de certos indivíduos, que, ao propagar-se, em breve acabaria com a espécie”.

4. Talvez “pensar mais” não levasse necessariamente ao “término da espécie”, mas, com muita probabilidade, dificultaria a presença daqueles, no mundo dos negócios e da comunicação, que só entendem e tratam as pessoas como consumidores vorazes e insanos. Talvez, um “pensar mais” nos levasse a gritar que basta de tantos imperativos. Compre! Olhe! Veja! Faça! Leia! Sinta! E a vontade própria e o desejo sem contornos? E a liberdade de decidir, escolher, optar, aderir? Será um basta do corpo e da mente que já não mais aguentam tantas medicinas, tantas dietas compulsórias, tantas ordens da moda e admoestações da mídia; corpo e mente que carecem, cada dia mais, de horas de sono complementares, horas de lazer suplementares e horas de sossego regulamentares, quase esgotados na capacidade de persistir, combater e evitar o amortecimento dos sentidos e dos sonhos pessoais e sinceros. Essa demora em “pensar mais”, esse retardamento da reflexão como uma atitude continuada e deliberada, vem produzindo um fenômeno quase coletivo: mais e mais pessoas querendo desistir, com vontade imensa de mudar de vida, transformar-se, livrando-se das pequenas situações que as torturam, que as amarguram, que as esvaem. Vêm à tona impulsos de romper as amarras da civilização e partir, céleres, em direção ao incerto, ao sedutor repouso oferecido pela irracionalidade e pela inconsequência. Cansaço imenso de um grande sertão com diminutas veredas? (...)

5. Pouco importa, dado que ser humano é ser capaz de dizer “não” ao que parece não ter alternativa. Apesar dos constrangimentos e da tentativa de sequestro da nossa subjetividade, pensar não é, de fato, crime e, por isso, não se deve parar.

(CORTELLA, Mário Sérgio. Folha de S. Paulo, maio de 2001. Adaptado)

Em relação aos possíveis leitores do Texto, o propósito comunicativo pretendido foi:
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397Q681067 | Física, Dia 2, CESMAC, CEPROS, 2018

Num teste de esforço físico, um atleta de 60,0 kg sobe correndo uma escada cuja diferença de altura entre os degraus mais baixo e mais alto é de 20,0 m. A aceleração da gravidade é igual a 10,0 m/s2 Considere 1 kJ = 1000 J. Ao final da subida, pode-se afirmar que a energia potencial gravitacional do atleta:
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398Q681080 | Português, Interpretação de Textos, Dia 1, CESMAC, CEPROS, 2018

Texto associado.

Nós, os brasileiros.


Uma editora europeia me pede que traduza poemas de autores estrangeiros sobre o Brasil.

Como sempre, eles falam da floresta amazônica, uma floresta muito pouco real, aliás. Um bosque poético, com “mulheres de corpos alvíssimos espreitando entre os troncos das árvores e olhos de serpentes hirtas acariciando esses corpos como dedos amorosos”. Não faltam flores azuis, rios cristalinos e tigres mágicos. Traduzo os poemas por dever de ofício, mas com uma secreta – e nunca realizada – vontade de inserir ali um grãozinho de realidade.

Nas minhas idas ao Exterior, onde convivi, sobretudo com escritores, professores e estudantes universitários – portanto, gente razoavelmente culta –, fui invariavelmente surpreendida com a profunda ignorância a respeito de quem, como e o que somos.

– A senhora é brasileira? Comentaram espantados alunos de uma Universidade americana famosa: – Mas a senhora é loira!

Depois de ler, num Congresso de escritores em Amsterdã, um trecho de um de meus romances traduzidos em inglês, ouvi de um senhor, dono de um antiquário famoso, que segurou comovido minhas duas mãos:

– Que maravilha! Nunca imaginei que no Brasil houvesse pessoas cultas!

Pior ainda, no Canadá, alguém exclamou incrédulo:

– Escritora brasileira? Ué, mas no Brasil existem editoras?

A culminância foi a observação de uma crítica berlinense, num artigo sobre um romance meu editado por lá, acrescentando, a alguns elogios, a grave restrição: “porém não parece livro brasileiro, pois não fala nem de plantas, nem de índios, nem de bichos.”

Diante dos três poemas sobre o Brasil, esquisitos para qualquer brasileiro, pensei mais uma vez que esse desconhecimento não se deve apenas à natural alienação estrangeira quanto ao geograficamente fora de seus interesses, mas também é culpa nossa. Pois o que mais exportamos de nós é o exótico e o folclórico.

Em uma feira do livro de Frankfurt, no espaço brasileiro, o que se via eram livros (não muito bem arrumados), muita caipirinha na mesa, e televisões mostrando carnaval, futebol, praias e ... matos.

E eu, mulher essencialmente urbana, escritora das geografias interiores de meus personagens neuróticos, me senti tão deslocada quanto um macaco em uma loja de cristais. Mesmo que tentasse explicar, ninguém acreditaria que eu era tão brasileira quanto qualquer negra de origem africana vendendo acarajé nas ruas de Salvador. Porque o Brasil é tudo isso.

E nem a cor de meu cabelo e olhos, nem meu sobrenome, nem os livros que li na infância, nem o idioma que falei naquele tempo, além do português, me fazem menos nascida e vivida nesta terra de tão surpreendentes misturas: imensa, desaproveitada, instigante e (por que ter medo da palavra?) maravilhosa!


(Lya Luft. Pensar é transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2009, p. 49-51)

Uma convincente justificativa, para o ponto dominante de que trata o Texto, está expressa na seguinte alternativa:
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399Q681089 | Inglês, Dia 1, CESMAC, CEPROS, 2018

Texto associado.

Read the text below and answer the following question.


Can Cellular Agriculture Feed the World?


Within 20 years, there will be 2 billion more people than today — over 9 billion people in total. The impact to the environment could be severe. Just feeding that population using current methods is problematic.

On average, cattle ranchers need 100 times more land than corn growers to produce a gram of food. So, if that hungry world continues to eat meat like we do, the demand for land — and fresh water — will be alarming, not to mention the environmental impact of raising so many animals. Meat production aside, the large-scale monoculture of crops like corn usually results in damaging terrestrial pollution from pesticides and soil depletion. The impact to the oceans is equally perilous.

Instead of farming animals, fish and plants, cellular agriculture grows the proteins and nutrients we consume from a culture, cell by cell. With this alternative approach, the consumable meat and plant tissues produced don’t need to be harvested from animals or plants. It’s food production on an industrial scale.

The technology to do this is not new. Growing meat from a scaffold embedded in growth culture is no different in theory than making bread from yeast. The vast majority of insulin for diabetics is already manufactured by genetically engineered bacteria, as is the rennet used to culture cheese. In the past 10 years, this approach has been pioneered with a variety of foodstuffs: milk, eggs, beef, chicken, fish — even coffee.

To succeed, cellular agriculture must overcome 6,000 years of established dependence on traditional agriculture, and it has to do so via one of the most finicky human senses: taste. No one will eat manufactured meat or fish if it doesn’t have the same sensual satisfaction generated by the grown version. So, in addition to all the technical challenges in creating edible tissues from cultures, the startups pioneering this approach are working diligently to make their products tasty.

The possibilities for cellular agriculture are seemingly limitless; it may be possible to grow human organs for transplant using the method. But it is still early days.


Adaptado de: <https://earth911.com/business-policy/cellular-agriculture/>Acessado em 19 de outubro de 2018.

Cellular agriculture
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400Q947679 | Inglês, Processo Seletivo Tradicional 20191 AGRESTE, CESMAC, CEPROS, 2018

The artifact that represents the kilogram
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