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Questões de Concursos CONAB

Resolva questões de CONAB comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


1081Q977232 | Análise de Balanços, Contabilidade, CONAB, CONSULPAM, 2025

O índice de garantia de capital de terceiros mede a segurança dos credores frente aos recursos próprios da entidade. Assinale a alternativa que descreve CORRETAMENTE esse quociente.
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1082Q967511 | Auditoria Governamental, Tipos de Auditoria segundo o SFCI, Auditoria, CONAB, IADES

Em geral, a atividade de auditoria interna governamental tem como finalidade comprovar a legalidade e legitimidade dos atos e fatos administrativos e avaliar os resultados alcançados pelas unidades organizacionais e pela Companhia como um todo. Particularmente na Conab, tais trabalhos de auditoria são classificados por espécie. Quanto a essas espécies, assinale a alternativa correta.
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1083Q976754 | Arquitetura, Arquitetura, CONAB, CONSULPAM, 2025

No dimensionamento das ações do vento sobre edificações, conforme preconizado na ABNT NBR 6123:2023, o fator de rugosidade (Sᵣ) é utilizado para ajustar a pressão dinâmica do vento com base nas características do entorno imediato da edificação. Esse fator está relacionado à resistência que o terreno e os elementos construídos oferecem ao escoamento do vento, alterando o perfil da velocidade em função da altura e do tipo de superfície. Considerando a aplicação correta do fator de rugosidade, assinale a alternativa que indica elementos e situações que devem ser considerados para sua definição.
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1084Q976777 | Arquitetura, Arquitetura, CONAB, CONSULPAM, 2025

Examine o texto a seguir:
Um arquiteto projeta uma unidade armazenadora localizada em região costeira com ventos intensos e relevo plano.
Segundo a ABNT NBR 6123:1988, assinale a alternativa CORRETA sobre o cálculo das ações do vento nesse contexto.
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1085Q976778 | Arquitetura, Arquitetura, CONAB, CONSULPAM, 2025

Com base na ABNT NBR 9050:2020, analise as sentenças a seguir sobre as rampas acessíveis:

I- A inclinação longitudinal máxima de uma rampa acessível com até 3,00 metros de extensão é de 8,33% (1:12).
II- A presença de corrimãos é dispensável em rampas com inclinação inferior a 5%, mesmo quando houver desníveis superiores a 19 cm.
III- Rampas com mais de 9,00 metros de extensão devem obrigatoriamente possuir patamares intermediários, com comprimento mínimo de 1,20 metro.
IV- A inclinação transversal permitida nas rampas acessíveis não pode exceder 3%.
V- O uso de piso antiderrapante é exigido apenas em áreas externas, onde há exposição à chuva.

Com base na norma, está CORRETO o que se afirma em:
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1086Q976530 | Meio Ambiente, Politicas Públicas e Aspectos Legais, Direito, CONAB, CONSULPAM, 2025

O Acordo de Paris (2015) e a governança climática brasileira compartilham princípios e instrumentospara enfrentar as mudanças climáticas. Considerando apenas o que está previsto tanto no Acordo quanto nas políticas nacionais do Brasil, analise as sentenças a seguir:

I- Apoiar e promover o desenvolvimento sustentável como mecanismo para contribuir com a mitigação das emissões de gases de efeito estufa, utilizando mecanismos de supervisão por órgãos designados pelo poder público.
II- Manter o aumento médio da temperatura global em 3ºC.
III- Acompanhar e monitorar o cumprimento das metas ambientais dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS).
IV- Fomentar a resiliência dos sistemas socioeconômicos e ecológicos, inclusive por meio da diversificação econômica e da gestão sustentável dos recursos naturais.
V- Avaliação dos impactos e da vulnerabilidade às alterações climáticas, com vista à formulação de políticas nacionais de ações priorizadas determinadas, levando em consideração pessoas, lugares, ecossistemas vulneráveis e instituições privadas que vendem créditos de carbono.

De acordo com as sentenças é CORRETO afirmar que:
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1087Q976534 | Administração Pública, Direito, CONAB, CONSULPAM, 2025

Diversas correntes teóricas oferecem definições que refletem enfoques distintos quanto à natureza, ao objeto e aos processos envolvidos nas políticas públicas. Sobre as diferentes conceituações de políticas públicas, assinale a alternativa CORRETA.
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1088Q977049 | Arquivologia, Gestão de Documentos / Arquivos Corrente e Intermediário, Arquivologia, CONAB, CONSULPAM, 2025

A classificação é a organização dos documentos de um arquivo, de acordo com um plano ou código de classificação. A classificação se realiza pela análise e identificação do conteúdo dos documentos, com a seleção da categoria de assuntos sob a qual serão classificados, arquivados e acessados. Quanto à classificação, é CORRETO afirmar que:
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1089Q967324 | Biblioteconomia, Gestão de Bibliotecas e Unidades de Informação, Bibliotecário, CONAB, FJPF

A eficácia da adoção de estratégias de marketing para a promoção de um sistema de informação está condicionada:
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1090Q976542 | Direito Processual Civil, Direito, CONAB, CONSULPAM, 2025

Segundo o regramento do CPC e a doutrina processual civilista, a alternativa que alinha, corretamente, a espécie de litisconsórcio com sua definição é:
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1091Q966825 | Engenharia Agronômica, Estatítica Básica, Engenharia Agrícola, CONAB, IADES

Em estatística, há uma medida de dispersão definida como a média dos quadrados dos desvios em relação à média aritmética. Essa medida de dispersão é denominada

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1092Q976553 | Direito Empresarial e Comercial, Direito, CONAB, CONSULPAM, 2025

Com fulcro nas normas que regulam a recuperação judicial, a extrajudicial e a falência do empresário e da sociedade empresária, assinale a alternativa CORRETA.
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1093Q977068 | Arquivologia, Arquivologia, CONAB, CONSULPAM, 2025

Os procedimentos de transferência e recolhimento de documentos digitais para instituição arquivística, que impliquem a transposição desses documentos de um Sistema Informatizado de Gestão Arquivística de Documentos (SIGAD) para outro sistema informatizado, devem adotar providências no que diz respeito à(ao):
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1094Q966834 | Legislação Federal, Engenharia Agrícola, CONAB, IADES

Consoante a Instrução Normativa nº 29/2011, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), o produto coletado na amostragem deve ser homogeneizado, extraindo-se quantidades de amostras de acordo com o estabelecido nos respectivos regulamentos técnicos de identidade e qualidade do MAPA. O restante deve ser reincorporado ao lote, desde que solicitado pelo proprietário. Recomenda-se que as amostras referentes aos produtos recebidos secos e limpos (expedidos ou armazenados) sejam guardadas pelo prazo definido nos respectivos regulamentos técnicos de identidade e qualidade do MAPA. Já as amostras referentes aos produtos recebidos úmidos devem ser guardadas por

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1095Q976569 | Direito Administrativo, Direito, CONAB, CONSULPAM, 2025

Com base na legislação pertinente à alienação de bens pela CONAB, assinale a alternativa CORRETA.
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1096Q976573 | Direito Civil, Direito, CONAB, CONSULPAM, 2025

Considerando a expressão latina pacta sunt servanda e sua interpretação jurídica no âmbito dos contratos, conforme os ensinamentos de juristas clássicos e contemporâneos, assinale a alternativa CORRETA.
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1097Q967102 | Português, Significação Contextual de Palavras, Analista de Sistemas, CONAB, FJPF

Texto associado.
A pior explicação [para o resultado do referendo sobre a proibição da comercialização de armas de fogo realizado recentemente no país] me parece ser a que divide o “não” e o “sim” entre bandidos e mocinhos. O “não” é o partido da bala, o “sim” é o partido da paz; o “não” defende o direito de matar, o “sim” é pela vida; o “não” é a opção pela barbárie, o “sim” é a escolha da civilização e coisas do gênero.
A explicação é maniqueísta na medida em que divide o mundo em bons e maus. É presunçosa quando coloca seu defensor do lado dos bons. É elitista e arrogante quando desrespeita a opinião de 60 milhões de brasileiros, reduzindo-os a partidários do mal ou, no mínimo, a idiotas enganados e manipulados por um grupo maquiavélico de fabricantes e comerciantes de armas.
Creio haver certa concordância entre analistas sobre o fato de que a força da campanha do “não” consistiu em enfatizar dois pontos, o direito individual à legítima defesa e a crítica ao fracasso das políticas públicas de segurança, isto é, ao não-cumprimento pelo Estado do dever de proteger os cidadãos.
Sem entrar na discussão substantiva do tema, eu diria que a surpresa do resultado do referendo provém exatamente do fato de que tais argumento tenham encontrado recepção tão positiva. Houve seguramente fatores tópicos que afetaram os resultados, como a tradição gaúcha de uso de armas, as necessidades de defesa das populações de fronteira. Mas eles não explicam a vitória generalizada do “não”.
A surpresa vem, sobretudo, do eco encontrado pela defesa de um direito civil clássico, a proteção da própria vida. Pesquisa de opinião pública na região metropolitana do Rio de Janeiro, em 1997, revelou muito baixa consciência de direitos, sobretudo políticos e civis. Do total de entrevistados, 57% não conseguiram mencionar nem um direito sequer. Apenas 2% mencionaram direitos políticos e 12% direitos civis. A situação só melhorava um pouco em relação aos direitos sociais, reconhecidos por 26% dos entrevistados.
O referendo veio mostrar que, colocados diante de um problema concreto de direitos, os eleitores identificaram com clareza um direito civil clássico. É sintomático também que, na pesquisa, a consciência de direitos variava na proporção direta da escolaridade. O “não” predominou exatamente entre os mais educados.
Pode-se alegar que se trata propriamente de um direito clássico, isto é, de um liberalismo do século 19. Mas, em nossa tradição estatista e patrimonial, desenvolver a consciência de direitos individuais, mesmo com um século de atraso, é, sem dúvida, uma novidade e mesmo um progresso
O progresso do outro argumento não foi surpresa. Nossa tradição sempre atribuiu ao Estado a tarefa de resolver tudo, inclusive o problema da segurança (nesse ponto, aliás, ela não diverge da tradição do Estado gendarme). É o óbvio ululante que nossos governos, nos três níveis de administração, com ou sem contingenciamento de verbas, têm falhado miseravelmente em proteger o cidadão. Impedir que o cidadão decida se vai ou não comprar uma arma quando o governo não consegue defendê-lo, restringir um direito ao mesmo tempo que não se cumpre um dever - eis a combinação explosiva que me parece ter levado 60 milhões a votar pelo “não”, concorde-se ou não com a decisão.
Não por acaso, em Diadema, onde a prefeitura executa há cinco anos, antes do Estatuto do Desarmamento, uma política eficiente de segurança, o “sim” venceu, embora por pequena margem.


(CARVALHO, José Murilo de. Folha de São Paulo: 30 / 10 / 2005.)


A mudança na ordem dos termos altera o sentido fundamental do enunciado em:
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1098Q977342 | Engenharia Elétrica, Engenharia Elétrica, CONAB, CONSULPAM, 2025

Durante a elaboração de um plano de manutenção preventiva para os quadros elétricos de uma unidade armazenadora de grãos, a técnica de termografia infravermelha é empregada. A anomalia primária, em conexões elétricas, mais efetivamente detectada poresta técnica, antes que evolua para uma falha crítica, é a(o):
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1099Q967103 | Português, Pronomes pessoais oblíquos, Analista de Sistemas, CONAB, FJPF

Texto associado.
A pior explicação [para o resultado do referendo sobre a proibição da comercialização de armas de fogo realizado recentemente no país] me parece ser a que divide o “não” e o “sim” entre bandidos e mocinhos. O “não” é o partido da bala, o “sim” é o partido da paz; o “não” defende o direito de matar, o “sim” é pela vida; o “não” é a opção pela barbárie, o “sim” é a escolha da civilização e coisas do gênero.
A explicação é maniqueísta na medida em que divide o mundo em bons e maus. É presunçosa quando coloca seu defensor do lado dos bons. É elitista e arrogante quando desrespeita a opinião de 60 milhões de brasileiros, reduzindo-os a partidários do mal ou, no mínimo, a idiotas enganados e manipulados por um grupo maquiavélico de fabricantes e comerciantes de armas.
Creio haver certa concordância entre analistas sobre o fato de que a força da campanha do “não” consistiu em enfatizar dois pontos, o direito individual à legítima defesa e a crítica ao fracasso das políticas públicas de segurança, isto é, ao não-cumprimento pelo Estado do dever de proteger os cidadãos.
Sem entrar na discussão substantiva do tema, eu diria que a surpresa do resultado do referendo provém exatamente do fato de que tais argumento tenham encontrado recepção tão positiva. Houve seguramente fatores tópicos que afetaram os resultados, como a tradição gaúcha de uso de armas, as necessidades de defesa das populações de fronteira. Mas eles não explicam a vitória generalizada do “não”.
A surpresa vem, sobretudo, do eco encontrado pela defesa de um direito civil clássico, a proteção da própria vida. Pesquisa de opinião pública na região metropolitana do Rio de Janeiro, em 1997, revelou muito baixa consciência de direitos, sobretudo políticos e civis. Do total de entrevistados, 57% não conseguiram mencionar nem um direito sequer. Apenas 2% mencionaram direitos políticos e 12% direitos civis. A situação só melhorava um pouco em relação aos direitos sociais, reconhecidos por 26% dos entrevistados.
O referendo veio mostrar que, colocados diante de um problema concreto de direitos, os eleitores identificaram com clareza um direito civil clássico. É sintomático também que, na pesquisa, a consciência de direitos variava na proporção direta da escolaridade. O “não” predominou exatamente entre os mais educados.
Pode-se alegar que se trata propriamente de um direito clássico, isto é, de um liberalismo do século 19. Mas, em nossa tradição estatista e patrimonial, desenvolver a consciência de direitos individuais, mesmo com um século de atraso, é, sem dúvida, uma novidade e mesmo um progresso
O progresso do outro argumento não foi surpresa. Nossa tradição sempre atribuiu ao Estado a tarefa de resolver tudo, inclusive o problema da segurança (nesse ponto, aliás, ela não diverge da tradição do Estado gendarme). É o óbvio ululante que nossos governos, nos três níveis de administração, com ou sem contingenciamento de verbas, têm falhado miseravelmente em proteger o cidadão. Impedir que o cidadão decida se vai ou não comprar uma arma quando o governo não consegue defendê-lo, restringir um direito ao mesmo tempo que não se cumpre um dever - eis a combinação explosiva que me parece ter levado 60 milhões a votar pelo “não”, concorde-se ou não com a decisão.
Não por acaso, em Diadema, onde a prefeitura executa há cinco anos, antes do Estatuto do Desarmamento, uma política eficiente de segurança, o “sim” venceu, embora por pequena margem.


(CARVALHO, José Murilo de. Folha de São Paulo: 30 / 10 / 2005.)


A substituição do complemento verbal em negrito pelo pronome átono está gramaticalmente incorreta em:
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1100Q967362 | Gestão de Pessoas, Relacionamento interpessoal, Assistente Administrativo, CONAB, IADES

A capacidade do indivíduo para ajustar o próprio comportamento a fatores externos situacionais é denominada
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