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Questões de Concursos CNU

Resolva questões de CNU comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


161Q891779 | História, República Oligárquica, Outros cargos, CNU, CESGRANRIO, 2024

Por isso mesmo, o “coronelismo” é sobretudo um compromisso, uma troca de proveitos entre o poder público, progressivamente fortalecido, e a decadente influência social dos chefes locais, notadamente dos senhores de terras. Não é possível, pois, compreender o fenômeno sem referência à nossa estrutura agrária, que fornece a base de sustentação das manifestações de poder privado ainda tão visíveis no interior do Brasil.

LEAL, Victor Nunes. Coronelismo, enxada e voto: o município e o regime representativo no Brasil. São Paulo: Companhia da Letras, 2012.


O texto indica que o fenômeno social mencionado
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162Q1060881 | Direito Digital, Aspectos Conceituais e Fundamentos do Direito Digital, Bloco Temático 2 Cultura e Educação, CNU, FGV, 2025

Um tribunal firmou parceria com uma universidade para desenvolver uma ferramenta baseada em inteligência artificial generativa (IAG) destinada a avaliar requisitos de admissibilidade processual. A implementação dessa ferramenta levanta debates éticos e institucionais sobre a qualidade das decisões.
Tais debates se justificam na medida em que a ferramenta:
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163Q888220 | História, República Autoritária 1964 1984, Nível Intermediário, CNU, CESGRANRIO, 2024

Os últimos momentos do Governo de João Goulart foram precipitados pelos movimentos das tropas sob o comando do General Olímpio Mourão Filho, que, sediadas em Juiz de Fora, deslocaram-se em direção ao Rio de Janeiro, em 31 de março de 1964.

A ruptura democrática aí deflagrada
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164Q977960 | Gestão de Pessoas, Simulado 1, CNU, 2025

A liderança é um fator crucial para o sucesso de qualquer organização. Sobre os tipos de liderança, assinale a alternativa correta.
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165Q885054 | Direito Eleitoral, Ação de Impugnação Ao Pedido De Registro De Candidatura, Outros cargos, CNU, CESGRANRIO, 2024

[Questão Inédita]Acerca do mandato eletivo e sua impugnação, a Constituição Federal dispõe que:
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166Q885055 | Direito Constitucional, Outros cargos, CNU, CESGRANRIO, 2024

[Questão Inédita]Acerca das disposições constitucionais sobre o Direito de Nacionalidade, julgue os itens a seguir:
I- Será declarada a perda da nacionalidade do brasileiro que tiver cancelada sua naturalização, por sentença judicial, em virtude de fraude relacionada ao processo de naturalização ou de atentado contra a ordem constitucional e o Estado Democrático.
II- São brasileiros naturalizados os nascidos no estrangeiro de pai brasileiro ou de mãe brasileira, desde que sejam registrados em repartição brasileira competente.
III- São símbolos da República Federativa do Brasil a bandeira, o hino e as armas, apenas.
IV- Aos portugueses com residência permanente no País há mais de 15 anos, se houver reciprocidade em favor de brasileiros, serão atribuídos os direitos inerentes ao brasileiro, salvo os casos previstos nesta Constituição.
Estão corretos APENAS os itens:
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167Q885060 | Direito Administrativo, Outros cargos, CNU, CESGRANRIO, 2024

[Questão Inédita]Em relação aos conceitos e às fontes do direito administrativo, assinale a opção correta.
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168Q891781 | História, República de 1954 a 1964, Outros cargos, CNU, CESGRANRIO, 2024

Esse ideal desenvolvimentista foi consolidado em um conjunto de 30 objetivos a serem alcançados em diversos setores da economia, que se tornou conhecido como Programa ou Plano de Metas. Na última hora, o plano incluiu mais uma meta, a 31a, chamada de metassíntese: a construção de Brasília e a transferência da capital federal, o grande desafio de JK. Não se pode dizer que essa fosse a primeira experiência de Juscelino de governar combase num plano de desenvolvimento. Guardadas as devidas proporções, como governador de Minas Gerais de 1951 a 1955, JK já tinha eleito o binômio energia e transportes como metas de desenvolvimento para a sua gestão.

SILVA, Suely Braga da. 50 anos em 5: O Plano de Metas. FGV. Disponível em: https://cpdoc.fgv.br. Acesso em: 20 set. 2019.

O texto indica que o programa político desenvolvimentista mencionado promoveu o(a)
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169Q888230 | História, Brasil Monárquico Segundo Reinado 1831 1889, Nível Intermediário, CNU, CESGRANRIO, 2024

Considere o comentário a seguir a respeito da aprovação da Lei de Terras em 1850.

Documentos da época, hoje guardados no Arquivo do Senado, em Brasília, revelam como a composição do campo brasileiro foi planejada. Os próprios senadores e deputados eram, em grande parte, senhores de terras. O senador Costa Ferreira (MA), por exemplo, discursou:
— Isso de repartir terras em pequenos bocados não é exequível. Só quem nunca foi lavrador é que pode julgar o contrário. São utopias. Ninguém vai para lá [o interior do país]. Ninguém se quer arriscar. [...] Os senadores afirmaram que o governo deveria fixar altos preços para as terras públicas colocadas à venda. O Visconde de Abrantes opinou:
— O preço deve ser elevado para que qualquer proletário que só tenha a força do seu braço para trabalhar não se faça imediatamente proprietário comprando terras por vil preço. Ficando inibido de comprar terras, o trabalhador de necessidade tem de oferecer seu trabalho àquele que tiver capitais para as comprar e aproveitar.
HÁ 170 anos, Lei de Terras [...]. Agência Senado. Disponível em https://www12.senado.leg.br/noticias/especiais/arquivo-s/ha-170-anos-lei-de- -terras-[...]. Acesso em: 5 mar. 2024. Adaptado.

A análise feita pela reportagem sobre a Lei de Terras de 1850 tangencia uma característica brasileira praticamente inalterada nos últimos 200 anos de nossa história.
Trata-se da
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171Q888225 | História, Processo de Independência e Movimentos Nativistas, Nível Intermediário, CNU, CESGRANRIO, 2024

A independência do Brasil é muitas vezes compreendida como um processo complexo, que, por um lado, formaliza a autonomia e ruptura política em relação a Portugal e, por outro, possibilita a manutenção da escravidão, da monarquia e da presença da dinastia dos Bragança na América. É um momento crucial para a compreensão da formação do Brasil contemporâneo, pois

Com a aclamação do príncipe regente D. Pedro como imperador do Brasil, em 12 de outubro de 1822, começou a ser construída no imaginário político dos povos, outrora irmãos, a ideia de um império autônomo em terras americanas. [...] O processo de emancipação política representou o ponto de partida para a construção de uma ideia moderna de nação. [...] Essa polarização que exprimia um difuso sentimento antilusitano e antibrasileiro em imagens e escritos dos dois povos, agora reinos e nações separados, terminava por demonstrar em que se constituiu, em parte, o processo de emancipação política do Brasil. [...] À medida que se aprofundava a incompreensão recíproca, a possibilidade de manter-se a união entre Portugal e o Brasil tornou-se cada vez mais distante para ambos os lados. Incompatibilidade que se resolveu, como costuma ocorrer, pelo divórcio, talvez não tão amigável, como muitas vezes supôs a historiografia, pois envolveu lutas e disputas não só entre os dois lados do Atlântico, como também no próprio interior do Brasil. Mais difícil, porém, era a tarefa que restava, de construir e definir o Brasil: não mais como continuação de Portugal, mas dotado de identidade própria, que foi procurada pelo menos ao longo de todo o Oitocentos, em oposição ao ser português.
NEVES, L. M. P. B. Estado e política na independência. In: GRINBERG, K.; SALLES, R. (org.). O Brasil Imperial, 1808-1830. vol. I. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009. p. 129-131. Adaptado.

Segundo a autora, o processo de independência do Brasil
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172Q888228 | Geografia, Geografia Física, Nível Intermediário, CNU, CESGRANRIO, 2024

Considere o texto sobre a ocupação do cerrado.

A ocupação acelerada e desordenada do bioma Cerrado teve início com a construção de Brasília e a adoção de uma política de expansão agrícola baseada num modelo de exploração fundamentalmente extrativista e, por vezes, predatório. A intensa ocupação por populações e atividades, até então inexistentes, vem transformando as paisagens do bioma e os modos de vida das populações tradicionais, causando impactos ambientais e sociais imensuráveis. [...] Depois da Mata Atlântica, o Cerrado é o ecossistema brasileiro que mais sofreu com a ocupação humana. O desmatamento para a retirada de madeira e a produção de carvão foram as atividades que antecederam e viabilizaram a ocupação agropecuária no bioma, e que persistem até os dias de hoje. Estima-se que atualmente cerca de 37% da área do Cerrado já perderam sua vegetação natural.

VILELA, M. F. I. Interferências humanas no bioma Cerrado. Embrapa, 2021. Disponível em: https://www.embrapa.br/agencia-de-informacao- -tecnologica/tematicas/bioma-cerrado/ecologia/interferencias-do-homem. Acesso em: 30 jan. 2024. Adaptado.

Atualmente, a perda de biodiversidade das maiores extensões do cerrado decorre do seguinte fator:
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173Q977975 | Gestão de Pessoas, Gestão Estratégica de Pessoas, Simulado 1, CNU, 2025

A gestão de pessoas passou por mudanças ao longo do tempo, saindo de uma atuação mais tradicional e voltada apenas para tarefas administrativas e de controle, e passando a atuar de forma estratégica, onde os colaboradores são vistos como parte fundamental para que a organização alcance seus objetivos. Com base nessa ideia, analise as afirmativas a seguir:

I. A gestão de pessoas com foco estratégico trabalha com o alinhamento entre os interesses e objetivos dos colaboradores e os da organização.

II. Processos como recrutamento, seleção, treinamento e avaliação de desempenho são tratados como atividades operacionais, sem ligação com a estratégia da empresa.

III. A motivação, o clima organizacional e o desenvolvimento de lideranças são considerados fatores importantes que contribuem para os resultados e para o sucesso da gestão de pessoas.


Assinale a alternativa correta:
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174Q1060865 | Saúde Pública, Epidemiologia e Saúde Coletiva, Bloco Temático 8 Intermediário Saúde, CNU, FGV, 2025

Um profissional de saúde decide realizar pesquisa sobre a letalidade da toxoplasmose, tendo como campo de estudo o ambulatório de recém-nascidos de um hospital universitário. Para isso, será necessário comparar os dados obtidos nesse hospital com dados nacionais.
Para obter os dados nacionais, com recortes por municípios e sexo, o pesquisador poderá acessar o:
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175Q1060866 | Segurança e Saúde no Trabalho, Normas Regulamentadoras de Ministério do Trabalho e Emprego, Bloco Temático 8 Intermediário Saúde, CNU, FGV, 2025

Um profissional de saúde que atua na assistência ao paciente apresentou feridas nos membros superiores.
Com base nas disposições da Norma Regulamentadora 32 a esse respeito, é correto afirmar que esse trabalhador:
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176Q977972 | Gestão de Pessoas, Visão Geral da área de RH na organização, Simulado 1, CNU, 2025

O processo de Gestão de Pessoas é essencial para o sucesso das organizações, pois envolve práticas estratégicas para obter e desenvolver o melhor grupo de colaboradores internos. Este processo é normalmente dividido em até 6 etapas fundamentais. Abaixo, estão, mesmo que fora da sequencia correta, etapas desse processo – porém há uma etapa que não integra o processo de Gestão de Pessoas. A alternativa que não integra o processo referido é:
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177Q1060840 | Português, Crase, Bloco Temático 8 Intermediário Saúde, CNU, FGV, 2025

Texto associado.

Texto 1

Mudanças climáticas podem ampliar o risco da Doença de Chagas na Amazônia (trecho adaptado)


Leandro Schlemmer Brasil, Divino Vicente Silvério, Filipe França, José Orlando de Almeida Silva, Leandro Juen, Leonardo Viana de Melo, Thiago Bernardi Vieira e Walter Souza Santos


As mudanças climáticas estão alterando silenciosamente o cenário da saúde pública na Amazônia. As frequentes secas, enchentes, desmatamentos e demais problemas ambientais podem levar ao surgimento de novas doenças ou ao avanço de doenças já controladas.


Um caso emblemático é o da Doença de Chagas, que mesmo com os avanços recentes nos estudos sobre sua biologia e controle de transmissão, pode representar novamente um desafio para nosso sistema de saúde em virtude das alterações que estão sendo realizadas nas paisagens.


Um estudo publicado recentemente na revista Medical and Veterinary Entomology [...] deixa um alerta claro: o aquecimento global pode facilitar a expansão dos barbeiros, vetores da Doença de Chagas, para novas áreas da floresta.


A doença de Chagas

A doença, causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi, é transmitida principalmente por insetos conhecidos como barbeiros. A Doença de Chagas (DC) existe há milhões de anos como uma doença em animais silvestres, que passou a ser transmitida ao homem, de forma acidental, a partir da invasão dos ambientes silvestres por populações humanas.


Projeções preocupantes

Nosso estudo analisou mais de 11 mil registros de ocorrência de 55 espécies de barbeiros. Utilizamos uma técnica chamada modelagem de nicho ecológico, que cruza dados biológicos e ambientais, para prever como esses vetores podem se deslocar até 2080 sob diferentes cenários climáticos. Os resultados indicam uma tendência preocupante: os barbeiros devem expandir sua distribuição na Amazônia, especialmente em áreas já vulneráveis. Esse movimento pode surpreender os sistemas de saúde despreparados, afetando populações que já enfrentam desigualdades e condições precárias de moradia.


Uma questão de saúde climática

Um dos principais dados gerados pelo estudo é o mapeamento das áreas da Amazônia que podem ter aumento na presença de barbeiros vetores da Doença de Chagas até 2080, especialmente sob cenários de mudanças climáticas intensas. [...]

Esses dados permitem direcionar ações preventivas, como o fortalecimento da vigilância entomológica, campanhas educativas em comunidades vulneráveis e melhorias nas condições habitacionais, antes que a transmissão da doença se intensifique nessas regiões. Trata-se de uma ferramenta estratégica para antecipar riscos e evitar surtos futuros. [...]

A próxima Conferência do Clima da ONU (COP 30), marcada para ocorrer em Belém, traz uma oportunidade histórica. Precisamos colocar a saúde climática no centro das discussões. A crise ambiental também é uma crise de saúde e justiça social. E a ciência tem muito a contribuir com soluções baseadas em dados e equidade.



(Fonte: The Conversation. Disponível em: https://theconversation.com/mudancasclimaticas-podem-ampliar-o-risco-da-doenca-de-chagas-naamazonia-259641)

As frases presentes nas alternativas abaixo são reescrituras de diferentes passagens do texto 1.
O único caso em que essa reescritura acarretou erro no uso do acento grave é:
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178Q885050 | Matemática, Porcentagem, Outros cargos, CNU, CESGRANRIO, 2024

[Questão Inédita]Uma mercadoria que custava R$ 750,00 sofreu um aumento de 30%. Após algum tempo, sofreu um desconto de 20%. Qual é o valor da mercadoria após o desconto?
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179Q1065285 | Matemática, Análise Combinatória em Matemática, Bloco Temático 8 Intermediário Saúde, CNU, FGV, 2025

Em uma bandeja, há 11 empadas, sendo 5 de frango e as demais de palmito. Todas têm exatamente o mesmo tamanho e aparência. Sofia pega, aleatoriamente, 3 dessas empadas.
A probabilidade de que as 3 empadas de Sofia tenham o mesmo recheio é de, aproximadamente:
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180Q888222 | História, Nível Intermediário, CNU, CESGRANRIO, 2024

A história dos negros no Brasil é marcada por episódios de conflito e manifestações de resistência. Na cidade de Salvador, o bloco
Ilê desfilou pela primeira vez no Carnaval de 1975, causando espanto entre as elites da Bahia e um despertar para a pauta racial em uma das cidades mais negras do país. “Fomos escoltados pela polícia e fomos vaiados pela população, com alguns aplausos tímidos em meio às vaias. Fomos considerados negros rebeldes que estavam espalhando racismo na cidade”, lembra Arany [Santana, 72, diretora licenciada do bloco]. [...] O jornal A Tarde, um dos mais tradicionais da cidade, publicou na época a nota “Bloco racista, nota destoante”, afirmando que o Ilê Aiyê havia proporcionado “um feio espetáculo” com uma “imprópria exploração” do tema do racismo no Carnaval. Anos depois, o jornal se retratou.

PITOMBO, J. P. Ilê Aiyê, 50, afrontou ditadura com bloco-manifesto e foi levante da Bahia negra no Carnaval. Folha de São Paulo, São Paulo, 07 fev. 2024. Adaptado. Disponível em: https://www1. folha.uol.com.br/cotidiano/2024/02/ile-aiye-50-afrontou-ditadura- -com-bloco-manifesto-e-foi-levante-da-bahia-negra-no-carnaval. shtml#comentarios. Acesso em: 8 fev. 2024.


Ao longo de nossa história, a relação entre racismo e democracia no Brasil
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