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Questões de Concursos CONAB

Resolva questões de CONAB comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


621Q967629 | Engenharia Agronômica, Fisiologia Vegetal, Engenharia Agronômica ou Agronomia, CONAB, IADES

Quanto à rizosfera, é correto afirmar que ela é definida como a
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622Q967129 | Engenharia de Software, Diagrama de Casos de Uso, Analista de Sistemas, CONAB, FJPF

Em relação à Notação UML, das opções abaixo, aquela que corresponde à notação estruturada conhecida como português estruturado é identificada como diagrama de:
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623Q977153 | Segurança e Saúde no Trabalho, Engenharia de Segurança do Trabalho, CONAB, CONSULPAM, 2025

Com base nas etapas do gerenciamento de riscos ocupacionais, analise as sentenças a seguir:

I- Avaliar os riscos.
II- Monitorar e verificar a eficácia das medidas de controle.
III- Implementar as medidas de controle.
IV- Classificar os riscos.
V- Identificar os riscos.

Assinale a alternativa que apresenta a ordem CORRETA de prioridade para sua aplicação prática.
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624Q967190 | Direito Administrativo, Provimento e vacância, Técnico Administrativo, CONAB, FJPF

São formas de provimento de cargo público:
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625Q976669 | Administração Pública, Gestão de Politicas Públicas, Assistente Administrativo, CONAB, CONSULPAM, 2025

Dada a natureza política, técnica e institucional das decisões em estruturas públicas, o delineamento das decisões requer integração de saberes, delimitação de competências e mecanismos que assegurem legitimidade e eficácia funcional. Assinale a alternativa que reflete CORRETAMENTE essa lógica decisória.
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626Q967241 | Auditoria, Auditor Interno Requisitos Profissionais, Auditor, CONAB, FJPF

Pode-se afirmar sobre a auditoria interna que:
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627Q967525 | Auditoria Governamental, Comunicação de Resultados, Auditoria, CONAB, IADES

Acerca do conteúdo do Plano Anual de Atividades de Auditoria Interna (PAINT), assinale a alternativa correta.
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628Q977276 | Engenharia Agronômica, Operações/Técnico Agrícola, CONAB, CONSULPAM, 2025

Examine a situação a seguir:
Durante as orientações de técnico agrícola sobre o manejo integrado de pragas e doenças em cultivos de tomate em ambiente protegido, surge a discussão sobre a influência das condições climáticas no desenvolvimento de doenças fúngicas.
Considerando a relação entre umidade relativa do ar e a incidência de doenças nas plantas, assinale a alternativa CORRETA.
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629Q977284 | Informática, TI, CONAB, CONSULPAM, 2025

Considere um usuário que utiliza uma versão recente do Microsoft PowerPoint em português para criar algumas apresentações corporativas. Para agilizar o seu trabalho na escrita do conteúdo dos seus slides, ele decide utilizar o recurso que permite converter sua voz em texto digitado. Diante do exposto, assinale a alternativa que traz o nome e a localização deste recurso no Microsoft PowerPoint.
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630Q967345 | Segurança e Saúde no Trabalho, Legislação Trabalhista Brasileira e Internacional, Médico do trabalho, CONAB, FJPF

De acordo com o artigo 118, da Lei 8.213, de 24 de julho de 1991, o segurado da Previdência Social que sofreu o acidente do trabalho tem garantida a manutenção do seu contrato na empresa, após a cessação do auxílio doença acidentário, independente da percepção de auxílio acidente, pelo prazo mínimo de:
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631Q977076 | Arquivologia, Arquivologia, CONAB, CONSULPAM, 2025

No Brasil, o Arquivo Intermediário foi inicialmente denominado, conforme o Decreto n.º 76.387, de 2 de dezembro de 1975, como:
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632Q967095 | Português, Significação Contextual de Palavras, Analista de Sistemas, CONAB, FJPF

Texto associado.
A pior explicação [para o resultado do referendo sobre a proibição da comercialização de armas de fogo realizado recentemente no país] me parece ser a que divide o “não” e o “sim” entre bandidos e mocinhos. O “não” é o partido da bala, o “sim” é o partido da paz; o “não” defende o direito de matar, o “sim” é pela vida; o “não” é a opção pela barbárie, o “sim” é a escolha da civilização e coisas do gênero.
A explicação é maniqueísta na medida em que divide o mundo em bons e maus. É presunçosa quando coloca seu defensor do lado dos bons. É elitista e arrogante quando desrespeita a opinião de 60 milhões de brasileiros, reduzindo-os a partidários do mal ou, no mínimo, a idiotas enganados e manipulados por um grupo maquiavélico de fabricantes e comerciantes de armas.
Creio haver certa concordância entre analistas sobre o fato de que a força da campanha do “não” consistiu em enfatizar dois pontos, o direito individual à legítima defesa e a crítica ao fracasso das políticas públicas de segurança, isto é, ao não-cumprimento pelo Estado do dever de proteger os cidadãos.
Sem entrar na discussão substantiva do tema, eu diria que a surpresa do resultado do referendo provém exatamente do fato de que tais argumento tenham encontrado recepção tão positiva. Houve seguramente fatores tópicos que afetaram os resultados, como a tradição gaúcha de uso de armas, as necessidades de defesa das populações de fronteira. Mas eles não explicam a vitória generalizada do “não”.
A surpresa vem, sobretudo, do eco encontrado pela defesa de um direito civil clássico, a proteção da própria vida. Pesquisa de opinião pública na região metropolitana do Rio de Janeiro, em 1997, revelou muito baixa consciência de direitos, sobretudo políticos e civis. Do total de entrevistados, 57% não conseguiram mencionar nem um direito sequer. Apenas 2% mencionaram direitos políticos e 12% direitos civis. A situação só melhorava um pouco em relação aos direitos sociais, reconhecidos por 26% dos entrevistados.
O referendo veio mostrar que, colocados diante de um problema concreto de direitos, os eleitores identificaram com clareza um direito civil clássico. É sintomático também que, na pesquisa, a consciência de direitos variava na proporção direta da escolaridade. O “não” predominou exatamente entre os mais educados.
Pode-se alegar que se trata propriamente de um direito clássico, isto é, de um liberalismo do século 19. Mas, em nossa tradição estatista e patrimonial, desenvolver a consciência de direitos individuais, mesmo com um século de atraso, é, sem dúvida, uma novidade e mesmo um progresso
O progresso do outro argumento não foi surpresa. Nossa tradição sempre atribuiu ao Estado a tarefa de resolver tudo, inclusive o problema da segurança (nesse ponto, aliás, ela não diverge da tradição do Estado gendarme). É o óbvio ululante que nossos governos, nos três níveis de administração, com ou sem contingenciamento de verbas, têm falhado miseravelmente em proteger o cidadão. Impedir que o cidadão decida se vai ou não comprar uma arma quando o governo não consegue defendê-lo, restringir um direito ao mesmo tempo que não se cumpre um dever - eis a combinação explosiva que me parece ter levado 60 milhões a votar pelo “não”, concorde-se ou não com a decisão.
Não por acaso, em Diadema, onde a prefeitura executa há cinco anos, antes do Estatuto do Desarmamento, uma política eficiente de segurança, o “sim” venceu, embora por pequena margem.


(CARVALHO, José Murilo de. Folha de São Paulo: 30 / 10 / 2005.)


A passagem na qual se refuta argumento que contradiz o ponto de vista defendido no texto é a seguinte:
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633Q977079 | Arquivologia, Arquivologia, CONAB, CONSULPAM, 2025

Analise o texto a seguir:

Conjunto de operações que uma mesma instituição leva a efeito para auxiliar e viabilizar o desempenho de suas atribuições específicas e que resulta na acumulação de documentos de caráter instrumental e acessório.

O enunciado refere-se à:
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634Q967104 | Português, Pronomes pessoais oblíquos, Analista de Sistemas, CONAB, FJPF

Texto associado.
A pior explicação [para o resultado do referendo sobre a proibição da comercialização de armas de fogo realizado recentemente no país] me parece ser a que divide o “não” e o “sim” entre bandidos e mocinhos. O “não” é o partido da bala, o “sim” é o partido da paz; o “não” defende o direito de matar, o “sim” é pela vida; o “não” é a opção pela barbárie, o “sim” é a escolha da civilização e coisas do gênero.
A explicação é maniqueísta na medida em que divide o mundo em bons e maus. É presunçosa quando coloca seu defensor do lado dos bons. É elitista e arrogante quando desrespeita a opinião de 60 milhões de brasileiros, reduzindo-os a partidários do mal ou, no mínimo, a idiotas enganados e manipulados por um grupo maquiavélico de fabricantes e comerciantes de armas.
Creio haver certa concordância entre analistas sobre o fato de que a força da campanha do “não” consistiu em enfatizar dois pontos, o direito individual à legítima defesa e a crítica ao fracasso das políticas públicas de segurança, isto é, ao não-cumprimento pelo Estado do dever de proteger os cidadãos.
Sem entrar na discussão substantiva do tema, eu diria que a surpresa do resultado do referendo provém exatamente do fato de que tais argumento tenham encontrado recepção tão positiva. Houve seguramente fatores tópicos que afetaram os resultados, como a tradição gaúcha de uso de armas, as necessidades de defesa das populações de fronteira. Mas eles não explicam a vitória generalizada do “não”.
A surpresa vem, sobretudo, do eco encontrado pela defesa de um direito civil clássico, a proteção da própria vida. Pesquisa de opinião pública na região metropolitana do Rio de Janeiro, em 1997, revelou muito baixa consciência de direitos, sobretudo políticos e civis. Do total de entrevistados, 57% não conseguiram mencionar nem um direito sequer. Apenas 2% mencionaram direitos políticos e 12% direitos civis. A situação só melhorava um pouco em relação aos direitos sociais, reconhecidos por 26% dos entrevistados.
O referendo veio mostrar que, colocados diante de um problema concreto de direitos, os eleitores identificaram com clareza um direito civil clássico. É sintomático também que, na pesquisa, a consciência de direitos variava na proporção direta da escolaridade. O “não” predominou exatamente entre os mais educados.
Pode-se alegar que se trata propriamente de um direito clássico, isto é, de um liberalismo do século 19. Mas, em nossa tradição estatista e patrimonial, desenvolver a consciência de direitos individuais, mesmo com um século de atraso, é, sem dúvida, uma novidade e mesmo um progresso
O progresso do outro argumento não foi surpresa. Nossa tradição sempre atribuiu ao Estado a tarefa de resolver tudo, inclusive o problema da segurança (nesse ponto, aliás, ela não diverge da tradição do Estado gendarme). É o óbvio ululante que nossos governos, nos três níveis de administração, com ou sem contingenciamento de verbas, têm falhado miseravelmente em proteger o cidadão. Impedir que o cidadão decida se vai ou não comprar uma arma quando o governo não consegue defendê-lo, restringir um direito ao mesmo tempo que não se cumpre um dever - eis a combinação explosiva que me parece ter levado 60 milhões a votar pelo “não”, concorde-se ou não com a decisão.
Não por acaso, em Diadema, onde a prefeitura executa há cinco anos, antes do Estatuto do Desarmamento, uma política eficiente de segurança, o “sim” venceu, embora por pequena margem.


(CARVALHO, José Murilo de. Folha de São Paulo: 30 / 10 / 2005.)


Reescreveram-se os trechos abaixo, alterando-se apenas a colocação do pronome átono:

I - “Pode-se alegar que se trata propriamente de um direito clássico” / Pode alegar-se que se trata propriamente de um direito clássico.
II - “o governo não consegue defendê-lo” / o governo não o consegue defender.
III - “ao mesmo tempo que não se cumpre um dever” / ao mesmo tempo que não cumpre-se um dever.
IV - “eis a combinação explosiva que me parece ter levado 60 milhões a votar pelo ‘não’” / eis a combinação explosiva que parece ter levado-me 60 milhões a votar pelo “não”.

Estão de acordo com as normas descritas nas gramáticas as alterações realizadas em:
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635Q967377 | Direito Constitucional, Direitos Políticos, Assistente Administrativo, CONAB, IADES

Os três aspectos em que se divide a conquista do status de cidadania são os direitos
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636Q967141 | Direito Administrativo, Acumulação de cargos e funções, Procurador, CONAB, FJPF

Na hipótese de servidor público ocupante de dois car- gos públicos estaduais privativos de profissionais de saúde vir a ser contratado, como servidor temporário, por autarquia federal, ocorrerá acumulação:
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637Q967143 | Direito Constitucional, Poder Judiciário, Procurador, CONAB, FJPF

O processamento e julgamento de hábeas-corpus contra ato do Procurador-Geral da República é da competência:
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638Q967144 | Direito Tributário, Imunidade Recíproca, Procurador, CONAB, FJPF

A imunidade tributária recíproca proíbe que:
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639Q967417 | Contabilidade Geral, Receitas, Contabilidade, CONAB, IADES

1) Abertura da firma com a integralização de capital em dinheiro: $ 50.000.
2) Depósito no banco: $ 40.000.
3) Compra de móveis e equipamentos à vista com dinheiro: $ 6.000.
4) Compra de mercadorias para revenda no valor de $ 12.000, tendo sido pagos 30% à vista, com cheque, e o restante para pagar em 90 dias.
5) Compra de um veículo financiado para uso da empresa: $ 15.000.
6) Despesas administrativas pagas com cheque: $ 3.000.
7) Venda de mercadorias à vista, no valor de $ 8.000, com custo de aquisição de $ 4.500.

Ao efetuar a apuração do Resultado do Exercício, obtém-se saldo
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640Q967419 | Contabilidade Geral, Escrituração e Lançamento Contábil, Contabilidade, CONAB, IADES

Considere o seguinte fato contábil:

Mercadorias adquiridas por $ 5.100, vendidas por $ 8.600 à vista.

Em relação a esse fato, é correto afirmar que as contas envolvidas no lançamento contábil são
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