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Questões de Concursos CREFONO 1a Região

Resolva questões de CREFONO 1a Região comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


61Q672723 | Direito Administrativo, Profissional Administrativo, CREFONO 1a Região, Quadrix, 2020

Texto associado.
Quanto às funções administrativas, julgue o item.
Direção é a função da administração responsável pela coordenação da ação dos indivíduos no contexto organizacional. É, portanto, interpessoal e está relacionada com a orientação, a motivação e a liderança dos membros organizacionais.
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62Q667827 | Arquivologia, Profissional Administrativo, CREFONO 1a Região, Quadrix, 2020

Texto associado.
Em relação a protocolo, julgue o item.
O setor de registro e movimentação funciona como um centro de distribuição e redistribuição de documentos, em que o primeiro passo é preparar a ficha de protocolo em duas vias.
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63Q670202 | Direito Administrativo, Improbidade Administrativa Lei 8429 92, Agente Fiscal, CREFONO 1a Região, Quadrix, 2020

Texto associado.
Com base na Lei n.° 8.429/1992, julgue o item.
À luz do princípio da independência das instâncias, o ato de improbidade administrativa pode, ou não, gerar repercussões penais ao enquadrar-se, eventualmente, também como crime.
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64Q674810 | Português, Profissional Administrativo, CREFONO 1a Região, Quadrix, 2020

Texto associado.
Texto
    A prática da fonoaudiologia no Brasil remonta ao início do século XX, e há teorias que tentam precisar o que motivou o (L.01)
surgimento dessa ciência, pois carece de fundamento a explicação de que ela tenha surgido a partir da necessidade de
reabilitação de indivíduos com distúrbios da comunicação. Como tais patologias sempre existiram, surge o questionamento: por
que, em dado momento, foi preciso "tratá-las"? (L.04)
    Historicamente, a fonoaudiologia esteve ligada à educação, oriunda da preocupação com a profilaxia e a correção de
erros de linguagem apresentados pelos escolares, distanciando-se dela quando da formação dos cursos de nível superior. Para
criar seus procedimentos, essa ciência lançou mão, e ainda lança mão, dos conhecimentos de outras ciências, como psicologia, (L.07)
sociologia, pedagogia, linguística, filosofia, biologia, física e áreas complementares.
    Na década de 1920, teve início, no País, uma política sistemática de controle da linguagem com medidas para sua
padronização e sistematização, com vistas a se evitar o que entendiam por contaminação da língua nacional. Entre essas (L.10)
medidas, estava o tratamento de pessoas que apresentavam patologias relacionadas à comunicação, assim consideradas,
inicialmente, as diferenças linguísticas (variações dialetais) decorrentes do uso dinâmico da linguagem, identificadas desde o
final do século XIX, provocadas por movimentos de imigração nacionais (de uma região para outra) e estrangeiros para as regiões (L.13)
de maior potencial e desenvolvimento industrial do País, do que decorreu a necessidade de fixar e localizar os limites entre o
normal e o patológico.
    Nesse período, com o crescimento do setor médio da população, composto da pequena burguesia das cidades, de (L.16)
funcionários públicos, empregados do comércio, classes liberais e intelectuais e militares (então com origem na classe média),
ganhava força o movimento de renovação do ensino denominado de Escola Nova, que chegou ao Brasil em 1882, pelas mãos de
Rui Barbosa, e exerceu influência nas mudanças promovidas no ensino na década de 1920, quando o País passava por grandes (L.19)
transformações sociais, políticas e econômicas.
    A proposta pedagógica da Escola Nova visava ao "aprender a aprender", diferenciada da pedagogia tradicional, cujo
enfoque era a transmissão do saber e dos conteúdos pelo professor, considerado o centro do processo educativo. Nessa (L.22)
pedagogia, os menos capazes deveriam lutar, sozinhos, para superar as dificuldades e conquistar um espaço entre os mais
capazes intelectualmente.
    Assim, na Escola Nova, houve a defesa dos que eram considerados anormais, que sofriam patologias de várias naturezas, (L.25)
chamados de excepcionais. Hoje, essas patologias são classificadas em subgrupos: desordens de comunicação (distúrbios de
aprendizagem e deficiências da fala e da linguagem); deficiências sensoriais (auditivas e visuais); desvios mentais (intelecção
superior ou lenta quanto à capacidade de aprendizagem); desordens de comportamento (distúrbio emocional e desajustamento (L.28)
social); e deficiências múltiplas e graves (paralisia cerebral e retardamento mental, surdez e cegueira, deficiências físicas e
intelectuais graves).
    Nesse contexto, o fonoaudiólogo é o profissional habilitado para cuidar dos diferentes aspectos da comunicação humana, (L.31)
os quais podem resultar em distúrbios dessa ordem: linguagem oral e escrita; fala; fluência; voz; audição; e funções
neurovegetativas, responsáveis pela mastigação, deglutição e respiração e neurológicas. Ele desenvolve, ainda, atividades
voltadas a promoção da saúde, prevenção, orientação, avaliação, diagnóstico e terapia, além de atuar em ensino, pesquisa e (L.34)
consultoria.
Stella Maris Cortez Bacha e Alda Maria do Nascimento Osório. Fonoaudiologia & educação: uma revisão da prática histórica (p. 217-218). In: Rev. CEFAC, São Paulo, v. 6, n.° 2, p. 215-221, abr./jun. 2004 (com adaptações).
Julgue o item no que se refere às estruturas linguísticas do texto.
Manteria a correção gramatical e os sentidos do texto o deslocamento, para o início do parágrafo, de "remonta ao início do século XX" (linha 1), com as devidas adaptações de letras iniciais minúscula e maiúscula.
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65Q671388 | Direito Constitucional, Direitos e Garantias Fundamentais, Profissional Administrativo, CREFONO 1a Região, Quadrix, 2020

Texto associado.
A Constituição Federal de 1988 traz, em seu Título II, denominado "Dos Direitos e das Garantias Fundamentais", disposições relacionadas aos direitos e aos deveres individuais e coletivos, aos direitos sociais, à nacionalidade, à cidadania, aos direitos políticos, entre outras. Com base no ordenamento constitucional, julgue o item.
Os direitos e as garantias expressos na Constituição excluem outros decorrentes de tratados internacionais em que a República Federativa do Brasil seja parte.
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66Q672999 | Português, Interpretação de Textos, Agente Fiscal, CREFONO 1a Região, Quadrix, 2020

Texto associado.
Texto
1 A necessidade de aprimorar a forma de se comunicar
com os demais tem sido uma preocupação cada vez mais
recorrente no mundo do trabalho, afinal, hoje, a oratória e
4 a comunicação são requisitos para o profissional ascender
na carreira e conseguir se manter ativo no mercado de
trabalho.
7 Empresas especializadas em carreira e mercado
profissional já consideram que o desempenho do candidato
em uma entrevista de emprego, especialmente a forma
10 como ele se comunica, tem mais impacto do que o currículo
em si.
Aprimorar a oratória é o caminho para se relacionar
13 melhor com os outros, tanto no ambiente de trabalho como
na vida pessoal. Saber como aplicar as principais técnicas de
oratória, ser capaz de gesticular e de organizar o raciocínio
16 são diferenciais em todas as situações de exposição de fala.
Perder o medo de expressar as ideias - e conseguir
fazer isso da melhor forma - é possível por meio da prática
19 e da orientação de profissionais conscientes da importância
que a comunicação exerce no dia a dia. Por essa razão, a
procura por cursos de oratória tem crescido
22 consideravelmente no Brasil.
Ser um bom comunicador - e demonstrar isso na
rotina profissional - envolve uma série de habilidades.
25 A capacidade de estruturar as próprias ideias e
conseguir expressá-las de forma compreensível aos demais
é imprescindível. Além da habilidade de falar com clareza, a
28 organização do raciocínio deve permitir que o que se fala
seja interessante, já que um dos principais desafios da
comunicação é ganhar e reter a atenção dos demais.
31 Falar bem é ser o mais claro possível e ter alto grau
de persuasão. Em entrevistas de emprego, reuniões de
trabalho e negociações com clientes, essa habilidade se faz
34 ainda mais requisitada. Hoje, o profissional que não
consegue ser assertivo e persuasivo em suas conversas ou
exposições orais corre sérios riscos de ficar para trás, visto
37 que o mercado se torna mais competitivo dia após dia.
Entretanto, para ser um bom comunicador, não
basta conseguir utilizar a linguagem verbal, expressando
40 conteúdos de forma interessante e eficaz. É indispensável
ter uma boa postura, manter contato visual, saber gesticular
e utilizar a voz corretamente. Todo esse conjunto é o que
43 compõe a linguagem não verbal, um dos aspectos da
comunicação pessoal.
A ideia de que apresentações em público são
46 restritas a profissionais da comunicação ou a
palestrantes já está ultrapassada. Hoje, todos os
profissionais - especialmente aqueles que ocupam cargos
49 de liderança - precisam saber como fazer apresentações,
seja qual for a área em que trabalham. Isso acontece
porque, atualmente, não basta alcançar bons resultados: é
52 preciso saber falar sobre eles.
Internet: <www.terra.com.br> (com adaptações).
Com relação à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.
"se faz" (linha 33) por faz-se
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67Q676780 | Direito Administrativo, Profissional Administrativo, CREFONO 1a Região, Quadrix, 2020

Texto associado.
Quanto às funções administrativas, julgue o item.
No âmbito organizacional, a motivação pode ser definida como a predisposição individual para exercer esforços que busquem o alcance de metas prioritariamente individuais, condicionada pela capacidade de esses esforços satisfazerem, simultaneamente, as necessidades organizacionais.
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68Q674059 | Fonoaudiologia, Agente Fiscal, CREFONO 1a Região, Quadrix, 2020

Texto associado.
Acerca do Protocolo Perda Auditiva Induzida por Ruído (PAIR), julgue o item.
A maior característica da PAIR é a degeneração das células ciliadas do órgão de Corti.
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69Q674812 | Fonoaudiologia, Agente Fiscal, CREFONO 1a Região, Quadrix, 2020

Texto associado.
Acerca do Protocolo Perda Auditiva Induzida por Ruído (PAIR), julgue o item.
A reabilitação pode ser feita, por meio de ações terapêuticas individuais, na Atenção Primária ou Secundária, por qualquer profissional da área da saúde.
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70Q673006 | Raciocínio Lógico, Profissional Administrativo, CREFONO 1a Região, Quadrix, 2020

Texto associado.
Uma grande família tem integrantes espalhados pelo Brasil. Dos familiares, 32 já moraram em São Paulo, 19 já moraram em Santa Catarina e 19 já moraram no Distrito Federal. 5 familiares nunca moraram em nenhum dos estados citados, 2 já moraram nos 3, 6 já moraram em Santa Catarina e em São Paulo, 5, em Santa Catarina e no Distrito Federal e 7, no Distrito Federal e em São Paulo.
Com base nessa situação hipotética, julgue o item.
A família tem um número par de integrantes.
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71Q674635 | Português, Profissional Administrativo, CREFONO 1a Região, Quadrix, 2020

Texto associado.
Texto
    A prática da fonoaudiologia no Brasil remonta ao início do século XX, e há teorias que tentam precisar o que motivou o (L.01)
surgimento dessa ciência, pois carece de fundamento a explicação de que ela tenha surgido a partir da necessidade de
reabilitação de indivíduos com distúrbios da comunicação. Como tais patologias sempre existiram, surge o questionamento: por
que, em dado momento, foi preciso "tratá-las"? (L.04)
    Historicamente, a fonoaudiologia esteve ligada à educação, oriunda da preocupação com a profilaxia e a correção de
erros de linguagem apresentados pelos escolares, distanciando-se dela quando da formação dos cursos de nível superior. Para
criar seus procedimentos, essa ciência lançou mão, e ainda lança mão, dos conhecimentos de outras ciências, como psicologia, (L.07)
sociologia, pedagogia, linguística, filosofia, biologia, física e áreas complementares.
    Na década de 1920, teve início, no País, uma política sistemática de controle da linguagem com medidas para sua
padronização e sistematização, com vistas a se evitar o que entendiam por contaminação da língua nacional. Entre essas (L.10)
medidas, estava o tratamento de pessoas que apresentavam patologias relacionadas à comunicação, assim consideradas,
inicialmente, as diferenças linguísticas (variações dialetais) decorrentes do uso dinâmico da linguagem, identificadas desde o
final do século XIX, provocadas por movimentos de imigração nacionais (de uma região para outra) e estrangeiros para as regiões (L.13)
de maior potencial e desenvolvimento industrial do País, do que decorreu a necessidade de fixar e localizar os limites entre o
normal e o patológico.
    Nesse período, com o crescimento do setor médio da população, composto da pequena burguesia das cidades, de (L.16)
funcionários públicos, empregados do comércio, classes liberais e intelectuais e militares (então com origem na classe média),
ganhava força o movimento de renovação do ensino denominado de Escola Nova, que chegou ao Brasil em 1882, pelas mãos de
Rui Barbosa, e exerceu influência nas mudanças promovidas no ensino na década de 1920, quando o País passava por grandes (L.19)
transformações sociais, políticas e econômicas.
    A proposta pedagógica da Escola Nova visava ao "aprender a aprender", diferenciada da pedagogia tradicional, cujo
enfoque era a transmissão do saber e dos conteúdos pelo professor, considerado o centro do processo educativo. Nessa (L.22)
pedagogia, os menos capazes deveriam lutar, sozinhos, para superar as dificuldades e conquistar um espaço entre os mais
capazes intelectualmente.
    Assim, na Escola Nova, houve a defesa dos que eram considerados anormais, que sofriam patologias de várias naturezas, (L.25)
chamados de excepcionais. Hoje, essas patologias são classificadas em subgrupos: desordens de comunicação (distúrbios de
aprendizagem e deficiências da fala e da linguagem); deficiências sensoriais (auditivas e visuais); desvios mentais (intelecção
superior ou lenta quanto à capacidade de aprendizagem); desordens de comportamento (distúrbio emocional e desajustamento (L.28)
social); e deficiências múltiplas e graves (paralisia cerebral e retardamento mental, surdez e cegueira, deficiências físicas e
intelectuais graves).
    Nesse contexto, o fonoaudiólogo é o profissional habilitado para cuidar dos diferentes aspectos da comunicação humana, (L.31)
os quais podem resultar em distúrbios dessa ordem: linguagem oral e escrita; fala; fluência; voz; audição; e funções
neurovegetativas, responsáveis pela mastigação, deglutição e respiração e neurológicas. Ele desenvolve, ainda, atividades
voltadas a promoção da saúde, prevenção, orientação, avaliação, diagnóstico e terapia, além de atuar em ensino, pesquisa e (L.34)
consultoria.
Stella Maris Cortez Bacha e Alda Maria do Nascimento Osório. Fonoaudiologia & educação: uma revisão da prática histórica (p. 217-218). In: Rev. CEFAC, São Paulo, v. 6, n.° 2, p. 215-221, abr./jun. 2004 (com adaptações).
Julgue o item no que se refere às estruturas linguísticas do texto.
Sem prejuízo para a correção gramatical, a forma verbal "esteve" (linha 5) poderia ser substituída por estaria.
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72Q673860 | Português, Profissional Administrativo, CREFONO 1a Região, Quadrix, 2020

Texto associado.
Texto
    A prática da fonoaudiologia no Brasil remonta ao início do século XX, e há teorias que tentam precisar o que motivou o (L.01)
surgimento dessa ciência, pois carece de fundamento a explicação de que ela tenha surgido a partir da necessidade de
reabilitação de indivíduos com distúrbios da comunicação. Como tais patologias sempre existiram, surge o questionamento: por
que, em dado momento, foi preciso "tratá-las"? (L.04)
    Historicamente, a fonoaudiologia esteve ligada à educação, oriunda da preocupação com a profilaxia e a correção de
erros de linguagem apresentados pelos escolares, distanciando-se dela quando da formação dos cursos de nível superior. Para
criar seus procedimentos, essa ciência lançou mão, e ainda lança mão, dos conhecimentos de outras ciências, como psicologia, (L.07)
sociologia, pedagogia, linguística, filosofia, biologia, física e áreas complementares.
    Na década de 1920, teve início, no País, uma política sistemática de controle da linguagem com medidas para sua
padronização e sistematização, com vistas a se evitar o que entendiam por contaminação da língua nacional. Entre essas (L.10)
medidas, estava o tratamento de pessoas que apresentavam patologias relacionadas à comunicação, assim consideradas,
inicialmente, as diferenças linguísticas (variações dialetais) decorrentes do uso dinâmico da linguagem, identificadas desde o
final do século XIX, provocadas por movimentos de imigração nacionais (de uma região para outra) e estrangeiros para as regiões (L.13)
de maior potencial e desenvolvimento industrial do País, do que decorreu a necessidade de fixar e localizar os limites entre o
normal e o patológico.
    Nesse período, com o crescimento do setor médio da população, composto da pequena burguesia das cidades, de (L.16)
funcionários públicos, empregados do comércio, classes liberais e intelectuais e militares (então com origem na classe média),
ganhava força o movimento de renovação do ensino denominado de Escola Nova, que chegou ao Brasil em 1882, pelas mãos de
Rui Barbosa, e exerceu influência nas mudanças promovidas no ensino na década de 1920, quando o País passava por grandes (L.19)
transformações sociais, políticas e econômicas.
    A proposta pedagógica da Escola Nova visava ao "aprender a aprender", diferenciada da pedagogia tradicional, cujo
enfoque era a transmissão do saber e dos conteúdos pelo professor, considerado o centro do processo educativo. Nessa (L.22)
pedagogia, os menos capazes deveriam lutar, sozinhos, para superar as dificuldades e conquistar um espaço entre os mais
capazes intelectualmente.
    Assim, na Escola Nova, houve a defesa dos que eram considerados anormais, que sofriam patologias de várias naturezas, (L.25)
chamados de excepcionais. Hoje, essas patologias são classificadas em subgrupos: desordens de comunicação (distúrbios de
aprendizagem e deficiências da fala e da linguagem); deficiências sensoriais (auditivas e visuais); desvios mentais (intelecção
superior ou lenta quanto à capacidade de aprendizagem); desordens de comportamento (distúrbio emocional e desajustamento (L.28)
social); e deficiências múltiplas e graves (paralisia cerebral e retardamento mental, surdez e cegueira, deficiências físicas e
intelectuais graves).
    Nesse contexto, o fonoaudiólogo é o profissional habilitado para cuidar dos diferentes aspectos da comunicação humana, (L.31)
os quais podem resultar em distúrbios dessa ordem: linguagem oral e escrita; fala; fluência; voz; audição; e funções
neurovegetativas, responsáveis pela mastigação, deglutição e respiração e neurológicas. Ele desenvolve, ainda, atividades
voltadas a promoção da saúde, prevenção, orientação, avaliação, diagnóstico e terapia, além de atuar em ensino, pesquisa e (L.34)
consultoria.
Stella Maris Cortez Bacha e Alda Maria do Nascimento Osório. Fonoaudiologia & educação: uma revisão da prática histórica (p. 217-218). In: Rev. CEFAC, São Paulo, v. 6, n.° 2, p. 215-221, abr./jun. 2004 (com adaptações).
A respeito das ideias do texto, julgue o item.
A existência de uma política de "higienização" da linguagem, com vistas a evitar a contaminação da língua vernácula pelas variações dialetais, é uma das justificativas para o surgimento da prática da fonoaudiologia.
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73Q670187 | Direito Constitucional, Direitos e Garantias Fundamentais, Profissional Administrativo, CREFONO 1a Região, Quadrix, 2020

Texto associado.
A Constituição Federal de 1988 traz, em seu Título II, denominado "Dos Direitos e das Garantias Fundamentais", disposições relacionadas aos direitos e aos deveres individuais e coletivos, aos direitos sociais, à nacionalidade, à cidadania, aos direitos políticos, entre outras. Com base no ordenamento constitucional, julgue o item.
A Constituição Federal de 1988 dispõe que nenhum brasileiro nato poderá ser extraditado e que não será concedida extradição de estrangeiro por crime político ou de opinião.
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74Q675424 | Fonoaudiologia, Agente Fiscal, CREFONO 1a Região, Quadrix, 2020

Texto associado.
No que se refere à Resolução do Conselho Federal de Fonoaudiologia n.° 444/2013 (Manual de Orientação e Fiscalização do Exercício Profissional da Fonoaudiologia), julgue o item.
São documentos fiscais de uso obrigatório a ficha de verificação fiscal e o termo de encaminhamento/encerramento.
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75Q672580 | Ética na Administração Pública, Profissional Administrativo, CREFONO 1a Região, Quadrix, 2020

Texto associado.
O exercício da função pública deve basear-se em princípios éticos estabelecidos pela sociedade. A respeito da ética no Setor Público, julgue o item.
A implementação dos preceitos de ética no serviço público pode implicar a diminuição da corrupção.
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76Q673652 | Fonoaudiologia, Agente Fiscal, CREFONO 1a Região, Quadrix, 2020

Texto associado.
Com base na Lei n.° 6.965/1981, julgue o item.
Constitui renda do Conselho Federal 20% do produto da arrecadação de anuidades, taxas, emolumentos e multas de cada Conselho Regional.
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77Q673669 | Matemática, Trigonometria, Agente Fiscal, CREFONO 1a Região, Quadrix, 2020

Texto associado.
Em uma circunferência, são marcados 10 pontos distintos.
Com base nessa situação hipotética, julgue o item.
O número de triângulos distintos que podem ser formados, ligando-se 3 desses pontos, é igual ao número de heptágonos que podem ser formados, ligando-se 7 desses pontos.
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78Q672812 | Fonoaudiologia, Profissional Administrativo, CREFONO 1a Região, Quadrix, 2020

Texto associado.
Com base nas normas que regulamentam a profissão de fonoaudiólogo no ordenamento jurídico pátrio, julgue o item.
É de competência do fonoaudiólogo e de profissionais habilitados, na forma da legislação específica, realizar terapia fonoaudiológica dos problemas de comunicação oral e escrita, de voz e de audição.
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79Q673329 | Fonoaudiologia, Agente Fiscal, CREFONO 1a Região, Quadrix, 2020

Texto associado.
No que se refere à Resolução do Conselho Federal de Fonoaudiologia n.° 444/2013 (Manual de Orientação e Fiscalização do Exercício Profissional da Fonoaudiologia), julgue o item.
Caso seja necessário, o fiscal poderá ser acompanhado de autoridade policial ou de assessor jurídico durante a fiscalização.
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80Q675245 | Matemática, Trigonometria, Agente Fiscal, CREFONO 1a Região, Quadrix, 2020

Texto associado.
Em uma circunferência, são marcados 10 pontos distintos.
Com base nessa situação hipotética, julgue o item.
O número de cordas que podem ser traçadas, ligando-se 2 desses pontos, é menor que 50.
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